
Fred Dias
Diziam que estava tudo acabado. Morto. Sepultado e esquecido.
Diziam que nada mais ali poderia dar certo. Era o caminho sem volta para o esquecimento.
Diziam ainda que ninguém, jamais poderia sequer ousar pensar em reerguer um time que nem divisão tinha.
Tiveram a ousadia ainda de dizer que aquela torcida maravilhosa, que lotava um estádio, e cantava o tempo todo como nenhuma outra ia definhar.
Pra todos esses eu só tenho uma coisa a dizer: não existe o impossível, quando milhões se unem e resolvem juntar as mãos e lutar até não haver mais forças em seus corações.
Não há lugar para derrota, quando há união e vontade de vencer!
Parabéns Santa Cruz Futebol Clube, pelos 95 anos de glórias, paixões e vitórias!
Por tudo que passaste nos últimos anos, eu posso afirmar: tu és eterno; sempre que houver um coração tricolor batendo no peito do mais humilde dos homens tu viverás eternamente, porque és a expressão máxima da raça, da coragem e da força do povo pernambucano!
Viva o Santa Cruz!









É isso aí, Fred. E, como disse o texto da matéria exibida na Rede Globo, narrada por Francisco José, ” e aquele que não acredita” – na força e capacidade vitoriosa do tricor – “é porque temem!”.
E daí tentam a chacota, a intriga, a desmoralização. Como tentaram te diminuir (Rádio Clube), indagando: “Que advogado é esse?” Tens muita calma em não processar esse povo.
Mas viva o glorioso! O único clube do mundo a vencer a seleção brasileira!
Fred Dias PARABENS PELO BELO TEXTO,É ESSE O DIFERENCIAL DA TORCIDA SANTACRUZENSSE QUE NAO DESISTE NUNCA E SEMPRE ESTARA COM O SEU TIME ONDE ELE ESTIVER,VIVA O SANTA VIVA A TORCIDA MAIS APAIXONADA DO BRASIL.
Fred,
Belo texto. E cito uma música do antigo grupo Secos e Molhados, para ilustrar o teu artigo:
Primavera nos dentes
(João Ricardo/João Apolinário)
Quem tem consciência pra se ter coragem
Quem tem a força de saber que existe
E no centro da própria engrenagem
Inventa a contra-mola que resiste
Quem não vacila mesmo derrotado
Quem já perdido nunca desespera
E envolto em tempestade decepado
Entre os dentes segura a primavera
Saudações corais,
Dimas Lins
Fred, parabéns – pelo texto e por fazer parte da mais linda e apaixonada torcida do mundo.
Os caras acreditaram mesmo que uma coisa miúda ia acabar com nosso clube de coração. Taí: 95 anos, torcida tão unida quanto antes. Eles não contavam com a nossa capacidade de amar. Eles não sabem o significado de Torcida Coral.
Nem vão saber nunca.
Lindo Texto Fred!!!!
Tanta inspiração assim só quem pode instigar é o Santinha. Alguém já viu declarações de amor tão calorosas com as dos trocedores corais? Eu ainda não vi. Abraço.
Fred, bonito texto( pra variar) parabéns, mas, permita-me
ser um pouco mais realista,no meu modesto ponto de vista não
é a redenção ainda, começamos a caminhada em busca desta, em
11 de janeiro e nesta semana daremos mais 2 passos de suma
importancia para alcançarmos este objetivo, a caminhada é
árdua mais não tenho a menor dúvida de chegaremos lá, porque
somos perseverante, não desistimos quando estavamos no fundo
do poço imagina agora que temos escada subirmos.
Saudações Corais.
95 ANOS, ALIVE AND KICKING!
Não estou no Recife mas me disseram que está um zumbido danado. Dizem que são milhares de pulgas voando e se alojando atrás das orelhas burro-negras…
Eh Santinha é o aniversariante e nos da um presentaço, 7×1
e segundo o pessoal da radio clube se jogar com a mesma
aplicação tática e velocidade a coisa não aguenta. Eu acho
que esta goleada veio na hora certa, pois agora eles ficarão
com as perucas de molho, dá-lhe Santa!
