A luta continua… para não ser rebaixado.
- 3 de outubro de 2007, às 10:55h
- Resenha
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Artur Perrusi
Nos comentários, coloquei meu medo: os desfalques eram sérios, seríssimos. E não temos banco, já que a composição de elenco realizou-se de forma caótica e sem planejamento. Afora o azar das suspensões e das contusões, tudo acontecendo ao mesmo tempo. Em suma, praticamente jogamos sem meio-campo e sem ataque.
Sinceramente, isso tudo seria uma bela desculpa — ficaria até conformado –, caso tivéssemos diante de nós um time que estivesse na liderança, etc e tal; enfim, se estivéssemos diante de um bom time, minha alma ficaria relativamente apaziguada. Eu não estaria com esse mau humor espetacular, essa nódoa no espírito, essa sensação de que perdemos uma grande oportunidade. Com time desfalcado ou não, perder da baba do Santo André foi de lascar! E ainda mais no Arruda!
Não creio que Mauro tenha inventado. Ele, simplesmente, não tinha muitas opções. Marco Antonio, na meia ou no ataque, é uma nulidade técnica e produtiva. Pelo menos, tem raça e sua a camisa. Mas me causa desespero sua correria. Parece comigo, quando corro na praia aqui de Intermares. Estou sempre pronto para desabar de cansaço. As pessoas, mesmo os velhinhos, olham-me com pena.
_Pobre rapaz, tá se vendo que correr não é com ele, coitado! Pensam, certamente, as velhinhas mais cínicas.
E Marco Antônio desaba, desaba e desaba… Dá agonia. Os jogadores do time adversário, tendo pena feito as velhinhas de Intermares, nem mais o tocam, nem mais o derrubam, pois sabem que o cabra está tão exausto, que cairá de podre. Além do mais, ele fica tão cansado que desperdiça as chances — todas as chances.
Eu fico constrangido com Marco Antônio. Como sou médico e fiz todos aqueles juramentos de Hipócrita (ops! foi mal, quero dizer, Hipócrates), diante de seu sofrimento, tenho vontade de entrar em campo com um balão de oxigênio para socorrê-lo e, quem sabe, salvá-lo. Um dia, faço isso. Espero que não seja tarde demais.
Mas o que podia fazer Mauro? Escalar Thiago Almeida? Não seria arriscar demais?! Não vejo o menino, pelo menos até agora, como esses balaios todo, não. Além do mais, Thiago jogaria ao lado de Saci, essa assombração, e ficaria assustado com a medonhice. Inclusive, o que assusta em Saci não é sua extrema ruindade e sim sua cara de menino. Demônios com cara de criança são assustadores, desde o "Exorcista", e isso é um fato.
Marco Antônio corre, quando menos; já Saci não faz absolutamente nada. É um vazio ambulante.
E, quando olhamos o banco, e encontramos Creedence… bem, serei mais uma vez claro: Mauro não tinha opção. Fez o trivial: repetiu a formação tática de sempre, colocando Didão no lugar de Paraíba e Paraná no lugar de Nildo.
Jamais pensei em toda a minha vida que sentiria saudades de Nildo. Foi uma falta que me fez chorar. Se um dia, lá no céu, encontrar uma entidade que personifique o Santinha, digo logo que, apesar de todo o amor, darei umas tapas na criatura. Acho que ela merece, por todo o sofrimento, por ter-me causado saudade de Nildo… Isso não se faz com um pobre tricolor. E tapinha de amor não dói, né?!
