Domingo passado, no jogo contra o Ypiranga, encontrei o Coronel Peçonha nas sociais. Depois de uma partida assustadora, Peçonha desabafou: “estamos assistindo aos últimos dias do Santa Cruz”.
A frase não foi dita por dizer. Ela veio da angústia de quem assiste ao clube que tanto ama, a quem gastamos em vão tanta benquerença, agonizando em praça pública. É como observar o gado morrer à míngua na seca, magérrimo, mil carrapatos agarrados em seu focinho, e não ter sequer um gole d’água para lhe dar de beber.
É possível que frase assim, dita no calor da emoção, não passe de exagero de um tricolor desanimado com este estado de coisas ruins. Temos, afinal, a virtude de acreditar até o fim. Quando não nos resta mais nada, nos agarramos à fé e esperamos a nossa redenção. Mas há a questão inegável de que a fé, que alcança todas as coisas, talvez não alcance o futebol.
O fato é que há um istmo entre a realidade e o exagero. Tanto podemos nos recuperar e nos tornar um clube grandioso, como afundar de vez. Os sinais do fim estão em toda parte, nós os vemos, mas não queremos enxergar, porque a crença de que somos eternos nos cega. Apenas parecemos imortais, mas somos suscetíveis à morte como qualquer pessoa, física ou jurídica (as pessoas jurídicas acabam, porque os homens acabam com ela). Olhamos para o céu e não discernimos os sinais dos tempos. O fim chega para todos e poderá chegar – por que não? – para nós. O ritmo com que seguimos rumo ao desfiladeiro é intenso e frenético. Cada nova esperança surgida é gravemente desfeita em velocidade espantosa. Botamos fé em Édson Nogueira, acreditamos em FBC, mas o que há de verdade é que pouco coisa mudou. Um botou o clube na quarta divisão e o outro não consegue tirá-lo de lá. Seguimos como segue um trem sem governo ou um carro correndo na contramão. Nos tempos atuais, vivemos perigosamente.
Por isso, é preciso tomar cuidado. É preciso cuidar que esse clube não se acabe, que ao contrário se levante, se engrandeça, nos orgulhe, orgulhe nossos filhos, nossos netos e futuras gerações. Que ele não morra em nossos braços, por nossas mãos. Que ele viva, que viva eternamente, conquanto que seja possível, que saia da letargia, que vá em frente, que não desista nunca.
O caminho do fim sempre será mais fácil que o do recomeço e somente com muita luta voltaremos a ter orgulho do nosso clube outra vez e deixaremos de chorar nesse muro de lamentações.
Os sete sinais do fim de um clube de futebol
1º Sinal: Haverá desorganização administrativa, continuidade e aceitabilidade, a cada gestão, do caos empresarial e torcedores voluntários ocuparão o lugar de profissionais;
2º Sinal: Haverá escassez de recursos, baixo poder de alavancagem de investimentos, alto grau de endividamento e descrédito no mercado;
3º Sinal: Haverá guerras internas, jogo baixo e sujo, e disputa a qualquer custo pelo poder;
4º Sinal: Surgirão falsos líderes que, como vampiros, buscarão sugar até a última gota do que ainda resta;
5º Sinal: Haverá derrotas incessantes, perda do respeito dos adversários e da arbitragem, rebaixamentos consecutivos e apequenamento do clube;
6º Sinal: Não haverá superação, nem forças para se levantar;
7º Sinal: Se instará o desânimo e a torcida deixará de crescer e tornar-se-á cada vez menor até, enfim, desaparecer.










É Dimas, os erros das diretorias do Santa Cruz(todas nos úl-
timos anos) tem sidos tão claros, que nos permitem o exercí-cio da futurologia e com grande margem de acerto.
Tá díficil!!!
Saudações corais.
“Se avexem, não! Que amanhã tudo pode acontecer, inclusive nada.”
Dimas, deixa de exagero. É só mal olhado. Dos gordo. Uma benzedeira resolve, mas acompanhado de um remédio para matar as vermes, entendesse?
Putz… me deu uma saudade agora das “viradas de mesa”. A culpa foi o fim delas… Bom, o que podia se esperar de um “sopro de moralidade” vindo de lobos em pele de cordeiros?
Já fiz essa pergunta aqui, mas vou perguntar de novo !
