
Claudemir Pereira
Há muito meu amigo Dimas Lins solicitava que eu escrevesse algumas linhas para serem publicadas aqui no Torcedor Coral. Prometi-lhes vários textos, um sobre o exercício da crítica, outro sobre o Conselho Deliberativo e os grupos políticos e outro que já não lembro. Nunca pensei que seria nesse momento tão triste para todos nós aficionados e apaixonados pelo Santa Cruz Futebol Clube.
Durante a semana que antecedeu o fatídico dia 9 de agosto de 2009 por questões de saúde fui obrigado a ficar em casa e aproveitei para pensar onde começou a desclassificação tricolor. Sim, onde começou! Não na derrota para o valoroso Central de Caruaru que agora representa Pernambuco na série D, mas na derrota para o medíocre time do Sergipe em Aracaju. É, amigos, a desclassificação começou nesse jogo, pois, ao tomarem a primeira pancada na competição o time demonstrou uma total falta de equilíbrio, pois, foi apenas necessário um jogo para haver um desmoronamento psicológico e, de quebra, perder o senso de grupo fazendo com que cada um tentasse resolver a sua maneira. O resultado, todos já sabem, foi o final de uma tragédia anunciada.
Contudo não devemos imputar apenas aos jogadores o fiasco em campo, não, essa conta tem que ser paga também pela Diretoria, que, alicerçada sobre o discurso do equilíbrio financeiro, rasgou e jogou no lixo o planejamento feito em outubro de 2008. Planejamento esse que consistia em contratar uma Comissão Técnica, um Diretor de Futebol remunerado e atletas que se comprometessem com o projeto de soerguimento. O grupo constituído sob a primeira égide jogou de igual para igual contra os principais adversários locais, sendo um deles participante da Copa Libertadores da América, e conquistou a vaga para a disputa nacional com três rodadas de antecedência. Tá certo que não fomos bem na Copa do Brasil, mas em todo inicio de trabalho algo vai fazer você promover alguns ajustes, entretanto, nunca sair do que foi planejado, sob o risco de colocar tudo a perder, e foi justamente isso que aconteceu. Mandamos o diretor de futebol embora e demitimos a comissão técnica, uma economia que saiu caro. E o pior é que o mentor dessa nova linha de pensamento a Coral Investimentos leia-se Fernando Silva, já não está no Clube, ou seja, como já era visível a falta de resultados esse também foi desligado.
E ao final do jogo contra o CSA a torcida mesmo que atônita com o empate com gosto de derrota, pois, o Central havia feito a nossa parte, grita: “É Tricolor, É Tricolor, É Tricolor…”. Esse grito não simbolizava o apoio ao time ou a Diretoria, esse grito simboliza o medo de um vazio ainda maior, qual seja, a de perder para sempre esse amor. Um amor que pede tudo e não entrega nada, que cobra fidelidade e apunhala pelas costas, que pede afago e em troca devolve pedras, mas o amor de quem não se cansa em esperar que um dia ele dê em troca, ao menos, metade do que recebe da torcida mais apaixonada do Brasil.









COMPROVADO!!!!
ESTÁ ESCANCARADAMENTE COMPROVADO QUE A DIREÇÃO DO SANTA CRUZ POUCO SE IMPORTA COM O TIME!!
Nas matérias dos cadernos de esportes dos jornais de Pernambuco, bem como nos noticiários de rádios e demais veículos, está claro, aproximadamente 18% dos conselheiros deliberativos estiveram reunidos ontem para tentar dar um rumo ao time. O Central faturou 100 mil para investir mais e fortalecer o time, está na cara que vai ser o campeão da Série D, e nós perdemos mais dinheiro e também Sandro que resolveu se aposentar de vez. Mas o que eu gostei de saber foi da participação da torcida organizada. 20 integrantes da Inferno Coral marcaram presença na reunião. Torcida mais fiel que a nossa realmente está para ser criada. Confesso que não gosto muito das atitudes das torcidas organizadas em determinadas situações, mas como agora, mais do que nunca, este é um momento de união, vale reconher que também são apaixonados pelo Santa.
