
O medo da crítica a um erro
Esperando o retorno do Santinha aos gramados, vamos adequando, aos poucos, a análise da gestão FBC. Notei que a palavra “crítica” causa frisson nas hostes tricolores, até mesmo em tricolores calejados e escaldados nos qüiproquós do clube. Há uma espécie de medo, um tanto vago, de que as críticas desestabilizem – logo quem, meu Deus – a governança de um político experiente como nosso presidente. