O golpe dentro do golpe

Nota do autor:
Aproveitando a deixa de Dimas, no texto anterior, vou tentar aqui explicar sob que circunstâncias findou-se o Nordestão, e como surgiu o atual sistema de divisão de cotas do futebol brasileiro. Parte do texto foi adaptada de uma grande reportagem que fiz como projeto de conclusão de curso de Comunicação Social. Artur Perrusi foi da banca, quer dizer, do Lobby que me aprovou e deve lembrar algo.

Em uma entrevista recente, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Melo afirmou que o golpe militar foi um mal necessário. Cabe aqui um primeiro parêntese, como é possível um “guardião da constituição” defender um golpe militar contra um governo constitucionalmente legítimo? Fecha parênteses. Bem, parafraseando o douto juiz, sou obrigado a afirmar que a formação do clube dos 13 e, conseqüentemente, a disputa da Copa União também foram um mal necessário.

Naquele momento, vale lembrar, o campeonato brasileiro era uma verdadeira casa de mãe Joana. Não havia critérios desportivos claros para definir sequer o número de clubes participantes, por exemplo. Havia, sim, o critério político. Quem nunca escutou – ou leu – a expressão: “aonde a Arena vai mal, uma equipe no nacional”? Em resumo, o campeonato brasileiro de futebol desde a sua criação foi utilizado, sobretudo, como instrumento de troca de favores dos dirigentes de turno.

A verdade é que o Campeonato Brasileiro era uma bagunça extremamente deficitária. Era preciso uma mudança radical em nome da sobrevivência dos próprios clubes. Tenho dúvidas se a intenção realmente foi essa, mas foi nesse contexto que nasceu o clube dos 13. A ruptura proposta pela entidade era fundamental naquele momento. O resto da história a gente já conhece. A ruptura foi um faz de conta, a CBF seguiu mandando, aumentou disparidade financeira entre os clubes, sendo os grandes sempre beneficiados, etc., etc., etc.

O importante, entretanto, é que aquele momento significou a primeira vez em que os clubes brasileiros tentaram formar uma liga independente da CBF.

Alguns anos depois, as ligas voltaram à moda. Basicamente após o sucesso da Liga do Nordeste, até hoje o campeonato mais organizado e rentável que existiu neste país. A propósito, não confundir o Campeonato com a Copa do Nordeste. O que me refiro como modelo foi disputado apenas em duas edições, nos anos 2001 e 2002 e o Bahia ganhou ambas.

Só para refrescar a memória, a Associação de Clubes de Futebol do Nordeste foi a primeira liga de clubes independente a organizar um campeonato oficial no Brasil. A reboque da Liga do Nordeste, e do Campeonato do Nordeste, outras ligas e, obviamente outros campeonatos, começaram a pipocar. O Rio-SP e o Sul-Minas são os exemplos mais importantes.

Ah! Já ia esquecendo de dizer que nenhum presidente de federação ficou a favor do Campeonato do Nordeste, pois, com a nova competição, os estaduais perderam importância e, junto com eles, o poder dos presidentes também descia ladeira abaixo.

Corria o ano de 2002, as ligas estavam no auge e, de repente, como um coelho da cartola, surge “o novo calendário do futebol brasileiro”, ou o que eu chamo de golpe dentro do golpe.

Vamos aos fatos.

Eduardo José Farah, que acumulava as presidências da Federação Paulista de Futebol e da Liga Rio-São Paulo, tinha a intenção de, através do poder da Liga e, posteriormente, quem sabe, da criação de uma Liga Nacional, passar a dar as cartas no futebol brasileiro e, conseqüentemente, destronar seu desafeto Ricardo Teixeira. Deixando a CBF responsável apenas pela Seleção.

O presidente da CBF, que nunca foi menino, armou um duro golpe para o seu opositor. Foi o que ficou conhecido à época como “o novo calendário do Futebol Brasileiro”. Em apenas uma canetada, Ricardo Teixeira extinguiu os torneios regionais, estendeu o campeonato brasileiro, que passou a ser disputado por pontos corridos, e “revitalizou” os campeonatos estaduais.

Com essa medida, Teixeira acabou politicamente com Farah, e, por extensão, com todas as ligas, já que os regionais foram extintos. Ao “revitalizar” os estaduais, ele conseguiu o apoio necessário para a sua reeleição. Bem, revitalização não foi exatamente o que aconteceu com os estaduais, que continuaram sendo disputados espremidos entre Janeiro e abril.

O campeonato brasileiro mais longo, aos moldes europeus, sempre foi defendido pela imprensa, sobretudo a do sudeste, assim, além de minar as ligas, ganhar o apoio das federações, ele ainda argumentou que realizou um antigo desejo de toda comunidade esportiva do país. Para deixar claro, eu confesso que sou a favor do atual modelo do campeonato brasileiro.

A Rede Globo, maior investidora do futebol brasileiro, não só apoiou a idéia, como até participou da sua elaboração e, para conseguir o apoio dos clubes, a empresa injetou uma bela grana para os membros do Clube dos 13. Só para se ter uma idéia, times como Flamengo, Vasco, São Paulo e Corinthians ganharam, em 2003, algo em torno de 1,2 milhões de reais por mês. Os primos pobres, como Sport e Vitória receberam uma cota de quase 700 mil reais mensais. As equipes que não faziam parte do clube dos 13 tiveram que recorrer ao famoso “te vira”.

Mais excludente do que isso, impossível.

Por que a Globo, que até hoje é contra o campeonato por pontos corridos, apoiou a proposta da CBF? A resposta é simples: com a exclusão dos regionais, a empresa seguia mandando no futebol brasileiro, mas com uma economia de aproximadamente 100 milhões de reais. Negócio da China!

A título da anedota, vale a lembrança. Paulo Carneiro, Fernando Pessoa e Marcelo Guimarães – à época presidentes de Vitória, Sport e Bahia, respectivamente, clubes fundadores da Liga do Nordeste – eram os maiores defensores do regional. Entretanto, na reunião convocada pelo Clube dos 13, para discutir o novo calendário, tanto Sport quanto Bahia, votaram a favor e o Vitória, pelo menos, se absteve.

É como diz uma piada um tanto quanto sem graça: se um avião lotado de cartolas brasileiros cair, quem se salvará?

Resposta: o futebol.

16 Comentários

  1. Arnildo Ananias de Oliveira
    1

    Eu concordo até com 5 ou mais divisões de Campeonato brasileiro, até com MENOS CLUBE (pra mim o ideal seria 16, o q daria 30 rodadas apenas) pois abriria datas pra volta dos campeonatos regionais e QUEM TIVER COMPETÊNCIA QUE SE ESTABELEÇA. ENTRETANTO, tudo isto DESDE QUE HAJA JUSTIÇA DE DISTRIBUIÇÃO DE COTAS (como ocorre na Inglaterra). Num primeiro momento, o RANKING da CBF me parece o parâmetro MAIS JUSTO.

    Tb sou a favor de jogos de ida-e-volta em todas divisões e não tenho saudades daqueles campeonatos com uma centena de clubes e critérios malucos de classificação da fase ÁUREA da ARENA.

    É o q penso.

    SAUDASANTA

    PS-Antes, porém, acho q caberia um ressarcimento (por via Jurídica) ao SCFC por perdas e danos nesses últimos 20 anos. E suas maiores perdas não foram financeiras mas aquelas intangíveis (perda enorme de títulos e, consequentemente de abnegados) levando, tb, a elevadas perdas financeiras (ausências de grandes patrocínios em consequência do exposto, “sumiço” na mídia nacional, etc, etc).

