Cá com meus botões

Arte sobre foto: Dimas Lins
santa-arte

Logo de cara vou dizendo que meus botões não são os mesmos botões de Artur, e são. Aproveito, pero no mucho, a linha de passe entre Artur, Betinho e Chico Buarque para escrever esse texto.

Ao ouvir, essa semana, pela enésima vez o tricolor Chico Buarque – que já deve estar rouco – repetir a história do dia em que jogou com seus botões, pensei no Santa Cruz. A primeira pergunta que me veio à cabeça foi: quem foram os meus botões? Depois, quem são os nossos botões? A resposta da primeira já foi antecipada nos comentários do texto anterior. Tive botões com tudo que é nome, os únicos fixos eram os goleiros Luis Neto e Birigui. Jogavam os dois. É a minha contra-máxima, se craque joga até no gol, goleiro craque joga até na linha.

O pero no mucho veio na terça passada, depois da sagrada pelada semanal. No caminho de volta pra casa, o papo comigo é sempre o mesmo. Toda semana aparece um novo interlocutor futebolístico. A primeira pergunta sempre é a mesma, de qual equipe é a minha camisa. Alguns confundem com a do São Paulo, nos dias em que vou com a branca. Repito sem cansar, e quase cansado, a mesma história. Começo explicando que o time se chama Santa Cruz. Diante da própria ignorância, me perguntam se está na primeira divisão. Resignado, respondo que estamos na série d. Eles então concluem que é uma equipe de pueblecito, que é como os espanhóis chamam as pequenas cidades. Respondo que não, que é de uma cidade gigante e caótica, se comparada às cidades espanholas. Ganho fôlego, falo um pouco sobre Recife e volto ao Santa Cruz. Digo que é um clube tradicional, que durante muitos anos era um dos mais temidos do Brasil. Eles estranham, não entendem. Comento das gestões passadas e sigo dizendo que temos um estádio para 100 mil pessoas e que, mesmo na série d, temos uma média de 30 mil pessoas por partida. Digo que nossa Torcida é melhor e mais apaixonada que a do Boca e a do Liverpool juntas. Então dou o golpe final:

– O Santa Cruz é a equipe de Rivaldo.

– Siiiiii???!!! Perguntam-me incrédulos.

– Sim, de Rivaldo. Confirmo. Digo até que tenho uma camisa que foi de Rivaldo, de uma de suas primeiras partidas como profissional. Bem, ainda não tenho a camisa, nº 14 (citar um número sempre da mais credibilidade à mentira), mas já me prometeram.

O danado é que cito Rivaldo com mais tristeza do que glórias. Ainda que seja tricolor declarado, o craque de Paulista não é, nem nunca foi, ídolo do Santa Cruz. Muito pelo contrário. Rivaldo é ídolo no Palmeiras, no Barcelona e no Mogi-Mirim. No Santinha desgraçadamente não é!

Esse é o problema, amigos. O poeta e agora sambista Artur Perrusi disse bem: “faz tempo que jogador do Santinha não merece ser um jogador de botão”. Nesse negócio chamado futebol, uma camisa não se mantém sozinha. É necessário alguém que a vista e faça com que as gerações futuras (ou passadas) sonhem em vestir a mesma camisa, no mesmo palco. É fundamental um herói, seja ele craque, ou não.

Quando o Vasco aposentou a camisa 11, de Romário, perguntaram pra Zico se ele estava de acordo com esse tipo de homenagem. Ele respondeu que não. Disse que, quando menino, seu grande sonho era vestir a camisa 10 do Flamengo, que era de Dida. Quantos garotos não sonharam em vestir a 10 de Zico depois? E quantos não viraram flamenguistas pelo mesmo motivo. Para ele, a maior homenagem que se pode prestar a um ídolo é saber que uma criança sonha em vestir a camisa que foi sua.

Durante a copa de 2006, o bravo zagueiro Cris, do Lyon, cometeu o erro de perguntar ao seu filho de 8 anos se ele queria uma camisa sua. O moleque respondeu na bucha: “sua não, quero uma do Ronaldinho”. Ao pai, jogador de copa do mundo, restou a resignação. Ele sabia que o artista era outro.

Chico Buarque em uma entrevista perguntou a Pelé que jogador ele era quando sonhava que era jogador de futebol. O Chico explicou sua dúvida assim: “eu quando sonho que sou jogador de futebol, sonho que sou você; nos meus sonhos eu sou Pelé.” Não lembro a resposta do rei. Eu, quando sonho que sou jogador de futebol, sonho que sou uma mistura de Pelé, Garrincha, Maradona, Zico, Sócrates, Romário, Zidane, Rivaldo… Tenho as melhores características de cada um deles, jogo pelo Santa Cruz e não me vendo nem a pau!

