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Semana passada, recebi do tricolor Enildo uma foto do time do Santa Cruz de 1978. A fotografia me fez lembrar de um tempo em que o Mais Querido era respeitado em todo país. Apreciei a foto, mas não satisfeito, instiguei Enildo a escrever sobre aquele ano. O texto é longo e, por isso mesmo, rico em detalhes. Enildo, com precisão e rara memória nos conta a história de um dos melhores times já formados pelo Santa Cruz.










Grande Lembrança Enildo, ainda mais nesses tempos de Julianos, Robervais, Badés….
Esse é o meu Santa Cruz de todos os tempos. No fatídico jogo contra o Inter, se não me angano, o time foi : Joel Mendes, Carlos Alberto Barbosa, Levi Culpi, Alfredo Santos, Pedrinho, Betinho, Givanildo, Wilson Carrasco, Nunes, Joãozinho e Fumanchu.
Esse time foi líder geral na 1ª fase e líder do seu grupo na 2ª e na 3ª fases, chegando ao mata-mata invicto. Terminamos em 5º lugar com 48 pontos em 29 jogos, sendo 16 vitórias, 11 empates, 2 derrotas (PQP), 52 gols pró e 23 contra. O freguês Palmeiras ficou em segundo com 44 pontos em 32 partidas.
Ficou-me a mesma sensação de algo inacabado, de uma tremenda injustiça, dessas que só o futebol é capaz de proporcionar. Lembro que até a revista Placar – eu era leitor assíduo – chegou a botar na capa uma possível final entre o Santa e o Guarani. Não lembro direito da capa, mas havia a chamada com uma interrogação: San x Gua? No mínimo merecíamos chegar à final. Desnecessário dizer que tomei uma das maiores cachaças da minha vida e nem fui trabalhar no outro dia.
Claro que não se pode esquecer o time do penta e aquele de 1975, mas esse de 1978 era quase perfeito, especialmente o meio-campo e o ataque. Bons tempos.
Saudações tricolores!
Ducaldo,
Do time daquele jogo contra o Internacional vc só confundiu a zaga: Levir já tinha sido vendido ao Colorado do Paraná (que anos depois se fundiria com o Pinheiros formando o Paraná Clube), quem jogou foi Paranhos – era pau puro!
Saudações Tricolores!
Enildo
Complementando: O time de 1978 tem a maior série invicta do brasileirão até hoje; são 27 partidas sem derrota, sendo que o time que mais se aproxima desta marca é o Palmeiras de 1972-1973, com 26 partidas sem perder.
Saudações tricolores!
Espetacular narrativa do tricolor acima. Histórias iguais a essa só escutei até hoje do meu amigo Bacalhau, aqui em Garanhuns. Confesso que as lágrimas chegaram, lembrei da minha infância feliz, lembranças de um Santa Cruz quase que imbatível. Parabéns a Dimas e ao tricolor Enildo.
É verdade Enildo. Naquele jogo a zaga foi formada por Paranhos e Alfredo. Valeu pela lembrança.
Companheiros, apesar da ressaca moral pela derrota, principalmente naquela circunstância, para uma criança de 12 anos, que era o meu caso, no fundo no fundo, o sentimento era de orgulho. Meu time era muito bom, era execelente. Ficou claro que o emocional, a vontade exasperada de vencer atrapalhou naquele dia. Éramos imbatíveis até o primeiro confronto contra o Inter. O primeiro jogo eu vi pela tv, o goleiro deles foi o melhor em campo. Terminada aquela partida, com a quebra de nossa invencibilidade, mas a certeza que em casa seria diferente. Ansiedade, foi isso que nos impediu de chegar ao objetivo. Até hoje eu tenho um time de botão com aquela famosa e clássica formação. Paranhos e Pedrinho não eram essas coisas. Meu pai não gostava muito de Alfredo Santos, apesar de eu não concordar, mas o resto do time só tinha craque. Até Joel Mendes se garantia. Hoje nosso time é apenas uma caricatura daquela seleção.
