Resenha do jogo


O time bocejou…

Bem, a impressão que deu foi que fomos engolidos pelo time de Goiás. Espantou a nossa desorganização, já que, até então, éramos organizados. O que aconteceu? A organização tática do outro time desorganizou a nossa? Pode ser.

Outro espanto foi a nossa indolência. O time jogando diante de quarenta mil pessoas e… mole. Não entendi. O que aconteceu? A dominação tática do adversário abalou e abateu nossos jogadores? Pode ser. A dominação tática implica, para os dominados, a sensação de estar cercado de adversários por todos os lados. Isso desanima, realmente.

Vá lá tudo isso, vai ver que explica um pouco o que aconteceu, mas não precisava tanta moleza, beirando a covardia, e tanta desorganização tática. Certo, o time é limitado tecnicamente, mas estava, até então, bem posicionado. Não tínhamos tanto conteúdo, em relação ao nosso adversário, mas tínhamos forma, isto é, tática e superação. A forma volatizou, e a superação desmanchou-se no ar.

Logo no primeiro tempo, a desorganização era visível: a zaga marcava lá atrás e o ataque, quando marcava, era lá na frente. Ficou, assim, um buraco no meio-campo. Um espaço imenso, uma espécie de pradaria, uma imensa tundra, onde os jogadores do outro time deitaram e rolaram. Ruminavam naquele pasto, sem nenhum predador à vista.

Ofereça campo ao adversário, insinue que, hoje, dormiu mal e dê aquele bocejo, aí, meu chapa, não tem jeito, é derrota na certa. E o pior: a derrota não foi valorizada. Inclusive, foi meio estranha, meio patética. Algumas vezes, confesso, assim meio com sono, dando aquele bocejo, deu pena. Goiano (perdido), Jackson (nulo), Joelson (delirante), Brasão (sem marketing), Elvis (confusional) e quejandos bocejaram coletivamente em campo. E, se um boceja, ocorre uma reação em cadeia. Foi uma coisa (desculpem o palavrão)  de nunca mais se ver, mesmo com o tanto de coisas (foi mal, aí) passíveis de nunca mais serem vistas que têm lugar no Clube do Santo Nome.

Convenhamos, foi de lascar.

E a sensação foi de que, talvez, muito pior seria se pior fosse. O outro time jogou tranquilo, exceto quando levou o gol. Passou um momento meio conturbado, mas voltou a equilibrar as ações, para dominá-las, novamente. Fiquei abasbacado com a facilidade pela qual entravam na nossa defesa. Não era uma questão de pedir licença, a entrada da área era oferecida de forma ostensiva. Chegava a ser vulgar. Era perigo de gol o tempo todo. Tudo parecia uma questão de tempo. O tempo da derrota.

Nossa sorte é que Geninho é um técnico de resultados, pois senão… Do contrário, a gente ia se fod… Desculpe, estava até bem, até educado, escrevendo sobre o jogo. Mas é fod… ops! Foi mal aí, novamente. É difícil escrever, nesse horário, logo depois do jogo, sabem como é que é, né?!

Sim, como dizia, o time adversário parecia administrar o jogo. Parecia desistir de pressionar. Inclusive, isso irritou bastante, pois o nosso time poderia ter pressionado mais. Mas não… Preferiu o lenga-lenga, o nhenhenhém, o vazio de jogadas, a praxe de lançar a bola na área, essas manias de quem já assumiu a derrota.

Até Dado, na entrevista, foi cabisbaixo: “Nós perdemos para uma equipe que é mais qualificada. Nós fizemos o que pudemos. Nossa equipe não foi apática, não foi temerosa”.

Se fizemos o que pudemos, se não fomos apáticos (fomos  o quê, então? Vikings da bola?), isso significa que a gente vai se fod* no próximo jogo?

(Desculpem, mas é o termo coloquial para “jogar a toalha”)

E, se jogamos a toalha, vamos nos concentrar no Pernambucano, visando a série D, claro. Vamos deixar pra lá. A vida é assim mesma: a gente vive, depois esquece.

PS: sentimos a falta de Leo, claro, mas tal fato não justifica nossa moleza e nossa desorganização. Bora ver.

33 Comentários

  1. marcelo almeida
    1

    A realidade bateu na nossa cara.

    Não passamos de um time “arrumadinho” com feijão duro e charque de quarta.

    Como o melhor tempero é a fome, estamos engolindo o que taí.

