Trilogia das cores

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É hoje Lançamento do primeiro livro da Trilogia das Cores do Blog do...

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T. C. M. Minha Cobra

T. C. M. Minha Cobra

Hino da Troça Minha Cobra  (Composição Bráulio de Castro / Chiló)   Menina pega aqui na Minha Cobra Ela tem cabeça, tem pescoço e ainda sobra Menina pega aqui na Minha Cobra Ela tem cabeça, tem pescoço e ainda sobra Tem cobra pra Leão Tem cobra pra Timbu Direto do Arrudão Tem cobra até pra tu, menina…...

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Minha Cobra

Minha Cobra

O Santa Cruz e o frevo sempre andaram bem juntos, sentaram à mesma mesa, beberam no mesmo bar. Irmãos Valenças, Capiba, Nelson Ferreira, Ademir Araújo, Braúlio de Castro, Maestro Forró, Spok, Antônio Carlos Nóbrega, Getúlio Cavalcanti, Edy Carlos, André Rios, Bubuska Valença, entre tantos outros, nos dão essa certeza. Em Pernambuco não faltam blocos e troças reverenciando o Santa. Somos sim, os mais apaixonados, criativos e irreverentes! Batemos um rápido papo virtual com alguns cartolas da Troça Carnavalesca Mista Minha Cobra para saber como andam os preparativos para o carnaval. Para quem ainda não conhece, a Minha Cobra é uma troça que sai no carnaval de Olinda, arrastando a multidão ao som de muito frevo. Perguntamos de onde surgiu a ideia de fundar uma troça para sair no carnaval de Olinda. Gerrá, um dos fundadores, nos explicou. “Em 2005, estávamos tomando uma em Olinda. Era final de novembro. O Santa Cruz havia subido pra Série A e o carnaval já batia na porta. Aí, alguém deu a ideia da gente fundar uma troça só de tricolores. O nome surgiu rápido: Minha Cobra. E ficou a fuleiragem. Fulano, tu vai sair na Minha Cobra. Ei, sicrano, no carnaval tu vai pra Minha Cobra. Nessa brincadeira, eu dei a sugestão da gente fazer uma cobra gigante e sair pelas ladeiras”. Outra curiosidade que tínhamos era de saber como é que se faz para botar um bloco na rua, no que diz respeito aos custos. “Nossos maiores custos são a orquestra e os carregadores da Cobra. São cerca de 30 músicos, regidos pelo Maestro Carlos, que é tricolor. Já a cobra é carregada por 15 pessoas. Pra fechar a conta, confeccionamos camisas para vender no carnaval, e no final do ano passado fizemos uma rifa”, esclareceu Robson Sena. Aproveitamos o embalo do assunto, os custos, e perguntamos se a turma já pensou em fazer Jantar de Adesão.  Gerrá foi curto e objetivo na resposta. “Rapaz, jantar de adesão, não. A gente até já pensou em fazer um munguzá, sarapatel, sururu… Mas nenhum de nó sabe cozinhar porra nenhuma! Mas indo nesta linha de jantar de adesão, sorteio e outras coisas, fizemos a rifa. E no bloco, qualquer um pode brincar? Perguntamos a Claudemir que é responsável pelo setor de articulação da Minha Cobra. “Claro. É como diz a letra do hino da Troça, tem cobra pra todo mundo. “Tem cobra pra leão,...

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Confraternização

Confraternização

[singlepic id=178 w=320 h=240 float=center] Clique na imagem para ampliar Aos leitores que estiverem interessados, por favor, confirmem presença na seção de comentários. Nota da redação: Com a antecipação das férias do elenco coral para o dia 26/12, o Torcedor Coral ajusta o nosso contador regressivo e diz que, quem não chora, não...

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Lá vem Minha Cobra!

Lá vem Minha Cobra!

Há alguns anos, mais precisamente no carnaval de 2006, a turma da lendária Sanfona Coral botou na rua a T. C. M. O. E.E. Minha Cobra. Como toda Troça que se preza, a Minha Cobra surgiu de uma conversa sem muitas pretensões. A história se passou em Olinda. Era novembro de 2005, na rua do Amparo. Estava fundada a Troça Carnavalesca Mista Ofídica Erótica Etílica Minha Cobra. No carnaval do ano seguinte, com uma pequena orquestra de frevo e uma cobra medindo cerca de 25 metros, partindo do Largo do Amparo, a brincadeira já saiu pelos becos, ruas e ladeiras do sítio histórico olindense, arrastando uma multidão de apaixonados. Naquele dia a folia de Olinda se pintou de preto, branco e encarnado. Seus fundadores fazem questão de enfatizar que a Minha Cobra é uma troça. “Bloco é coisa de baiano”, ressalta Claudemir Pereira, um dos fundadores. Devido a embriaguez dos organizadores, este ano não foi possível confeccionar as camisas para vender e arrecadar dinheiro para contratar a orquestra de frevo, nem houve tempo para buscar patrocinadores. “Muita gente não faz idéia do custo de uma orquestra. Com menos de três mil reais não se contrata uma orquestra que preste”, afirma o diretor cultural da Minha Cobra, Zé Paulo. “Além disso, temos gastos com os carregadores da Cobra e o transporte da venenosa. Como não conseguimos patrocínio, vamos sair de forma totalmente independente. E a camisa da troça vai ser o nosso manto sagrado”, diz o diretor. Este ano, a troça sai puxada por uma orquestra com 25 músicos. Para poder bancar a brincadeira, a turma da Minha Cobra voltou aos velhos tempos, resolveu fazer literalmente uma vaquinha para conseguir sair no carnaval. Junto aos mais chegados, o pessoal tem pedido a colaboração diretamente. Para os que estão mais longe, Anízio, o diretor de assuntos virtuais, articulou na web uma campanha de arrecadação. Através do link http://www.vakinha.com.br/Vaquinha.aspx?e=31639, qualquer torcedor do Santa Cruz Futebol Clube pode contribuir para que a Troça Minha Cobra bote a cara nas ruas de Olinda. “Nós esperamos que a tricolozada do Arruda ajude a botar a Minha Cobra na rua. Afinal, é a gente quem domina nas ladeiras de Olinda”, diz o presidente de honra, Thiagão. Pois bem, quem quiser colaborar é só acessar http://www.vakinha.com.br/Vaquinha.aspx?e=31639 e contribuir. A Minha Cobra agradece. Serviço: Troça Minha Cobra Saída: segunda-feira de carnaval Local: Largo do Amparo – Olinda Horário:...

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Presépio dos Irmãos Valença

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