Santinha, espaço e tempo da resistência do povo

MURALISMO MEXICANO - 008

Pensei que desapareceríamos. Sério. Foram seis anos, pensando o pior. Sempre no limite, sempre por um triz. E o poço não tinha fundo; a queda, sem fim, e as letras das malditas divisões inferiores do futebol brasileiro, tampouco — alfabeto interminável. E o cansaço chegando, ninguém aguentava mais.

O Santinha acabou? Cadê minha história? Fico sem. Sou eu que acabo também. É uma vida no Arruda. Tô lá direto desde antes de nascer. Não era apenas o clube que acabaria, era um mundo inteiro — meu mundo. Todo tricolor sentiu isso na pele. Seríamos zumbis sem história pra contar.

Guardar tudo na memória e ficar, feito uma máquina mnemônica, lembrando o passado glorioso? Nunca! Apagaria a lembrança, se preciso fosse. Prefiro o conformismo do esquecimento. Lembrar para sofrer? Porque o presente não existe mais?

Jamais! Mil vezes a amnésia!

Com a morte do Santinha, não faria luto e viraria um melancólico. Como substituir a perda? Por que e por quem? Não, não, mudaria de nome e de cidade. E, claro, de bar; talvez, de bebida. Virava black bloc e quebrava a CBF, a máfia dos 13, o escambau.

Pensei que não fôssemos eternos. Sei, sei, confesso. O que podia fazer? Pensei nisso mesmo. Não minto. Vamos morrer — e disse essa frase maldita num bar, depois da queda à série D. Uma mesa de deprimidos e de desolados, de malditos e de fantasmas. Ali, só via cemitério, túmulos, passado e… muita saudade. Curioso, era uma saudade imensa de um ente querido. Sufocava meu coração.

Nunca foi falta. Não era bile que azedava a vida. Nada de vazio. Perda? Sim, senti logo no início; depois, outros sentimentos. O que fui sentindo ainda era um mistério. Foi mesmo saudade. O sentimento me acompanhou em toda nossa saga. Sentia, mas não sabia defini-lo. Não tinha ainda nome — sabia que tinha lirismo, nostalgia e ausência, tudo misturado como se fosse uma feijoada poética. Descobri finalmente do que se tratava no gol de Caça-Rato quando olhei um senhor de idade em lágrimas ao meu lado.

— Aaah, era saudade, falei, já olhando o passado — todo nosso sofrimento, com aquele gol, tinha virado história e pretérito. E olhava o velhinho chorando miúdo, choro calmo, sem escândalo, choro sábio. Eu não chorei, só meus olhos. Somente a saudade torna presente a ausência — a mais forte, a mais irredutível, a mais fiel das presenças. Talvez, tenha sido uma forma de parar o tempo, pois, como disse o poeta, “só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo…” (Quintana).

Pois a Torcida parou o tempo, eis minha crença. Parou para o clube respirar. Pensem um pouco, congelamos seis anos. Deixamos a história e ficamos no campo dos mitos. Hoje, somos um clube que tem uma mitologia (estórias trágicas e milagrosas, uma briga entre o Bem e o Mal, com seus deuses, heróis, traidores e vilões — a mitologia da resistência). Mito não tem tempo. E gruda na alma feito cola. Solidifica-se no ar. Fabricar mitologia é forjar destino, caros amigos.

E resistimos. Personificamos a resistência do povo da terra dos altos coqueiros. Nós somos povo (da comerciária, passando pelo pedreiro e pela juventude da periferia, até a turma do pagode e do hip-hop). A Torcida virou o ópio do Povo. Parecíamos virtuosos, resistimos foi no vício. E no cotidiano, pois precisávamos sobreviver. Foi na raça, na gana, na pulsão de vida. Dane-se a morte! Podemos sofrer, em tempo algum morrer. No fundo do poço, redescobrimos que somos eternos.

Resistência cultural e popular. Não causa surpresa essa simpatia planetária por nossa Torcida. Somos símbolos. Foi o exemplo da resistência popular tricolor que fez, provavelmente, o TC, apesar de tudo, não parar de escrever. Não tinha como.

Os seis anos precisam ser lembrados sempre,
para sempre.

No futuro Museu dos Tempos Sombrios ou da “Bexiga Lixa dos Seis Anos Desgraçados de Ruim”, as criancinhas tricolores visitarão, coladas aos seus pais, admiradas e tementes aos fatos e às imagens. Ficarão orgulhosas e aprenderão com a Resistência.

Voltar nunca; esquecer jamais!