Sinto pena de mim mesmo.

O Santa Cruz, que já foi o Santa Cruz de Nunes, de Ramón, de Betinho, de Givanildo, de Mazinho e de Fumanchu (se um dia tiver um filho, ele se chamará Fumanchu); de Aníbal, Aldemar e Jorginho; de Tará, de Pitota; de Luis Neto e Birigui; de Marlon e de tantos outros, e que nunca foi o Santa Cruz de Rivaldo, hoje é apenas o Santa Cruz da torcida. Nosso maior ídolo somos nós mesmos. Mesmo que a nossa torcida seja maravilhosa, a mais fiel ou a mais apaixonada, ainda é pouco. Algo está errado, muito errado. Nossa torcida, igual aos nossos ídolos, está cada vez mais envelhecida.

Precisamos urgentemente de novos jogadores de botão para vestir nossa camisa. Nem que sejam jogadores de botão de Playstation.

16 Comentários

  1. Fabiano Pinheiro
    1

    Maravilha de artigo, Bosquímano! muito bem escrito.
    Parabéns!

  2. O texto de Bosco vem na linha saudosista e preocupada iniciado por mim, no artigo Olhos fechados e continuado por Artur em Não perca um botão!.

    A saudade justifica a preocupação, pois é o reconhecimento de apequenamento que sofremos ao longo do tempo. Se tudo corresse bem, provavelmente, não nos interessaríamos pela política do clube e talvez nem existisse Torcedor Coral e Blog do Santinha.

    Saudade assim pode ser traduzida nas palavras de Zeca Baleiro:

    “A saudade é Brigit Bardout acenando com a mão num filme muito antigo”.

    Saudações corais,

    Dimas Lins

  3. Fred Esaú
    3

    Gostei muito do texto.

  4. Victor Montenegro
    4

    Creio que a palavra “herói/ídolo” – tratando-se de Santa Cruz – ganha um sentido mais além: Subjetivo. Pois, em nossa lucidez, sabemos que esses craques de bola, que criam um vínculo eterno com a torcida, virão com um tempo. À medida que o clube se reestrutura e ganha ares ‘profissionalescos’.

    Então, porque subjetivo?
    Em minha opinião, ter ídolos no Santa representa, acima de tudo, a história que há dentro do dele. E qual foi o último herói do clube? Há um espaço, um vazio, do último ídolo até o momento atual. É como se o Santinha apenas estivesse sobrevivendo (o que é diferente de existir) nesses anos em que passaram sem um craque daqueles. O surgimento de um novo ídolo traz um sentimento de imortalidade do momento (estranho, né?), ou seja, traz à torcida o sentimento de presenciar a história do clube!

  5. Victor Montenegro
    5

    Não que o dirigente cabeção não faça parte da história do clube. Mas o que quis dizer, acho vocês entenderão. E espero muito poder presenciar as novas histórias gloriosas do clube, por isso, domingo estarei no mundão.

  6. reci da silva santos
    6

    Sei que para muitos o Wilton, um ponta direita do mais querido, no início dos anos 1970, e extremamente habilidoso, não significa grande coisa. Contudo, para mim era o “cara”, aquele em que me espelhava para sair diblando nas peladas, para atormentar os barbyes da época, os adversários de então, afinal a coisa … epa, ora, coisa vá tomar no …, era apenas o Leão XII. Tinha lugar certo no meu time de botão, embora houvesse botões melhores, apenas por ser o Wilton. Ainda lembro com saudade dos dibles que ele dava no Drailton, um negão gigantesco, que de meio campista botaram na lateral esquerda da barbye apenas para ser massacrado. O coitado era o chamado “boi de piranha” do clássico. Wilton sedimentou ainda com mais sabor meu amor ao Santa Cruz e devo a ele grandes alegrias.

  7. André Tricolor Virtual
    7

    “Bosquímano” ,

    Acredito que estejamos muito mais EXIGENTES do que como antigamente, até porque a ALEGRIA existia em vê apenas a camisa do Santa em campo … Hoje é um amontoado de jogador que amanhã já estão indo embora e esquecidos com o tempo (temos muitos motivos pra esquecer de ‘saci’, ‘creedence’, ‘ribinha’, aliás ‘ribamar’) entre outros né … Fica difícil realmente, como é difícil para uma torcida passar tanto tempo sem ganhar um mísero título estadual, como fica difícil aos torcedores ter que acompanhar uma Série D, e aí que ‘herói’ pretende aparecer nessa hora?

