1919: O Primeiro Santa Cruz x Botafogo

Roberto Vieira
O paquete Itaquera chegou ao porto do Recife às 11h00. Uma pequena multidão esperava os craques cariocas, entre os presentes, representantes de todas as equipes da Liga Pernambucana de Desportos Terrestres (LPDT). Nada foi esquecido. Duas bandas tocavam dobrados e valsinhas para entreter o povo. Logo que o navio entrou no porto, várias lanchas seguiram ao seu encontro embandeiradas. Pernambuco se rendia ao futebol. Pernambuco que havia organizado seu primeiro campeonato estadual no ano de 1915. Quatro anos antes desta manhã ensolarada de janeiro.
Após o desembarque, a comitiva se dirigiu ao Clube Helvética, onde foram oferecidos vermutes e bolinhos aos visitantes. O Sport Club do Recife, na pessoa do Sr. Carlos Lima, saudou os alvinegros. Sport que inaugurava a arquibancada de madeira da Avenida Malaquias e promovia a excursão botafoguense. Os vinte e um automóveis do cortejo prosseguiram saudados pela multidão até o Hotel do Parque, onde ficaram acomodados por conta dos rubro-negros pernambucanos. O chefe da embaixada, Sr. Oscar Gomes de Matos, e o capitão da equipe Osny Wernet agradeceram as homenagens e imaginaram que tudo seria um passeio.
O redator do ‘Paiz’, Carlos Stelling perguntava a todos pelo estágio do futebol pernambucano. Diante da acolhida digna de uma seleção inglesa dada aos seus amigos do Rio, Stelling teve a certeza de que viriam algumas goleadas naquela excursão. De noite, alguns jogadores pensaram em ir até o cinema Moderno assistir o romance policial ‘As Sete Pérolas’, entretanto um jantar os esperava na sede do Sport. No dia 26 de janeiro, o Botafogo pagou as gentilezas do Sport com um sonoro 6 a 1 no estádio da Avenida Malaquias. A goleada não afetou as relações entre os dois clubes. Tinha sido até de pouco, pensavam os rubro-negros.
O próximo jogo dos cariocas seria contra o Santa Cruz Football Club. Um clube esquisito para os padrões da época. Um time de brancos, negros, mulatos, doutores e analfabetos. Um time com apenas cinco anos de vida. As demais torcidas de Pernambuco não puderam reprimir o riso. Os meninos tricolores iam levar uma surra daquelas! Ainda mais que o Santa Cruz parecia ter um azar dos diabos. Em quatro campeonatos pernambucanos disputados até aquela data, o clube do Largo da Santa Cruz havia sido vice-campeão por quatro vezes. Título que era bom, só no pendura.
Nesse ânimo, o Botafogo, vice-campeão carioca de 1918, entrou novamente no estádio da Avenida Malaquias no dia 30 de janeiro de 1919 alinhando Cazuza; Osny e Monti; Pollice, Vadinho e Burlamaqui; Celso, Petiot, Santinho, Garcia e Neco. Já o Santa Cruz, vice-campeão pernambucano de 1918, zebra em todas as bocas da crônica esportiva local, escalou Ilo; Bebé e Jorge; Zé de Castro, Theophilo, M. Pedro; Eurico, Pitota, Tiano, Miranda e Nequinho. O público superlotava o pequeno estádio. Talvez o maior até aquele momento em Pernambuco para uma partida de futebol. O árbitro seria justamente o Sr. Stelling, o curioso redator do ‘Paiz’.
Foi melhor assim. Porque naquele dia nasceu o futebol pernambucano.
A preliminar já tinha sido um aviso. O segundo time do Santa Cruz vencendo um combinado dos segundos times de Botafogo e Sport por 2 a 0.
O Botafogo começou atacando com a audácia dos que se imaginam invencíveis. O Santa Cruz se defendia com a faca entre as presas corais. O arqueiro Ilo fazendo milagres. Ilo que havia recebido um escudo de ouro do Santa Cruz momentos antes da pugna, em sinal de gratidão pelos feitos heróicos sob as traves. O primeiro tempo é duro, muito mais duro do que supunham anteriormente os alvinegros, mas no último minuto um chute de Petiot é defendido parcialmente por Ilo Just de munhecaço, a pelota chega aos pés de Santinho que emenda de primeira para nova defesa de Ilo. Na terceira tentativa, Petiot empurra a bola para as redes: Botafogo 1 a 0.