Saudações Corais.
Texto emocionante, vivo!
Sem soberba, não acredito em uma torcida tão apaixonada e fiel em nenhum lugar do mundo. É fácil ser fiel e apaixonado nas vtórias, mas nenhum clube na história do futebol mundial passou por tamanha crise e ainda tem uma massa de torcedores tão numerosa, fiel e apaixonada.
Redenção? rendenção foi esse 7×1 no Serrano hoje. E seria mais se o apitador servil da FPF não fosse tão obediente.
Eu estava lá e vi a melhor partida do Santa nos últimos 2 anos pelo menos.
É bom lembrar que o Salgueiro estava a 4 jogos invictos, que só perdeu de Porto, Barbie e Coisa. E da Barbie foi de 1×0 com gol de penalty aos 46 do segundo tempo. Da coisa, perdeu depois de ter 2 atletas expulsos, um ainda nos 30 primeiros minutos do primeiro tempo.
Se o jogo foi fácil, mérito do Santa. E também é bom lembrar que o Serrano terminou o jogo com os 11 jogadores em campo, diferente do jogo da coisa de hoje, onde o Cabense terminou com um jogador a menos, além de ter tido penalty não marcado, e uma série de falcatruas do rubronegro Ricardo Tavares, o que gerou muito protesto do time da Cabense.
Sobre o time, voltou a mostrar uma grande evolução. E hoje conseguiu criar principalmente pela boa participação de Gobatto e, pasmem, Parral, além de Pedro Henrique no segundo tempo.
Por sinal, quando Parral faz sua melhor apresentação, eis que o canalha de preto mete um cartão amarelo totalmente dirigido para favorecer a coisa.
Além desses citados acima, os destaques vão para Marcelo Ramos, que por incrível que pareça ainda perdeu dois gols feitos (mas isso foi pra gastar sua cota de erros e deixar pra domingo só bola na rede), e Thiago Matias, que tá jogando muito. Quem ainda não convenceu foi Vagner, que erra muito passe, e Zuba nas saídas de bola. Roger também entrou bem na partida e deixou boa impressão.
Sandro e Leandro Camilo foram bem, mas não tiveram muito trabalho, Anderson é melhor do que Vagner e Juca foi pior do que Parral, não é nenhuma “bala que matou odete”, mas é melhor do que Adilson.
Bittencourt mostrou mais uma vez que sabe ler o jogo e mexer no time. Mesmo num jogo tornado fácil, soube colocar um jogador de mais velocidade para facilitar nos contrataques (Pedro Henrique) no lugar de um jogador mais pesadão (Marcio). Depois soube a hora de ir pra cima fazer saldo, quando percebeu que a vitória tava garantida e colocou Roger tirando Sandro, tornando o time mais ofensivo (o Santa ganhava por 4×1 aos 20 de segundo tempo). Normalmente o time ficava cozinhando por ali, que “4×1 tá bom demais”. Mas Marcio ousou e metemos mais 3.
Quem assistiu o jogo na minha frente foi Bilica. No final, perguntei se ele jogava de lateral direito e ele disse que sim.
Por mim, essa seria a minha única mudança. Mesmo Pedro Henrique, que pra tem que ser titular, pro jogo com a Coisa eu ainda não botava de frente pra que o Santa entre com um time bem forte e depois, num segundo tempo, aí sim ele entra pra incendiar.
Ou então, caso nos sacaneiem (sinceramente eu não acrefito, seria discaramento demais) no TJD, Pedro Henrique entra na meia fazendo o papel de Gobatto.
TÔ FELIZ! Pense!
Sobre o gramado, ele ainda passa por um processo de compactação que ainda durará quase dois meses. Mesmo assim, pra quem foi ao jogo, há de perguntar: E ainda tem como melhorar? Realmente o tapete tava muito bonito hoje, e a bola rodou com perfeição (diferente do jogo com o Central onde ele ainda apresentava algumas – poucas, é verdade – mas algumas pequenas falhas.