Bem, Didão foi o de sempre. Um pouco acima do nada, isto é, uma matéria disforme em movimento, precisando de um Fiat Lux. Agora, Paraná… O rapaz chiou — foi um chião. Cagou-se de medo em campo. Tremeu. A merda nervosa escorria do seu calção, sujando o gramado. Não gosto de tremeliques. Não gosto de ansiosos. Eles pôem tudo a perder. Paraná teve uma Síndrome de Pânico em campo. Fez de sua atuação uma histeria. Tremer diante de uma torcida tão carinhosa?! Ora, ora…
O próximo jogo é contra a Portuguesa. Não é o Ituano, nem essa bosta do Santo André. Uma vitória é um milagre; o empate, um grande resultado; a derrota, a probabilidade. Tentaremos recuperar, já perto novamente da zona de rebaixamento, os pontos perdidos em casa, como sempre. Espero e peço aos céus que seja com o time completo, senão…
Não tenho fé? Claro que tenho, e mais ainda em se tratando do Santinha, esse clube milagreiro. Mas o Editor-Mor paga-me para ser racional e analítico. Esse é o contrato. E a fé é a maior ladra da razão. Não se raciocina com a fé. Eu a deixo numa gaiola folheada a ouro cantando seus cantos de sereia. Levo-a sempre ao jogo. É bom sentir com fé. Na hora de escrever, lembro-me de Ulisses e coloco uns tampões nas orelhas. Não escuto nada. E tem fé que toca pagode.
Continua a luta contra o rebaixamento.
E vamos conseguir esse objetivo.
Tenho fé.






ARTUR, concordo com voçê com relação a Marcozero, dá raiva. Se eu não me engano o gol que levamos foi uma bola perdida ou um passe errado dele que resultou num contra ataque, pegando a nossa
defesa desprotegida em cima de Hugo, que por sinal já tinha acontecido antes e ele fez falta.
Não temos que criticar ninguém. O santinha jogou sem três dos melhores jogadores do clube. Com a volta de Nildo, Paraiba e Kuki, espero, o santinha vai descontar contra a Portuguesa. Se Deus quiser!
Artur, suas avaliações do jogo são muito boas. Mas discordo de você em duas coisas;
Primeiro, a mania de cair nos extremos lhe pegou contrariando a realidade de equilíbrio que vivemos. O Santo André, antes do Santa, fora de casa, perdeu apertado da Ponte Preta, empatou com o Brasiliense e venceu o CRB. Não é nenhuma bala, mas não é essa desgraça, em se levando em conta o nível da série B. É um time chato, com uma marcação forte e um atacante muito bom e rápido. Além de ser um time experiente o suficiente pra saber se controlar jogando contra um estádio com 34 mil torcedores.
Depois caiu noutro extremo a voltar em falar em luta contra a série C.
Mesmo sendo otimista, em nenhum momento vi a série A como objetivo certo, sempre a coloco como um sonho, algo que não apostaria, nem colocaria no âmbito das possibilidades, mas ainda assim, sonhável, posto que no futebol coisas milagrosas costumam acontecer. Mas da mesma maneira, é exagero voltar a pensar em série B. Estamos a 5 ou 6 pontos de nos livrar disso, e temos 10 jogos, 30 pontos a disputar. Sua avaliação poderia até ser aceita se a gente fosse jogar com o time e a arbitragem de ontem até o final da série B. Mas isso não é verdade. E o time que vem jogando bem, nas últimas partidas, vai voltar a jogar e, depois da Portuguesa, joga duas em cas provavelmente com o time completo.
Agora, que torcida carinhosa, hein? Ainda bem que minha esposa não faz carinho assim.
Olivério tá certo, com o time completo, voltaremos o caminho que vínhamos trilhando.
É bom lembra que estávamos a cinco jogos invictos.
Se tiver que apostar, acredito num empate sexta.
Depois a gente vence as duas no arruda.
E aí com 45 pontos, a sete rodadas do final da série B, eu não quero mas ver mais ninguém falando em série C.
Artur, você tá certo. Nada justifica essa derrota. Enfrentamos o Santo André e não o São Paulo ! Tínhamos a obrigação de ganhar, mesmo se jogássemos com o sub-17 !
Todo mundo tem obrigação de ganhar todas as partidas, mas nem sempre isso acontece. Já vi muitas vezes, nclusive nessa série B, o lanterna vencer o líder. É a prova do equilíbrio existente hoje no futebol. Não tem mais time bobo, não existe Pato morto. Talvez o Palmeiras tenha pensado assim e quebrou a cara jogando contra o América de natal. Se é obrigação ou não, isso não interessa. Interessa é o resultado, que é ruim, seja contra quem for. E interessa que o time volte a jogar bem e volte a vencer e pronto.