E aconteceu algo que os filósofos discutirão durante séculos. A Torcida, para sobreviver, logo, para manter o clube, focou nela mesma. A Torcida virou objeto de si — um gigantesco umbigo. Criou uma redoma, entrou e ficou. Torcida pela Torcida. Tornou-se a mais narcisística do mundo. Vide o cântico, o mais original de nosso repertório, inexistente no planeta, o cúmulo do narciso, o “ai, ai, ai, que torcida do carai!” — é sério.

Não importava a tragédia, a realidade, os outros. A Torcida não ia ao Arruda ver clube, time, dirigentes, futebol, pois não existia mais nada — ia se ver. E se via, e vivia. Reação especular que continuava a vida. E, quando um tricolor olhava a Massa, via a si mesmo, personificado na Multidão. A Torcida fazia o tricolor sentir-se o mais altivo e apaixonado dos torcedores. Estávamos na série D e não perdíamos o orgulho. Até mudança de gramado virou ritual, procissão, algo sagrado. Como pudemos?!

Fomos muito além. Não perdemos o humor — aqui, estamos no campo do incompreensível. Somente num clube trágico e cômico, ao mesmo tempo, surgiria um jogador como Caça-Rato (que nome!). Seria a comédia humana jogando futebol. Quando levávamos de forma sisuda demais nossa miséria, surgia o grande Caça a nos lembrar de que torcer sem alegria não vale a pena. Como bem disse um comerciante do Mercado de São José, já senhor de idade, Seu Lúcio, ao mostrar a feijoada que fez na comemoração do Tri:

_Eu tô esperando Caça-Rato chegar, pra ele comer um pouquinho. Pois tô aqui com essa idade… e eu nunca vi rato fazer gol!

Pois é…

E, afinal, aconteceu o milagre: a Torcida tornou-se uma mística. Pensem nisso. O Arruda virou um lugar sagrado de encontro. Naquela união fraterna, o Santinha sobrevivia, e cada tricolor repartia o pedaço de pão que nutria de luz o Clube do Santo Nome. Até eu, pessoal, logo eu, ímpio e materialista vulgar. Ali, com toda a desgraça, havia felicidade, e procurávamos uma linguagem para traduzi-la e dividi-la com cada um. Havia uma embriaguês de quem provou a compaixão.

A Torcida ressuscitou o clube. Demos de presente um bonde (VLT) e uma história.

Por favor, dirigentes, não estraguem tudo. Façam crescer orelhas nesses crânios moucos — escutem-nos! Coloquem a Torcida dentro do clube (não, seus surdos, não falo de representantes ou dissidentes da Inferno Coral). Deixem a cobiça de lado. Não desmanchem novamente os trilhos.

Peguem o bonde (VLT). Com nossa história, vamos ao encontro do futuro.

PS: dedico essa crônica à cobra coral que apareceu numa festa de arromba na casa mais tricolor do Recife, o lar de Santana Moura, a matriarca do TC. Numa anunciação, mais verdadeira do que a da Besta Fubana, enquanto bebíamos e festejávamos, apareceu a personificação terrestre e profana de nosso mascote. Foi uma epifania. Ali, tive certeza de tudo. Meu muito obrigado!

55 Comentários

  1. Lindo demais, me emociona porque nos meus 60 anos de torcedora me vejo nesse trecho:
    Não importava a tragédia, a realidade, os outros. A Torcida não ia ao Arruda ver clube, time, dirigentes, futebol, pois não existia mais nada — ia se ver. E se via, e vivia. Reação especular que continuava a vida. E, quando um tricolor olhava a Massa, via a si mesmo, personificado na Multidão. A Torcida fazia o tricolor sentir-se o mais altivo e apaixonado dos torcedores. Estávamos na série D e não perdíamos o orgulho. Até mudança de gramado virou ritual, procissão, algo sagrado. Como pudemos?!

  2. guilardo pedrosa
    2

    Tricolor. NÃO SEJA CHANTAGEADO. NÃO VÁ AO JOGO NA ARENA.

  3. José Carlos Tabosa
    3

    Gente!

    Não vejo nada de mais em jogar na ARENA, com tanto que tenhamos algo em troca, temos que fazer um grande acordo, exemplo:

    Construção do nosso CT;

    Aumento do valor do todos com a nota para R$ 20,00 cada uma (20.000 x 20,00 = 400.000,00 por jogo);

    Um patrocinador Master;

    Um placar eletrônico decente;

    E tantas e tantas outras idéias que venha ajudar o clube, é só saber negociar, o que não pode é ser de graça.

    SDS TRICOLORES!!!

  4. Milton Santos Jr.
    4

    O Santa é a maior expressão espontânea de amor coletivo jamais vista. É uma espécie de Galo da Madrugada que dura os 365 dias do ano.

