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Fotos: Dimas Lins |
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Vai-se o mito, ficam as meias |
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Replay da vibração do pequeno coral |
Apita o juiz, início de jogo e o Santa joga melhor. Ivan, o Patriota, se posiciona em condições de gritar com Charles Muniz a qualquer momento, como prometera nos comentários do Blog do Santinha. Enquanto a bola dança, o tempo avança e Marquinhos Catarina chuta de fora da área para balançar as redes. Gol do Santa! O pequeno Gabriel vibra nas sociais. E Eu, que sou megalomaníaco, já começo a pensar em Tóquio. Para minha frustração, depois disso o jogo fica equilibrado.
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o pé-quente Chiló: fim de um mito |
Terminada a partida, chegamos à conclusão que o mito de Chiló havia sido derrubado. Mas, mito que é mito não se acaba assim. É preciso respeitar as formalidades para reconhecer o fim da lenda. Na ausência dos Caçadores de Mitos do Discovery Channel, a redenção do sanfoneiro foi reconhecida pelos tricolores ali presentes, num ato quase solene.












Alô Dimas! Mais um texto certeiro.
Ver o Arrudão vazio é uma coisa triste. Espero que a situação mude para melhor, feito os pés do sanfoneiro coral, e a massa tricolor volte a lotar o mundão.
Saudações tricolores!
Dimas, tremenda bola fora seu texto de hoje! Chiló é pé-frio sim, tanto que o time levou o gol de empate, e Marcelo Ramos perdeu um pênalti, tudo isso depois que você viu o sanfoneiro!
Brincadeiras à parte, vamos contar os dias para nossa estréia na série B…
Temo pelas meias de Chiló. Além de pé-frio, tem um chulé de matar! As meias do clube do Santo Nome, com chulé, não podem dar certo. Chiló tira o chulé!
Estava com Geó nas arquibancadas, e sentimos nitidamente a Presença de Chiló no estádio. Era uma sensação profunda de insegurança, de morte presente, de urubu na carniça. Havia também um cheiro estranho no Arruda. Uma fedentina peculiar. Perdemos gols, pênaltis, o escambau. Claro, tínhamos razão: de fato, Chiló estava no estádio… e com chulé!!!
Mas mito se acaba na marra. Chiló tem que ir aos jogos. Já, já, os deuses da desgraça mudam de clube – não aguentarão o chulé de Chiló.
Ja no bar do tonhão perguntei a Gerrá “Chiló vai pro jogo?” “eu acho que não e nem liguei pra ele, pé frio da gota” já me animei mais, pensei! dessa vez ganha!! não é possivel!!
foi com dois amigos para as cadeiras, depois de ulguns minutos localizo o pessoal nas sociais e fico de olho para ver se o malagorado do Chiló não aparece!! não é que o febrento apareceu!! e aindo veio rindo. pensei instantaneamente “FUDEU!!! CHILÓ APARECEU” e para acabar de lascar mais ainda, quando olho para os camarotes vejo o malasombrado do Romerito, pensei comigo “já que estamos na época da pascoa, então é hoje que agente leva um chocolate, não tem Cristo que salve” Romerito e Chiló Juntos numa tarde só não tem Santa Cruz que aguente!!!
Mas graças a Deus deu tudo certo!! nem fui roubado nem o Santa perdeu
Edward,
Corrigi a edição de seu nome no texto. E eu que não sabia que tinha um lorde inglês na torcida do Santa, sempre abrasileirava seu nome!
Saudações tricolores,
Dimas Lins
Para mim foi a camisa da Sanfona Coral que afastou a quizila.
Surgiu-me, no entanto, outra dúvida: teria sido a ausência de Samarone?
Então, Dimas, três hipóteses que têm de ser elucidadas antes de você afirmar o que escreveu:
1- As meias anti-azar
2- A camisa da Sanfona Coral
3- A ausência de Samarone, que anteriormente carregava a fama de pé-frio.
O Santa Cruz é minha pátria.
Dimas, vamos sugerir a chiló montar uma confecção de meias lá em santa cruz do capibaribe. Meias pé-quente.
quero ver quando é que chiló vai voltar a tocar sanfona no arruda.
quanto a essa questão de azar, samarone precisa ser investigado sim!
valeu pela foto e pelo mote, dimas.
Ótima crônica, parabéns. Estou aqui em Natal sofrendo pra KCT, mas tudo bem, ficarei no aguardo do nosso glorioso santinha tirar o Kbaço da coisa, ao menos isso né ?? Abraços a todos.