Bi-Campeão!

Bi-Campeão!

A Chegada A Casa dos Festejos O Rei de Pernambuco O Artilheiro O Operário A Mamãe da Cidade Parabéns pra Você Parabéns pra você Nesta data querida Muitas felicitadas Muitos anos de vida! Hino dos vice-campeões O...

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Cinco anos, três cores!

Cinco anos, três cores!

Criado em 06 de dezembro de 2006, o Torcedor Coral surgiu para publicar apenas um texto sobre a primeira vitória da oposição na história do clube. Embora o tiro tenha saído pela culatra, nós continuamos por aqui. Surgimos na blogosfera assim: sem pretensões e para dar vazão ao orgulho de ser tricolor num momento marcante da nossa história. Semana passada, o Torcedor Coral fez cinco anos de vida. Neste período, tornou-se um espaço para opiniões, artigos, crônicas e resenhas esportivas sobre o Santa Cruz Futebol Clube e sua torcida. Parabéns a todos, cronistas e leitores, e obrigado pela boa companhia durante todos esses anos! Os olhos tanto apontam para as Repúblicas Independentes do Arruda que se esquecem, às vezes, de olhar para si e celebrar. Talvez isso explique o esquecimento do nosso próprio aniversário. Sim, foram-se cinco anos de nossa existência, tempo em que nos tornamos ativistas ávidos pelo engrandecimento do Santa Cruz. Nesse lugar perdido na internet nos encontramos e demos vez e voz para um torcida tão apaixonada como nenhuma outra nesse mundo velho e enfadado. Cinco anos, acreditem, são um feito e tanto. Por isso, como fundador e editor, sinto orgulho em fazer parte dessa história. O TC me deu tantas amizades preciosas que, só isso, já valeu os esforços de todos esses anos. Contudo, quero muito mais. Que nos anos que se seguem, através de nossas páginas, a gente tenha a felicidade de ver nosso clube se agigantar outra vez. Cincos anos de Torcedor Coral. Estamos em pleno Complexo de Édipo! Desejamos a mãe e queremos matar o pai, o que, convenhamos, é um tanto escandaloso. É impossível não interpretar as angústias desse impúbere TC. Queria matar o autoritarismo no clube. Desejava profundamente a democracia. Levou uma sobrada. Dançou feio. Porém, pelo menos, superou o Édipo. O TC tornou-se gato escaldado. Continua contra todos os podres poderes que vicejam no clube, mas com realismo e uma salutar desconfiança com qualquer discurso que instrumentalize torcida e democracia. E continuaremos tentando, tentando e tentando… porque a conquista do TC, nesses cinco anos, foi se manter digno da tradição desse clube do povo, o Santa Cruz: resistir, resistir e resistir. E lá se vão cinco longos anos. E em se tratando de Santa Cruz, mais parece que foram quinhentos, tamanha a intensidade com que as coisas acontecem e se propagam pelas bandas do Arruda. Foram cinco anos sofridos,...

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Xô, Seridê!

Xô, Seridê!

Vulcão Tricolor (Mestre Forró e Orquestra da Bomba do Hemetério) A ressaca do acesso ainda é braba e o fígado não deixa o cérebro funcionar a todo vapor. Por isso, por enquanto é só comemoração. Amanhã, já sem a sensação de ter engolido um guarda-chuva, a gente volta com a programação normal. Enquanto isso, fique com as notícias do acesso coral no Brasil e no mundo. Brasil Bom dia Brasil SporTV Jornal Nacional R7 Terra Esportes Folha de São Paulo O Globo O Globo 2 Estadão Sport Clube Bahia Juca Kfouri Exterior Romênia França Espanha Portugal Inglaterra Argentina Se você sabe de mais algum link no Brasil ou no exterior que vale a pena destacar, coloque na seção de comentários que a gente adiciona a...

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Mil

Mil

Hoje, o Torcedor Coral atinge a marca histórica de mil publicações. Por isso, atuais e antigos colaboradores decidiram prestar uma homenagem ao blog que acompanha o Santa Cruz e sua torcida, a mais apaixonada do Brasil, desde 03 de dezembro de 2006. Parabéns a todos os que fizeram e fazem o TC: editores, cronistas, colaboradores e leitores.

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O fabuloso destino do Santa Cruz

O fabuloso destino do Santa Cruz

  Nota do autor: A crônica é uma adaptação do texto original O fabuloso destino do Blog do Santinha, publicado naquele blog por este autor em comemoração ao seu  aniversário de 3 anos. Em 15 de maio de 2011, o universo sofreu uma pequena transformação, imperceptível para o resto da humanidade, mas que fez nascer uma paz quente nas hostes corais. Segundo os astrônomos, sete astros se alinharam no firmamento, como só no dia da bomba de Hiroshima. Este anti-acidente, que teve início às 07h00min, atravessou a tarde, entrou pela madrugada, transformou o céu em três cores e foi responsável por pequenos eventos que culminaram com o título de campeão pernambucano de 2011. Após uma longa pesquisa, finalmente consegui reconstituir os eventos daquele dia e agora compartilho com todos vocês. Precisamente às seis horas da manhã, nascia Marivaldo, pesando um pouco menos de quatro quilos. O pai, orgulhoso, mostrava pelo vidro do berçário a primeira roupinha do Santa comprada para o guri. Próximo dali, duas horas depois, Seu Joaquim recebia uma carta de seu filho Antônio, que fora tentar a sorte em São Paulo. Na carta, Antônio mandava o dinheiro que prometera ao pai, um senhor de quase setenta anos, para que ele finalmente se tornasse sócio do Santa Cruz. Seu Joaquim, desde então, substituiu a identidade pela carteirinha do clube. Quase vinte minutos depois, num terreno baldio na Várzea, Josival, um garoto de 13 anos, era observado por um olheiro coral quando fez um gol de placa e decretou a vitória de seu time por morte súbita no torneio dos garotos do bairro. Na comemoração, ele formou um T com os braços, em homenagem ao seu time do coração. No Mercado da Boa Vista, por volta do meio-dia, Paulinho, o popular Barraca, depois de pedir um caprichado sarapatel ao dono do bar, ofereceu um gole de cachaça para o clube do Santo Nome e em seguida brindou com os amigos a alegria de ser tricolor. Já pelas quatorze horas, nas imediações do Arruda, Zezinho Peroba apostou uma grade de cerveja que o Santa seria campeão. Confiante na vitória, ele prometeu fazer sua famosa feijoada para forrar a barriga da rapaziada durante o festejo. Pouco depois das quinze horas, Nestor, um moleque recém-chegado do interior de Sergipe com o pai, entrava pela primeira vez no Arruda. Nestor passou mais de meia-hora para conseguir chegar à arquibancada e, mesmo sem...

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É campeão!

É campeão!

Vulcão Tricolor (Orquestra Popular da Bomba do...

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