Aquele arbitrário fez curso onde?
E ainda participa da lista da CBF. Veja como está a nossa arbitragem.
Tá doido!
Insatisfeito, retifico o que disse ontem: O juiz não era ruim, não, ele foi mesmo mal intencionado. aquele lance a nosso favor no início do jogo, foi só pra fazer o migué. No estádio, também não tinha visto a mão do atacante do Santo André.
Confesso que entrei no estádio sem esperar muito do time. Sem o pulmão (Paraíba) e apesar dos pesares, o homem de criação, Nildo, pressenti o pior. A razão roubou-me a fé. Tinha uma esperançazinha em Paraná para criar algo, mas depois de 20 minutos, ela se desfez. Depois de 30 minutos, tive vontade de entrar em campo e pedir para o rapaz tomar um ansiolítico e ir para casa. A torcida poderia ser outro ponto de desquilíbrio, mas o adiantar da hora, fez com que o maior pé quente das Sociais, meu amigo Ciro, de 10 anos, não pudesse ir. A mãe não deixou, o pai concordou e meu fiapo de fé se foi. Ao fim da peleja, meu sentimento era de resignação. Pela limitação do elenco. Aqueles que lá estiveram não poderiam ter feito nada além do que fizeram, lamentavelmente. Não temos elenco para subir, estamos jogando no limite, mas, embora a três pontos da zona de rebaixamento, estou certo de que ao menos permaneceremos na Série B.
Grande Fabiano,
vamos ao debate, porque é bom e só faz bem. Olhando meu texto, percebo duas constatações: de um lado, praticamente admito que nosso time sem Kuki, Paraíba e Nildo fica muito, mas muito mesmo, vulnerável — um troço de nunca mais ser visto, com o tanto de troços . Por isso, não aguentei e falei mal de Marco Antônio, de Saci, de Paraná, de Didão, e por aí vai. De outro, afirmo que é inadmissível perder do Santo André no Arruda, ainda mais com a casa cheia.
Na verdade, quis dizer o seguinte:
- nós tínhamos que ganhar essa partida. Tínhamos que superar nossas carências. Era uma decisão. Não era uma partida qualquer. Vou mais além: a partida era contra o Santo André, o décimo oitavo na classificação! Perdemos uma grande oportunidade. O que adiantou ganharmos do Ituano, perdendo do Santo André? Essa derrota significa apenas uma coisa: temos que ganhar da Portuguesa fora de casa para continuarmos com o sonho da série A. Se tivéssemos ganho do Santo André, poderíamos ficar até satisfeitos com o empate;
- essa partida mostrou que, se o time titular não é lá essas coisas, os reservas são muito ruins. Se dependermos deles, estamos lascados. Temos que garantir o time completo o tempo todo para sermos competitivos. E isso não é fácil. Teremos que ter sorte. Nosso time titular é velho, logo, sujeito a contusões.
Ainda assim, mesmo sem os titulares, deveríamos ter ganho do Santo André. Aqui, não há desculpa. Era uma meta incontornável.
Agora, abordo o primeiro “extremo” citado:
O Santo André era o décimo oitavo na classificação. Assisti a três jogos desse time. Acho-o uma bosta (claro, é um exagero, embora seja uma forma de dizer que sua classificação no campeonato reflete bem sua competitividade e sua competência). Concordo, não existe mais bobo no futebol. Mas, por força do argumento, digamos que só existam “espertos” nessa série B. Pela classificação, podemos afirmar, baseando-nos em fatos, que o Santo André não é um dos mais espertos do campeonato. No mínimo, é um dos bobos da ala dos espertos — perdeu 11 vezes de alguns mais espertos, empatou 08 com outros menos espertos e ganhou de apenas 09 ainda menos espertos, incluindo nosso Santinha. Perder desse time dentro de casa é de lascar.