    *** LEMBRO que ano passado fui com a Caravana de Dani para Juazeiro do Norte/CE para acompanhar Santa x Icasa, foi uma viagem longa (mais de 24 horas na estrada ida e volta), sem dormir direito, sem comer direito, um calor desgramado, e quando apontou o ônibus Coral nos arredores do estádio corremos feito loucos para acessar aos jogadores e o incrível é que FOMOS IGNORADOS, nem mesmo um ‘xauzinho’ tímido foi visto, procurávamos alí um ídolo, mas não tinha, o herói não existir e aí, para piorar, nem vencemos o jogo, pois nem sequer tinha um jogador que tivesse visto um pouco mais de 100 torcedores Corais presentes no estádio, vibrando e esperançosos de uma vitória que poderia até nos livrar da ‘queda’ …

    Agora restou apenas meus amigos do Blog como ÍDOLOS do SANTA CRUZ!

  8. André Tricolor Virtual
    8

    Correção: onde tem ‘acessar’ ler-se: ‘ACENAR’ !!!

  9. André Tricolor Virtual
    9

    Outra correção: onde tem ‘herói não existir’ ler-se: ‘HERÓI NÃO EXISTIA’

    Preciso elaborar meus comentários como “Ducaldo” faz, pelo ‘word’ e depois ‘colar’ no Blog sem os erros! (rsrsr)

    Abraços a Todos !!!

    >>> VIVA SANTINHA !!!!

  10. Muito bom o texto.

    Concordo com as constatações de Bosquímano. Por outro lado, cá fiquei tentando lembrar os ídolos dos torcedores dos clubes brasileiros (não digo “outros” porque, como se sabe, times e clubes são o resto, o Santa Cruz nunca pôde nem nunca poderá ser resumido de maneira tão mundana). Há algum? Claro, há bons jogadores atuando em diversos clubes — hoje. Mas, e no próximo campeonato? Que camisas eles vestirão?

    Exemplo mais acabado disso é a coisa mais parecida que tivemos a um proto-ídolo nos últimos anos, aquele babaca que hoje veste — novamente — a camisa cor-de-rosa.

    E isso tudo me fez lembrar de um comentário de uma prima sobre o meu irmão mais novo, há muito tempo, quando ele ainda tinha seus 10 e poucos aninhos:

    — Esse teu irmão é uma figura, ele não torce pro Santa Cruz não. Ele torce pra Torcida do Santa Cruz e pro Arruda.

    Naquele dia achei graça. Hoje reconheço que aquele comentário já era sintomático.

    Anyway, digressões à parte, domingo é pau na Barbie, com ou sem saudade.

  11. A ausência de um ídolo, não é apenas um “privilégio” do Santa Cruz, é algo reproduzido em 99% dos clubes Brasileiros.
    Os ídolos antigamente, quase sempre eram os craques do time, quando não; Era alguém que personificava a raça e o amor da torcida dentro do campo.
    Assim foi Zé do Carmo no Santa, Biro Biro no Corinthians, Rondinelli no Flamengo, Batista no Inter, Doval no Fluminense. Recentemente o esforçado Galeano foi alçado a condição de membro na galeria de ídolos do Palmeiras. Deve ter sido pelos carrinhos,porradas e empurrões, exibidos ao longo de sua longa carreira, contra os adversários.
    O Curioso é que meu grande ídolo do Santa, foi um atleta nesta linha. Um lateral direito, hoje pouco lembrado, quase desconhecido pelos torcedores, que jogou no Santa no final dos anos 70 e início de 80. Celso Augusto, que pela raça, eu nas minhas clássicas peladas de colegial, dizia que era ele.
    PS. Reci, me lembro perfeitamente deste ponta chamado Wilton, veio me parece do Palmeiras, para substituir Betinho. Era habilidosíssimo, craque de bola, meio barbudo, depois jogou no Fluminense, e no Naubarbie.

  12. Fábio Belmino
    12

    Muito boa a trilogia de textos.

    desviando o assunto e como perguntar não ofende:

    Será que os dorigentes dos clubes pernambucanos, inclusive O Glorioso, tem o rabo preso com a FPF?

    particularmente acredito que sim e que muita sujeira rola nesses bastidores.

  13. “A ausência de um ídolo, não é apenas um “privilégio” do Santa Cruz, é algo reproduzido em 99% dos clubes Brasileiros.”

