Time mais fraco do que o da Série C

Time mais fraco do que o da Série C

  Esse é o time do Santa Cruz para 2014, salvo se alguém enxergar o óbvio e resolver mudar. Um time mais fraco do que o da série C. Justamente no ano do centenário, onde iremos disputar um Tetracampeonato e voltarmos a sonhar com uma série A. Éverton, Pingo, Memo, Carlos Alberto…. são algumas das “contratações” para esse ano. Não se deve esperar muito de um time que busca qualidade nesses jogadores e que ainda perdeu Dedé, André Dias e Tiago Costa – esses dois últimos contundidos -. Isso sem falar da época em que Dênis Marques jogava bola. O fato é que o Santa Cruz ainda se salva um pouco pelo conjunto. Mas, se enfrentar um time que tenha um pouquinho de bola nos pés, pronto, vira alvo fácil com sério risco de perder, como foi o jogo contra o Náutico. Em 2014, o time ainda não engrenou e já reclamaram uma barbaridade da quantidade de jogos. Ou seja, o time já jogou e ainda não se encontrou. Ontem foi uma derrota vexatória de 3 x 0, com total passividade. Vica sequer mexeu no time, só trocou 1 jogador por contusão e assistiu tudo passivamente. E a diretoria?    ...

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#RumoAoTRI

#RumoAoTRI

Uma classificação difícil. Jogo contra o Náutico sempre é difícil, ainda mais jogando nos Aflitos. Some-se isso a um regulamento esdrúxulo, assinado pelo próprio Santa Cruz. Fico imaginando quem ganharia o bicho do jogo caso a decisão fosse feita no sorteio e o Santa se tornasse vencedor? Infelizmente, temos que falar desse absurdo regulamento. Desses diretores incompetentes que dirigem o Futebol Pernambucano. Posto isso, finalmente, o campeonato começou agora no final. Dois jogos, duas grandes torcidas e a maior tradição futebolística de Pernambuco em campo. Hoje, conseguimos a classificação sofrida. A vitória no Arruda por 1 x 0 foi fundamental. Nos dois jogos, o time do Santa não mostrou aquele futebol que pudesse empolgar, mas mostrou a frieza necessária para passar confiança a torcida. Mesmo com a desvantagem na maior parte do tempo, o Santa não se desesperou e foi atrás do resultado que lhe garantiria na final. E ele veio. A dupla Renatinho e DM9 garantiu o Santa em mais uma decisão. Fomos para a final com base no regulamento e graças ao preparo físico, como bem falou o treinador. Vamos para a final. A terceira final consecutiva contra o mesmo adversário. Isso, por si só, já demonstra que o Santa Cruz renasceu nos últimos anos. Se fomos bicampeões desacreditados, agora temos a oportunidade de disputarmos um tricampeonato com esperanças maiores. Como muito bem disse Santana Moura no seu texto anterior, Atitude é tudo! Que seja lido por Marcelo Martelotte e repassado aos jogadores do Mais Querido de Pernambuco! Com a força de torcida, com a atitude em campo de jogadores como Anderson Pedra, Renatinho e Dênis Marques, o Santa Cruz pode conquistar um título que poucos torcedores que acessam o nosso blog presenciaram: o de TRI-CAMPEÃO! #RumoAoTRI, Santa...

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Futebol de várzea

Futebol de várzea

Escrevo este artigo com a alma pura e o coração sereno. Não carrego comigo sinais de irritação corrosiva, sentimento de repugnância invencível ou elevação de um rancor profundo capaz de incitar as massas a queimar em praça pública técnico, jogadores e dirigentes, como se o TC fosse um tribunal da inquisição e julgasse homens acusados de praticar bruxarias ou cometer atos de heresia. Somos, felizmente, menos do que isso, insignificantes mesmo, e incapazes, bom que se diga, de alterar, minimamente que seja, os desígnios do nosso amado clube. Sou movido e motivado por minha percepção, minha vista cansada, meu coração tricolor. Portanto, peço perdão antecipado aos amigos corais que defendem o apoio incondicional, o aplauso envergonhado diante de um futebol sofrível, a mansidão política e a fé inabalável de que a sorte nos guiará, pois sou um humilde torcedor, com direito a chutar o pau da barraca, se me convier. Assim, começo a dizer, senhor das minhas faculdades mentais e do meu equilíbrio emocional, que foi um ato de bravura assistir ao jogo do Santa Cruz contra o Salgueiro. Considero esta partida, apesar de não haver o apelo da derrota, uma das dez piores da história do nosso clube. Foi ultrajante ver um time perdido em campo, sem espírito de luta, com baixa qualidade técnica, desarticulado, sem padrão de jogo, mal treinado e escalado. Foi desanimador assistir a um técnico perdido no banco de reservas a atender aos pedidos da torcida de substituição de jogadores, como forma de minimizar o seu processo de desgaste, a sua fritura numa assadeira gigante que vem lá da arquibancada. Bom conselheiro, sugiro aos torcedores que ao pedir a entrada de um, indiquem também a saída do outro, para evitar mal entendidos, pois, às vezes, a incompreensão do técnico – são tantas vozes simultâneas e atravessadas num estádio de futebol – pode piorar ainda mais o que já é ruim. Não acompanho os bastidores do clube, não procuro nem possuo informações privilegiadas, portanto, considero-me incapaz de julgar o grau de influência do atraso dos salários – fartamente divulgado na mídia esportiva – no rendimento dos jogadores. Esse efeito, certamente, deve ser subtraído da conta do treinador. Todavia, não tenho como descartar o peso da mão do técnico, a prima responsabilidade pelo desempenho da equipe, no futebol de várzea pouco convincente reiteradamente apresentado dentro ou fora do Arruda durante toda a competição. Raramente, vimos um...