Parecia que o destino estava escrito. Porém, o Santa Cruz havia resistido o tempo suficiente para aprender a sonhar.
Quando o segundo tempo inicia, Nequinho dribla pela esquerda e cruza na medida para o genial Tiano empatar a peleja. O gol contagia a platéia que grita em uníssono o nome do Santa Cruz. O Botafogo sente que perde as rédeas do espetáculo. Miranda rouba a bola no meio de campo e enfia na ponta para Pitota – apelido do ídolo Alcindo Wanderley. Pitota manda bala e Cazuza salta no vazio. Parece mentira. Ilusão. O Santa Cruz está vencendo o Botafogo por 2 a 1.
Pressão do campeão de 1910. A bola vai entrando e Jorge salva. O juiz Stelling vê bola na mão. Bola na mão é pênalti. Vaias na multidão. O Santa Cruz protesta, mas quem já viu juiz voltar atrás em sua decisão? Ilo se coloca na barra. Monti cobra a penalidade e a bola se choca contra a trave, Ilo salta e desvia, Monti se joga com as mãos e empata a peleja. Ante o olhar atônito da torcida e dos jogadores, Stelling valida o tento de Monti.
Pra quem se imaginava derrotado, quem sabe goleado, o empate já seria grande coisa. Mas os jogadores tricolores olham para a multidão em sua volta e se imaginam craques. Nenhum clube pernambucano havia vencido um clube do Rio ou de São Paulo até aquela data. Eram goleadas e mais goleadas. Vexames, até. O público aplaude os jogadores do Santa Cruz e os jogadores decidem mudar a história. O destino é o craque quem faz.
Tiano recebe de Theophilo e vislumbra Nequinho livre. No instante seguinte Cazuza se vê frente a frente com Nequinho. Dois segundo depois o estádio da Avenida Malaquias estremece com arquibancadas de madeira e tudo. O Santa Cruz acaba de marcar seu terceiro gol. A festa é tanta que até hoje não se sabe se o gol foi de Nequinho ou de Tiano. Tiano, craque e goleador. Nequinho que jogava no segundo quadro, e somente atuou porque o titular Anísio estava machucado.
O jogo aconteceu há 91 anos. Nessa quarta-feira, Santa Cruz e Botafogo se encontram novamente em Recife pela Copa do Brasil. O Botafogo da Estrela Solitária. O Santa Cruz, antigo Terror do Nordeste.
Mas o jogo de 1919 permanece inesquecível na memória pernambucana.Como a primeira vitória de um clube pernambucano sobre um grande do Rio ou de São Paulo. Para muitos, o maior jogo do século XX em nossa terra. Para muitos, o dia em que o futebol pernambucano nasceu…
Roberto Viera é médico e apaixonado por futebol. Alvirrubro, apenas esqueceu de colocar o preto em sua bandeira.









Roberto Vieira, apesar do esquecimento, é um craque!
Li esse texto como quem lê um romance de enfiada; a história se desenrolando e a emoão aflorando.
É lindo ver e ler histórias que encantaram quem presenciou e emocionam quem passa a conhecer esse passado de glórias.
Passado é bom, mas hoje queremos ser história pro próximo futuro. e o futuro está no Arruda, às 19:30. a casa vai estar cheia de novo, o Santa Cruz é Série D e o botafogo é Elite. Mais uma vez teremos que jogar de igual pra igual, e lembrar ao Brasil que o Santa Cruz ainda existe e resiste com a força e a peleja do pernambucando coral.
Se em 1919 o futebol pernambucano nasceu, segundo Roberto Vieira, já em 2010 é o futebol coral do Terror do Nordeste, que ressurge das cinzas!
SANTA SEMPRE!
Cidadãos/ãs Corais,
Esse texto é uma bela lembrança de quem fez história e que a força desses hérois do passado recaiam sobre os nossos atuais jogadores e que eles também façam história, pois, amanhã também queremos chamá-los de hérois.
Saudações Corais
Rapaz quer dizer que a coisa vem de longe, heim?
É juiz do sul roubando e a gente, torcida tricolor, tendo que sofrer um monte para vislumbrar nossas conquistas!
Esse texto veio numa hora magnífica, levantando o astral e trazendo de volta os bons ventos da nossa história. Não sei se por acaso ou obra do destino mas este jogo de hoje pode ter uma importância maior ou igual que este de ontem, para a história do Santa cruz de amanhã.