  5. Tricolor Revoltado
    5

    Fico sempre esperando as crônicas de Narnia… digo: as Crônicas de Perrusi, pela fantasia e simbolismo misturados ao real e imanente universo por trás das suas palavras. Parábolas tricolores. Parabéns Perrusi!!!!!

    • Artur Perrusi
      5.1

      Hehe, meu nome agora é Perrusi Lewis. Mas, pensando bem, o Arruda parece um lugar fantástico, algumas vezes tenebroso, como Nárnia.

    • Tricolor Revoltado
      5.2

      A diferença é que na nossa Nárnia, o leão morre e… continua morto! kkkkk
      Valeu Perrusi, forte abraço!

  6. Leandro Leite
    6

    Em cada jogo do Santa, o meu maior prazer é ver aqueles milhares de torcedores se fundido em massa única, viva, pulsante. Gritando em uníssono no momento da explosão de alegria, o gol. Prazer em contemplar a felicidade demonstrada em cada pessoa, seja através do sorriso largo, das lagrimas de felicidade, na comunhão da familia reunida neto(a), filho(a), pai e mãe, avô avó; no abraço do desconhecido, do agradecimento aos deuses das mais diversas crenças e aos mais diversos santos e ver que aquilo ali é também um espelho de mim. Naqueles momentos os problemas tem menos importância, a vida é bela, e saímos todos renovados para a luta do dia dia.

    Saudações Santacruzenses

  7. Hélio Mattos
    7

    Então que quando rompeste, rompeste com tudo teu silêncio, heim?
    Lindo e forte demais. Me reconheci em cada uma dessas linhas.
    Importantíssimo lembrar também que não, nunca caímos de vez na tentação totalitária dos scouts, estatísticas e porcentagens, pois de que vale torcer se não houver a alegria? Muito bem lembrado.
    Sei que a frase é por demais batida, mas não menos eficiente e muito própria após este teu texto:
    O que não nos mata, só nos torna mais fortes!
    Então vamos que vamos, que amanhã vai ser outro dia.

  8. Pedro Gomes
    8

    Vocês leram a matéria do Jorge Murtinho no blog da revista Piauí? Segue abaixo:

    Santa torcida

    Autor: Jorge Murtinho Compartilhar:

    Não me inscrevi no site da Fifa para concorrer ao direito de comprar ingressos da Copa do Mundo. Parece um contrassenso: com tanta presença do futebol em minha vida – vejam, por favor, o post de apresentação deste blog, publicado em 23 de maio –, na primeira chance de assistir a uma Copa ao lado de casa, não faço esforço algum. Não sei se serei convincente, mas tentarei explicar.

    Na caixa de comentários do último post, sobre Diego Costa, os leitores Marco Antonio, Marcos e João Rafael se mostraram decididos a não torcer pela seleção brasileira – que eles não identificam como aquela seleção de amarelo ou azul que sempre admiramos e tão bem nos representava, mas como o time de uma entidade privada e ávida por lucros. Respeito a opinião dos três, que hoje é a de muita gente, só que não chego a tanto. Apesar das justas críticas à CBF, não consigo torcer contra. Mais ou menos da mesma forma que, com todos os desmandos e os erros primários de gestão cometidos desde que me entendo por gente, nunca torci contra o Flamengo.

    A questão dos ingressos para a Copa esbarra em certas manias que o sujeito adquire ao longo da vida, e delas não consegue abdicar. Que fique bem claro: não sou saudosista. Estou a quilômetros de achar que o antigo é sempre melhor que o novo. Pouco depois de conseguirmos montar a melhor seleção brasileira de todos os tempos, a de 1970, eu vi o Flamengo entrar em campo com um ataque formado por Buião, Adãozinho, Michila e Caldeira. Ou seja: na década de 70 tínhamos grandes craques, sim, mas também aturávamos times bisonhos.

    Deixei passar o sorteio da Fifa por não me sentir atraído pela pasteurização que tomou conta da Copa. A partir do momento em que ver um jogo no Itaquerão é igual a ver um jogo em Munique, em Johannesburgo ou na minha casa, fico em casa bebendo a cerveja que gosto. Também não sou entusiasta dos cotovelaços para comprar ingressos ou de banheiros onde você tem que entrar praticando salto triplo, mas não me adapto ao excesso de regulamentação que cria situações desnecessárias nos estádios. Dou exemplo. Uma das coisas mais bacanas das idas ao Maracanã era encontrar velhos amigos, fosse no trânsito, na rampa de entrada ou nos bares, e sentar ao lado deles para matar a saudade e ver o jogo. Pois o sistema de sorteio com lugares marcados impede que você assista à partida ao lado daquele amigo que acabou de rever.

