Os gols ocultos do TRI

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Dimas Lins
Aproveito o intervalo para o próximo jogo do Santa, para tratar de outros assuntos. Desde que passei a ser freqüentador assíduo do Blog dos Perrusi, venho acalentando o desejo de ver publicado aqui no Torcedor Coral um texto de Gadiel Perrusi, pai do nosso editor Artur e responsável, como se pode deduzir no texto, pela sua conversão ao Tricolonismo ou Coralismo.
Neste artigo resgatado do FUTIBA, Perrusi Pai trata com garbo dos não-gols de Pelé que marcaram a história do futebol. E é possível compreender porque a caneta é uma extensão do braço na família Perrusi. Genética, amigos!
Da redação do Torcedor Coral, esperamos que este seja o primeiro de muitos outros artigos.

Gadiel Perrusi (Publicado originalmente no FUTIBA)
Até bem pouco tempo, Bernard Pivot mantinha um programa de sucesso na TV francesa, intitulado Bouillon de Culture. Semanalmente, ele apresentava livros e entrevistava os seus autores. Em 1998, aproveitando, de certo, o clima de Copa do Mundo, reinante na França, Pivot dedicou um programa às relações entre a Literatura e o Futebol,
Sobre o futebol, estavam sendo publicados romances, biografias (como a de Just Fontaine, por exemplo, artilheiro-mor da Copa de 58), simples relatos e até uma Enciclopédia Larousse especial que estampava na capa uma fotografia de Ronaldo, o Fenômeno, com a camisa da seleção.
O Cartão Verde, da TV Cultura, apresentou, na mesma época, vários títulos brasileiros que enriquecem nossa bibliografia sobre o assunto.
No início do seu programa, Pivot fez uma pergunta a todos os seus convidados: qual o gol que mais impressionara os autores, durante as copas? A cada gol citado, apareciam suas respectivas imagens na tela.
Para minha surpresa, um dos entrevistados escolheu um gol que não houve durante a Copa de 70. Simplesmente, um lance de Pelé contra nosso ex – tradicional inimigo, o Uruguai. Tudo isso me fez recordar a Copa de 70, que assisti pela TV francesa, pois, na época, fazia meu Doutorado em Paris.
É claro que não houve nenhuma comemoração pelo TRI, em Paris, mesmo porque a França nem sequer passara pelas eliminatórias. Até mesmo entre brasileiros, na maioria exilados políticos, nada demais ocorreu. A esquerda exilada havia resolvido, num desses “coletivos” da vida, torcer contra o Brasil. Apesar de convidado a fazer o mesmo, recusei-me. Não achava que uma eventual derrota de nossa seleção fosse ajudar em nada o combate à Ditadura. É certo que os políticos sempre se aproveitaram do esporte, com fins eleitoreiros. A Ditadura certamente faria o mesmo, embora seus pilares de sustentação nada tivessem com o futebol.
Porém, para mim, além do desacordo com a razão política da esquerda (pelo menos naquele aspecto), havia um apelo emocional mais forte. Nasci torcedor do Santa Cruz e da Seleção Nacional, únicos times do Universo que ainda me provocam alguma emoção. Fado genético, herdado do meu pai e passado para meus filhos. Até hoje, não consigo entender como se pode torcer por outras equipes. Nisso, continuo sendo um radical!
Em 1970, apesar de Zagallo, voltei a torcer pela seleção. A coisa era mais forte do que eu pensava!
Que a Ditadura fosse para o inferno, era meu desejo mais ardente. Contudo, queria torcer pelo Brasil do futebol, nossa quase única alegria naqueles tempos.
Quase sozinho, pois, comemorei o TRI na companhia de um menino de 6 anos que, aparentemente, só sabia fazer uma coisa na vida: perguntar!
No entanto, somente depois de nossa vitória contra a Romênia (jogo considerado por alguns como o melhor de toda a Copa), a mídia parisiense começou a demonstrar um interesse maior pelo time brasileiro. Na verdade, o futebol era tão pouco em Paris que o time da cidade na época, o Racing, jogava na segunda divisão.
Mas, L’Équipe, um excelente jornal de esportes, começou uma campanha, a partir da Copa de 70, para que Paris tivesse um grande time de futebol. De tanto falar sobre o assunto, empresários parisienses fundaram o Paris F.C. que, associado ao time de Saint Germain-en-Laye (cidadezinha encantadora que fica nos arredores, a oeste de Paris, e onde há muito turismo por causa de um charmoso castelo), deu nascimento ao Paris-Saint Germain, hoje, um dos maiores times da Europa.
No mesmo jornal, trabalhava um amigo de João Saldanha, que divulgava com muito entusiasmo (demais, até!) o futebol brasileiro, antes, durante e depois da Copa. Era através de suas reportagens que eu acompanhava a nossa seleção.