    Concordo inteiramente. Aliás, nos comentários ao texto anterior, postei algo nessa linha de raciocínio.

    E não faltam apenas “ídolos”. Até jogadores de qualidade razoável estão rareando.

    É muito bom recordar esquadrões e craques que fazem parte da nossa história, mas, o nosso presente é outro. Tão cedo teremos algum jogador digno de virar “botão” e não podemos exigir isso da direção do clube.

    Espero que sejam corrigidos os erros – menores do que os acertos, diga-se de passagem – e formada uma equipe capaz de ganhar a série D.

    E não vai ser um trabalho fácil, pois todos os jogadores esperam até o último momento para conseguir uma vaguinha nas outras divisões. Dinheiro, que o Santa não tem sobrando, é condição necessária, mas não suficiente, para atrair os boleiros. Vide o caso Ramon.

    Antes de me atirarem as pedras – ou os botões – das nossas tradições, pesquisem os elencos dos times que subiram da “c” para a “B”, dos demais clubes da série B e os mais fracos da série A – a mediocridade impera.*

    Significa dizer que teremos trabalho para evitar a saída dos melhores do grupo atual e, caso formemos uma equipe boa o suficiente para ascender à série C, vai ser uma luta para não perder jogador durante a disputa da “quartona” – tendo em vista que o regulamento permite as transferências até as rodadas finais de todas as divisões.

    Para nossa sorte, os demais times atingidos pela “De-evolution”** terão tanta ou mais dificuldade para montar e manter os respectivos elencos.

    Bora ver.

    *M. Mexerica (35 anos) vai disputar a série B pela P. Preta.
    Sérgio Alves (38 anos) série B pelo Ceará.
    Kuki (960 anos) série A pela Barbie.
    Ramon (37) série A pelo Vitória.
    E por aí vai……

    **Teoria criada pela banda americana Devo.

  14. Tegiversei e não falei a respeito do ótimo texto de Bosquímano.

    Bosquímano,infelizmente, tão cedo teremos jogador de “botão” vestindo o sagrado manto tricolor. Até por que, como bem lembrou o Jânio, tal artigo está em falta no Brasil todo.

    Qualquer um que faz meia dúzia de embaixadinhas e uns três gols vai pro exterior. As vezes nem isso – os caras saem sem que a gente tenha o direito de ver uma mísera jogada como profissional.

  15. Bosquímano
    15

    Ducaldo e Janio, é claro que nem tao cedo teremos esse jogador. A propósito, no Brasil, só lembro de três jogadores que mereçam ser jogadores de botao de suas equipes. Os goleiros Marcos e Rogério Ceni e kuki.

    Outro dia senti uma inveja danada ao ver uma entrevista de Messi falando sobre sua especulada (pela crônica madrinista, Marca e As) contrataçao pelo Real madrid na róxima temporada. O pibe disse tranquilamente que há coisas que o dinheiro nao compra. Claro, claro, ele já é muito bem pago pelo Barça…

    André, acho que antigamente as pessoas nao se alegravam apenas pela camisa. A alegria vinha em boa parte por causa de quem a vestia.

    Reci, como sou mais novo, nao conhecia o Wilton. Vou procurar informaçoes. hehe

    Victor, é mais ou menos isso mesmo.

    Thiago, entao cometi um erro. Somos o Santa Cruz da torcida e do Arruda. hehe

    Diminhas, certeiro, como sempre.

  16. “Wilton Cezar Xavier, o Wilton, autor de um gol de mão (e impedido) no Fla-Flu do dia 13 de outubro de 1968, no Maracanã, mora hoje em Volta Redonda-RJ. Já treinou o time da cidade várias vezes, conquistando cinco títulos.

    Pai de quatro filhos e cinco netos, Wilton (atualmente Wiltinho) começou a carreira no Fluminense em 1965, onde permaneceu por dez anos. Depois, jogou no seguintes times: São Paulo, Santa Cruz, Coritiba, Vitória, Blizard Toronto (Canada), Náutico, Leônico-BA e Galícia – BA. Terminou a carreira em 1983, aos 36 anos.”

    Retirado do site do Milton Neves. Embora já tenha enconttrado erros grosseiros na mencionada página, no caso de Wilton há várias fotos para comprovar.

    Aliás, um dos erros grosseiros é a omissão da passagem de Wilson Carrasco pelo Santa Cruz, onde ele formou juntamente com Givanildo e Betinho, em 1978, um dos maiores meio de campo que vi jogar no nosso clube.

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