    Ora, isso é importante? Depende. Para quem pensa no futebol exclusivamente como um negócio, provavelmente não; para o universo de coisas que fazem a gente se apaixonar pelo jogo, certamente sim. Feito a voz de Gonzagão cantando que o riacho do Navio corre pro Pajeú, o rio Pajeú vai despejar no São Francisco e o rio São Francisco vai bater no meio do mar, a paixão pelo futebol começa pequena, na rivalidade entre os times de duas ruas ou de dois colégios, passa pela simpatia por um ou outro clube, cresce com as caravanas de amigos indo para os jogos, se alimenta das gozações das segundas-feiras, da simplicidade e do encontro entre os pobres e os ricos, os feios e os bonitos, os alegres e os tristes.

    Isto posto, fica evidente que o preço dos ingressos é outro problema, por tirar do futebol o caráter democrático que ele sempre teve e transformá-lo num programa discriminatório, um pouco parecido com uma baladinha de boys.

    O que eu gosto de verdade no futebol? Das imagens que vi domingo no Arrudão. Mais de sessenta mil pessoas se espremendo do jeito que dava, para ver um time subir da série C para a série B. O Santa Cruz não ganhou Libertadores. Não foi campeão brasileiro. Sequer chegou à primeira turma. O Santa Cruz, apenas e simplesmente, conquistou o direito de disputar a segunda divisão em 2014, derrotando um desses times de aluguel que viraram moda em nosso futebol – sem cidade fixa, sem alma, sem tradição e sem torcida. O Betim, ex-Ipatinga, repete a infeliz história do Grêmio Barueri, que encerrou sua participação na série C deste ano segurando a lanterna de um dos grupos.

    Gosto das imagens de um estádio abarrotado – segundo maior público do ano em jogos entre clubes aqui no Brasil –, com homens, mulheres, velhos e crianças sofrendo até os 42 minutos do segundo tempo, e aí sim, depois do alívio provocado pelo peixinho de Caça-Rato, se abraçando, se emocionando, chorando e gritando em coro seu amor ao clube.

    Eu não sei se aquelas sessenta mil pessoas compraram seus ingressos pela internet, se os banheiros do Arrudão cheiravam a eucalipto de sauna, se os lanches servidos nos bares do estádio receberam selos de aprovação da Anvisa. Mas, que me perdoem os excessivamente assépticos, futebol é aquilo lá.

  9. Hélio Mattos
    9

    Sobre a Arena, sei que é um perigo ceder, dar uma unha, pois vão querer puxar pelo braço inteiro…
    Mas sei também que não dá para ficar esnobando receitas, principalmente agora, que dinheiro vai ser mais fundamental ainda para os ambiciosos planos de 2014.
    Só espero que a diretoria saiba levar eles no bico, na lábia e deixar barato para nós esta receita. Penso não ser muito difícil, pois qualquer atitude no sentido de cortar o Todos Com a Nota seria de uma impopularidade sem tamanho.
    Por isso que penso ser possível enrolá-los com pouco e, cá pra nós, jogar essa semifinal e depois fazermos um amistoso não é sacrifício nenhum, em vista das benesses.
    Desde que fique POR AÍ!
    Seria, talvez, até bom, para mostrar que a massa coral não vai aderir ao elefante. Pois tenho certeza, isso eu tenho, que o público, em se tratando de Santa Cruz, iria ser decepcionante.
    Eu mesmo não vou.

    • Arnildo Ananias de Oliveira
      9.1

      HÉLIO MATOS, Ñ TENHA CERTEZA DISTO:

      em se tratando de SCFC, de repente, essa Arena acomodará um público q nem a Copa das Confederações viu, apesar da nossa casa ser o Arrudão!

      SAUDASANTA

      PERRUSI: parabénss! Pra variar, outro texto fenomenal.

      SAUDASANTA

    • Eduardo Ramos
      9.2

      Hélio, você acredita que há gente inocente em algum governo?

      Se o jogo for na Arena Pernambuco, estarei lá.
      Como postei anteriormente, os dirigentes sabem muito mais que a Torcida, da necessidade de normalizar a difícil situação financeira na qual o nosso Santa Cruz foi mergulhado.

      Se a proposta financeira for boa para o Santa Cruz, que se aceite. E que nós, sócios e torcedores, não faltemos com o nosso apoio ao Santa Cruz.

      Repito: quem come mortadela, pelo menos por enquanto, não pode arrotar caviar.

      Saudações Corais!

  10. guilardo pedrosa
    10

    Colegas não se prestem à humilhação desse ditador de gafieira. NÃO VAMOS AO JOGO NA ARENA

    • Eduardo Ramos
      10.1

      E deixar o Santa Cruz jogar pra 2.500 “almas”? Pode-se discordar mas não se pode abandonar o Santa Cruz.