Parabéns ao blog do torcedor coral, por fazer soprar estes ventos em nossos rostos numa hora tão propícia.
A propósito, penso que o título do texto foi colocado de forma equivocada. Não é “A Hora”, e sim “A Honra”.
Ou não? Foi de propósito mesmo?
Bem que dizia nosso professor de Português no Colégio Nóbrega início dos 80, Carlos Lindeberg: “Esse menino vai longe!”. Realmente é um craque na escrita Roberto Vieira, dá gosto de ler seus textos, e, ainda que alvirrubro, tem uma admiração patente pelo Santa. Não entendi foi a manchete do Jornal do Recife que colocaram para ilustrar o texto. O Santa ganha heroicamente do Botafogo e a manchete é: “Coisa, a honra sportiva de Pernambcuo está salva”. Cabe uma correção. Penso eu.
Ou o Skort era chamado de outra coisa na época?
Hélio,
Você tem razão, o título estava errado, mas já corrigi. Valeu pela observação.
Milton,
O título do jornal não fala do clube, mas de “esporte” de uma maneira geral. A questão é que na época se grafava assim, ao menos alguns jornais. Veja, inclusive, como a palavra esportiva está gravafa.
A propósito, o texto de Roberto Vieira foi publicado aqui por Paulo Aguiar, que é seu amigo pessoal.
Saudações corais,
Dimas Lins
Blz, Dimas. Roberto Vieira foi colega de turma do primário até o fim do 2º grau. É um quase tricolor. hehehe. Precipitei-me na observação quanto a manchete do Jornal do Recife, mas fiquei curioso em saber como se distinguia na imprensa da época coisa de esporte.
Arretado!
Hélio Mattos tem razão: o Santinha tem que vencer o adversário e o juiz — desde sempre!
Vendo que a roubalheira vem de longa data, que o árbitro já
bisou erros contra o Santa, vendo o que aconteceu ontem com
o Chelsea, estou com as barbas de molho com relação ao jogo
de hoje. Aqueles que forem ao arruda hoje, tem obrigação de
fazer pressão em cima do sr. Paulo Cesar Oliveira, chega de
sermos roubados em nossa casa.
Bonito texto, parabéns ao Roberto Vieira e ao Paulo Aguiar.
Saudações corais.
AMIGOS,
COMO TODO TRICOLOR GOSTARIA DE TER VISTO HOJE E VITÓRIA DO SANTA ENTRETANTO QUIZ O DESTINO E ELVIS QUE NOSSO TIME NÃO ATINGISSE O SEU OBJETIVO.
ENTRETANTO PODE VER UM TIME COM GARRA , ESPERO QUE DOMINGO O SANTA JOGUE DO MESMO DA MESMA FORMA.
VALEU, VAMOS VENCER NO RIO PARA MUDAR NOVAMENTE A HISTÓRIA POIS SÓ DESTA FROMA O TIME TORNE-SE GRANDE.
SAUDAÇÕES TRICOLORES
AFOBAÇÃO; pra mim, esse foi o grande adversário do Santa Cruz, hoje. A CAMISA PESOU, MAIS UMA VEZ.
Brincando de “se”; se Dado bota o Joélson nos primeiros 25/30 minutos do primeiro tempo, talvez a história fosse diferente;
Se tivessem deixado Brasão ou Joélson bater aquele pênalti, eles não teriam telegrafado onde chutariam a bola, como fez Elvis.
NO MAIS, NÃO SE CHORA LEITE DERRAMADO; É DADO DAR TRINAMENTO PARA APRIMORAR AS FINALIZAÇÕES, COBRANÇAS DE FALTAS E PÊNALTIS.
DOMINGO TEM MAIS. TEM ARRUDÃO DE NOVO.
VAMOS, SANTA!
Serei sincero. Faz tempo que não vejo o Santinha jogar tão bem. E, na minha opinião, o time jogou muito. O time está posicionado e sabe tocar a bola. Sim, sei das limitações técnicas, mas com esse time estamos preparadíssimos para a série D. Faz tempo que não estava tão confiante.
E o time honra a camisa.
Mantêm o elenco e o técnico, pronto, a série D é consequência.
Baita técnico esse Dado.