Grande Enildo,
Recorde-nos sobre a “raça” das susies ao abandonar o estadual. Eu tenho péssima memória, não me lembro o motivo disso. Me lembro que eles não jogaram e que as barbies depois queriam fazer o mesmo.
Por que foi que eles abandonaram o estadual? Isso é bom para desmistificar o que se diz hoje por aqui.
O seu texto, por exemplo, traz fatos – que lembranças eu tenho; Fumanchu e Ramon sempre foram meus atacantes no futebol de botão – que parece nunca terem existido.
Vamos resgatar a verdade!
Parabéns.
O Santa Cruz é minha pátria.
Mais um detalhe: quando Ramon ganhou a artilharia nacional, só se dizia que era muito fácil fazer gol no Santo Amaro, Ferroviário, América, etc, ao contrário dos outros concorrentes do sul maravilha.
Dimas, no site do Milton Neves tem várias fotos da seleção pernambucana da década de 70, dá uma olhada lá:
http://miltonneves.uol.com.br/qfl/
É só fazer uma busca por “Santa Cruz”, um abraço!
Grande Enildo, você é foda mesmo !
Tava lá nesse jogo. Lembro bem dele. Do golaço de Nunes (jogo com Nunes já começava 1 x 0 pra gente …), da festa da torcida … e da virada dos colorados. Grande time aquele. Fumanchu, Nunes e Joãozinho foi o melhor ataque do Santa que vi jogar, no estádio. Talvez o melhor mesmo de todos os tempos. E com um meio-campo que tínhamos, era festa. Bons tempos … Acho que nunca mais veremos isso, mas também não precisamos ver o que estamos vendo hoje. Mudanças urgentes, antes que a série C bata a nossa porta.
Saudações Corais
Grande texto Enildo, memorialista do Santinha! Reconheço que o time de 78 foi “o” time do Santa, mas 75…
Naquele ano, sofri bem mais do que 78, justamente por causa daquela derrota em Porto Alegre – sabia que seria difícil ganhar do Inter, ainda mais naquela época em que, como agora, o Inter era potência. Mas 75 foi de lascar. Jogávamos no Arruda e, passando pelo Cruzeiro, iríamos decidir a final no nosso campo contra o Inter. O gol da derrota foi aos 48 minutos (num tempo em que era raro algum juiz deixar o jogo passar dos 45 minutos), de Palhinha, na barra da rua do Canal, na minha frente. Pena que jogamos sem nossa grande estrela, Mazinho, o Deus de Ébano – aposto que, com sua presença, a história teria sido diferente.
Até hoje, acredito piamente que fomos roubados, e a velha guarda (meu pai, por exemplo) nem pode ouvir falar do juiz desse jogo (?). Ai, ai, se ganhássemos… Como o “se” é doloroso. Não deveria existir “talvez” na vida. Quem sabe… Além o mais, já tínhamos ganho do Inter no Arruda com um gol de falta de Pio. Ganharíamos, novamente, tenho certeza. Mas a certeza faz parte do condicional, infelizmente.
Aquele gol e Palhinha, fez-me desabar (já esperava, todos esperavam, a prorrogação) – já durante o jogo perguntava constantemente ao meu pai, se criança tinha enfarte; ele dizia que não, e eu não acreditava… Era pequeno e soube ali o que era o significado da perda. Um aprendizado um tanto amargo, confesso. Chorei como nunca chorei na minha vida. Fiquei tão desconsolado que meu pai esqueceu-se de seu sofrimento, ao ficar preocupado comigo. Senão seriam dois tricolores, um pai e um filho, aos prantos no Arruda.
A história do Santinha é fascinante, mas tem seus momentos ingratos. 75 foi um deles…
caramba, muito foda!!!
o texto e o comentarios dos tricolores estao perfeitos!
nao presenciei esses grandes times do Santa Cruz, mas tenho fé de que vou ver ainda mais outros times q vao entrar pra historia do Santa e do Brasil!
FORÇA SANTA CRUZ!!
