Memórias de um clássico

Memórias de um clássico

Quando era pequeno, além do meu time de botão de chifre do Santinha, o invencível campeão de vários campeonatos de bairro, tinha dois presentes de galalite de meu avô materno: um time do Botafogo, com uma linda estrela solitária, e outro do Santos, com retrato e tudo dos jogadores, inclusive de Pelé.

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É de dar tédio!

É de dar tédio!

Foi curioso. Estava calmo, inclusive na quarta passada. Não fedi, aviso logo. Sim, contra a Coisa, fedo que nem bode; talvez, influenciado pelo enxofre do ambiente. Mas, como dizia, estava calmo e diria até... com tédio.

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Foi assim que vi o jogo

Foi assim que vi o jogo

Na análise do jogo, ficarei um tanto a contracorrente. Pelo visto, discordo de muitos. E muitos discordam de mim. Pois achei o jogo do Santinha razoável, com algumas surpresas agradáveis. Claro, como verão, continuo crítico, principalmente em relação a MM. Mas não perdi a ternura.

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Burrice da moléstia

Burrice da moléstia

Conversava com um morcego cagão do Arruda, depois do embate contra o esquadrão de Juazeiro. Os morcegos, além de cagarem solenemente nas cabeças dos tricolores, sabem de tudo que acontece nos bastidores de nosso clube.

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Sim, não, mas sim, mas não, nem isso.

Sim, não, mas sim, mas não, nem isso.

Será mais fácil os pássaros deixarem de cantar na primavera e as cigarras no verão, será mais fácil o Cão da Menália voltar as costas à lebre, do que o Santinha ganhar do Bahia na Fonte Nova.

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Esperança, otimismo e fatos — embalou?

Esperança, otimismo e fatos — embalou?

Torcer pelo Santinha não é para amadores. Na partida contra o Bragantino, por exemplo, teve a repetição do modelo de nossa epopeia: jogo fácil, jogo difícil, jogo dramático e, no final, redenção. Típico. Faz parte de nosso caráter.

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