  2. Belo texto.

    Entretanto em minha humilde opinião, o amigo só não falou que tanto no C13 como na Liga do Nordeste o nosso Santa Cruz estava de fora, por motivo simples dirigentes que não tinham competência para estar no Santa Cruz. E desde desse tempo nossos resultados dentro e fora de campo não são mais os mesmos.
    No tempo da criação do C13 da copa união com modulo amarelo e verde , o Santa estava no melhor modulo, mais os nossos dirigentes deixaram o Sport entrar em nosso lugar. Grandes Presidentes tivemos.
    Depois na Liga do Nordeste eu trabalahva e morava em Salvador – BA e todas as rádios de lá não entendiam porque o Santa Cruz com a força da torcida ficou de fora da criação pois lembro bem que os 4 clubs de melhor tradição do Nordeste foram convidados por Paulo Carneiro, no tempo presidente do vitória para fazer parte e ser fundador da liga e desta forma ter mais benefícios que os outros os times eram ( Bahia , vitória, Santa Cruz e Sport ) e quem ficou de fora mais uma vez ? o Santa Cruz .
    Amigos, hoje estamos pagando o preço das decisões de presidentes amadores e digo entre os clubs do Nordeste talvezno passado tivemos os preisdentes mais amadores.
    Este ano escrevi neste Blog que considero de grande valia para o Santa Cruz, que o Santa deveria voltar com a Liga do Nordeste e se possivel em situação de comando para entender e pegar a melhor fatia do bolo.
    Entretanto observo os diretores do Rio Grande do Norte comandando a Liga, e hora de abrir os olhos para não perder espaço para times menores.
    Um ponto a Observar a Liga esta garantida por três anos e nestes três anos não estaresmos na serie A logo a Liga será a salvação financeira para o Santa Cruz e também temos obrigação de ser campeão desta liga para levantar o Santa em nivel Nordeste e Brasileiro.

    Obrigado e desculpe-me a franqueza.
    sou torcedor apaixonado pelo Santa Cruz e quero ver o meu time crescer e voltar ao seu lugar, sei que leva tempo mais acredito que este ano vamos sair desta maldita serie D.

  3. Bosquímano
    3

    Gilberto,

    Antes de qualquer coisa, não é preciso dizer que os nossos (ex?) dirigentes são figurinhas complicadas. Que fomos pessimamente administrados nos últimos trita anos. Eu mesmo já disse isso aqui mais de 20 vezes. De qualquer maneira, jogar a culpa por uma estrutura danosa ao futebol brasileiro apenas em nossos dirigentes é injusto.

    Se o Santa estivesse no C13, eu continuaria dizendo que a divisão dos recursos é altamente prejuducial ao futebol brasileiro, embora, como torcedor, estivesse achando uma beleza a coisa fodida.

    A intenção do texto é apenas pontuar algumas questões relativas à distribuição das cotas e como chegamos ao atual modelo de divisão. O que eu defendo, como ideal, é uma mudança de estrutura, não a nossa simples inclusão nessa corja. se eu defendesse outra coisa, estaria sendo hipócrita.

    De qualquer forma, a título de esclarecimento, se não me falha a memória o Santa não foi clube fundador da Associação de Clubes de Futebol do Nordeste, que é o verdadeiro nome da liga criada em 2001. Entretanto, aí eu tenho certeza, o Santa, depois de bater o pé, ganhou o mesmo valor de Náutico, Sport, Bahia e Vitória. Algo em torno de 500 mil reais no primeiro ano e 700 no segundo.

    Quanto ao c 13, o Santa não estava, nem estaria. Ele só foi convidado a jogar a copa união por causa de um arranjo político com a CBF.

  4. Bosquímano
    4

    Ah, já ia esquecendo, concordo contigo sobre o fato do Santa não estar “comandando” o ressurgimento da Liga. Até escrevi isso no texto anterior e fui, aliás, prontamente alertado pelo tricolor Fred Dias que a diretoria estava participanto ativamente das reuniões. Rolou até uma discussão sobre o papel da comunicação do clube por causa disso.

