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A batalha de Termópilas, o início de tudo. Provavelmente, a maioria de nós conhece a história de 300 espartanos que enfrentaram o poderoso exército de Rodrigo Santoro na batalha de Termópilas ocorrida no ano de 480 a.C.. A batalha de Termópilas, aliás, faz parte das chamadas Guerras Médicas que, ao contrário do que o nome sugere, nada tem a ver com a eterna crise da saúde no Hospital da Restauração. As guerras foram decorrentes da invasão persa à Grécia Antiga, cerca de quinhentos anos antes de Cristo, e teve o seu final em Platéia, quando a coalizão entre Atenas e Esparta pôs fim às pretensões da Pérsia no mundo helênico. O que pouca gente sabe é que os trezentos espartanos lutavam para proteger um pergaminho de trezentas páginas, que falava de uma profecia onde uma Nação Santa de três cores surgiria no ocidente para dominar o mundo do ludopédio. O pergaminho contava também a história de uma besta, cuja missão na terra seria destruir esta nação. Por muito tempo o pergaminho esteve desaparecido e assim tornou-se uma lenda. Somente no ano de 1.095 d.C. ele ressurgiu, dando início às cruzadas. Em 1.119 d.C., foi fundada a Ordem dos Templários, que também contava com 300 cavaleiros e tinha o objetivo de proteger o pergaminho e a Terra Santa – inicialmente chamada de Terra de Santa Cruz, mas que depois ficou conhecida entre todos os povos por Santa Cruz. Soube-se muito tempo depois que os templários eram, na verdade, descendentes dos espartanos. Assim como os espartanos, os templários foram perseguidos até a morte e, mais uma vez, o pergaminho tornou-se oculto. Seu ressurgimento data de 1914 d.C., mas permaneceram desaparecidas as últimas 6 seis páginas, que continham ao todo trezentas linhas. Ainda assim, a profecia começou a se confirmar quando, neste mesmo ano, surgiu uma Nação Santa, sob o brasão de uma cobra coral, o mesmo utilizado por espartanos e templários. No de 1985 da era cristã, forças malignas começaram a chegar à Terra Santa, na intenção de destruí-la. A princípio, acreditava-se que no final do ano de 2006 d.C. um homem de cabeça desproporcional finalmente surgiria para dar início a revolução coral, cumprindo finalmente a profecia. O engano só foi desfeito quando Bosquímano, um repórter investigativo infiltrado na pouco inteligente Agência Espanhola de Inteligência (conta-se que a infiltração de Bosco avacalhou completamente o serviço secreto espanhol), descobriu informações sobre a localização do túmulo do...

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Uma Marca Destruída

  Uns falam que a imagem é tudo. Outros discordam, afirmando que o que importa mesmo é o conteúdo. A sabedoria popular sentencia que “não se julga um livro pela capa”. Quando tratamos de pessoas, isso sem dúvida é uma verdade incontestável. Mas mesmo as pessoas não podem ou não devem descuidar das suas imagens. Afinal, a sociedade de forma geral é movida por boas imagens. Imagens esquisitas ou distorcidas são logo escanteadas. Mas e quando a imagem a ser analisada é a de um produto ou serviço? Alguém aí compra produtos com as embalagens amassadas, arranhadas ou contrata um serviço de uma empresa suja, desorganizada e sem estrutura? Duvido muito. Por isso, empresas costumam ter o maior cuidado com seus produtos e serviços. Precisam ter suas marcas “limpas” para que possam comercializá-las com todo seu potencial. Criar uma marca forte e gerenciá-la de forma profissional, como se fosse um produto. Segundo vários especialistas em Marketing, esse é um dos componentes fundamentais para atrair pessoas. Se alguém não reparou, estou falando do Santa Cruz Futebol Clube. Mais que um time de futebol. Mais que um clube. Uma MARCA. Pensando e observando o Santa Cruz por essa ótica, percebemos mais uma vez como foi maltratada a marca tricolor nos últimos anos. Na década de 70, éramos conhecidos como o “Terror do Nordeste”, nosso manto apareceu na capa da revista de maior circulação do País, estávamos consolidando um nome, uma marca em todo país. Não vou me ater aos desmandos que ocorreram nos anos posteriores. Todos nós já sabemos de cabo a rabo. Corrupção, truculência, incompetência, amadorismo, dentre outras características foram associadas a nossa marca. Ou seja, uma propaganda negativa assombrosa. Salários atrasados, jogadores espancados, um estádio caindo aos pedaços, um clube que não tem nem energia. Esse é nosso legado. Estou tocando nesse tema, pois estava assistindo a partida entre Curitiba x Palmeiras, pela TV Bandeirantes, quando o “ex-narrador em atividade” Luciano do Valle proferiu uma pérola ao vivo para todo Brasil: “Esse Carlinhos Paraíba realmente é um excelente jogador. E tem uma história complicada. Saiu do Santa Cruz, onde passava fome e não recebia salários, mas decidiu mudar. Enquanto outros permanecem na mesma situação”. Qualquer instituição séria, que tenha um mínimo de cuidado com a sua marca, já teria se pronunciado quanto a algo desse tipo.  Mas nossa marca quase não existe mais, é apenas associada a coisas ruins....

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