Domingo é dia de ir para casa, o Arruda!

Hoje é dia de estréia do Santa Cruz no campeonato pernambucano. Hoje é dia da torcida tricolor invadir o Arruda. Estamos começando o ano com as esperanças renovadas. Só por hoje, vamos esquecer as cotas de TV antecipadas, a inexistência do material esportivo no Arruda, mesmo entregue pela Finta, a misteriosa venda de Rovérsio, o desastre no brasileiro do ano passado. Só por hoje, vamos esquecer tudo isso. Vamos para o Arruda com a alegria de quem está voltando para casa. Vamos para o Arruda com outro ânimo. Vamos para o Arruda para celebrar uma nova era. Vamos para o Arruda torcer por mais um gol, por mais uma vitória, pois hoje é um dia de festa. Vamos para lá, pois o domingo é para passar em casa, com a nossa família. A família tricolor. Por falar em torcida tricolor, ela vem dando show de bola fora do estádio. Até ontem, o número de sócios chegava a marca de 6.040. Isto é uma demonstração de força e mostra que a nova diretoria tem crédito com a torcida coral. O número de sócios estimados pela diretoria, para o início do campeonato, está perto de ser alcançado. São oito mil sócios em dia. Nada mal para um pouco mais de um mês da nova administração. Vamos que vamos, pois sonhamos com 30 mil sócios até o final do pernambucano. Saudações tricolores, Dimas...

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Semana movimentada para os tricolores

Semana movimentada no Arruda e eu sem movimento. Explico-me. Estamos na quarta-feira e dos três principais eventos que envolveram o Santa Cruz, eu consegui ficar de fora de dois deles. E, diga-se de passagem, dos mais importantes. Mesmo assim, sinto-me feliz por ter presenciado o grande amistoso entre o glorioso, salve, salve, Santa Cruz! e o amador time do Pina. Os outros dois eventos foram o jantar de adesão e a primeira reunião do Conselho Deliberativo. Dois motivos me tiraram do jantar de adesão. O primeiro deles foi que a escassez de moeda corrente circulando na economia afetou minha conta bancária. Pois é, estava mais liso do que granito após uma chuvinha. Ainda no domingo, lá nas sociais, meu amigo Beto Gordo disse que ia ao jantar, num esforço para ajudar o Santa e que não aceitava o fato de eu estar liso como desculpas para não ir. Mas de fato, eu estava sem grana e ainda mais tinha que convencer minha esposa, que não torce por time nenhum e às vezes não entende meu amor pelo clube, que mesmo liso, era uma por uma boa causa contribuir com R$ 250,00 para o Santinha. Acreditem que a conta no vermelho não seria o maior dos problemas. Brincadeiras à parte, na manhã do dia seguinte, liguei para Beto a fim de saber como foi o jantar. Com a cara mais deslavada, o sujeito disse que foi fazer as contas e que percebera que também estava liso. Depois da lição de moral que me deu, é muita cara de pau do cidadão dizer uma coisa dessas. O segundo motivo foi o mesmo que me tirou da primeira reunião do conselho. Comecei um curso à noite de webdesign para transferir de vez este blog para o domínio www.torcedorcoral.com. Estou ainda pagando o curso no Cred Pio (30, 60 e 90) e não dava para farrapar, logo nos primeiros dias de aula. Mesmo não indo, tentei mais uma vez contato com alguém que pudesse ter estado na reunião. Nada. Lembrei de Joãozinho, irmão, tricolor e conselheiro. Liguei então para saber como tinha sido a reunião. João também não foi, pois ainda estava em Maracaípe curtindo o finalzinho das férias. Enfim, fiquei sem ter como fazer postagens sobre esses dois temas. Percebi que esse negócio de ser Editor, repórter, colunista, webdesigner e suporte técnico do Torcedor Coral é jogo duro. Alguém se habilita a...

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No primeiro amistoso do ano, venceu a torcida!

