A oposição verdadeira

A oposição aos maus tratos do pior presidente da história, cada dia mais se fortalece. O pior presidente da história está isolado. O seu grupo dos 17 tricolores resume-se a cinco. Junto a ele apenas seus três bonecos, o presidente da Federação Pernambucana de Futebol e um ¨cardeal¨. Nem os jogadores o querem como presidente. Prolongam suas férias. Querem a alforria, vão à justiça. Os funcionários estão há 7 meses sem ver a cor do dinheiro. Sentem saudades, quem diria, do presidente anterior. A torcida, enfraquecida, está com medo do que vislumbra. Irá disputar uma série C, com sérios riscos de cairmos para a série D; afinal, irá encarar o Central (o carrasco da era do pior presidente da história). A que ponto chegamos. Resta-nos a mobilização! O Edital da Convocação da Assembléia Geral nos trouxe de volta a expectativa de dias melhores. Mas a torcida quer algo mais do que destituir o pior presidente da história: quer ser representada! Alguns dos eternos opositores já se candidataram; os criadores do pior presidente da história também. Mas Fred Arruda agora aceita ser o representante. Ainda bem. Ele sabe que conta com o apoio da torcida. Esta torcida que ficou tanto tempo atordoada e que até um desembargador atreveu-se a desrespeitar. Acha-se no direito de impedir a democracia coral. Mas não será por muito tempo. Hoje a torcida se veste de oposição. Logo ela, sempre fiel, a única e verdadeira situação no clube. A torcida clama por justiça. E pela justiça. Deixe-nos refundar o nosso Clube, o mais rápido possível. Quem ama o Santa, tem...

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A abolição esperada

Flagrante: registro da negativa do juiz à liminar do diminutivo O Santa terá, na próxima terça, mais uma chance de reencontrar o caminho correto, o caminho das vitórias e do fortalecimento do clube. Nesse dia será realizada a Assembléia Geral, cujo objetivo é o afastamento do Presidente do Executivo, o senhor Édson Nogueira. Há quem tenha medo do processo. Não é o meu caso, digo de antemão. Os motivos elencados por aqueles que ainda não se mobilizaram plenamente para este embate são basicamente três: 1. A proximidade da terceira divisão. Esta justificativa, analisada à luz da razão, me parece levar a um comportamento oposto: o engajamento apaixonado na destituição do diminutivo! Pois se há uma coisa que essa gestão já provou é que é absolutamente incompetente no futebol. Iniciar a série C com Nogueira e seus colaboradores é pedir para continuar sendo humilhados, é começar sabendo-nos perdedores. 2. A desconfiança com a oposição. Esta justificativa é justa, sob certa medida. O afastamento do presidente não é o fim absoluto, é o meio para começarmos uma grande mobilização da torcida. É justa, pois em última instância repousa sobre uma verdade cristalina: “desconfie de quem tem poder”.  E é por isso que todo mandatário de poder deve ser controlado, fiscalizado. O afastamento de Nogueira não outorga carta branca da torcida para o seu atual vice. Não há salvadores da pátria! Mas, por outro lado, tal justificativa não pode ser um elixir paralisante. A desconfiança com os homens públicos não pode nos levar à omissão, à abstenção ou ao imobilismo. É na participação ativa, na luta com seus acertos e seus erros que crescemos. E o atual momento é dramático! É crítico. Nele, certo que não cabe inocências (acharmos, por exemplo, que estamos a galgar o paraíso), mas tampouco cabe covardia ou ambigüidades. O momento clama por mudança já! 3. A “certeza” da ineficácia do ato. Esta é, definitivamente, a justificativa mais fraca para os céticos. Ora, como sabermos disso antecipadamente? Escrevo estas linhas, amigos, sob o influxo da grande notícia do dia: o Juiz da 29º Vara Civil, José Junior Florentino dos Santos Mendonça, negou liminar a Nogueira, mantendo a Assembléia Geral para o próximo dia 13. Ou seja, vencemos a primeira batalha nessa trincheira! Como entidade de direito privado, o que é um clube senão a vontade de seus sócios? Quando estes, por razões estatutárias, pugnam pelo afastamento de seu...

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Véspera de decisão

(Publicação simultânea com o Blog do Santinha) Tive um dia longo e estou cansado. Acabo de chegar da reunião convocada pela oposição e já passa da meia-noite quando começo a escrever essas linhas. Confesso que estou sem inspiração. O cansaço traz essas coisas. Mas amanhã terei outro dia cheio e melhor rabiscar alguma coisa agora do que deixar passar em branco a oportunidade. Ontem, um auditório lotado de tricolores discutiu questões importantes sobre a Assembléia Geral Extraordinária – AGE, que decidirá sobre o afastamento do presidente diminutivo. A reunião, realizada no auditório do ETC na Avenida Rosa e Silva, também serviu para que os integrantes da oposição apresentassem as medidas emergenciais a serem tomadas e um modelo de gestão que será implantado no Santa Cruz, caso o presidente diminutivo seja afastado do cargo. Embora todas essas questões sejam relevantes, prefiro não abordá-las agora. Para tratar disso, solicitei a Fred Arruda, Vice-Presidente do clube, que me enviasse os slides para que oportunamente possamos publicá-los. Meu assunto pontual é outro. A esta altura, estou mais interessante no momento político que se desenha. Recentemente publiquei no Torcedor Coral um texto sobre o jogo de xadrez que se tornou a corrida pela cassação do presidente. Estratégias de um lado e contra-estratégias de outro se cruzarão num confronto decisivo no dia 13 de maio. Pessoalmente, tenho lá minhas frustrações com a oposição, como fiz questão de deixar claro na reunião. Acho que a confraria Ninho da Cobra teve a sua parcela de culpa na administração do diminutivo. Além disso, de suas fileiras saiu Alexandre Ferrer, o cavalo do presidente coral nesse tabuleiro de xadrez. Por tudo isso, não encaro mais de peito aberto as grandes questões políticas do clube. Mas confesso aqui que já superei a fase de fazer conjecturas. Não há mais tempo para isso. Em primeiro lugar, porque depois de tantas bobagens cometidas pela atual gestão, não encontro razão para acreditar num futuro melhor, caso não haja a cassação do presidente. Em segundo, porque de nada adiantaria arrancar o diminutivo de sua cadeira, para ceder o lugar para algum fantasma do passado. Em terceiro, porque gostaria de ver Fred Arruda assumindo a presidência do clube. Por isso, estarei na sede do clube, no próximo dia 13, às 16 horas, para votar a favor do afastamento do Sr. Édson Nogueira do cargo de presidente do Santa Cruz. Que venham todos. Nota da Redação:...