  11. Arnildo Ananias de Oliveira
    11

    DESCULPEM-ME OS MAIS JOVENS,

    mas esse amor incondicional demonstrado por nossa torcida, PRA MIM, ñ é novidade alguma. Vi o técnico Yustrich dando treinamento ao elenco tricolor e utilizando 50 bolas (até q o ponteiro aprendesse a bater um escanteio) pra público de final de Campeonato, NA ILHA DO CHIÉ!

    Ainda garoto, vi o goleiro cruzmaltino do “Expresso da Vitória” Barbosa (injustamente apontado como o grande vilão da Copa de 50) ser comprado pelo SCFC, praticamente NUM ÚNICO DIA: o povão jogava os tostões q possuìam num bandeirão tricolor ENORME!

    Vi a ilha do Chié, em 1958 (com dez anos incompletos), ser campeão em março de 1958 (ou melhor, SUPER-CAMPEÃO de 1957) perante um público quase 5% da ÁREA METROPOLITANA DE RECIFE! O equivalente, hj, a um público de 200 mil pessoas!

    E tinha um tio, irmão da minha mãe, q gostava tanto do Santa Cruz q, morrendo no Hospital de Câncer, foi flagrado por meu irmão, com rádio naquelas alturas (+ parecia o Zé do Rádio), “secando” o Santa Cruz. Segundo meu irmão, ainda nos corredores do Hospital já se ouvia: “Bola com Zé do Carmo…”. E meu irmão:
    – ô tio, v. tá secando o Santa Cruz!
    – Q é isso? Estou ouvindo música.

    Este tio sempre falava pro meu pai, após uma derrota do Santa Cruz (e o povão se fazendo mais presente ainda no jogo seguinte): “Ñ é possível, isso é um bando de comunistas”!

    DURMAM COM UMA BRONCA DESSAS!

    SAUDASANTA

    • Dr. Arnildo,o senhor poderia transformar estes e muitos outros relatos em um livro de crônicas Santacruzenses.

      Garanto que seria um sucesso absoluto.

  12. vavá jard. paulista/maceio
    12

    galera da tosa e todos torcedores do santa cruz domingo 10/11 estaremos no manos bar feitosa em maceió para comemorarmos o acesso a serie b e assistir ao jogo contra o luverdense na ocasião em que o dono do bar vai anunciar para todos que o nome do seu bar passará a se chamar bar santa cruz onde nossa torcida em maceió terá o nosso espaço para assistir todos jogos do nosso santinha na copa do nordeste copa do brasil e serie b alem do regional

    • Maiela Jr.
      12.1

      Aêh Vavá, boa notícia, BAR SANTA CRUZ.

      Dê a idéia para o dono pintar com nossas cores, pelo menos a faixada do bar.

  13. Milton Santos Jr.
    13

    Faltou dizer: mais um magistral texto do gênio da raça, Artur Perrusi.

    PS:um pedido. tá na hora de tirar esse “label” de Série C da camisa do Santa lá em cima.

    • Hélio Mattos
      13.1

      Pode crer, Milton.
      Já tinha pensado propor isso mas acabei esquecendo na hora de postar.

    • Artur Perrusi
      13.2

      Grande Milton! Vosmecê tem razão.

      Falarei com Dimas. Xô série C!

  14. Não é um jogo lá no pantanal do DUDU que vai tirar nosso amor pelo Arrudão. Vamos para lá com o intuíto único de apoiar nossos jogadores. Somos ou não somos o combustível desse time.
    Outra coisa: nossa ida a Arena, servirá para podermos cobrar com mais propriedade melhorias para o nosso querido Arrudão.
    Mais outra: devemos lotar aquela caixa de boneca da barbie com 46.0000 tricolores, e mostrar mais uma vez ao Brasil e ao mundo que nossa torcida é do carai.
    E por fim: nunca votar em Dudu e seus aliados.

  15. Leandro Leite
    15

    Respeito a opinião dos que pensam ao contrario, mas acho contraditório aceitar jogar na Arena e cobrar melhorias pra nossa verdadeira casa que é o Arrudão. Considero opções mutuamente excludentes. Começa com um jogo, depois dois… ai, no futuro, nos veremos (Deus nos livre!!!!) na mesma situação do Naufrago, com certeza foi “bom” financeiramente para eles mas estão vagando em terras alheias como verdadeiros sem tetos e sem nenhuma identificação com essa nova arena, isso afeta a autoestima e que poderia ser a solução pode ser o veneno que irão acabar com eles.

    Saudações Santacruzenses

  16. A diferença é que nós temos estadio e a barbie não tem.

    Aproveitariámos para mandar um recado em alto e bom som com 46.000 vozes gritando e mandando o Dudu prá aquele canto.