A imagem acima não é de hoje, mas de ontem, 06/01/2007. Mas serve para ilustrar o resultado do amistoso de hoje: Mais de 6.500 torcedores foram ao jogo, gerando uma renda de um pouco mais de R$ 18 mil. Mais do que isso, quase 500 torcedores, entre regularizações e novos sócios, se reencontraram com seu clube. Isto mostra a auto-estima do torcedor coral com o Santa Cruz, apesar da vergonhosa campanha do ano passado. O jogo, provavelmente, foi o menos importante. Mas serviu para o torcedor reencontrar amigos de sociais e arquibancadas, matar a saudade do clube e ver um novo time em ação. É bem verdade, que não deu para avaliar o time, verdadeiramente. Faltava conjunto, faltava preparo físico, faltava até mesmo um adversário. Mas nas sociais não faltava alegria, esperança e disposição da torcida. Aliás, nem mesmo em amistoso com um time amador, o torcedor deixa de ter arroubos típicos das paixões. Quando o Pina fez uma a zero, no gol de pênalti, não faltaram xingamentos e pedidos de raça ao time. Mas bastou Fabrício Ceará fazer um golaço, após bom cruzamento de Marco Antônio, para tudo isso ser esquecido. No final, o torcedor até encontrou um novo ídolo: Cleison. O jogador foi bastante aplaudido pela torcida e mostrou que está à altura do desafio de ser o xerife do time. É o torcedor voltando a campo e mostrando que este ano estará, mais do que nunca, junto ao Mais Querido. Foi uma boa tarde de domingo, para reencontrar o clube, rever amigos, tomar uma geladinha e ver de perto os novos contratados do Santa Cruz. Ah, antes que eu me esqueça, o jogo foi 5 x 1. Saudações tricolores, Dimas...

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Democracia coral

Ontem a Coralnet divulgou aquela que considero a primeira entrevista coletiva da história do Santa Cruz. A primeira coletiva porque o site oficial, literalmente, coletou, durante algum tempo, diversas perguntas dos internautas e, depois de uma filtragem, repassou 17 delas ao Presidente Coral. A abrangência das questões vai desde a promoção da Minasgás ao rombo dos agora R$ 78 milhões nas finanças do Clube. Edinho respondeu com objetividade todas as perguntas e mostrou como é fácil um presidente estar próximo ao torcedor. Não pretendo aqui comentar a entrevista em si, pois acho que as perguntas dos torcedores e as respostas de Édson Nogueira falam por si só. Prefiro, em poucas palavras, abordar outro aspecto e passar minhas impressões ao torcedor sobre o significado sutil desta nova relação entre a diretoria do Clube e sua torcida. Me refiro à recém-nascida democracia coral. A disposição do Presidente em manter um canal aberto com o torcedor é salutar e, na minha opinião, deveria ser permanente. O site oficial poderia criar uma agenda mensal, ou outra periodicidade conveniente, de dialógo entre o Presidente e sua torcida. Poderia ser algo do tipo Conversa com o Torcedor. Quanto mais consistente for esta relação, maior será o apoio da torcida e maior será a possibilidade de sucesso do Clube. Não basta apenas torcer, tem que participar. E esta participação, na minha visão, vai mais longe que a contribuição financeira ao clube ou que a cobrança por resultados. A contribuição financeira é bem-vinda. Mais que isso, é necessária. Mas o diálogo também é. Esta nova filosofia dá mais um significado às palavras de Edinho publicadas na chamada da página principal do site: “escrever, só, não é suficiente. Preciso da participação dos torcedores”. Uma torcida é o alicerce e a razão de ser de um clube de futebol. Ainda sonho com um Santa Cruz forte no cenário nacional e internacional. Não é um sonho impossível, mas só será real com o fortalecimento da nossa instituição, com uma diretoria transparente e atuante e uma torcida que participe e ajude a reconstruir um passado de glórias. Saudações tricolores, Dimas...