Também não presenciei o Santa Cruz dessa época. Parabens a esses grandes tricolores (ducaldo, Robson/Piaui e outros) que acompanharam esses times espetaculares que o Santa teve.
Espero um dia ver o nosso Santinha repetir essas grandes fases.
SAUDAÇÕES TRICOLORES!!!
Texto do caralho! Nasci em 78! Acho q vou ter que nascer de novo!
Timaço,tinhamos tudo para ser tri-campeões nacionais defato.Ao analisar vários jogos em video pude constatar que sempre que estávamos em condições de disputa próximos a alguma final,sempre algum jogador por motivos alheios dava uma furada e acabava com o trabalho um ano todo.Precisamos corrigir isso para que não volte a acontecer no Futuro,pois não tem dúvidas que estamos nos reerguendo.
du@!!!!
Genial…
Infelizmente eu nasci em 1978, quer dizer num sei se digo infelizmente pois vejo que foi(e pelo que já tinha escutado, não com tantos detalhes) um grande ano pro nosso eterno Santa Cruz Futebol Clube.
Sou de uma família de tricolores, eternos amantes, meu avó(em memória) me contou algumas histórias e meu pai outras, mas como ele mesmo me diz sempre: “Esse não é o Santa Cruz Futebol Clube que eu conheço”.
É por isso e por outras coisas, que tenho a certeza que o Santa Cruz Futebol Clube esta passando somente por uma tempestade, e que certamente num futuro não tão distante veremos, e contaremos essas e muitas outras histórias para a futura gereção de tricolores…
Eternamente SANTA CRUZ FUTEBOL CLUBE!!!
Como dizia o velho Jack, vamos por partes – e me desculpem pelas respostas longas, mas quando eu falo do nosso Santa Cruz, eu não consigo ser sucinto:
1) Não sei de onde o amigo Dimas tirou o Cavalcante, mas meu nome é Lemos Correia Vasconcelos;
2) Ducaldo, não são 27 partidas invictas, e sim 35, pois a nossa última derrota havia sido em 1977 no mineirão para o Atlético/MG (3×1 de virada, nosso gol foi de Nunes) e jogamos mais 8 pelo Brasileiro daquele ano: 1×0 no Guarani(Nunes); 3×0 Americano(Nunes,2 e Alfredo Santos); 3×2 Grêmio lá em POA(Jadir, Almir e Fumanchu); e os 5 jogos que eu mencionei no inicio do texto (América/RJ, Operário, Desportiva, Palmeiras e Remo);
3)Grande Coronel, a desculpa “oficial” da coisa para pular fora do campeonato foi que o mesmo era deficitário, mas o que eles tinham era muito medo mesmo da Seleção do Arruda – tiveram sorte de só jogarem duas partidas conosco em 78: levaram de 1×0 e 3×0, além de estarem devendo muito aos seus jogadores – Ivan e Amilton Rocha tão logo terminou o campeonato brasileiro foram para o Palmeiras, Mauro – que era o melhor jogador deles foi para o Cruzeiro junto com o lateral esquerdo e hoje empresário de futebol Nivaldo, praticamente de graça, apenas para pagar os boleiros e os liberarem para outras equipes – lembro que eles mandaram fazer adesivos com a frase “sem a coisa qualquer um á campeão”, em 79 faturamos o BI e demos o troco mandando também imprimir adesivos com a frase: “E com ele é mais fácil!” – meu pai comprou uns 10 para distribuir com a família;
4) Grande Artur Perrusi – o inspirador da gloriosa torcida “Besta Fubana”, realmente aquele time de 75 também é inesquecível, até porque ele foi totalmente reformulado depois que perdemos o hexa em 74, Luciano foi para a coisa, Erb pro Guarani, devolvemos os gaveteiros Raul Marcel e Celso pro Palmeiras, Paquito voltou para o Coritiba e trouxemos meio time do Grêmio juntamente com o seu ex-treinador Carlos Fronner – Jair para o gol, Renato Cogo(o único que não aprovou) era lateral-direito, Carlos Alberto Rodrigues, meia esquerda e o inesquecível Mazinho Deus de Ébano, além de Vôlnei e Alfredo “galêgo” do Guarani e