    Garanto que Duduzinho pensaria umas trezentas vezes em mandar o santinha jogar lá de novo.
    É assim que se começa uma revolução!

    • Anderson Bispo
      16.1

      Eu estou decidido a não ir à arena. Simplesmente porque futebol pra mim é quando o Santa Cruz joga no arrudão, como bem disse Jorge Murtinho. Entre ir pra aquele fim de mundo e ficar assistindo no conforto de casa, eu prefiro ficar em casa. Mas se de repente a torcida se mobilizasse pra que todos mandassem dudu ir tomar bem no meio do cu dele, eu faria questão de ir pra gritar com toda minha força. Mas como sabemos, muitos dos torcedores do santinha infelizmente são eleitores desse projeto de ditador que tá no comando.

      Saudações corais.

  17. guilardo pedrosa
    17

    Perrusi, eu não estou dizendo nada de mais. Apenas parabenizei ALN e disse que não cedesse à pressão. A TORCIDA DO SANTA NÃO QUER JOGO NA ARENA DO FIM-DO-MUNDO

    • Artur Perrusi
      17.1

      Não entendi seu comentário, Guilardo. Se vc se refere à moderação, não sou o responsável.

  18. Arnildo Ananias de Oliveira
    18

    MALDIÇÃO TRICOLOR: EXISTE ou Ñ?

    Vejamos:

    – zagueiro q foi pra Barbie, só tem feito merda;
    – MM dispensa comentários;
    – Anderson Pedra: LESÃO nos MENISCOS.

    E aí?

    SAUDASANTA

    P S – O “craque” MEMO, pra completar, parece q está no GRANDE Oeste!

    • Eduardo Ramos
      18.1

      Grande Arnildo, essa Maldição é secular! Lembra-se de Betinho? E de Ramon? KKKKK Tirou o Branco da Paz, queimaram-se no mármore do inferno! KKKK

      William Alves disse que não estava arrependido porque realizou o sonho(?) de jogar na Série A. Jogou o quê? Só levou lapada! KKKK E em um dos últimos jogos, foi dar uma puxeta (não confundir), jogou a bola na própria cara e o adversário agradeceu e fez (mais um) gol.

  19. Bosquímano
    19

    Que torcida! Concordo, Perrus, essa história nunca deverá ser esquecida. Muito pelo contrário, será motivo do nosso maior orgulho…

  20. Parece que não pagaram o prometido aos jogadores e comissão,tá sem grana.Que @###@ tem esse clube que o dinheiro some e só fica o choro da direção,dá até desânimo em colaborar financeiramente.Nossas rendas somem por encanto,fora os patrocínios.Será que é pressão para jogarmos na Arena?Caso queiram que joguemos lá paguem e bem por isso,o danado é que essa grana sempre some.Triste sina do nosso clube.

  21. André Tricolor Virtual
    21

    Artur,

    Texto do carái, assim como é a Torcida mais Apaixonada do Brasil.

    A elegante Hígia esteve naquela tarde no Arruda,a Deusa mais Coral da Mitologia. Em seu símbolo maior (o cálice de Hígia), existe uma serpente enrolada que muitos interpretam como uma representação da vida em harmonia.

    E desses 6 anos um outro símbolo marcante para nós que ressurgimos do fundo do poço da lama sem fim, é a simpática e aguada e um pouco gelada Cerveja Frevo. Tenho uma latinha guardada de lembrança e quando tento sentir o restinho de seu cheiro,vejo que restou apenas um gostinho lá no finalzinho de óleo diesel.

    A felicidade hoje galopa em meu peito. E uma frase marcante de seu texto que deve ser colocada em placa de ouro no Arruda:

    “Os seis anos precisam ser lembrados sempre, para sempre. Voltar nunca; esquecer jamais! ”

    VIVA SANTINHA !!!

    • Artur Perrusi
      21.1

      Seu Andrezinho,

      Nos momentos difíceis, confesso que procurei a inebriante cerveja Frevo. Intoxica, mas dá barato. Não me viciei por pouco. Dizem que Ducaldo quase abandona os caldinhos e foi internado por causa de uma crise de abstinência de cerveja Frevo.

  22. Parabéns Artur, belo artigo, agora seria bom que, diante do que
    expuseste, o Vica não colocasse em campo esse tal de Everton
    Heleno, uma nulidade, quando o mesmo é escalado o Santa Cruz
    entra em desvantagem, com um jogador a menos e essa torcida
    fantastica não merece passar pelo sofrimento que tem passado
    nos últimos jogos, por conta de um meio campo inoperante, ino-
    perancia esta causada pela falta de vontade(pra não dizer algo
    diferente) deste jogador(?). No próximo domingo teremos um so-
    frimento a menos o Siloé não joga(amém).