As cadeiras pretas já quase completas e as vermelhas já com algumas novas.
A pintura linda, outras áreas do estádio pintadas como as colunas por detrás do setor de cadeiras. Os gramados dos canteiros no entorno do campo já quase totalmente com a grama verdinha.
Ou seja, o trabalho continua e aguardo ansiosamente os novos bancos de reserva e o placar eletrônico, que ainda não chegou no Arruda porque FBC não quer qualquer placarzinho, não. FBC só quer o melhor, que por isso demanda mais tempo pra viabilizar um patrocínio já que se trata de bem de alto valor (algo entre 1,5 e 2 milhões de reais).
Domingo, realmente acredito em 50 mil torcedores no Arruda.
Redenção? rendenção foi esse 7×1 no Serrano hoje. E seria mais se o apitador servil da FPF não fosse tão obediente.
Eu estava lá e vi a melhor partida do Santa nos últimos 2 anos pelo menos.
É bom lembrar que o Salgueiro estava a 4 jogos invictos, que só perdeu de Porto, Barbie e Coisa. E da Barbie foi de 1×0 com gol de penalty aos 46 do segundo tempo. Da coisa, perdeu depois de ter 2 atletas expulsos, um ainda nos 30 primeiros minutos do primeiro tempo.
Se o jogo foi fácil, mérito do Santa. E também é bom lembrar que o Serrano terminou o jogo com os 11 jogadores em campo, diferente do jogo da coisa de hoje, onde o Cabense terminou com um jogador a menos, além de ter tido penalty não marcado, e uma série de “erros” do rubronegro Ricardo Tavares, o que gerou muito protesto do time da Cabense.
Sobre o time, voltou a mostrar uma grande evolução. E hoje conseguiu criar principalmente pela boa participação de Gobatto e, pasmem, Parral, além de Pedro Henrique no segundo tempo.
Por sinal, quando Parral faz sua melhor apresentação, eis que o canalha de preto mete um cartão amarelo totalmente dirigido para favorecer a coisa.
Além desses citados acima, os destaques vão para Marcelo Ramos, que por incrível que pareça ainda perdeu dois gols feitos (mas isso foi pra gastar sua cota de erros e deixar pra domingo só bola na rede), e Thiago Matias, que tá jogando muito. Quem ainda não convenceu foi Vagner, que erra muito passe, e Zuba nas saídas de bola. Roger também entrou bem na partida e deixou boa impressão.
Sandro e Leandro Camilo foram bem, mas não tiveram muito trabalho, Anderson é melhor do que Vagner e Juca foi pior do que Parral, não é nenhuma “bala que matou odete”, mas é melhor do que Adilson.
Bittencourt mostrou mais uma vez que sabe ler o jogo e mexer no time. Mesmo num jogo tornado fácil, soube colocar um jogador de mais velocidade para facilitar nos contrataques (Pedro Henrique) no lugar de um jogador mais pesadão (Marcio). Depois soube a hora de ir pra cima fazer saldo, quando percebeu que a vitória tava garantida e colocou Roger tirando Sandro, tornando o time mais ofensivo (o Santa ganhava por 4×1 aos 20 de segundo tempo). Normalmente o time ficava cozinhando por ali, que “4×1 tá bom demais”. Mas Marcio ousou e metemos mais 3.
Quem assistiu o jogo na minha frente foi Bilica. No final, perguntei se ele jogava de lateral direito e ele disse que sim.
Por mim, essa seria a minha única mudança. Mesmo Pedro Henrique, que pra tem que ser titular, pro jogo com a Coisa eu ainda não botava de frente pra que o Santa entre com um time bem forte e depois, num segundo tempo, aí sim ele entra pra incendiar.
Ou então, caso nós percamos Gobatto (sinceramente eu não acredito, seria discaramento demais) no TJD, Pedro Henrique entra na meia fazendo o papel de Gobatto.
TÔ FELIZ! Pense!