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Outro passeio no Arruda

Voltei hoje ao Arruda na tentativa de concluir as fotos das dependências do Clube para a séria série em vídeo Voltando Para Casa, da qual falei na postagem do dia 30/12/2006. Álvaro Claudino, Assessor de Imprensa do Mais Querido, havia me dito que hoje seria um bom dia para isso, já que o time está em Paulista para a pré-temporada. Como eu ainda não havia batido fotos da concentração e vestiário, achei uma boa, pois dificilmente Givanildo deixaria que eu entrasse nas áreas restritas aos jogadores e comissão técnica com todos eles lá. Cheguei ao Arruda por volta das 12:50h, dez minutos antes do horário marcado com Álvaro e fiquei no aguardo. Depois de pegar um bom banco, liguei para saber se ele ainda vinha ao Clube. Álvaro havia tido um imprevisto e teve que se atrasar, mas confirmou a vinda. Enquanto isso, fiquei observando o movimento. Meus amigos, o clube e a torcida vivem mesmo um momento de reencontro. Diversos tricolores chegavam para se associar e eu encontrei até um velho amigo que a tempos não via. Era Genivaldo, Vereador de Escada, que trabalhou comigo no Departamento de Auditoria do Grupo Bompreço, no início da década de 90. Só mesmo o Santa para propiciar grandes encontros. Nem ou Nê, como é mais conhecido em sua terra natal, me disse que fazia tempo que não pagava a mensalidade de sócio do Santa Cruz e tinha vindo atualizar o débito, movido pela nova onda tricolor. Fazia, de fato, muito tempo, tanto que ele teve de se associar novamente, pois os computadores do Clube já o tinham esquecido. Finalmente, com o pagamento da mensalidade, o computador teve sua memória reestabelecida e Genivaldo voltou a ser sócio. Dinheiro opera cada milagre. Como Genivaldo, muitos outros tricolores estão chegando ao Clube com a mesma intenção. Percebi que o movimento está maior do que o que eu tinha encontrado dias atrás, quando estive pela última vez no Arruda. Bom sinal. Mas mesmo assim, resolvi confirmar minhas suspeitas com alguns funcionários. Me aproximei de um dos seguranças e perguntei sobre o movimento dos torcedores. “Muita gente! Sábado passado, então, nem se fala, tinha uma fila de lascar!”. Como me viu batendo muitas fotos, perguntou se eu era da Folha de Pernambuco. Respondi que não e vi logo a decepção. Para minimizar o impacto, bati umas fotos dele e disse que era para um vídeo na...

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Chegou a hora do torcedor

Edson Nogueira, em seu primeiro discurso como presidente eleito do Santa Cruz, disse que a torcida cobrasse dele, pois ele iria cobrar da torcida. Por enquanto, não está sendo necessário uma coisa nem outra. Tanto a diretoria vem trabalhando forte e rápido na recuperação do Mais Querido, quanto a torcida vem atendendo ao chamado do clube. Desde a posse de Edinho, a diretoria contratou mais de um time (o elenco do ano passado foi desfeito), vem correndo atrás de parcerias, captando empresas para ocuparem espaços comerciais no Arruda, renegociou dívidas e vem anistiando os sócios que pagarem o mês de dezembro de 2006. Sem contar que a nova administração vem rebolando para se livrar das armadilhas deixadas pela antiga diretoria, que não são poucas. A torcida também vem fazendo o seu papel. Não bastasse a decisiva participação no processo eleitoral, os torcedores arregaçaram as mangas. Mais de 2 mil tricolores se associaram ou colocaram em dia suas contas com o clube. Sem contar ações de grupos de torcedores que se juntaram para arrecadar recursos para o Santa. Tudo isso é prova inconteste da esperança que a torcida deposita na diretoria e nos novos tempos que chegaram as Repúblicas Independentes do Arruda. Isso é apenas o começo e como começo estamos bem, mas ainda é muito pouco. Como bem disse Fred Arruda, vice-Presidente Coral, para bater o centro, são necessários 8 mil sócios em dia. Além do mais, o objetivo da diretoria é atingir a marca 30 mil sócios até o fim do campeonato pernambucano. Para tanto, a poucos dias, uma campanha publicitária teve início na mídia pernambucana. O início é promissor, mas é preciso alavancar ainda mais esta onda tricolor que tomou conta de Pernambuco. Este não é um assunto novo neste blog, mas entendo que é preciso olhar sempre a nossa meta para não acharmos que este número de associados é muito. Não é. Assim, quem não se associou ainda, se associe, pois já se foi o tempo em que esta torcida queria ver seu time campeão e na primeira divisão, sem mover uma palha. Se cada um fizer seu papel, nossas glórias do passado serão pequenas em relação às glórias do futuro. Saudações tricolores, Dimas...

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