    Por falar em fome, com esse preparo físico de morta fome e com essa vontade de correr de jerico, o “arrumadinho” vai começar a causar indigestão.

  2. Geraldo Mesquita
    2

    Creio que vamos de um lado ao outro com uma facilidade incrível. È só lermos as postagens anteriores e as feitas antes do jogo. Por instantes esquecemos onde estamos ou de onde estamos tentando sair. Qual o campeonato que iremos disputar no segundo semestre e a provável montanha de dinheiro que isso nos proporcionará, que às vezes pensamos ser igual à daqueles que disputarão a primeira divisão.
    O problema principal é que aínda estamos em um enorme buraco do futebol brasileiro e é dele que precisamos sair de qualquer maneira.

  3. Não vi moleza. Não vi problema de preparo físico. Para mim não teve mistério. O time de branco é melhor que o nosso. Jogou melhor e ganhou. Deram sorte de fazer um gol no final do primeiro tempo. Talvez, se virássemos com 1 x 0 teríamos resistido mais. Talvez.
    Mas o time deles é muito melhor que o nosso. Mas não devemos jogar a toalha. No futebol nem sempre o melhor ganha. O time de Goiás tem o mesmo meio de campo a 3 ou 4 anos. Isso faz diferença.
    O Santa tem um bom time para a série d. Não será fácil mesmo assim. Temos que sair dela e entrar no clube dos 13 e continuar o trabalho. Para a série d precisamos reforçar o time. Nosso ataque pode ser melhorado. A zaga idem.
    Bom público.

  4. Paulo Aguiar
    4

    Também tenho a mesma opinião de muitos aqui.
    Perdemos por um conjunto de fatores, entre eles o fato de que nosso time é mais fraco.
    Foi impressionante a ‘leitura’ do jogo de Dimas-MãeDiná; previu tudo.
    O que não pode deixar de faltar é luta.

    Luta que parece ter faltado nos últimos três jogos. Desde contra o Vitória o futebol apresentado foi fraco. Na realidade, nos últimos 6-7 jogos só jogamos bem contra o Botafogo (lá e cá). E futebol não é passe de mágica, não tem essa de ‘piscar os dedos e voltar a jogar bem’. É tudo uma consequência de boas atuações.

    Temos que voltar aos trilhos, urgentemente.

  5. Eu acredito que a nossa derrota deve-se a qualidade incontestável do time goiano e a nossa fragilidade na marcação em especial as 2 laterais!

  6. Ouvi a análise do jogo, feita pelo nosso técnico, e ele foi direto ao ponto – o Atlético é superior e tem uma base que joga junta há pelo menos três anos.

    Contou que viu há dois anos atrás um jogo deles contra um time cearense (acho) e a equipe era praticamente a mesma.

    Geó, pode não ter sido preparo físico, mas o time esteve apático. Quem viu a correria e a vontade contra o Botafogo, jogando em um campo pesado, há de reconhecer que faltou disposição ontem – e organização, claro.

    Nesse aspecto, destaque para Jackson e Élvis, que estavam mortos em campo desde os 15 minutos finais do primeiro tempo.

    Paulo tem razão ao falar do aspecto “luta” nos três últimos jogos, descontado o time reserva/juniores contra o Araripina.

    O que o time do Santa não conseguiu contra o Vitória em casa, ao empatar por 1×1, Gilberto fez sozinho (4 gols) jogando pelo vice-lanterna Vera Cruz. Aliás, o empréstimo de Gilberto, que já fez mais gols do que o marqueteiro Brasão, termina agora e seria bom trazê-lo de volta (Val Barreto, Gaúcho e Leonel podem pegar a reta).

    Joelson precisa de um GPS.

    Nossa zaga é uma piada de péssimo gosto. No segundo gol me pareceu um jogo de fliperama, com a bola ricocheteando numa floresta de canelas sem que ninguém conseguisse afastá-la.

  7. PS: Caco, o sapo (eheheh), ressaltou outro ponto negativo.

    Volta Léo!

  8. André Tricolor Virtual
    8

    Foi espantoso a apatia de nosso time, faltou garra, disposição e vontade … E se não estamos mal preparados fisicamente, não entendi tanta moleza, pra jogadores que ‘folgaram’ na rodada do estadual, ficaram dois dias assistindso ‘dvd’ dos burronegros … Só falta dizer que hoje vai ter ‘regenerativo’! PUTZ !

