Pitaco da rodada

Pitaco da rodada

A equipe do Torcedor Coral não tem bola de cristal, mas gosta de meter a colher, inclusive, em briga de marido e mulher. Por isso, resolveu jogar dados e búzios para cima e dar um pitaco no placar do jogo do Santa Cruz nesta rodada. Confiram o placar do jogo na opinião dos editores e convidados: Dimas Lins “O jogo na ilha da fantasia será, ao meu ver, mais decisivo que a partida de volta no Arruda. A coisa, embora estivesse capenga em todo o campeonato, cresceu com a classificação em cima da barbie. Assim, um empate não será um mal resultado, principalmente se houver gols. Se o Santa mantiver uma forte marcação e jogar nos contra-ataques, não tem pra ninguém. ” Placar: Sport 1 x 1 Santa Cruz Artur Perrusi “Não tenho a mínima ideia do resultado. Diante da Coisa Maldita, começo a feder feito um bode. Fedo tanto que fico sem raciocinar direito. Mas espero uma goleada do Santinha ” Placar: Sport ? x ???? Santa Cruz Gerrá da Zabumba “Sem muito lero-lero e conversa mole: ” Placar: Sport 1 x 1 Santa Cruz Professor Farias “Um tipo de partida onde qualquer previsão é exercitar a advinhação. jogo assim é decidido nos detalhes, que quem conseguir explorar as possíveis falhas do adversário, aumenta a possibilidade de conquistar a vitória. Dito isto, defendo que o placar vai ser apertado na vitória ou no empate ” Placar: Sport ? x ? Santa Cruz Ducaldo “Vitória histórica ou derrota histérica. Serei irracional e palpitarei pela primeira,  pois sou torcedor e entornei uma garrafa de vinho.” Placar: Sport 0 x 3 Santa Cruz Bosquímano “Em time que se ganha não se mexe. Mantenho meu palpite de sempre: nova goleada.” Placar: Sport 0 x 1 Santa Cruz Nota da redação: Ao longo do dia, novos pitacos de cronistas e convidados serão...

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Até segunda ordem

Até segunda ordem

Fui pra Caruaru sem medo de engarrafamento e certo que o Santa Cruz ganharia o jogo. Na quinta-feira, falei categoricamente para uma barbie natural de Caruaru que o Santa não perdia para o Porto. Era mais fácil o náutico apanhar na ilha da fantasia. Só não esperava ver a vitória do Santa se consolidar de maneira tão fácil já nos três primeiros minutos. Também não imaginava assistir ao time perder tantos gols. Memo e Renatinho jogaram muito. Wesley andou em campo. Enfim, uma vitória tranqüila e o passaporte carimbado para as finais. Entretanto, o que mais se comentou antes, durante e depois do jogo foi sobre essa idiotice de marcarem a partida de volta contra o grêmio de Caruaru, numa segunda-feira à noite. “Oxi, essas miséria pensa que a gente não trabalha, é?”, de um torcedor com sotaque agrestino, subindo para arquibancada. “Eu é que não vou!”, disse um rapaz, durante o intervalo. “Só pra concorrer com a pelada da segunda à noite”, falou Samarone, momentos antes da partida começar. “Só quem não conhece futebol pra aceitar um negócio desse!”, comentaram na fila do ingresso. “Pra fuder mais ainda, o time vai perder um dia pra se preparar para final”, eu afirmei dentro da Van na ida para Capital do Agreste. “Toda vez é assim, Bode rouco bota no rabo do Santa Cruz e só quem reclama é a torcida. A diretoria aceita caladinha”, disse o nosso preparador fígado Stênio, com as mãos fechadas, mexendo a cintura pra frente e pra trás, como se estivesse trepando. “Essa diretoria é muito burra”, analisou um magro que estava na arquibancada. “Pra quem é do interior, jogo na segunda de noite, não existe. Ninguém vai”, de um cara que estava mijando debaixo da arquibancada. Bom, foi por aí a discussão sobre o jogo transferido do domingo pra segunda. Confesso que vi poucas notícias sobre esse assunto. Meu feriado foi de vinho, peixe, churrasco e cerveja. Nada de rádio, jornal e televisão. Pelo que me falaram ontem, a federação argumentou que a polícia não tem efetivo suficiente para cuidar das duas partidas ao mesmo tempo. Ora, e por que não se lembraram disto quando fizeram a tabela? Afinal, normalmente, dos quarto finalistas, três são da capital. Além disso, essa questão do policiamento não é novidade para ninguém. Tenho a opinião que o certo era a tabela prever anteriormente qual o jogo que seria...

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Cobra venenosa

Cobra venenosa

“Boca fechada não entra mosca!” Arnido Ananias, na seção de comentários do Artigo Confissões à parte, quem tem medo de cagar não come!, achando que a declaração de Zé Teodoro, que prefere pegar o Sport ao Porto nas semifinais do campeonato pernambucano, serve como elemento motivador para o...

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Santa Cruz 2 x 0 Porto

Santa Cruz 2 x 0 Porto

Assista ao vídeo com os gols do jogo Santa Cruz vs. Porto, no Arruda, pela 19ª rodada do campeonato pernambucano...

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Um jogão de bola

Um jogão de bola

Nas margens do canal do Arruda, eu sentei e bebi. Nosso encontro por lá já virou tradição. Além de dois ou três irmãos, estão sempre presentes Paulinho, Gerrá e Felipe Camarão. Gerrá dessa vez não foi, pois tinha um compromisso familiar. Perdeu um jogão. A família vem em primeiro lugar, apesar de alguns tricolores insistirem que vem em primeiro, mas depois do Santa. O clássico com o Náutico é diferente, já disse Paulinho. Não há ânimos acirrados, violência, briga de torcidas e essas coisas todas que nos afastam dos estádios. Por via das dúvidas, fui ao jogo sem o manto sagrado. Sou pai de família, não posso mais correr riscos à toa. No jogo contra o Sport, teve torcedor tomando banho de cerveja, chuva de pedras entre torcidas e ataque ao ônibus rubro-negro. Contra o Náutico nada disso. No máximo, uma vaia quando o ônibus deles chegou. Para não dizer que foi tudo em paz, um ladrão em fuga caiu no canal, bem em frente a nós. Ficou na água um tempo até que a polícia chegasse. Se saísse antes, certamente iria levar uma tremenda surra. Como saiu depois, o risco é de pegar uma doença da idade média, pois o canal estava em seus piores dias. No campo, logo no início do jogo, uma tragédia. Um torcedor do Náutico de 32 anos caiu no fosso e teve afundamento craniano. Mais tarde morreria no hospital. Geralmente, depois de um jogo daquele, eu faria uma onda aqui no blog, mas diante da morte, encabulei. A sensação foi de tristeza, pois o fim de uma vida humana, em quaisquer circunstâncias, é algo para se lamentar. Morrer de amor fica bonito apenas na literatura. Na vida real, a morte é dolorida. Há tempos não assistia a um jogo assim. Um primeiro tempo veloz e, apesar de falhas da defesa de ambos os lados, um bom futebol. Perdi o primeiro gol do Náutico e segundo do Santa, mas não perdi o primeiro gol de Landu. Aliás, uma moça da Rua das Moças gritava depois do jogo que ia dar para ele, por causa do seu primeiro gol com a camisa coral. “Vai que é tua”, incentivei. Mas voltando ao jogo, comemorei o segundo do Vitória, como se fosse nosso. Achei que tinha perdido mais um. Só notei que tinha algo estranho, porque o jogo lá embaixo prosseguia e as duas torcidas comemoravam. Em...

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