  5. Amigo,
    O que quero mostrar e a falta de estrutura das diretorias que temos, eu entendo o seu texto e quiz mostrar minha opinião que se estivessemos no C13 não estariamos com o pires na não da forma que estamos.
    Sei que o Sport não esta maravilha mais sabemos que eles também não tiveram grandes gestores o que agradeço a Deus todos os dias.
    Entretanto entre estar ou não estar no C13 eu gostaria sim de estar e depois la dentro brigar pelas cotas melhores. e necessario sair de onde estamos ou C13 ou uma liga independente o que não pode ocorrer mais é o que estamos vivendo.
    E relmente na Liga do Nordeste tivemos as mesmas cotas depois de discursão entretatno não entendo porque o Santa não toma a dianteira e sempre o último a chegar e isso que temos que acabar.
    Acredito nas boas intenções de FBC e acredito que a melhor contratação dele foi o Raimundão pois esse conhece os bastidores do futebol , hoje pelo menos temos uma time para não começar do zero como ocorreu em 2008 e 2009.
    Gostaria de ver o nosso santa tomar a inciativa de fazer acantecer.
    hoje em virtude do trabalho mora na cidade de Natal e sempre que posso vou aos jogos do Santa esse ano tive em 4 jogos no arruda.
    Também sou sócio e estou em dia simplesmente pelo amor ou loucura pelo Santa.

    Um abraço.

  6. Hélio Mattos
    6

    Continuo com a frase do Dimas na cabeça:
    “o brioso, mas utópico e ingênuo princípio do esporte, onde o importante é competir.”

    Acho que não podemos ficar com pudores relativos à uma possível inclusão na corja.
    Concordo com o Gilberto e o Insatisfeito de que podemos sim, pleitear condições mais justas para todos, na hora em que estivermos dentro.
    E sei que tem tudo para ser uma missão impossível pois, assim como xport e outros tantos, estaríamos inicialmente mais na função de servir cafezinho do que propriamente discutir as questões relevantes.
    Mas uma caminhada começa com o primeiro passo, não é?
    E missão impossível é aquela que se desiste de tentar.
    Pois no mais, do jeito que está, aqui de fora só nos resta rezar, apelar para a providência divina.

  7. Bosquímano
    7

    Eu até defendo, como único meio de sobrevivência, a nossa entrada no C13. Agora, joguemos fora todo o discurso de melhoria do futebol e tal. Vamos entrar (se isso acontecer, claro!) pra tentar pegar uma migalha um pouco maior do bolo e priu! O resto ao resto.

    Podemos pleitear condições mais justa pra todos? podemos. Todos podemos! Porém, é muito mais utópico e ingênuo achar que vamos conseguir algo negociando na corja. Se por acaso a proposta de 40 clubes vingar e nós formos 1 deles, seremos nada mais nada menos que os primos miseraveis dos primos pobres. o resto é balela.

    A propósito, por critério de mérito há 60 clubes no país que merecem ganhar mais dinheiro que o Santa. Os 20 da A, os 20 da B e os 20 da C.

  8. Concordo e por isso que temos que subir esse ano para srie C e depois para serie B , onde teremos mais dinheiro e depois tentar uma serie A com time competende e forte e não para subir e descer.
    Proposta mais sócio e melhor preço do ingresso para o Santa pagar suas contas em dia .
    Se não temos cota de TV na serie D.
    Só temos renda dos jogos, sócios e patrocinadores.
    E muitas dividas dos grandes ex-presidentes.
    Logo amigos e hora de lutar e lutar.
    Hoje temos uma melhor basa que o ano passado e vamos subir .
    Os clubes não vam se unir contra a CBF ou contra o C13 quem tiver dentro vai estar melhor que quem estar fora e depois lutar para crescer com titulos como liga do nordeste, Copa do Brasil, Serie D Serie C , Serie B e começar a fazer boas campanhas na serie A para poder realmente tentar um titulo na serie A.
    Esse e o melhor caminho no momento e se os clubs do nordeste se revoltar nada inpede o Santa de entrar no barco.
    Um abraço.