  23. Tricolor Revoltado
    23

    Cada vez que escuto alguma coisa contra o Santa Cruz a respeito do TCN, fico mais indignado com o DUDU imperador.

    O TCN foi criado não só para ajudar os clubes locais, que estavam num processo de falência, mas também para melhorar a arrecadação de impostos através das NFs não emitidas.

    Em sua grande maioria, compradores não pedem a NF e isso gera um déficit na arrecadação do Estado. O TCN criou uma espécie de vício, trocando-se notas fiscais por entradas em shows e eventos esportivos.

    Apesar de ter nascido de forma igualitária, onde toda soma de R$ 100,00 em notas dá direito a 1 ponto de crédito no programa, os organizadores passaram a discriminar o Mais Querido baseados numa interpretação, se não amadora, extremamente clubística. Enquanto naufrago e coisa recebiam valores mais altos por ingresso trocado, o Santa era penalizado com valores inferiores sob a alegação de que as séries frequentadas pela Santa era menor que as dos seus arqui-adversários. “coisa” de torcedor na administração do programa.

    Ora, se eu como torcedor junto R$ 100,00 reais em notas fiscais e o torcedor da coisa ou naufrago junta os mesmos R$ 100,00 , logo, damos o mesmo retorno ao governo do Estado. Então porque a discriminação, dando ao Santa Cruz, valores menores por ingresso trocado?
    A priori alegaram a qualidade das partidas, afirmando que jogos das séries A ou B eram de maior envergadura.
    Então porque não cobravam maior volume de notas por estas partidas das séries A e B (tipo ao invés de “1 ponto” por ingresso trocado, “3 pontos”, por exemplo) ?

    SIMPLESMENTE, DISCRIMINAÇÃO!!!!

    Arriscaram alto com o naufrago, mas, o tiro saiu pela culatra. De certo que o DISTANTE campinho de DUDU, vai virar cidade fantasma no pós copa, pois o naufrago não vai aguentar as quedas constantes que estão acontecendo.

    Eles precisam então forçar a barra com o Santa e a coisa, aludindo o acordo firmado entre clubes e TCN para obrigá-los a jogar naquele limbo. Tome pressão.

    Não tenho dúvida que o TCN continua sendo importante para nós, que não temos as beneficies da plin-plin (mesmo sendo o Santa o campeão de audiência local, superando até Corinthians e flamerda), todavia se faz necessário usar do momento que estamos vivendo para de modo inteligente negociarmos as partidas – na arena – que eles estão pleiteando junto ao Mais Querido.

    Na última quarta-feira ALN bateu na mesa de negociação e disse que não aceitava qualquer proposta de quem derramou rios de dinheiro na mão do naufrago e da coisa e quer dar-nos apenas o ganho de alguns ingressos para jogarmos na arena DUDU. O fez bem. Dizem que saiu até tapa. Não podemos mais uma vez sermos discriminados ou menosprezados diante dessa corja de animais que teimam em só enxergar a coisa e o naufrago (time de DUDU) como beneficiários e o Santa Cruz como inimigo a ser derrotado. Se não houver postura austera de ALN eles nos engolem. Digo mais: brigar com o representante do programa não vai tirar o TCN das partidas contra Luverdense e, se Deus quiser, da final de série C, pois, por trás dessa celeuma está a política nojenta de DUDU e ele sabe o poder de voto da nossa torcida. Se comprar a briga com o Santinha, não ganha eleição nem aqui em Pernambuco

    O pior disso tudo (ou melhor…): O Santa Cruz é a equipe que mais deu retorno no Todos Com a Nota, aumentando a arrecadação dos impostos em Pernambuco. Imaginem se não fosse?

  24. Arnildo Ananias de Oliveira
    24

    MEU AMIGO DUDU RAMOS ME CRITICA QDO

    perco a noite, tentando “secar” aquela coisa (VTNC) ruim dos quintos dos infernos. Pensando nele, ñ fiz isto ontem. Fui dormir. Parece q foi pior: qdo vou olhar, hj, os resultados de ontem, vejo q aquele time de putas do Paraná Clube, após astar ganhando de 2 X 0 do Boa Coisa, aaonhou de “virada” de 3 X 2!

    Sinceramente, o Avaí – outro time de puta – me apanha do lanterninha!

    E hj o Ceará me chama o jg contra essa desgraça pro Castelão. Fosse contra nós, ñ chamava nem pro PV. Talvez, pro campo do Cacique.

    Sinceramente, acho q essa desgraça tem pacto com o SATANÁS.