Até o jogo contra a Romênia, os jogos apareciam em VT. As transmissões ao vivo começaram com nossa vitória contra o Peru. Depois disso, então, vi a glória brilhar no México, no momento exato de sua produção. Os franceses fizeram o mesmo. No meu bairro, ouvia com freqüência os nomes de Tostãô, Jairsinô, Rivelinô além, é claro, do jogador que os próprios franceses já haviam eleito como “Rei do Futebol”, anos antes da Copa de 1970.
Quando saía para a Universidade, parava sempre no “Café du Château”, defronte do belo castelo de Vincennes. Ali, tomava meu chocolate quente e ouvia conversas sobre futebol. Numa delas, um popular tentava comparar jogadores franceses com os brasileiros. Um senhor de meia idade, encostado no balcão, virou-se lentamente para o comentarista de salão e disse: “Fulano (o tal jogador francês em evidência, na época) não serve nem para engraxar as chuteiras de Tostãô”.
De jogo em jogo, a imprensa falava e mais se entusiasmava com a nossa seleção, inclusive os jornais não esportivos, como o sisudo Le Monde. Os brasileiros não eram apenas os melhores. Eram “os mágicos do futebol”. Mesmo quando perdiam, e na Copa de 70 terminamos invictos, havia sempre alguma novidade a acrescentar.
Pois bem, e voltando ao programa de Bernard Pivot, assim como as frases podem ter “sujeitos ocultos”, no futebol também há “gols ocultos”. Na Copa de 70, houve pelo menos três deles que ficaram mais famosos do que todos os outros que, efetivamente, aconteceram.
Tudo por obra e graça do Rei Pelé.
O primeiro deles, pioneiro em sua concepção e execução, foi contra a Checoslováquia. A TV mostrou inúmeras vezes o goleiro Victor correndo, burlesca e desesperadamente, em direção à sua própria meta, enquanto uma bola viajava bem alto, com endereço quase certo.
Pelé inventou o gol do grande círculo. O México aplaudiu de pé a jogada, embora a bola não tivesse entrado.
Pouco importa! Tratava-se do primeiro e histórico “gol oculto”. Depois de Pelé, vários craques o imitaram, inclusive nosso Rivaldo (ex – Santa Cruz), num dos seus jogos pelo Barcelona no campeonato espanhol.
Invenção e descoberta magníficas, portanto, na Copa de 70!
O segundo “gol oculto” de Pelé ocorreu contra a Inglaterra, na sua famosa cabeçada e na não menos famosa defesa de Banks. Quando entrevistado, depois do jogo, Pelé, com um sorriso malicioso, afirmou que havia feito o gol. Banks, no entanto, o desfizera!
O terceiro momento de rara beleza ocorreu contra o Uruguai. Foi a esse “gol oculto” que se referia o escritor entrevistado por Pivot.
Se os dois gols anteriores vinham sendo reprisados insistentemente pela TV, a jogada de Pelé contra o Uruguai tornou-se antológica. Creio que todos se lembram. A bola é lançada por Tostão, e Pelé corre solto em sua direção. Mazurkievsky, goleiro uruguaio, faz a coisa certa. Sai do gol como uma flecha, na tentativa de barrar o atacante que, supostamente, alcançaria a bola e faria o gol.
E, num momento mágico, sem tocá-la, Pelé deixou que a bola continuasse no seu rumo para o lado esquerdo da área uruguaia. Um drible de corpo deixou o goleiro vencido aos seus pés. Arrodeando-o, Pelé alcança a bola mais adiante, já perto da pequena área.
Tudo certo! Como dois e dois são cinco.
O competente zagueiro uruguaio, que perseguia nosso craque, se coloca no único lugar em que a bola poderia passar, segundo todos os que assistiam ao jogo, fechando o ângulo esquerdo da barra. Pelé, no entanto, chuta cruzado e a bola passa raspando a trave do lado oposto.
Vejam bem! Todos os envolvidos agiram corretamente, face à jogada do gênio. O goleiro (e que grande goleiro!), o zagueiro e o próprio gênio que, num átimo de segundo, percebera a armadilha do ângulo fechado, chutando para o outro lado. Somente o acaso evitou a realidade.
Por isso mesmo, o gol “se ocultou”, embora tenha sido real.
Pelo menos na França, a jogada de Pelé era a mais exposta na TV e a mais lembrada de todas as copas. Nem mesmo sua invenção contra a Checoslováquia! Nem sequer, sua cabeçada contra a Inglaterra!
De todas, a jogada contra o Uruguai revelou a sutil e lúdica dialética que envolve o futebol: o atacante contra o defensor, o gol como único prêmio do jogo.
Apesar do mau gosto, citaria Parreira novamente, embora longe do seu pobre e medíocre contexto.
De fato, nos lances de Pelé, “o gol não passou de mero detalhe”.
Gols ocultos, certamente! Bolas que não entraram, mas que fizeram história. Se tivessem entrado, provavelmente os gols reais não seriam tão festejados ainda hoje. Ter-se-iam banalizado.
E, na História, nem sempre dois e dois são quatro. Mas são, porque se eternizam.