Botafogo vence Santa Cruz, mas não evita jogo de volta
17 de março de 2010 • 21h27 • atualizado às 22h18
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Herrera marcou o gol da vitória do Botafogo em Recife
Foto: W. Correia Neto/Gazeta Press
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O Botafogo quase se complicou, mas conseguiu vencer a partida de ida diante do Santa Cruz por 1 a 0 nesta quarta-feira, no Recife. Com isso, a decisão da vaga na terceira fase da Copa do Brasil acontecerá apenas na partida de volta, no Rio de Janeiro. A partida está marcada para o próximo dia 31 de março, no Engenhão.
Apoiado por sua torcida, que compareceu em bom número no Arruda, o Santa Cruz foi para cima do adversário desde o começo da partida. Tanto que, aos 9min, Brasão dominou a bola e avançou, driblando boa parte da defesa do Botafogo antes de ser derrubado por Sandro Silva, que acabou recebendo o cartão amarelo. Na cobrança de falta, bola para fora.
A pressão seguiu nos minutos seguintes, quando o time pernambucano conseguia boa troca de passes e chegava com perigo na área adversária. Aos 13min, nova chance de gol: Brasão deu passe na medida para Jackson, que bateu em cima do goleiro Jefferson e desperdiçou outra chance de marcar aquele que seria o primeiro gol do jogo.
Naquele momento, o Botafogo apresentava muitas falhas na marcação do meio campo e deixava o Santa Cruz finalizar bastante de fora da área, o que rendeu algumas outras boas jogadas para o time da casa. Porém, nada que conseguisse alterar o placar da partida até o fim do primeiro em Recife.
Já no segundo tempo, o técnico botafoguense Joel Santana optou por colocar o jovem Caio no lugar de Jancarlos, alterando a tática do time de 3-5-2 para 4-3-3. A conversa nos vestiários, aliada à mudança (ou o pé quente do substituto), surtiu efeito logo no 1min: o meia Lúcio Flávio bateu escanteio na primeira trave e Herrera se antecipou para abrir o placar de cabeça: 1 a 0.
O gol foi suficiente para colocar o Botafogo nos eixos, mas não para tirar o Santa Cruz do jogo. O time pernambucano, que logo conseguiu conter a euforia e os ataques dos cariocas, contou com uma entrada estabanada de Sandro Silva em Elvis dentro da área: pênalti e expulsão do zagueiro botafoguense. Na cobrança, aos 25min, o próprio Elvis bateu na esquerda e Jefferson espalmou, evitando o empate.
Aos 31min, nova chance para o Santa Cruz. Léo acertou um lindo chute no ângulo direito, mas Jefferson se esticou todo para espalmar para fora, evitando novamente o empate. No fim, o time da casa seguiu pressionando, mas não conseguiu nada além da chance de jogar a segunda partida no Rio de Janeiro.
FICHA TÉCNICA
Santa Cruz 0 x 1 Botafogo
Gols
Botafogo: Herrera, a 1min do segundo tempo.
Ponto Forte do Santa Cruz
Arremates de longa e média distância levaram perigo ao Botafogo durante toda a partida.
Ponto Forte do Botafogo
Mudança tática de Joel Santana no intervalo, com entrada de Caio e mudança para o 4-4-3, melhorou o time carioca.
Ponto Fraco do Santa Cruz
Time sentiu o gol sofrido logo no começo do segundo tempo e não conseguiu repetir o desempenho da primeira etapa.
Ponto Fraco do Botafogo
Pouca marcação no meio de campo e falta de objetividade no primeiro tempo atrapalharam o time carioca.
Personagem do jogo
Jefferson. O goleiro do time carioca defendeu um pênalti e vários chutes do Santa Cruz, segurando o resultado positivo na partida de ida.
Lance bizarro
Em um momento do primeiro tempo, sem qualquer motivo aparente, o árbitro Paulo Cesar Oliveira caiu no gramado e fez a alegria da torcida.