Fumanchu do Vasco – lembro que o pernambucano serviu para “encaixar o time” – terminamos atrás de coisa e timbicha, o início do brasileiro foi “meia boca” começamos perdendo para o São Paulo de virada no Arruda por 1×2, mas a partir da 2ª fase do Brasileiro, já com Paulo Emílio como técnico não teve prá ninguém, até aparecer aquele juiz no jogo contra o Cruzeiro e empatar o jogo no finalzinho do 1º tempo _ tava 1×0 prá nós e entraram uns 4 jogadores do cruzeiro em impedimento: Palhinha, Joãozinho, Zé Carlos(que fez o gol) e salvo engano o Roberto Batata, foi uma ducha de água gelada em cima da empolgação do time e da torcida, lembro que o saudoso Ivan Lima recusou-se a gritar gol, falando sobre o roubo absurdo, limitou-se a dizer:”o juiz decreta o empate da partida”, diga-se de passagem que disputaríamos a final tb no Arruda pois naquela época o time que tivesse a melhor classificação na fase anterior, decidiria em casa em jogo único, e como vc bem lembrou, haviamos vencido o temível Internacional no Arruda com um gol de falta do Pio, e tínhamos tudo para repetir a dose, sem falar que o time sentiu muito a ausência de Mazinho, que teve a perna quebrada de forma criminosa por Júnior do Flamengo, quando metemos aqueles 3×1 em pleno Maracanã e os eliminamos das semifinais. Também fiquei com um tremendo sentimento de perda após aquele jogo – só para o pessoal mais novo ter uma idéia do nível do time, Nunes era banco de Ramón, Vôlnei(outro craque de bola) era banco de Mazinho; Carlos Alberto Barbosa teve que suar muito para ganhar a posição de Orlando na lateral direita e no gol quem era o titular: Gilberto ou Jair?
Finalizando e só para aguçar a curiosidade da turma: quem foi o juiz que nos roubou naque jogo?
Saudações Tricolores!
Enildo, eu usei o critério de série invicta em um mesmo campeonato, adotado pela revista placar, por isso nossos números são divergentes, porém corretos.
O palmeiras, por exemplo, conseguiu jogar 26 partidas sem perder no brasileiro de 1972 e repetiu o feito no brasileiro de 1973. Até hoje é o time que chegou mais perto da nossa marca, adotando o critério acima.
O árbitro que nos tirou da final em 1975 foi o Armando Marques. Grande time e outra grande injustiça que nos aconteceu. Até o mestre Didi, treinador do Fluminense naquele campeonato, falou: “O Santa Cruz vai dar muito trabalho na final”. Errou duplamente na sua previsão.
Em 1975 nós realmente começamos “meia boca”. Terminamos a primeira fase com 12 pontos, em 5º lugar no nosso grupo. Ainda asim tiramos uma casquinha da barbie (2×1) e empatamos com a coisa (3×3). Depois o time engrenou e só foi parado pelo apito do sr. Armando Marques.
saudações tricolores!
Enildo,
Falha nossa, já está corrigido.
Mais uma vez, grande texto e esperamos outros.
Saudações tricolores,
Dimas Lins
Ducaldo,
O juiz ladrão foi outro: Romualdo Arppi Filho.
Dimas,
Como te falei, tô numa guerra danada, mas quando folgar um pouco vou tentar enviar outro texto.
Saudações Tricolores!
Na minha fonte, não muito confiável é verdade, consta Armando Marques. Mais uma vez você está certo.
Creditemos o prejuízo na conta do famigerado “rei do empate”. Aliás, justamente o ábitro conhecido como “rei do empate” deu a vitória ao nosso adversário.
Saudações tricolores!
Caro Arthur perrusi, você me fez lembrar quando venvemos o inter no arruda com um gol de pio de falta. que maravilha, estou arrepiado de lembrar daquele dia parece que estou vendo a pancada da intermediária no canto esquerdo de manga. aliaz tirando a sua invencibilidade naquele campeonato. É…… BONS TEMPOS! VIVA O SANTA CRUZ DE TODOS OS TEMPOS!