20 Comentários

  1. Belo texto.

    Pena que hoje já não se fazem jogadores como Pelé. Estamos cansados de ver atacantes (do coração, rsrs) perderem gols frente com o goleiro, e até com barras abertas. Hoje em dia vcs podem notar, que a maioria dos atacantes baixam a cabeça para chutar, fecham os olhos para cabecear, isso Pelé jamais fez. É o que diferencia um verdadeiro craque.

    Sds Tricolores !!!!

  2. Sensacional o texto de Perrusi pai.
    Até nisso Pelé foi diferente e estava acima dos pobres mortais. Só ele conseguiria imortalizar gols “ocultos” fazendo sobressair a genialidade de jogadas únicas.

  3. Arnildo Ananias de Oliveira
    3

    “Filho de peixe, peixinho é”. Não é à toa que o Artur Perrusi tenha herdado todo esse dom ao se fazer expressar.

    Acrescento que no mesmo jogo o Pelé deu uma senhora cotovelada no seu malicioso marcador (que o juiz não viu) e ainda expulsou o uruguaio de campo.

    Vi, IN LOCUM, coisa parecida se repetir, no ano de sua despedida, num jogo com o Corinthians no Murumbi em 74 (se não me falha a memória), após o mesmo pular pra cabecear uma bola de escanteio (lá no 2° andar) e não alcançá-la, agarrar-se com o marcador corinthiano e, ao cair na pequena área, ver o juiz marcar pênalti a favor do Santos!

    E ainda tem idiotas querendo comparar um gênio deste a um Maradona da Vida!