FBC,Raimundo Queiroz lêem os Blogs ?
Sinceramente acho q ñ ! Eles ñ estão nem aí p/ o q é escrito aqui !
estão muito ocupados , Nem notam que aqui é o único lugar onde a nação coral tem Voz, Voz esta que eles ñ se preocupam em ouvir.
As vezes me dá uma angústia,por ver os problemas na equipe e nada de solução. só Falácias ,falácias e mais e mais falácias.
Cadê a equipe competitiva ?(FBC)
Cadê a equipe desconhecida q se tornará conhecida? (RQ)
Sinais? Eu diria que são sete evidências.
Talvez faça uma ressalva, por enquanto, à sétima evidência.
Nunca vi nossa torcida tão desanimada, é verdade. Porém,o consequente encolhimento ainda não é fato.
O que acabou com o Santa Cruz foram as brigas internas, igual ao pai que falece e os filhos começam a se matarem uns aos outros por causa da herança e a mãe tentando amenizar a situação, se o Santa Cruz fosse um clube unido seria o maior clube de Pernambuco para se ter uma ideia da desunião quando fomos impedidos de fazer parte do clube dos 13 através do voto contra do time da seita o vice Presidente da republica era tricolor e pelo que eu saiba não moveu uma palha em favor do nosso clube já citei aqui que existe três grupos de pessoas brigando pelo restinho
os que estão no poder, aqueles que ~se afastão mais ficam rondando e fazendo criticas nos meios de comunicação e o que é pior torcendo contra para eles voltarem, e o terceiro grupo são aqueles que só aparecem de dois em dois anos para tumultuar o ambiente lembro-me que durante a eleição de Edelson Barbosa em 97 um ex dirigente comentou esse ai vai se lascar sozinho e realmente foi o que aconteceu e quase que o Santa cai para a terceira divisão se não fosse a torcida naquele jogo contra o Volta Redonda. como bem disse Ducaldo não são sinais e sim evidências
um abraço
Brigas, acusações, desavenças, desunião, teoria do caranguejo (quando um tenta subir ou outro vem e puxa).
Mas… tem solução, tem solução e ela talvez até já esteja aí, mas num mar revolto ninguem consegue ver.
Concordo com o Ducaldo no quesito relativo à torcida e, creio eu, ser este o grande diferencial que não vai deixar que meia dúzia de anos (ainda nem isto) na mais absoluta das misérias futebolísticas, ponham fim a este sonho grandioso da nação tricolor.
Fui para Vitória e saí de lá em um estado de ânimo que a palavra depressão já não consegue expressar mas, tenho que admitir que sob a minha ótica de torcedor eu vi o time jogar como time grande, se impondo e chamando para sí o controle da partida, dentro da casa do adversário que, aliás, estava com uma tocida em igual número e mais agitada.
A inferno coral, dando continuidade à sua sequência de atitudes politicamente orquestradas não compareceu e aí tivemos que ficar ao sabor daquela coisa apagadamente vibrante e furiosamente ranzinza típica do setor das sociais.
Perdemos e isto faz parte do jogo mas fizemos com a atitude de um time que ainda se porta como grande, que ainda luta dentro do campo como grande.
Deficiências?
Obviamente muitas mas, nesta partida, cujo resultado me deixou no estado acima da depressão e desespero, eu não posso me queixar de que ficamos com a bunda na parede, nem de que não fomos superiores em campo durante todo o seu desenrolar.
E em tempo de depressão e desespero, é bom nunca sublimar demais os fracassos, bem como subestimar os acertos.
Calma amigo Dimas, e digo isto nervoso pra cacete mas tentando manter a minha o suficientemente necessária para preservar esta visão de acertos e fracassos o mais lúcida possível.
Sdções Corais!
Acho que “pensar” que joga como time grande atrapalha o Santa também. Pra mim, o Santa tem que jogar fechadinho com a bunda na parede e sair nos contra-ataques nos jogos fora de casa.
Ducaldo e Hélio,
O 7º, e até mesmo o 6º sinal, ainda não o atingimos. Mas se a pisada continuar assim, não tenho dúvidas que chegaremos lá.
Saudações corais,
Dimas Lins
Diminhas, basta uma vitória para embalarmos. Ainda chegaremos nas finais. O trabalho tem de ser feito a longo e médio prazo, repito: mesmo que traga dificuldades imediatas ao futebol – quaisquer que sejam.