Sobre o gramado, ele ainda passa por um processo de compactação que ainda durará quase dois meses. Mesmo assim, pra quem foi ao jogo, há de perguntar: E ainda tem como melhorar? Realmente o tapete tava muito bonito hoje, e a bola rodou com perfeição (diferente do jogo com o Central onde ele ainda apresentava algumas – poucas, é verdade – mas algumas pequenas falhas.
As cadeiras pretas já quase completas e as vermelhas já com algumas novas.
A pintura linda, outras áreas do estádio pintadas como as colunas por detrás do setor de cadeiras. Os gramados dos canteiros no entorno do campo já quase totalmente com a grama verdinha.
Ou seja, o trabalho continua e aguardo ansiosamente os novos bancos de reserva e o placar eletrônico, que ainda não chegou no Arruda porque FBC não quer qualquer placarzinho, não. FBC só quer o melhor, que por isso demanda mais tempo pra viabilizar um patrocínio já que se trata de bem de alto valor (algo entre 1,5 e 2 milhões de reais).
Domingo, realmente acredito em 50 mil torcedores no Arruda.
Domingo, é hora:
1) do coração,
DA RESSURREIÇAO
2) do suor,
3) da paixão,
4) da garra,
5) do amor,
6) da entrega,
7) do apoio,
Cantar sem parar! Mostrar força da torcida mais apaixonada do Brasil.
Laia, Laia, Laia, Laia, O Santa me deixa doidão!
Laia, Laia, Laia, Laia, O Santa me deixa doidão!
Amigo Fred, belo texto. Parabens.
SAN7A
SAN7A
SAN7A O CACETE NA CADELA, QUE DOMINGO O CABAÇO VOA,
NO ARRUDA HALL.
Já tinha cantado a pedra de Claudio Mercante e Patrício Souza no sorteio, só não sabia que estavam indo 3, onde o terceiro indicado foi Emerson Sobral.
O melhor sem dúvidas é Patrício Souza, pois é um cara sério, embora suscetível, como qualquer outro por lá, às pressões existentes pró-coisa.
O pior é o rubronegro Claudio Mercante.
Emerson não é tão ruim, mas falha muito e torna o jogo arriscado, pois normalmente só se era contra o Santinha.
Claudio Mercante? Nos arrombamos!
Precisamos fazer todo tipo de pressão pra esse cara não nos roubar.
Mas precisa ser pressão mesmo, coisa de home, não é de menino, não.
Precisamos deixar de tanta passividade em relação ao “tratamento diferenciado” que a arbitragem de pernambuco nos dá.
Eu me lembro que teve uma vez que Cláudio Mercantil fabricou um empate conra a coisa, matando TODAS AS JOGADAS do Santa Cruz naquele clássico, marcando faltas de ataque na entrada da área da coisa.
Ôxe! Deixa ele marcar as faltas na entrada da área, tem Sandro pra bater, hehehehe…
Fabiano, a melhor forma de pressionar o árbitro é diretoria
do Santa bota a boca no trombone e detonar ele antes do jogo
em toda entrevista deram sempre cutucar a arbitragem, cantar
bola antes, falando que é torcedor declarado da coisa,jogar
parte da opinião pública contra ele, para no dia do jogo ele
se sentir na obrigação de provar o contrario, este sistema
o São Paulo usa muito bem aqui em sampa.Se ainda assim não
ele nos roubar, pede pro pessoal da inferno coral fazer um
carinho nele.
Saudações Corais.
O craudemir, ô nome infeliz da gota!, nao sabe de nada. Provavemente nao sabe quem é Capiba também.
Finalmnente um clássico, um épico pernambucano a altura entre Santa e Sport.
Acho q estamos de volta… o Santa foi muito bem em campo confirmando as boas atuações do time ultimamente. O glorioso Arruda estava lindo como nos velhos tempos, o gramado impecável! E o valoroso time coral merecia sem dúvidas a vitória. Mas clássico é clássico e demos nosso recado… vamos nos levantar e segurem-nos quem puder!
Saudações finais a Nação Tricolor!!!