    Vai pra série “A” naquela toada: ” Eu ñ vou, vão me levando, vão me empurrando desse jeito eu tenho q ir”…

    Sinceramente, PQP!

    SAUDASANTA

    • Eu tenho certeza que tem pacto com o belzebú..já devem ter dado até a “última prega”.

  25. Arnildo Ananias de Oliveira
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  26. Arnildo Ananias de Oliveira
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    PRA QUEM Ñ SABE, BIRIGUI APÓS VOLTAR DE PORTUGAL (tinha sido irresponsavelmente vendido com o Ivan e o outro zagueiro q ñ lembro o nome, oriundo de Sergipe, na véspera de uma decisão contra o câncer da Madalena), CONTRATADO POR AQUELA COISA DESQUALIFICÁVEL,

    foi adentrar no estádio lotado, da ilha do chié, num clássico contra “seu time de coração”, esperando uma ESTRONDOSA vaia SANTACRUZENSE E, O Q OUVIU DAS MULTIDÕES, FOI isto:

    “ÔÔÔ, Birigui é tricolor”.

    Resultado: no dia seguinte, pediu as contas na coisa maldita, mandando enfiar toda a grana no c_ e voltou a aportar no Arruda.

    Pra mim, pessoas com esse caráter são PRA lÀ DE IMORTAIS!

    TE AMO BIRIGUI!

    SAUDASANTA

  27. Arnildo Ananias de Oliveira
    27

    Q TORCIDA É ESTA?

    https://www.youtube.com/watch?v=uvcvvc2JXHQ

    SAUDASANTA

    P S – O Dirceu Paiva – responsável pelo MUSEU TRICOLOR – é um santacruzense hors concours. Tem um filho paraplégico atingido covardemente por um burro-negro, num jg no Arruda,contra aquela desgraça. E eu estava lá.

    Q DEUS O ABENÇOE.

    SAUDASANTA

    • Anderson Bispo
      28.1

      Não sabia caro Arnildo. Bom saber que temos um verdadeiro time de guerreiros, que não se abatem nem com adversários duros nem com tiros (Caça-Rato e Dedé).

      =)
      Saudações Corais!

  28. Arnildo Ananias de Oliveira
    29

    ALAH AKBAR!

    Justiça no placar e, PRINCIPALMENTE, na expulsão: ñ pelo jg de hj mas pelas trocentas rodadas anteriores q o TOBE devia ter sido expulso com 5 min de jogo.

    Ganhei meu sábado.

    SAUDASANTA

  29. Rosa Lucia
    30

    Meu DEUS, que texto emocionante! Como nos identificamos com todas as tuas palavras empregadas com muito amor e toda a realidade de nossos sentimentos e de tudo que passamos. Como vibrei também na Copinha, torcendo pela nossa base. Como ficava satisfeita em comparecer às Quintas Santas! Importante é que eu conheci muitos de vocês, as idéias, as boas intenções de cada um. Nós não somos torcedores simplesmente, nós amamos o SANTINHA. (Palavras que ouvi de um SANTACRUZENSE).

  30. Paulo Fonseca
    31

    Deu Sampaio

    • André Tricolor Virtual
      31.1

      Isso mesmo Paulo,

      Acompanhei jogo e até achei que o Vila chegaria a final.

      No mais, vejo justiça até aqui os 4 que subiram a Série B. Resta ao Santa com toda garra e tradição fazer um bom jogo amanhã e jogar com vantagem na volta no Colosso do Arruda.

  31. Foi maravilhoso o nosso acesso na série B, no entanto, será excelente nós ganharmos o campeonato brasileiro da série C. Por isso vamos com tudo nessa reta final de campeonato. Boa Sorte Santa Cruz.

  32. santana moura
    34

    Ô Perrusi, este texto retrospectivo e reflexivo teve o propósito de nos arrepiar e foi isto que aconteceu na hora que li. Você diria como assim? Por que não se pronunciou. Eu respondo: queria parar e pensar para escrever,responder, afinal, para minha insuficiente cultura seus textos são sempre um desafio ao intelecto, mas eu não consigo nada mais além de muita emoção. O futuro do pretérito presente em alguns trechos não se concretizarão jamais.Tento ser espiritualista porque já tive tantos milagres em minha vida que não dá pra discorrer, creio nas forças do universo também, na força do pensamento em tudo que é bom. O melhor. Quando vi aquela cobra coral, ainda criancinha, se mexendo por entre o solo tórrido da mata atlântica, diante de nós, eu tive ali a certeza que não padeceríamos mais um ano na terceirona. Ela nos anunciou a nossa redenção. Quem sabe a encontramos de novo quando comemorarmos o acesso, a amizade e a vida no recanto que a cada dia fica mais coral, mais tricolor, a minha, a nossa casa.

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