    Abraços a Todos,

    >>> VIVA SANTINHA !!!!

  9. O Atlético/GO é, de fato, um time superior ao nosso. Mas se isso justifica a derrota, não justifica a apresentação apática, desorganizada e atabalhoada.

    Concordo com Paulo, desde o jogo contra o Botafogo que não jogamos uma grande partida. Até dou um desconto para a partida contra o Araripina, pois não é fácil jogar com onze reservas. Mesmo assim, esperava um jogo difícil, mas com o Santa tentando morder o adversário e vencendo suas limitações através da vontade e dedicação. Não foi isso o que aconteceu. Fomos dominados dos começo ao fim e o time esteve perdido em campo a maior parte do tempo.

    O Santa de ontem lembrou o Santa de sempre e o Santa de sempre nem passa da primeira fase da Série D. Aceito a derrota do ontem com rara tranquilidade, mas não a apatia e a desorganização geral.

    O time, tive a impressão, não entrou em campo. Talvez ainda esteja lá nos vestiários esperando que o jogo comece.

    Saudações corais,

    Dimas Lins

  10. Manequinha
    10

    Pessoal,

    As falhas de ontem são as mesmas que vemos há tempos. Apenas o adversário não é o Araripina nem o Sete de Setembro. Precisamos sim de um atacante, um meia e um zagueiro, no mínimo. Elvis e Joélson não estão de salto alto, eles apenas só jogam aquilo mesmo, e aquilo é suficiente no Pernambucano contra times do interior, contra times grandes, dá vontade de rir.

    Agora para descontrair, não dizem que Cirete é o atacante que mais ataca em pernambuco? Vejam isso : http://www.cardinot.com.br/na_tv.php?id=6845

  11. Paulo Aguiar
    11

    É incrível, sendo quando surge uma ‘proposta’ para Élvis, ele se encanta e parece que deixa de jogar bola.

    Após o jogo do Botafogo, até Dado se empolgou e falou na possibilidade de ganharmos a Copa do Brasil. Nada contra, mas os jogadores ‘ouvem’ e pensam que são os melhores do mundo.

    Será que Bosco estava certo ao dizer?

    “O Santa Cruz esteve irreconhecível contra o Botafogo-RJ”

    :))))

  12. A frase de Bosquímano está perfeita, infelizmente.

    Mas, com alguns ajustes temos time para subir de divisão – nossa meta principal para este ano.

    Querer, ou esperar, mais do que isso só com chá de trombeta.

  13. Artur Perrusi
    13

    Pode-se jogar bem contra um time melhor e perder. Pode-se ganhar de um time melhor por meio da superação, da organização e da sorte. Ontem, jogamos mole, sim. Não foi de ver para crer, tava na cara. Esse time sem garra, sem superação, é nada.

    E jogamos tb desorganizados. Somente a desorganização, logo, a falta de disciplina tática, explica aquela grande estepe vazia no meio-campo. Cadê a marcação? Eu não vi. Alguém viu?

    O fato de o adversário ser melhor não explica a moleza e a desorganização.

    Mas voltemos à verve apaziguadora de Ducaldo. Com alguns ajustes, temos time para a série D (nosso objetivo, acima de qualquer outro). Agora, temos que manter a organização e a garra.

    Ah, sim, ontem, pelo menos, tivemos sorte. Não levamos uma goleada.

  14. Artur Perrusi
    14

    Artigo no Acerto de Contas criticando a evasão de renda:

    Diretoria pensa que torcida não sabe multiplicar, e dinheiro da renda do jogo do Santa Cruz diminui

    Ontem, foi ridículo. Quase 40 mil, mas R$ 338.290,00 de renda. Acho a evasão de renda um método canalha de fugir da Justiça do Trabalho. E, convenhamos, se é pra ser canalha, que se seja de uma forma inteligente e não imbecil. No mínimo, desse jeito tão ostensivo, vira uma provocação, chamando os cabras da justiça de idiotas.

    Não me espantaria em saber que cambista e evasão de renda andam juntos.

  15. Tiago Maranhao
    15

    Não assisti ao jogo de ontem, tive que ouvir pelo rádio. Nossa zaga nunca foi grande coisa, mas o time jogava compacto e bem fechado, o que, de certa forma, compensava a fragilidade da defesa. Ontem, pelo que ouvi (e vi no Twitter e nos comentários aqui), a organização e a aplicação tática foram pelo ralo, e isso é preocupante.