  9. Fábio Belmino
    9

    O Departamento Jurídico do Santa Cruz conseguiu liberar, momentaneamente, 60% do dinheiro referente à premiação do clube por ter chegado até as oitavas de final da Copa do Brasil. Assim, os corais poderão utilizar R$ 132 mil dos R$ 220 mil ganhos ao desclassificar América/AM e Botafogo. A verba estava retida pelo Banco Central por causa de cinco negociações de jogadores realizadas de forma irregular para fora do País em 2003.

    Perguntas:

    1-A auditoria realizada pela gestão FBC serviu para quê?2- Os responsáveis por esse rombo em 2003 não serão processados pelo clube?
    3- O caso do irmão de um ex-presidente não será questionado pelo clube e processar o dirigente da época?

    Quem é complacente com atos ílicitos também tem culpa.

  10. André Tricolor Virtual
    10

    Caro “Fábio Belmino”,

    O grande problema da auditoria realizada no início da Gestão FBC, foi justamente a falta de documentos, de registros e outros documentos provenientes de negociatas obscuras e sem vestígios!Inclusive, muitas das dívidas eram consideradas ‘flutuantes’ !!!

    “Bosquímano” … Muito bom o texto! Se estamos olhando de forma melhor para dentro do Clube, é necessário nesse momento ‘olhar ao redor’, enxergar crescimento e prestígio no campeonato regional!

    Como li lá no Blog do Santinha:

    “Minha Copa é a Série D e minha seleção é o SANTA CRUZ”

    Abraços a Todos,

    >>> VIVA SANTINHA !!!!

  11. Hélio Mattos
    11

    É verdade Bosquímano, estamos mais para a faxina da cozinha do que propriamente servir os cafezinhos.

    E é utópico mesmo pensar que, uma vez lá dentro, pleitearíamos condições etc e tal mas, melhor esta utopia do que a de fazermos a revolução sozinhos, de fora do grande bolo que pode se tornar esta nova proposta que, aliás, já melhora um pouco em sí mesmo a condição atual.

  12. Hélio Mattos
    12

    Pois é Belmino, a conclusão da bem intencionada proposta de auditoria no início da gestão FBC, foi a de que não se poderia tirar conclusão nenhuma, devido à total falta de respaldo documental de toda a movimentação físico/financeira do clube desde priscas eras..

    Penso que a tentativa foi uma atitude para se louvar, e não para servir de cabeça de praia para críticas.

    Saudações Corais!

  13. Walter Moura
    13

    O lugar do Santa Cruz é onde estiverem os maiores clubes do Brasil, e sobretudo do Nordeste. Qualquer outra coisa é sacanagem, como vem sendo.
    Quanto ao valor das cotas, sendo uma receita que vem da televisão, o maior critério de mérito deve ser o da maior audiência dos jogos de cada um, portanto o Santa não fica atrás de mais de 20 no Brasil, e olhe lá.
    Não tenho procuração pra defender ninguém, que aliás nem conheço. Mas dizer de quem está trabalhando pelo clube, até prova em contrário de maneira bem intencionada, que “é o maior câncer”, é forte.
    É o que penso.

  14. Carlos Sampaio
    14

    Eu sou a favor da extinção dos estaduais nordestinos e a criação de um campeonato profissional, com três ou mais divisões, com a participação de todos os clubes da região..

    Sonhar não custa nada.

  15. 1 – Sport, Bahia e Vitoria tinham cota maior no nordestao, por serem fundadores. ou seja, a putaria era a mesma.

    2 – a salvação para os clubes do norte-nordeste (alem da questao do clube dos 13) é ter um campeoanto do norte-nordeste, com 3 divisoes, 15 times em cada, etc… DURANDO A MAIOR PARTE DO ANO E CLASSIFICANDO ALGUNS TIMES PARA FAZEREM O CRUZAMENTO COM O SUL-SUDESTE (ATUALMENTE CHAMADO DE CAMPEONATO BRASILEIRO), para definir o campeao brasileiro.

  16. Bosquímano
    16

    Tricolor de coração,

    As cotas seriam diferentes, mas o Santa e o Náutico bateram o pé e receberam cotas iguais aos fundadores.

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