Depois do carnaval começaremos a reação.
O livro dos últimos dias, certamente está errado se ficar pregando que quem nos salvará será um messias.
Esperávamos isso de “FBC o Sagrado”; de Mendonção o “Afortunado”; de Jonas ” O abençoado” ou de Edinho o “Vencedor”. e entramos pelo cano.
Comentei anteriormente que as gestões desastrosas de Mendonças, Neves, Jatobás e Diminutivos, nos deixaram com um complexo de vira latas, Que nos deixa refém do primeiro bacana poderoso que apareçe. E passamos a não acreditar em nós, poís são os bons tricolores que vivem o clube que serão os capazes de soerguer este gigante.
Reforço o sentimento que o Santa Cruz precisa se regenerar por nossas forças, por nossos meios, foi assim e assim será, quando este curso foi mudado, nós nos estrepamos, e a cada chagada de um Messias novo, a coisa vai ficando mais feia.
Detesto concordar com esta comparação, mas no final dos anos 90 e início desta década a nossa co-irmã, chamada de Barbie, estava sem dinheiro, sem estádio, na série C, sem CT, sem atletas,20 meses de folha atrasada e sem Presidente. Mas tiraram forças dos seus próprios homens, sem ficar abanando o rabo para Senador, Secretário Desembargador, Vereador, aventureiros,… e soergueram a sua casa de boneca com seus próprios méritos .
Lancenet faz reportagem sobre a Arena Coral com o título “Política acusada de tirar Estádio do Arruda da Copa de 2014″.
http://www.lancenet.com.br/futebol/noticias/10-02-12/700169.stm?futebol-politica-tira-estadio-do-arruda-da-copa-2014
A reportagem ouviu Eduardo Esteves, da Esteves Associados e arquiteto da Arena Coral. Tempos atrás eu tinha conversado com telefone com Eduardo Esteves, que me disse a mesma coisa, principalmente quando FBC havia dito que não apareceram investidores interessados no projeto do Santa.
Propus a Eduardo Esteves que escrevesse um artigo sobre o assunto, mas ele não enviou. Também tentei entrevistar FBC, entrei em contato com sua secretária, mas nunca tive retorno.
Agora o assunto está na Lancenet.
Saudações corais,
Dimas Lis
Tem nova frase na seção Cobra Venenosa.
Saudações corais,
Dimas Lins
Esse projeto elefantiaco aínda ver ter reviravolta. Nada acontece por acaso. Essa declaração do vitalicio presidente da CBF foi bem pensado. A imprensa provoca o surgimento de desavenças internas no clube, e nós como estamos num mar revolto, entramos na onda. Que tal ficarmos mais fracos e facilitar um tal projeto de hexa? Que tal nos anularmos e sermos excluidos numa provável reviravolta num tal projeto elefantidico?
Essa declaração estapafúrdia do presidente da FPF agride a instituição Santa Cruz Futebol Clube.Qualquer entidade esportiva elabora regras no sentido de tornar uma competição realmente competição. O campeonato paulista é disputado nos mesmos moldes do pernambucano, e ninguem abre a boca para dizer asneiras desse tamanho, insinuando que estão tentando ajudar Guarany, Portuguesa, e até o Santos que esteve à beira de cair para a 2ª. Alguns campeonatos de alta tradição no mundo elaboram regulamentos inclusive colocando artigos que dificultam a vida do campeão do ano anterior com a finalidade de impedir que a força de um prejudique os demais e o campeonato se torne desinteressante. Um regulamento para favorecer um único clube é necessário que diga: vitórias para esse vale mais pontos do que para os demais, os juizes teem que voltar atras quando errar contra esse, etc e tal. Um regulamento como o do pernambucano é igual para todos, ou será que existe alguma clausula que não conhecemos e que favorece ao Santa Cruz?
Porque será que o presidente da federação e essa imprensa tendenciosa não tem coragem de questionar o real desnível provocado no futebol pernambucano? Porque não batem firmemente de frente com o clube dos treze e os que o sustentam? Como pode um campeonato favorecer um clube que inicia a competição sem receber um tostão furado enquanto o queridinho (deles) da ilha da fantasia, recebe a bagatela apenas dessa fonte que sómente eles teem direito de mais de dez milhões de reais? É como se alguem fosse disputar uma corrida de 200 metros sendo permitido que a iniciasse 20 metros à frente dos demais.