Esquema Tático do Santa Cruz
4-4-2
Tutti, Gilberto Matuto (Baiano), Leandro Cardoso, Alysson e Edson Miolo; Goiano, Léo, Elvis e Jackson (Natan); Souza (Joelson) e Brasão. Técnico: Dado Cavalcanti
Esquema Tático do Botafogo
4-4-2
Jéfferson, Antônio Carlos, Danny Morais e Fahel; Jancarlos (Caio), Leandro Guerreiro, Sandro Silva, Lucio Flavio (Fabio Ferreira) e Marcelo Cordeiro; Herrera e Loco Abreu (Edno). Técnico: Joel Santana
Cartão Amarelo
Santa Cruz: Alysson
Cartão Vermelho
Botafogo: Sandro Silva
Árbitro
Paulo Cesar Oliveira (Fifa/SP)
Local Estádio do Arruda, no Recife (PE)
Fonte: Terra Esportes (com os devidos Es, hehe)
se jogar desse jeito contra as barbies, vamos ver uma goleada do Santa sobre as barbies.
Realmente nos acostumamos e nos satisfazemos com pouco. Fazer o quê?
Já passou na hora da torcida parar com essa frescura com Brasão e cobrar que ele JOGUE BOLA! Coisa que ele não faz há algum tempo.
E avisem ao treinador que Joelson não pode ser banco de Souza NUNCA!
rapaz o que tem de torcedor do santa cruz enjoado, ranzinza e chato, não está no Gibi.
Artur concordo que o temos time para série D, a pergunta é:
será que os que estão aí ficarão?
Acho que se jogarmos desse mesmo jeito, continuaremos perdendo de 1 x 0, se o adversário de tiver alguma qualidade. Porque no futebol não tem essa de ‘jogar bonito’, tem de ser objetivo. Por isso é que um bom centroavante custa caro, porque ele decide em apenas 1 lance.
Se o São Raimundo (AP), lanterna do campeonato Paraense, ganhou deste mesmo Botafogo, nós também poderíamos. Se o Atlético-MG perde para o lanterna Chapecoense…
Enfim, claro que o caminho é esse, melhoramos muito. Já é possível ver um esquema no time, maior confiança dos jogadores.
Mas, se parar por aí, os resultados também param por aí.
Vamos treinar finalizações hein… só 1 chute de fora da área foi certeiro no gol (Léo, jogou bola!).
Vamos melhorar Santa, vamos subir Santa!
O que houve de fato com o Matuto? Apesar de ter feito dois cruzamentos nas nuvens, enquanto este em campo, nos fez uma falta terrível.
O Baiano mal pegava a bola, já devolvia. Se “assustou” ao se descobrir enfrentando o Botafogo. O Brasão precisa falar menos e jogar mais.
Saí foi muito P da vida do jogo. Fomos pra lá de INCOMPETENTES nas finalizaçõe. Nesse time ninguém sabe bater um mísero pênalti.
É o que penso.
SAUDASANTA
Apesar da incompetencia do ataque tricolor,na minha humilde
opinião foi a melhor partida do Santa nos últimos tempos.
Agora tem que acabar com o egoísmo, só porque um determinado
jogador é o artilheiro da “equipe” num campeonato, é ele que
bate os penaltys, chega, tem bater o que estiver melhor pre
parado, o que treina para isso. O que eu temia aconteceu,ou
seja, Alysson, é o mais fraco dos zagueiros e justamente no
setor dele sofremos o gol, mas, apesar de dificil, eu ainda
acredito na passagem de fase.
Saudações corais.
A bem da verdade, não é Brasão que anda falando muito, mas a torcida que gostou gratuitamente do jogador. Não há mal nisso. O jogador só não pode levar isso a sério, para não se perder.
Saudações corais,
Dimas Lins
Simplesmente formidável o jogo e a garra do time, o placar foi mero detalhe.
Dado realmente esta de parabéns, mas confesso que fico levemente preocupado com o tumulto que ocorre no time no momento das faltas ou penalti, muitos comentaram ao meu lado que falta comando para definição dos batedores, eu não creio que seja falta de comando, mas que Dado precisa trabalhar esse detalhe nos treinamentos e já deixar definidos os batedores.
Análise dos pé ronhas:
Miolo: morto no segundo tempo
Baiano: Limitação é elogio
Jackson: O verdadeiro Batman esta no Arruda e não em Gothan City.
No mais também senti um orgulho arretado do meu time.
Gostaria que alguém, se possível, me enviasse mais informações e histórias a respeito do atacante Alcindo Wanderley (PITOTA). Trata-se de meu avô, falecido há mais de trinta anos. Tenho poucas notícias dele porque minha avó e meu pai também já faleceram há mais de vinte anos e tenho pouco contato com a família de meu pai. Desde já agradeço.
Lyzardo Augusto Ramos Wanderley