Meu pai tem sorte, ele viu a grandíssima fase do Santa Cruz (inclusive estava no Colosso naquele famoso 5×0 que enfiamos na coisa imunda). Nunes e Vôlnei era a dupla de ataque.
Já eu vi Merixica e Nenê… sinal dos tempos, infelizmente.
Já fomos grandes, merecíamos um título brasileiro. Hoje não merecemos nada mais que uma série B. :-\
BOAS LEMBRANÇAS!!!
Sou paulista, tenho “apenas” 37 anos, mas lembro-me muito bem dessa fase do Santa! Que timaço!! Olha, até o início dos anos 80 (acredito que até após uma goleada inexplicável que o Santa levou do Bahia, 5X0 em 1981), o Santa era, sem dúvida dos clubes que jogavam para vencer o campeonato Brasileiro. Tenho até hoje um jornal que narra um dos grandes jogos daquela época, a final do 1º turno do Pernambucano de 1980!! Vocês podem estar pensando, como um paulista pode saber de tudo isso sobre o Santa! RESPONDO: SOU PRIMO EM PRIMEIRÍSSIMO GRAU DE CARLOS ROBERTO, MEIA-ESQUERDA CITADO NA REPORTAGEM, e tive a felicidade de acopanhar toda essa fase feliz da história do Santa. Como já era (e continuo sendo) são paulino, não foi difícil me simpatizar também com a coral!!!
ABRAÇOS
Prezados Enildo e Dimas Lins,
Estava fazendo uma pesquisa de imagens do Santa Cruz quando me deparei com a maravilhosa foto lá de cima, do timaço de 1978. Lamentavelmente a imagen não expande, isto é, foi publicada com o seu tamanho reduzido e, além disso, aparece ligeiramente distorcida.
Sou colecionador de fotos virtuais de times de futebol. Em alguns casos, também me utilizo das imagens com boa resolução para fazer meus próprios times de futebol de mesa (jogos de botão), uma paixão que me acompanha desde garoto.
Por isso escrevo a vocês: primeiramente para parabenizá-los pela excelente matéria e, também, para solicitar o envio da imagem daquele timaço via e-mail, caso seja possível.
Peço-lhes apenas a gentileza de reproduzirem a imagem em alta resolução, ou seja, escaneá-la com uma resolução mínima de 300dpis, ok?
Um abraço a ambos e muito sucesso!
Vitor
vsbotonismo@gmail.com
Espetacular relato!
falar do santinha e voltar ….stou emocionado bandeira de 4 metros na social camapanha dos 20 mil socios,curiosoidade fomos campeao nos aflitos viemos tds de pes p/sede com minha badeira ,chegamos a sede antiga levaram minha bandeira nao me lenbro do ano se alguem estuver com ele por favor devolvame,com tudo nunes arrenbentou saiu uma foto com nunes lendo a revista placar ou manchete esportiva e me chamaram p/tira foto para jornal eu nao fui. arrancada de joazinho p/esquerda caramba.betiho,pedrinho,fumanchu,terto.gtopo gigio.saudades a unica briga de torcida era guerra de laranja saudaçoes tricolores acabaram com meu santa eu nao sei comoe q um presidente faz aquilo e uma vergonha
eu de novo aqui enildo nos fale do jogho do santa com o santos com pele eu fui com meu pai e tambem do santa com a seleçao da thecslovakia.sudaçoes tri.tricolor.tri;tritri.tri.tricolor
Que tempo bom foi esse,será que volta?
Vamos sempre agreditar nesse grande time.
os anos 70 passaram e o santa merecia ter conquistado um titulo nacional pois foi disparado o melhor, coisa que só acontecem no futebol brasileiro quando a verdade e ofuscada pelos interesses politicos
a desconvocação de Nunes foi ridicula se ele já estivesse no flamengo não aconteceria de jeito nenhum…