Tudo isso está passando dos limites. Não é possivel que ninguem do Santa Cruz ocupe os espaços dados a êsses que só ajudam a achincalhar o Santa Cruz, e mostra a realidade que não querem colocar às claras?
Estamos ruins no futebol, isso nos entristece, mas não podemos continuar aceitando essas agressões gratuitas sem reagir. Quem sustenta aínda esse campeonato é o fervor, a abnegação, a participação, a presença da torcida do Santa Cruz,e que serve inclusive de motivação para as outras torcidas. Excluam o Santa Cruz e vejam o que acontece com o campeonato. Simplesmente acaba, diferente de um que já foi disputado sem o time da ilha da fantasia e ninguem nem notou.
Chega, chega e chega.
Dimas
O arruda não vai mas sediar a copa?
Geraldo, o único que respondia não está mais aqui Renato Arruda ele não deixaria o Bode Rouco sem resposta agora eu pergunto:
Por que a imprensa Pernambucana quando fala em distribuição de renda só fala em nivel nacional e nunca local.
Por que a imprensa não criticou o Bode Rouco quando o mesmo impediu juntamente com Luciano Bivar do Santa Cruz fazer parte do clube dos 13, cadê a Pernambucanidade mas o Bahia votou a favor do Vitória lá eles entendem que é melhor para a Bahia.
todas as vezes que o Santa Cruz está nessa situação o Bode Rouco fica feliz sabem porque para ele vir a publico enganar os torcedores mal informados dizendo que ajuda o Santa Cruz para encobrir quem de fato ele está ajudando
lembram do enviado do inferno que vivia de pires na mão na federação foram os dois anos mais felizes da fpf.
O diretor de futebol do Santa Cruz Raimundo Queiroz confirmou nesta noite a contratação do goleiro Tutti, que estava no Asa de Arapiraca (AL) e tem 30 anos.
Segundo Raimundo, já está tudo acertado com o jogador, que chega ao Recife amanhã.
DIMAS,
O que mais me revolta é a “RESPOSTA” do nosso VICE-PRESIDENTE E O SILÊNCIO DE FBC AO *** DO BODE ROUCO.
ISSO ME REVOLTA.
PODE ACREDITAR.
Não nego que a fórmula desse campeonato é a mais justa, mas ESSE *** NÃO TINHA O DIREITO DE FALAR ASSIM DO SANTA CRUZ.
E FBC E AYRES SILENCIAM E ESSE SILÊNCIO É UM DOS SINAIS FATAIS QUE VOCÊ ENUMEROU.
Assim, a Seleção FI da Série C tem a seguinte formação: Tuti (ASA); Jackson (Guaratinguetá), Wellington Paulo (América-MG), Paulão (ASA) e Zé Rodolpho (América-MG); Moisés (América-MG), Júnior Xuxa (Icasa), Irênio (América-MG) e Nenê (Guaratinguetá); Nena (ASA) e Laécio (Guaratinguetá)
Goleiro: Tuti (ASA) – O goleiro foi um verdadeiro paredão durante todo o campeonato, e teve papel importante no vice-campeonato do clube alagoano. No jogo de volta das semifinais, por exemplo, pegou um pênalti e garantiu a classificação em cima do Icasa, em pleno Juazeiro do Norte.
… Basta vencermos na ‘quinta’, pra voltarmos com tudo! Vamos nos classificar entre os ‘quatro’ e segurem o Santinha, que vamos brigar pelo título!
* “Tutti” chegou pra ser titular!
Bom carnaval a todos,
>>> VIVA SANTINHA !!!!
Não tem resposta porque os presidentes que tem passado pelo Santa Cruz ultimamente entram comprometidos com outras causas menos as do Santa Cruz.
peço desculpas no post 19 na verdade queria dizer Fred Arruda
e não Renato Arruda.
Quanto a Arena coral já falei aqui que ano passado em uma entrevista o Bode Rouco falou que um grupo de empresários da Espanha estavam quase certos de financiarem o projeto e esse era o plano B e ainda falou que era o plano mais provavel para acontecer. só que de uma hora para outra ninguem falou mais nada esqueceram plano B e só se fala em cidade da copa estranhei essa mudança de comportamento.