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Manequinha
Amigos do Blog, uma grande Semana Santa para todos!
Depois do jogo contra o Fortaleza, onde em minha opinião fomos roubados, fiquei com um pensamento me perturbando: o que faltou para que nós ganhássemos um jogo de graça daqueles? Já é o segundo jogo que temos nas mãos jogando fora de casa e terminamos perdendo. E, amigos santacruzenses, isso atrapalha muito.
Logo me veio uma comparação com um grande campeão, chamado Michael Schumacher. O cara foi hepta campeão, e, em alguns de seus títulos, ele não fez uma ultrapassagem difícil sequer durante toda a temporada. Será que isso tira os méritos dele? De jeito nenhum. O mérito estava em ter uma pequena diferença em relação aos outros, durante 5 ou 7 voltas mágicas dentro de uma corrida de 70 voltas, quando os adversários estavam parados trocando pneus e ele colocava mais de 1 segundo por volta e ficava no lugar mais alto do pódio. Nossa Santinha precisa urgentemente começar a ter essas partidas mágicas durante o campeonato, aproveitando os lances capitais em jogos difíceis, como a cabeçada pra fora de Alan, o gol sem goleiro de Carlinhos Paraíba, o chute no ângulo nos minutos finais contra o Ipatinga, e por aí vai. Bastava mais competência (ou sorte, sei lá) em apenas um desses três lances que até minha avó conseguiria fazer o gol, que estaríamos entre os 3 primeiros lugares.
Então, passei a analisar a tabela e acho que consegui entender algo importante: Estamos hoje em 11º lugar, e TODOS, absolutamente TODOS os 10 que estão na nossa frente pontuaram jogando fora de casa. E isso que está fazendo a diferença. Não adianta apenas ser imbatível no Arruda. Isso representa lutar apenas para ficar entre 8º e 12º, o que não adianta de nada. Temos que começar urgente a pontuar fora. Desses 2 jogos que tivemos, em minha opinião, no mínimo tínhamos totais condições de ter pelo menos 3 pontos, o que nos deixaria como LÍDERES isolados.
E, agora começa nossa maratona Paulista. Serão simplesmente 6, isso mesmo, seis jogos seguidos contra equipes de São Paulo. Ou seja, aguardem pedreiras no campo e no apito, afinal, quem manda no futebol são os paulistas. Vamos nos preparar para ter pênalti não marcado, ter pênalti contra que não existiu, impedimento mal dado e tudo que já estamos acostumados. Mas, acima disso, vamos nos preocupar em ser grandes e jogar pra ganhar, vamos nos preparar para não perder gols do jeito que perdemos nos dois jogos fora que passaram. Vamos jogar pra cima quando o jogo for nosso. É melhor uma vitória e duas derrotas do que três empates. Lembrem-se que número de vitórias é o primeiro critério de desempate.
Aqui seguem os seis jogos:
09-06 Marília x Santa Cruz
15-06 Santa Cruz x São Caetano
22-06 Paulista x Santa Cruz
26-06 Santa Cruz x Ituano
30-06 Santo André x Santa Cruz
07-07 Santa Cruz x Portuguesa
E, para terminar, gostaria de lembrar de 2005, quando tivemos nossa partida mágica que, em minha opinião, mudou os rumos de nosso campeonato. Estávamos em 4º, tínhamos perdido pro Gama por 3×2 em Brasília e empatado com a coisa em 0×0, aquele jogo que o puto do Rosembrick perdeu o gol embaixo da barra (gol esse que acabou não rebaixando a coisa pro lugar que ela merece). O nosso próximo jogo seria simplesmente contra o todo poderoso Bahia na ainda virgem de derrotas contra pernambucanos: a Fonte Nova. Se perdêssemos, seriam 3 jogos com apenas um empate, o que nos faria sair do G10. Fomos como time grande, o jogo era nosso e, fizemos o que deveríamos ter feito contra Ipatinga e Fortaleza, contra todas as apostas: Santa Cruz 4×2 Bahia. Mostramos naquele dia, à nossa torcida, à nossa imprensa e aos adversários que éramos grandes e que os outros se virassem, pois, éramos o time a ser batido.
Temos que fazer isso. Estender o bom futebol e a moral de time grande pra fora do Arruda. O Marília (ainda invicto em casa) que se cuide, pois, vai pegar em bomba. Sábado, todos no Arruda novamente. Confiança? Temos muita nesse time. Esperança de subir? Virará realidade quando pontuarmos fora e destruirmos em casa como estamos fazendo. E, voltando ao grande Schumacher, se ele tinha o melhor carro, acredito que temos o melhor time e a maior torcida, mas, a nossa maior vantagem é que o pódio da Série B possui 4 lugares ao invés de 3. E, de verdade, pelo que esse time está jogando e pelo que as contratações vêm demonstrando, só quero o lugar mais alto, só quero o título. Que nossa partida mágica seja contra o Marília, e que dia 08/07 (após os 6 jogos contra os paulistas), os comentários em São Paulo sejam: “Purra mano, esse santinha joga muita bola, hein meu? Ô lôco.”
Abraços a todos e até sábado.
Sim, parabéns pelo esquema montado na sexta no sede. Repitam a logística e aumentem a estrutura, pois, acredito no dobro de pessoas, no mínimo.










Manoel,
de fato, além de manter a invencibilidade dentro de casa, necessitamos arumar uns pontinhos fora dela. Acho que perdemos os dois jogos fora por que o time ainda precisa de alguns ajustes e tem levado azar com algumas coisas (contusões, por exemplo).