Ainda triste, estou cada dia mais enojada com a cúpula do time.
JOGADORES FIXOS E COM UALIDADE*
PRESIDÊNCIA E DIREÇÃO QUE ENTENDAM DE FUTEBOL E AMEM O TIME*
UNIÃO DAS TORCIDAS E FIDELIDADE CADA VEZ MAIS PARA REERGUER O MAIOR TIME DO NORDESTE*
PRESIDÊNCIA, DIREÇÃO, POR FAVOR, TENHAM A ATITUDE DIGNA DE RENUNCIAR!
Meu lindo, se FBC renunciar, quem assume? Algum ex-presidente? Qual é exemplo de sucesso no Santa Cruz?
Bichinho, cheguei a borrar o batom de tanta raivinha quando li teu comentário. “Ao provar do seu batom, fui deixando me envolver”… Ai, que saudade do Martinho da Vila.
Mari
A questão é simples: menosprezaram os adversários, pensaram exatamente como a frase acima: “na derrota para o medíocre time do Sergipe em Aracaju”. Pois é, para a diretoria um grupo formado por Santa Cruz, CSA (rebaixado para a 2ª do alagoano), Sergipe (em crise financeira e sem time), Central (montado às pressas), era favas contadas. Esqueceram que o futebol é o único esporte no mundo em que só se ganha após o apito final. Exemplos disso temos quase todos os dias. O Santos tinha nos alertado, sendo incrívelmente desclassificado pelo CSA em plena Vila Belmiro, e isso poucos dias depois do time alagoano ter sido rebaixado no estadual.
Não concordo em renuncia da presidencia, mas numa reformulação e urgente no departamento de futebol e na contratação imediata de um treinador para iniciar os trabalhos com vistas ao ano de 2010. O tempo passa, o tempo voa e não podemos ficar ouvindo a velha ladainha: aínda dá tempo.
Querer a renúncia de FBC (post 1) é, no mínimo, ser desagregador, para não dizer, alvi-negro caruaruense, como parece! Um presidente que, em três meses, fez mais pelo Santa que os ex-presidentes trinta anos! Não é preciso maiores comentários. Espero a réplica!
Digo, em trinta anos…
Vixe! as cassandras voltaram. Que saco, lá vem de novo aquela conversa de “união”, “verdadeiros tricolores que amem o clube” , “experientes”. Nick ( você é de CAruaru,mesmo?) , aceito a partcipação deles no “conselho dos curupira” proposto por Peçonha, onde o que eles propõem, o Santa faz o contrário. Afinal se fossem tão bons assim:
1. não estaríamos devendo R$ 50 mi
2.Não teríamos asegunda pior campanha de um time na história da série A
3. Sucessivos rebaixamentos. Sim não fomos a série D com eles, por que esta não existia
4. Reputação do clube na lama entre jogadores ,outros clubes
5.Se você acha que dar porrada em jogador resolve,aquela em Váldson nos empurrou definitivamente para série B
6. Aponte-me um destes experientes,queéum sujeito corretoe bem sucedido na sua trajetória profissional? só vejo dentre eles aqueles que o santa levantou, mas nãovejo nenhum quelevantou o Santa.
Nick, quero novos ares, quero limpeza. Tá com pressa? mude de time.
sds tricolores
A saida de FBC seria um desastre. Agora ele nao pode continuar com os erros cometidos no futebol.
A Diretoria Juridica andou;
A Diretoria Patrimonial andou;
A Diretoria Social andou;
Ouvidoria vem andando;
Futebol – FIASCO
Como disse Dimas ontem na reunião do Conselho, tem que profissionalizar urgente a Diretoria de Futebol, chega de arriscar.
Nunes você esta corretíssimo.