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Virgindade

Virgindade

Ontem foi a minha primeira vez no Arruda nesta bagunçada Série C. No primeiro jogo estive doente. Saí de casa pronto para ir ao estádio, mas diante da chuva, recolhi meus panos de bunda e voltei para casa com a bandeira enrolada embaixo do braço. O empate com o Guarany de Sobral finalmente me afundou de vez na cama. A segunda partida, contra o Treze, foi ainda pior. Estava em Campina Grande rodeado de trezeanos, peguei o jogo na metade do segundo tempo e, completamente emputecido com os comentários sobre o futebol do Santinha, escancarei a minha opinião de que o time da Paraíba não tem direito nenhum de jogar a terceira divisão. Por fim, acrescentei anacronicamente: — Vão à merda todos vocês! Não fui linchado, mas trouxeram à minha presença um ser mitológico, metade mulher, metade vaca, que atendia por Dra. Minotaura, e que me recolheu aos costumes numa canetada com poder de grande autoridade. Só não sei se fui preso por decreto ou liminar. Por isso, o início da noite de ontem foi especial. Remontei a minha adolescência, onde quem pensa é a cabeça de baixo e se vive sob o domínio de hormônios efervescentes como uma garrafa de Coca-Cola agitada no ar. Enfim, ir ao Arruda foi como perder a virgindade. — É a sua primeira vez? — D-dá pra notar? — É que além da cara de donzelo e do monte de espinha, você está um bocadinho nervoso. — D-desculpe, mas é que eu estou numa secura lascada. Sabe como é, né? Cansei de fazer justiça com as próprias mãos. — Então menos conversa e mais ação, meu filho. Tira o meu vestido, vai. — Desculpe perguntar, mas por que essas pernas tão cabeludas? — Pra poder roçar melhor nas suas coxas. — Hum… E por que esse pomo de Adão tão pronunciado? — Pra poder sussurrar melhor no seu ouvido. — Sei. E por que… — Meu filho, tempo é dinheiro! Vem logo pra cá e põe a mão aqui. — Engraçado, eu pensei que o brinquedo das meninas fosse pra dentro, não pra fora. — É que você não conhece o segredo do amor, benzinho. — Ah, é?! E você pode me explicar por que o segredo do seu amor tá duro que só um carai?! Pelos comentários que ouvi após a partida contra o bicão da Série C, esperava mais do Santinha....

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A vitória da covardia

A vitória da covardia

Meu vizinho de garagem veio me mostrar, todo orgulhoso, um gigantesco adesivo magnético com o escudo do Santa Cruz. O adorno se destaca em seu não menos gigantesco carro preto e chama a atenção de quem cruza o seu caminho. Disse que havia comprado por uma pechincha e sugeriu que eu fizesse o mesmo, mas embora tudo que tenha as cores do Santa Cruz me hipnotize, recusei a sua gentil oferta. A culpa, respondi, está na violência gratuita que inviabiliza demonstrações amáveis de preferências esportivas nas ruas da cidade. Ontem, por exemplo, fui ao jogo sem a camisa d’O Mais Querido, com receio de alguma confusão depois da partida. Não deu outra, uma briga se formou nos arredores da Avenida Norte e só não sei dizer se foi um encontro de torcidas ou se envolveu apenas torcedores de um dos clubes. Contudo, volto à conversa com o meu vizinho. Dias antes do clássico, perguntei-lhe se estava confiante na vitória. Apesar de toda a empolgação com os símbolos corais e a fase atual, respondeu que qualquer placar era possível, mesmo com o time dos Aflitos descendo a ladeira. Em primeiro lugar, disse ele, por razões óbvias: clássico é clássico, seja lá em que circunstâncias os dois times se encontrem. Em segundo, porque, a despeito do melhor momento do Santa Cruz, tudo dependeria da formação e da postura que o time de Zé Teodoro iria adotar diante do Náutico em sua própria casa. Meu vizinho tinha razão. Ontem, assisti à vitória da covardia. Vi, em campo, um time que se propôs, desde o primeiro segundo de jogo, a ficar no zero a zero e, por sorte, achou um gol. Até compreendo a opção tática de jogar nos contra-ataques, já que, na teoria, o Náutico, na Série A do campeonato brasileiro e com mais dinheiro, portanto, teria uma elenco mais forte do que o nosso. Entretanto, não foi isso o que vi. Assisti ao meu time basicamente abdicar de jogar. Não me recordo do meio-campo ganhar um rebote sequer ou de uma jogada trabalhada ou ainda nada que se parecesse minimamente com futebol. Não sei quanto tempo o adversário ficou com a bola nos pés, sei que não perdemos o jogo pela inegável eficiência do sistema defensivo – desconsiderando, é claro, o risco de um gol iminente, através do jogo aéreo em nossa área – e também pela total incapacidade ofensiva do...

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Central 1 x 2 Santa Cruz

Central 1 x 2 Santa Cruz

Assista aos gols de Central 1 x 2 Santa Cruz pela 16ª rodada do Campeonato Pernambucano de Futebol 2012. Micro-ficha: Jogo: Central 1 x 2 Santa Cruz Classificação atual: 4º colocado Local: Luiz Lacerda, Caruaru, Pernambuco, Brasil Público: 9.418 Renda: R$...

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