Santa Cruz: 100 nomes em 100 anos

Santa Cruz: 100 nomes em 100 anos

Santa Cruz: 100 nomes em 100 anos, livro de Paulo Aguiar, lançamento sábado, 17/10, às 09 horas no Arruda.

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Semana agitada

Semana agitada

Semaninha agitada, ingresso comprado, mas não fui ao jogo. Sábado, para mim, não combina com futebol. O dia foi feito para curtir os filhos e a esposa, também farrear e ficar à toa.

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De tudo, um pouco do nada

De tudo, um pouco do nada

Escalada para escrever a resenha pós jogo, Santa Cruz 1 X Payssandu 2, tive que ficar de castigo até o final da partida, testemunhando a queda do gigante. Afinal, cronista que se presa não foge da raia, oops, da panela de concreto do estádio. Foi um dia torto. Ao assistir à partida eu me debatia entre vestir a roupagem de torcedora ou utilizar o olhar de analista da Psicologia

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Um ídolo genuíno

Um ídolo genuíno

...Ou uma crônica ficcional do Dia dos Pais.

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Dicotomia

Dicotomia

Diante da TV, mal dei de ver o jogo do Santa. O entorno, aqui em casa, reuniu apreciadores de boa cerveja e estudantes de gastronomia. A mistura, primeiro encontro do nosso recém-formado Clube da Boa Farra (CBF), atrapalhou a minha visão global e comprometeu a minha análise.

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Cisco no olho

Cisco no olho

Tenho medo da solidão. Medo de morrer sozinho ou vagar por aí, como um cão sem dono e amanhecer, dia após dia, jogado numa sarjeta, bêbado feito um gambá, com um vira-lata lambendo a minha boca. — Não percebe que é impossível a solidão para um tricolor, cara pálida?! — diria eu para o meu personagem. — Só percebo aquilo que você me permite. Lembre-se, você, como escritor, é quem me faz pensar esse monte de bobagens. Portanto, não me culpe. — É verdade, mas tento apenas me desapegar das coisas, inclusive da realidade, para que na literatura, ainda que de má qualidade como a minha, tudo se torne possível, até mesmo o impossível. Eu, por exemplo, sou a favor de asas nos seres humanos. — Zerumanos. — Como?! — Artur, o autor que você está plagiando, diz “zerumanos”. — Acho melhor a gente retomar o texto. Você estava caído na sarjeta com um cachorro lambendo a sua boca… — Não, não. Não era real. Pensava apenas no medo da solidão, já que, além de tudo, você me tornou um cara extremamente depressivo. — Tudo bem, tudo bem, segue daí. Não bastasse essa infinita tristeza, passei boa parte do fim de semana com um cisco no olho. No começo, achei que fosse uma bobagem, uma coisa à toa; mais tarde, a dor intensa e pulsante me obrigaria a mudar a atitude. Já era madrugada do domingo, quando, ainda com uma ressaca imensa, não pude mais ignorar o arranhão na córnea e levantei da cama. Como primeiro recurso, abri um vão entre a pálpebra e o globo ocular na tentativa de deixar escapar o corpúsculo infiltrado em meu olho; depois, gotejei soro fisiológico sobre a superfície irritada para, então, mergulhar o olho castigado em um recipiente com água. Meu olho esquerdo quase morreu afogado, mas o cisco resistiu à correnteza ocular. — Acho que essa passagem não ficou legal. O texto não é um drama? Então pra quê esse negócio do olho quase morrer afogado? Além do mais, acho imprudente falar em olho esquerdo, para não dar conotação política. Viu o que aconteceu com o Mantega? — Companheiro, não lembro de ter criado você se metendo onde não é chamado. Esse é um texto sobre futebol, não trato de política aqui! Além do mais, não é exatamente um drama. Lembra do gambá lá em cima? Dã! — Não trata de...

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