Dizer que o Sto André “é um time chato, com uma marcação forte e um atacante muito bom e rápido. Além de ser um time experiente o suficiente pra saber se controlar jogando contra um estádio com 34 mil torcedores”… bem, diria que sua afirmação caiu na mania dos extremos.
Sobre a preocupação de rebaixamento… Bem, estamos a três pontos da zona de rebaixamento — você acha essa preocupação extremada? Será que, diante desse perigo, “voltar em falar em luta contra a série C” é cair no extremo? Será que “é exagero voltar a pensar em série C”? Três pontos?!
Velhão, se a gente perde da Portuguesa e empata com o Vitória em casa (resultados não tão extremados assim), é possível que fiquemos embolados e pertíssimos da zona de rebaixamento.
Enquanto estivermos a três pontos do inferno, acho absolutamente necessário priorizarmos a luta contra o rebaixamento. Quando matematicamente escaparmos da possibilidade de sermos rebaixados, aí sim pensaremos em vôos mais altos, caso tenhamos alguma possibilidade, é claro. Aí sim você terá teu desejo realizado: não querer “ver mais ninguém falando em série C”.
Compreenda que teu otimismo é ainda um desejo e não um fato. Se eu fosse argumentar pelos meus desejos, o Santinha já estaria em Tóquio.
A frase cortada era: “um troço de nunca mais se ver, mesmo com o tanto de troços passíveis de serem, atualmente, vistos no Arruda”
Tenho uma queda pelo desejo e pela crença. Desejo tanto que voltemos a primeira divisão, que passei a acreditar que tínhamos elenco para isso. Ainda há chances e esperança e torcerei ardentemente por isso. Mas chegar à primeira, com um time sem elenco é muito difícil.
Ainda que não tivesse confiante, as últimas partidas do Santa voltaram a me dar esperanças. Eu, que não acreditava na primeira divisão, passei a acreditar. E hoje não acredito mais?
O jogo de ontem foi como um despertar para a realidade. Dependemos muito de um pulmão de um e de mais dois jogadores ultrapassados. Um time precisa de um elenco e ontem, se algum tinha dúvida, ficou claro que não temos.
Não podíamos ter perdido para o Santo André, jogávamos em casa com um time fraco, sabendo que as próximas rodadas seriam muito difíceis. Infelizmente, sonho se sonha e sonho se enterra. Ontem, enterramos um pouquinho o nosso sonho.
Ainda guardo esperanças de voltarmos à primeira divisão, porque sou tricolor. Mas acho que nossa luta é outra, bem descrita por Artur.
De tudo, apenas lamento as vaias da torcida e os gritos de burro ainda no primeiro tempo. Por mais crítico que eu seja de Mauro Fernandes, entendo que não dava para ele fazer mais do que fez.
Neste debate, fico com as palavras de Artur. Podem me chamar de volúvel ou dizer que sigo ao sabor das ondas. Não estou nem aí. O mar agitado é provocado pelo próprio Santa. Que pena.
Saudações corais,
Dimas Lins
É isso mesmo, grandes Artur e Dimas. Estamos quase concordando. Mas é muito chato concordar. Então trago um argumento que me vem do tempo em que estudava Física. Mas os números também não podem ser entendidos friamente; isso aprendi com Fritjof Capra.
Estar a 3 pontos da zona de rebaixamento, não é um dado tão importante. Se você olhar estatisticamente, os times daquela área fazem 3 pontos a cada 3 jogos, em média. Já para cima estamos a 7 pontos da classificação. Ali os time fazem 3 pontos a cada dois jogos.
Ou seja, precisariam 3 jogos sem vencer para, em tese, sermos alcançados pela temida zona. E depois ainda precisaríamos continuar mal pra permanecer nela. Isso eu não acho seja um prognóstico razoável.
Mas é claro que futebol não é ciência exata e o Santa pode entrar na zona na próxima rodada, claro. Só que, embora seja difícil prever um resultado no futebol, quando se examina um campeonato inteiro, se tem possibilidade de se fazer prognósticos mais apoximados da realidade.
