História, Parte II – A Nova Queda da Bastilha

Queda da Bastilha inicia a Revolução Francesa
Para facilitar o estudo da história do homem, os livros dividem os períodos em razão dos marcos ou eventos que, em parte, representam geralmente nascimentos e declínios de sociedades ou mudança de comportamento e nos ajudam a compreender a evolução humana. De acordo com os livros, a história geral é dividida entre os seguintes períodos: a Pré-História, a Idade Antiga, a Idade Média, a Idade Moderna e a Idade Contemporânea.

De acordo com o site Brasil Escola, a História se devide nas seguintes fases, de acordo com os acontecimentos e os fatos que marcaram cada ciclo:

A Pré-História representa a origem do homem, o criacionismo, evolucionismo, o paleolítico ou idade da pedra lascada, o neolítico ou idade da pedra polida e a idade dos metais, quando o homem substituiu a pedra pela metalurgia.

A Idade Antiga representa as civilizações da antiguidade como o Egito, a Grécia antiga, a Mesopotâmia, os persas, a guerra de Tróia, a guerra do Peloponeso, o Império Romano, Espartas, Atenas, os bárbaros e os fenícios.

A Idade Média representa as sociedades medievais, como o império bizantino, as invasões bárbaras, o feudalismo, as cruzadas, as crises do sistema feudal, do Império Romano, maias, incas e astecas, a guerra dos cem anos e as revoltas camponesas.

A Idade Moderna representa as sociedades modernas, como a passagem do feudalismo para o capitalismo, as monarquias nacionais, o renascimento cultural, mercantilismo, o estado absolutista, a revolução inglesa, a revolução industrial, o iluminismo, o despotismo esclarecido, a independência dos Estados Unidos, a reforma protestante, a reforma da igreja católica ou contra-reforma.

A Idade Contemporânea representa as sociedades contemporâneas, a revolução francesa, a independência das colônias latino-americanas, as revoluções liberais, o socialismo, a unificação da Itália, da Alemanha, a primeira guerra mundial, a revolução russa, o fascismo, o nazismo, a crise de 1929, a segunda guerra mundial, a ONU, os blocos econômicos, a revolução chinesa, a revolução cubana, a crise do petróleo, o fim da União Soviética e a doutrina Keynesiana.

A essa altura, o leitor deve estar se perguntando por que estou escrevendo este texto, o que pretendo afinal, se nem historiador eu sou e o quê isto tem a ver com futebol ou com o mais querido, com o nosso Santa Cruz. Explico-me.

A história é divida em fase e a passagem dessas fases é marcada por eventos ou conjunto de eventos que caracterizam a transição de um período a outro, como o nascimento e a queda de uma ou mais civilização. Pois bem, meus amigos. Acredito que no dia primeiro de dezembro, após a eleição do novo presidente do Santa Cruz, nós atravessamos uma dessas fases. É chegada ao fim a Idade Contemporânea e se tem início a Idade Coral.

Nós fizemos história. Nós fomos responsáveis pela queda de uma nova Bastilha, pela destituição democrática de um déspota, um monarca, um imperador, um tirano, um opressor. Fizemos mais do que isso. Voltamos para casa. Derrubamos um império e renascemos como uma nova civilização: a civilização Coral. Demos um grito de independência, sem mortes. Nosso gesto traz conseqüências incalculáveis ao nosso querido Santa Cruz Futebol Clube. Nosso gesto traz, antes de tudo, paz. Nosso gesto representa o fim da falta de transparência, da obscuridade, da opressão, da ditadura e da truculência. Mostramos o que a indignação de uma nação é capaz de fazer. Fizemos uma revolução sem armas. Mas como toda revolução, não basta derrubar o tirano, temos que reformular nosso estatuto, para evitar que os oportunistas queiram voltar. Precisamos modernizar o clube. Nossa transição é da Idade Média diretamente para Idade Coral. As fases da história, meus amigos, se conhecem pelos eventos e pelos surgimentos e declínios de sociedades. A Idade Coral representa o renascimento da nação coral. Representa o soerguimento do Santa Cruz Futebol Clube. Esta civilização reerguida é mais do que um país, é uma nação republicana. É uma nação que forma as Repúblicas Independentes do Arruda.

Saudações tricolores,

Dimas Lins

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