    Quanto à evasão de renda, realmente, é uma piada. Começa por se divulgar um público de apenas 40 mil pessoas.

    Sempre repito isso: assisti àquele 6×0 do Brasil contra a Bolívia, pelas eliminatórias da Copa de 94, sentado, na arquibancada inferior do Arruda, com público divulgado de 96 mil pessoas, e ao 2×0 contra a Argentina, após a Copa, com 85 mil pessoas.

    Pelas fotos do Torcedor Coral no Twitter ontem, não consigo conceber onde caberiam mais 50 mil pessoas no Arruda ontem. Ou mesmo 20 mil, considerando a atual capacidade autorizada de 60 mil pessoas.

  16. insatisfeito
    16

    ainda tinha espaço nas sociais, cadeiras e na vaga da torcida do atleticu de goiás. o resto, não cabia um ácaro!

  17. insatisfeito
    17

    ah, tinha espaço na Inferno também, ela não lotou o setor dela e nunca mais usou o maior bandeirão do mundo….

  18. Amaro Moura
    18

    Realmente não dá prá engolir uma mentira dessas.
    40 mil torcedores, média por baixo de 10,00 reais= 400.000 mil. Renda 337.000,onde estão os 63.000 mil?
    Alguém da diretoria precisa explicar que matemática é essa.

    Quanto ao jogo,eu prefiro esquecer.
    Já tive muito aborrecimento ontem no final da partida.

    AMANHÃ É OUTRO DIA.
    AVANTE SANTINHAAAAAAAAAAAAA!

  19. Artur Perrusi
    19

    Voltando ao jogo. O futebol brasileiro está muito nivelado, com exceção do Santos, que está sobrando. O Botafogo, por exemplo, é melhor do que o nosso time, mas não é imensamente melhor, tanto que damos um vareio de bola nos caras. O time da lavanderia é melhor do que o do Santinha, mas a diferença de qualidade não é absurda, muito pelo contrário.

    O time da lavanderia não é de outro mundo. Com superação e organização, poderíamos ter nivelado o jogo. Sem superação e organização, não tinha como. Portanto, era perfeitamente factível ter jogado de igual para igual com o adversário.

    Sinceramente, foi isso (a falta de superação e organização) que gerou a frustração. A entrevista de Jackson vai, inclusive, nesse sentido.

    Se o time voltar a ser irreconhecível (como disse o grande Bosquímano), temos chance, sim, lá em Goiás.

  20. o gol que tutti levou no primeiro tempo não tem nada a ver com falta de preparo físico, nem falha de marcação, etc.
    eu queria saber da boca dele, pq ele parou no lance.

  21. Erick Ramo
    21

    Nos últimos 3 jogos foram dois empates e uma derrota, além de nem de perto apresentarmos o mesmo futebol de raça que jogamos contra o botafogo… Não podemos deixar a humildade e a determinação irem embora.

    []’s
    Erick Ramo

  22. Tiago Maranhao
    22

    O danado do futebol são os detalhes. Depois do gol do Santa, aparentemente, o outro time ficou meio desnorteado, e perdemos uns 3 gols (segundo a JC) em questão de minutos (e concordo com Ducaldo, Gilberto tem vaga certa num ataque em que Joélson é titular). Tivesse uma desses entrado, a história também poderia ser outra.

    Mas aí já estamos no campo da Física Quântica.

    Vamos buscar em Goiânia. Estarei lá, junto com a Torcida Desorganizada e Improvisada Corais do Tesouro Nacional.

  23. André Barreto
    23

    Vamos esquecer essa bosta de Copa do Brasil e vamos nos concentrar no que podemos ganhar, o Pernambucano 2010. Só um detalhe, dispensar esses zagueiros e trazer um lateral esquerdo urgente.

  24. Deixa eu aumentar a série de perguntas de Artur:

    – Foi malemolência quase baiana, ou foi um time limitado?
    – Levar gol aos 43 minutos é vício, ou falta de qualidade pra manter o padrão, qualidade de jogo e a concentração até o juiz apitar?
    – Foi competência do atlético, ou excesso de confiança e, por isso, incompetência nossa?

    Dado não tem obrigação de fazer com esse time limitado o que já tentou fazer. Dle não andará sobre as águas, nem curará um leproso, nem usará cuspe pra curar cego.

    A Direotoria tem que dar suporte, ou a gente fica com um time novamente limitado e marcndo passo. DE NOVO.