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Jogo de xadrez

 Até poucos dias atrás, a discussão sobre o afastamento do atual presidente do Santa Cruz parecia ter sido deixada um pouco de lado. No meu último texto, eu chamava a atenção para o desconforto que o silêncio traz para quem aguarda ansiosamente os desenlaces da questão. E acrescento aqui que, em certas circunstâncias, nada incomoda mais do que esta aparente palidez e acomodação dos tricolores. Por isso, me propus a trazer o assunto de volta à ribalta. Ei-lo. Comparo o processo de afastamento do presidente a um jogo de xadrez, onde vence quem conseguir antever e se antecipar às jogadas de seu adversário. Até aqui o Sr. Édson Nogueira, o presidente diminutivo do Santa Cruz, a seu modo, jogava melhor. Primeiro, seduziu parte da oposição, acenando com as divisões de base. Depois, esvaziou o acordo, tão logo conseguiu o recuo de alguns opositores nas intenções de seu afastamento. Em seguida, sob nova ofensiva, deteve o avanço da oposição com uma de suas peças mais importantes: o presidente do Conselho Deliberativo. Alexandre Ferrer, aliás, cumpriu muito bem o seu papel e moveu-se no tabuleiro como um verdadeiro cavalo. Com patadas cavalares, intimidou os conselheiros e aprovou a prestação de contas do Executivo, mesmo sem qualquer análise prévia dos presentes na última reunião e sem que um número sequer fosse apresentado. Fez mais. Durante todo o tempo em que se cogitou o impedimento do presidente, Ferrer deliberadamente deixou o órgão mais importante do clube alheio à discussão. Mas, na última segunda-feira, a oposição lançou uma contra-ofensiva que certamente está fazendo o presidente coral sentir o golpe. E deu um passo significativo para garantir a realização da Assembléia Geral Extraordinária – AGE, marcada inicialmente para 12 de maio e transferida para o dia 13. O contra-ataque veio na forma de um pedido junto ao Ministério Público de Pernambuco – MPPE para que acompanhe e garanta a realização da AGE, que tratará do afastamento do atual presidente. O encontro no MPPE aconteceu nesta última segunda-feira e teve a participação de alguns integrantes da oposição, além de Aguinaldo Fenelon, Promotor de Justiça e responsável pela elaboração da cartilha do torcedor, e de Paulo Varejão, Procurador Geral de Justiça. Segundo informações colhidas pelos nossos repórteres de plantão, o MPPE garantiu que se fará presente à assembléia com a participação de dois promotores de justiça. A presença dos promotores é importante, pois dificultará qualquer manobra que tente inviabilizar a realização da...

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Um ano de Quinta Santa

Foto: Arruda Há um ano atrás, pelas mãos de Lulinha, nascia a Quinta Santa. Lulinha, ex-diretor social do clube, tinha como objetivo fazer com que os tricolores voltassem a freqüentar a sede do Santa Cruz. E conseguiu. O encontro, na verdade, começou às sextas-feiras, mas teve o seu dia alterado para a quinta. É que era muito difícil explicar para as esposas e namoradas que o tricolor, ao invés de estar com elas, curtindo a balada ou roncando no sofá, tinha um encontro cívico com o seu clube do coração. Além do mais, o bafo de cerveja, caldinho de feijão e vinagrete do arrumadinho do bar da piscina levavam a conclusões precipitadas. Na última quinta, a festa foi animada. Vieram novos e antigos freqüentadores do encontro e até mesmo a lendária Sanfona Coral deu o ar de sua graça para delírio da torcida. Teve sorteio de brindes e um bolo com um escudo do Mais Querido para comemorar o aniversário de um ano. E, como não podia deixar de ser, também não faltaram conversas sobre o Santa Cruz. Mas nada de tristeza, que o dia era de alegria. Falar em tristeza, a nota triste ficou – como sempre – por conta da diretoria do clube que desligou o gerador às 19:30h e deixou todo mundo no escuro. Os organizadores do encontro propuseram custear as despesas com o óleo diesel do gerador, mas a proposta não foi aceita. Pena, pois os gestores do clube não perdem a mania de contrariar a torcida. Mesmo assim, o encontro seguiu à base de velas e candeeiros improvisados e foi um sucesso absoluto (veja no álbum de Diego Galdino todas as fotos da festa). Parabéns aos organizadores da Quinta Santa e a Lulinha pela idéia do encontro semanal. Graças a eles e a torcida coral, ainda há vida no clube, apesar dos...

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