  4. Esse Artur teve a quem puxar

  5. Agora arrobou tudo.
    Sem Marcelo Ramos vai ser foda.

  6. Valter Azevedo
    6

    A saída de Marcelo Ramos é o 11 de setembro do Santa Cruz.

  7. PQP! Quando começa a melhorar vem uma facada dessas. Agora vai ser mais complicado ainda escapar da terceirona.

    Segundo Wilton Monteiro a folha está atrasada dois meses. Como Wilton não iria inventar uma história assim, o dinheiro arrecadado com M. Ramos evitará mais um mês de atraso e o desmanche total do time.

    É que pela Lei Pelé, mais de dois meses de salários atrasados, ou mesmo recolhimento de FGTS e outras contribuições,dão ao atleta o direito de rescindir o contrato, se transferir e exigir na justiça o pagamento da multa rescisória e os atrasados.

    A se confirmar essa versão do Wilton, perdemos M. Ramos para não perder o resto do elenco. Ou no mínimo para evitar o surgimento de uma grande insatisfação entre os atletas.

    Ainda restam mais duas semanas de prazo, acho eu, para inscrições de atletas. É rezar para não sair mais ninguém que preste ou ficaremos só com as perronhas que ninguém quer levar.

  8. Belotexto.Mas,voltando a realidade e atualidade, é revoltante, ontem comentavamos sobre a falta de um calendario no futebol brasileiro,hoje
    por não termos este calendario, perdemos nosso homem gol.
    Até quando suportaremos fatos como este ?

  9. Fabiano Pinheiro
    9

    Acho, Ducaldo, que perdemos Marcelo independente disso. Acho que independeu de nossa vontade. 70 mil por mês num contrato de 1 ano e meio só se o cara fosse doido pra não ir. E o Atlético vai depositar a multa amanhã e priu, não há mais o que se fazer.
    Mas não posso deixar de ver o lado positivo (afinal, não posso deixar minha fama).
    Acho que o Santa tem melhorado nos últimos e isso – mesmo sem desmerecer sua qualidade de artilheiro – independe de M. Ramos. Essa melhora se dá muito mais em função da organização do meio campo do time. Vejam bem, o meio campo é o motor de qualquer equipe, e com o crescimento do futebol de Paraíba e a chegada de Amaral nosso meio é outro.
    Por outro lado, mesmo fazendo gols, M ramos esteve no time durtante o pernambucano e isso por si só não adiantou muito sem um meio organizado e pegador.
    Hoje, seria sesesperador perder Carlinhos Paraíba, mas sem Marcelo Ramos, sobrevivemos.
    Além disso, não dá pra desprezar o dinheiro que vai entrar, pois a tendência era a situação ir piorando, o que poderia provocar uma instabilidade no elenco.
    Creio que temos quem faça gols. Em jogos sem Marcelo Ramos, Kuki cresce em campo e faz seus gols. Temos quem faça gols, temos opções pra frente. O problema era o meio campo que hoje só carece de peça de reposição principalmente para Nildo.
    Acredito numa vitória contra o São Caetano e na arrancada rumo à série A.
    p.s. Por incrível que pareça, sinto que tem gente antes muito próxima que até tem raiva de mim por eu ser tão otimista. Né foda!
    Tem gente que eu tô conhecendo melhor agora e que eu não mais reconheço. Gente que era humilde e educada e hoje age com extrema rudeza. Gente que já fez cotinha até de R$ 50,00 e recebeu a minha contribuição.
    Pense numa coisa desagradável, pra mim, fazer uma cotinha em prol do Santa. Pior é a forma como a gente acaba sendo tratado. Felizmente, esse ainda é um caso isolado. a maioria das pessoas quando não podem contribuir tem ao menos a gentileza de nos ouvir e nos justificar educadamente.