Mas, com a provável escalação de Wendell e Cláudio, creio que o time tem tudo para evoluir mais um pouco e conseguir a primeira vitória fora.
O Marília tem um ataque muito positivo (11 gols), mas tem a 2ª defesa mais vazada da competição (10 gols). A do Avaí é a pior, com 12 gols.
Em casa o time paulista ganhou do lanterna Ituano (4×3) e do Avaí (4×3), que era vice-lanterna. Logo, essa invencibilidade não me parece valer muito, e creio que temos potencial para promover mais um descabaçamento.
Concordo Ducaldo. Os cabaços são nossos
Manoel Valença tem razão. Esse jogo contra o Marília, é um divisor de águas.
Em tempo: Schumacher era gênio ! O mundo vai acabar e ninguém será hepta-campeão.
Concordo com nosso amigo Ducaldo, mas com um parentêses. Em inicio de competição as equipes na sua grande maioria estão se arrumando, inclusive a nossa, e geralmente só consegue pontos fora equipes mais “arrumadinhas” digamos assim. E oportunidades como pegar uma tranqueira como aquele time do fortaleza, com um a menos, sem seu ataque titular, (considerando que Rinaldo é meio time), é inadimissivel, oportunidades como essa não se pode deixar passar, pra quem precisa ser Schumacher, naquele jogo não passamos de Kimi Raikkonen, que quando não quebra, bate!
É só uma pena a gente não ter pego um “Rubinho” fora de casa (Ituano, Avaí). Aí a gente estaria com 12 pontos e ninguém questionaria nada.
Cidadãos Corais!
Sou forçado a concordar com Fabiano, pois, os times que pontuaram fora de casa, em sua maioria, encontraram equipes menos qualificadas, ao contrário do SANTINHA que logo de frente pegou o icatinga e depois o fortabosta, ou seja, nossos embates fora de casa foram contra times que estão, como nós, entre os que disputam o acesso.
E há de convir que nosso time ainda não encontrou, como disse Manequinha, o seu momento Shumi, quando isso acontecer não vai ter pra ninguém.
Outra coisa (no bom sentido), esse time jogando completo com Marcelo Ramos à frente é pedreira das grandes. Isso foi o que faltou nesses dois jogos fora, um matador, aquele cara que define, se tivesse ele nos dois confrontos a história seria outra. Sábado teremos Cláudio no lugar de Adauto, já é um avanço, acho que ele sairá melhor e deixará sua marca e venceremos, calando a boca da imprensa de merda.
Saudações Corais
Isso aí Mameluco !!!
Seremos o time a ser batido. O Marília que nos aguarde
O DIRCON, órgão de fiscalização da prefeitura, multou o Santa em R$ 2.000,00, por conta daquela brincadeira da marreta. Edinho estava pensando em deslocar o pessoal do administrativo, para ajudar na demolição. O Ministério do Trabalho soube e vai deslocar um fiscal para averiguar, já que é proibido por lei. Isso foi noticiado na Rádio Transamérica FM, na resenha das 7:00 h da manhã. Ô economia cara !
Pessoal,
Deu no JC On-LINE :
A torcida do Santa Cruz já pode comemorar. Mesmo terminando o Campeonato Pernambucano na sexta colocação, os corais estarão ao lado de Sport e Central na Copa do Brasil de 2008. O presente foi dado por outro tricolor, o Fluminense, que ao conquistar o título da competição este ano garantiu-se na Taça Libertadores no próximo ano. Assim abriu a vaga para o Santa pelo ranking da CBF.
Na verdade, o Santa Cruz está na 21ª colocação no ranking, com 1.108 pontos. Porém, como muitos clubes já garantiram a vaga na competição através dos campeonatos estaduais, o tricolor subiu para o 11º lugar. Como o Santa não será alcançado pelos times que estão próximos da sua colocação no ranking, como Náutico, Ponte Preta e Paraná, o clube do Arruda tem presença garantida na Copa do Brasil mesmo se não fizer uma boa campanha na Série B.
Quem está agora na fila de espera é o Náutico. E a possibilidade de Pernambuco ter pela primeira vez quatro representantes na Copa do Brasil é grande. Com o acesso do Santa, o Náutico subiu para a 11ª colocação, com 1.033. Para chegar lá basta que Corinthians, Vasco, São Paulo, Palmeiras ou o Internacional terminem o Brasileirão entre os quatro melhores, garantindo vaga na Libertadores e, assim, não participam da Copa do Brasil.
Para os otimistas, ainda há a possibilidade de o Porto de Caruaru fazer parte da disputa. Mas, para isso, é preciso que Náutico e Sport façam uma brilhante campanha no Brasileiro, garantam vaga na Libertadores e, assim, abram vaga para o Gavião do Agreste, que terminou na quarta colocação do Estadual.
Até agora, 36 equipes estão na Copa do Brasil 2008. Os est[/TEXTO]ados do Acre, Amapá, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Roraima e Tocantins ainda não apresentaram seus representantes, pois os estaduais não se encerraram.
São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Sul têm direito a três vagas. Além do campeão e o vice estadual, o terceiro indicado é o campeão de um torneio promovido pelas federações. Isso, no entanto, não impede que clubes bem colocados no ranking nacional, desses estados, participem da Copa.
Pelo menos, para o ano, teremos Pernambucano, Série A e Copa do Brasil.