Esse Nick – Caruaru só pode ser rubro-negro.
Nenhum tricolor de verdade deseja a saída de FBC.
Isso não significa que concordamos com tudo da gestão atual.
Mas temos que reconhecer que, excetuando o fiasco da campanha da série D, muito já foi feito pelo Santa Cruz.
Está faltando ousar. O Santa Cruz tem que fazer o que o Corinthians fez quando caiu para a série B. Montou um time de série A – muito acima do nível dos concorrentes e subiu sem dificuldades.
É preciso investir e ousar, FBC!!! A torcida dará apoio total!!!
Saudações tricolores!
Vamos apoiar, vamos apoiar.
Mas jamais poderemos perder nosso senso crítico.
Isso é o mesmo que morrer.
Não somos vaquinha de presépio.
Acho que a gestão do nosso Presidente no futebol foi uma catastrofe.
Pessoal, nós estamos falando nada mais, nada menos do que no Santa Cruz FUTEBOL Clube.
Outro ponto: discordar faz parte do debate. Portanto, não é preciso ofender aquele que pensa contrariamente a nós.
Gente o tricolor do post 1 tá nadando na contra-maré do sentimento da torcida, aliás acho que ele nem é um coral -concordo com Nunes e Marcos Costa.
Sei que ter opiniões divergentes é DEMOCRÁTICO e bastante SAUDÁVEL, mas o CONSENSO hoje é de que a Diretoria precisa do nosso APOIO.
Apoio a Diretoria e acho que realmente precisamos profissionalizar o Depto. de FUTEBOL.
SAUDAÇÕES CORAIS À TODOS(AS)!!
olha, fabio melo, eu queria saber aonde a diretoria social andou?
Nem precisa mais falar em priorizar o futebol, de tanto que já se falou.
Até porque os demais setores já estão muito bem obrigado.
Nick, cai fora cara, cai fora.
Ô Joãozinho, onde é que vc estava no dia de São João, nos encontroa à beira da piscina das quintas santas, nos pagodes que rolaram antes de vários jogos?
Tu tava por lá?
olha, hélio mattos, o clube precisa pensar grande. pelo q sei estes eventos são apenas festinhas.
Bom, não tenho nada a reclamar da diretoria, fez muito pelo Santa Cruz, infelizmente, no futebol não teve sucesso!!!
Mas eu ACREDITO no clube, ano que vem ele vai sair dessa!!
Tricolor até a morte!!!!
SDS tricolores!!!
Pensar grande sim, mas dentro dos limites!!! Pq fazer mais dívidas..ai num dá!!
/SEMPRE ACHEI QUE O NOSSO TIME ERA FRACO AGORA SOMOS MOTIVOS DE CHACOTAS NO PAIS INTEIRO TO CANSADO TNHO TRINTA ANOS E O SANTA SO ME FAZ VERGONHA TUDO TEM LIMITE PO SEMPRE ESTAMOS NOS DOANDO E O CLUBE SEMPRE NOS DECEPCIONANDO A FRASEE QUE DIZ QUE O SANTA SEMPRE PISA NA GENTE COM COTURNOS CHEIOS DE BOSTA É VERDADEIRA
A unica coisa que me faz ir ao estadio é ve nossa torcida que é linda e imocmparavel
Joãozinho, então fale com Dani e proponha-se ajudar a Diretoria Social, que ela o receberá de braços abertos!!!!
Dimas, quando vc disse disse confiar no trabalho de FBC, acusoou-o de ter total responsabilidade na escolha de Sérgio China, culpando também o DF pelo insucesso no brasileiro notamos que as contradições no seu discurso vão além de uma simples retórica.
Seu texto é provocante e me fez refletir mais sobre os perigos que faz centralizar a responsabilidade no presidente FBC. A sua tese é a mesma da minha: é preciso apoiar o presidente e não exaltar sua figura. Até pq já vimos que ele não é Deus. É um ser humano que pode falhar como qualquer outro.