  10. Roberto Gomes
    10

    Perdemos Marcelo Ramos, agora vamos abrir os olhos para segurar Hugo e Carlinhos Paraiba, atletas que já estão sendo assediados, antes que seja tarde, não só agora nesse campeonato, como na formação do time para 2008. São dois grandes esteios dentro do time,que não podemos perder. Na defesa e no meio de campo. O ataque deve ser formado na minha opinião com KUKI e JONHSON. Quanto a este último, alguém deve encostar nele para acabar com o migué e levantando a bola dele para ele jogar. Por fim só nos resta rezar !

  11. Geraldo Tricolor da Iputinga
    11

    Pelé foi, é e sempre será único. A crônica está simplesmente perfeita.
    Com relação ao nosso Santa Cruz, que tal a diretoria aproveitar êsse dinheirinho extra e investí-lo em Hugo e Paraíba? O clube não pode continuar tentando segurar seus jogadores com multas ridículas.

  12. Robson/Piauí
    12

    Texto poético, maravilhoso, uma justa homenagem a uma cena inesquecível.

  13. Fábio Martorano
    13

    Novo Reforço do Santa, atacante Fabio Saci ex- Bahia e atualmente no Nautico.

  14. Geraldo Tricolor da Iputinga
    14

    Ôpa! Saci pelo que sei só tem uma perna. Então deve ser por isso que estão reintegrando o Paraná. Vão aproveitar a outra perna dêle e da mistura quem sabe, sai um bom jogador.

    Agora falando sério, será que o Marquinhos Paraná vai se recuperar em tempo de poder jogar aínda nesse campeonato?

  15. Boas notícias e o mérito é de Edinho:

    – renovação do contrato de Hugo (gostaria muito de saber o que aconteceu, de fato, naquele bar…) — essa notícia me deixa feliz, feliz…
    – contratação de Paraná (esse cara é bom e já vi jogar)
    – conversa com Johnson (o cara já foi relacionado e jogou bem o treino)
    – Saci é uma boa contratação para a série B. Foi mal aproveitado nas Barbies. Série A é outra coisa.

    E que texto do carai, papai! (hehe…)

  16. Perrusi Filho,

    Olha o corujismo! hehehehe

    Saudações corais,

    Dimas Lins

  17. Geraldo Tricolor da Iputinga
    17

    Lembram-se das críticas fortissimas à direção atual? Elas valeram muito. Edinho que estava dormindo, resolveu acordar. E depois que êle acordou, o Santa melhorou e ninguém mais segura. Êsse é quase o Edinho que votamos pra presidente.

  18. Fantastico, Pele é Pele e só, nao apareceu outro, dizem por aí que teve um que fez mil.. mas contaram ate jogo com o ferroviario …… l

  19. Fabiano Pinheiro
    19

    Prestação de contas, conforme prometido, da cota para compra de fogos e apitos:
    Nevton Borba……………..R$ 30,00
    Fabiano Pinheiro………….R$ 30,00
    Carlos Alberto…………….R$ 35,00
    Eduardo Ramos…………..R$ 20,00
    Ducaldo…………………….R$ 30,00
    Bruno Carvalho……………R$ 30,00
    Marcelo Beltrão……………R$ 12,00
    Allan Araújo……………….R$ 10,00
    Kirliano……………………..R$ 10,00
    André Tricolor Virtual……R$ 5,00
    Total recebido de fato R$ 212,00
    Prometido:
    Francis Costa
    Coronel Peçonha
    Obrigado aos colaboradores!!!!!!!
    Continuamos recebendo, pois ainda não garantimos sequer os fogos do jogo do Paulista. Tá quase, mas ainda não chegou lá.
    É importante que o depósito seja feito o mais rápido possível, já que o jogo é terça.

  20. Roberto Gomes
    20

    O contrato de Hugo já foi prorrogado até 2010. Parabéns presidente. Agora só falta amarrar a nossa principal revelação estrela Carlinhos Paraíba. Este está sendo assediado além de empresários, até pela coisa ruim invejosa. Abre o olho também Edinho antes que seja tarde.

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