    Bom. O remédio, agora é rezar pra arrancar o improvável na Serra Dourada.

    Se não der, centrar fogo nas semi-finias, pois a Série D já está garantida.

  25. Cuidado com esse negócio de série D está garantida….

    temos que pressionar a diretoria para manter o time, e até reforçar.. nao podemos arriscar o brasileiro nao

  26. óia a cobra
    26

    O time não entrou em campo, a apatia foi tão grande que nós torcedores ficamos parados não acrediditando naquilo que estavamos vendo.
    Um time sem norte, sem alma e sem espirito de equipe. Foi horrivel tanto é que a torcida começou a sair do estadio bem antes deo jogo terminar.

  27. 100% Tricolor Coral.
    27

    Esse elenco tem muito MEDO DO ARRUDÃO LOTADO !!!!!!

  28. Em comentários que fiz em posts anteriores, deixei claro que
    estava preocupado com este jogo, pois o atlético era um time
    manhoso e que tivesse cuidado com o tal de Róbston e que o
    Santa Cruz jogasse com humildade, só sendo premonição, o ti
    me não desceu do salto ainda e o tal Róbston fez os gols do
    atlético, quem sabe agora os jogadores entendam que não são
    os craques que se achavam e voltem a jogar como guerreiros,
    que esta derrota sirva de lição. Ainda acredito!
    Saudações corais.

  29. Brasileiro
    29

    Prezados Senhores, Boa Tarde.

    É a primeira vez que posto aqui e está sendo um imenso prazedr.

    Em relação ao jogo de ontem como também a outros que ja tivemos, so tenho a lamentar e mostrar aos nossos jogadores um tempo de jogo do time do SANTOS, creio eu que 45 minutos é suficiente para que eles vejam que futebol é um esporte COLETIVO, se JOELSON e ELVIS querem jogar sozinhoe então vao jogar TENIS.

    Abraços a todos e saudações santacruzense

  30. Hélio Mattos
    30

    É isso aí Almir, tbém gostaria de saber poque o Tutti parou no lance do primeiro gol.

    Ele fez algo bem parecido também no primeiro gol que tomamos da Barbie, neste último jogo contra as bonecas.

  31. Essa zaga é muito fraca. Alysson pensa que joga, que chuta. Luiz Eduardo é bisonho. Não pularam no 1º gol, e bateram cabeça no 2º – zaga na encrenca isola a bola. Houve uma apatia no 2º tempo. Mais uma vez abusamos de perder gols no 1º tempo. Dispensar Alysson e Luiz, trazer 3 zagueiros de verdade, dispensar Gaúcho, Leonel e trazer a atacante de verdade. Mais um volante. Apertar Elvis. se quer sair, jogue bem, paguem ao SCFC e vá. Boa notícia para jogo de volta: Alysson suspenso.
    Sobre a renda, é uma vergonha. Quem faz isso para enganar a justiça, engana qualquer um.

  32. marcelo almeida
    32

    Ontem em cinco minutos de jogo, o Santa Cruz até tentou jogar como jogou contra o Botafogo, tomou dois contra ataques que eles perderam na cara do gol de Tuti.

    Daí, percebeu que não podia ir pra cima com tudo, tinha que cadenciar.

    Equilibrou o jogo, achou um gol, poderia ter feito mais dois.

    Quando a leitura do jogo era se fechar para explorar os contra ataques cadê? Parecia que nunca treinaram essa situação de jogo.

    Jacson, Joelson e Elvis, não sabiam se tinham que marcar ou se ficavam esperando a sobra pra puxar o contra ataque. Muitas vezes paravam dois ou três deles, nunca apenas um só.

    E quando o contra ataque era puxado pelos laterais, ninguém abre pela ponta para receber, os atacantes correm quase sempre em linha reta, pelo meio.

    Depois do empate. Time fixo, sem mobilidade.

    E não é só de ontem. Esse parece ser o padrão de jogo DADO CAVALCANTI.

  33. gustavo rabelo
    33

    Já disse e torno a repetir: não temos o melhor elenco, mas eu ainda acho que os melhores jogadores ganham jogo ou campeonato… acho que faltou empenho e um pouco de paciência… O Santa Cruz está parecendo o Atlético Mineiro no ano de 2009 nos jogos que assisti – muito irregular – assim estamos nós ora jogamos bem, ora jogamos pessimamente mal… Talvez as entradas de Jackson e joelson foram pessimas.

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