Daí que, pensando assim, acho mais importante olhar para a pontuação necessária para que se possa manter na série B.
Ano passado com 44 pontos o CRB se manteve na série B. É claro que esse número pode variar e pode chegar a se precisar até de uns 47 pontos. Mas não se vai muito além disso.
Pensando assim, estando o nosso Santinha com 38 pontos, ficariam 6 a 9 pontos pra escaparmos da famigerada zona.
Faltam 10 jogos, 5 em casa, 30 pontos a se disputar e, mesmo nos piores momentos de Charles Muniz, conseguimos um rendimento acima de 30%. Portanto, não é lógico pensar em série C.
Por isso, tenho segurança em dizer que não cairemos.
Pense num otimista cabuloso!
Tricolores,
Finalmente, posso concordar com a maioria de vocês… Li (um pouco rápido, é verdade) os argumentos de todos, e, pela primeira vez não vi críticas em relação ao treinador. Acho isso muito positivo, significa que estamos olhando para o ¨nosso umbigo¨ e observando o que temos. Não que o treinador seja o melhor do mundo, mas, depois de um jogo como o de ontem escutar comentários do tipo (deveria ter entrado com fulano ou beltrano; saci não poderia ter entrado; o treinador errou) é não conseguir enxergar a realidade.
A nossa limitação está muito evidente! Sempre esteve!
É necessário esperar Nildo não jogar para saber que, para o santa cruz atual, ele é extremamente necessário ? O mesmo se aplica a Carlinhos Paraíba …
Ontem nós jogamos com 8 reservas (em relação a quatro rodadas atrás): Josemar, M. Paraná, M. Antônio, Saci, Johnson, Creedence, Elvis, Didão…
Já esquecemos que titulares absolutos foram embora (Piauí, M. Catarina, Marcelo Ramos) ….
Se pegarmos o time que jogou a 7 rodadas atrás, apenas HUGO E ROMEU foram titulares.
A verdade é que nós não merecemos subir porque não temos a competência necessária para subir, desde jogador à diretoria de futebol. E, pela torcida que temos, também não merecemos cair.
Mas… o futebol não é exato… embora possa até ser probabilístico…
daí, resta-nos sempre uma esperança… no nosso caso, uma margem de ERRO de dar certo.
Abraços!!!
Eu não contava, simplesmente, com essa derrota. Esperava ir tranquilo para o jogo contra a Portuguesa. Agora, não, estarei me descabelando nessa partida. Faço aqui minha confissão: por motivos de paixão, fico extremamente frustrado com as derrotas do Santinha. Isso, infelizmente, projeta-se nas minhas aulas, na minha semana, em casa, no trabalho, em tudo. Acho um saco essa situação! E, apesar de meus poderes mutantes, não consigo revertê-la. Gostaria que o Santinha me desse um pouquinho mais de prazer para que minha paixão não virasse um fardo.
Concordo em partes com a posição de Artur,Marco Antônio é muito esforçado mas esta longe do que o grupo precisa,Jorge Guerra é muito irresponsável,você sentiu saudade de Nildo e eu que senti de Arlindo!!!!!!!!CREEDENCE DESAPAREÇA PELO AMOR DE DEUS……
Quanto mais reza mais assombração, com o terceiro cartão amarelo de Carlinhos Paulista, Russo não passou no teste e sentiu a contusão, fica no departamento médico, vamos de Didão na lateral no jogo contra a portuguesa. Continuo rezando muito !
Artur, tais precisando aportar no meu consultório pra melhorar essa depressão. Não busque a felicidade no santinha, a felicidade tá em você (tá parecendo livro de auto-ajuda).
Quando o santinha ganha, fico feliz; quando perde, não fico triste, imagino que um dia vai melhorar. É só olhar pro copo e ver que ele tá meio cheio, kkkkk! O santa não vai jogar sem Kuki e Carlinhos Paulista, ele vai é jogar com Nildo, Paraíba e Aldo.
Esse blog é uma onda.
cara, mto bom teu texto.

virei fregues do blog
quero ver seu texto sobre o jogo da lusa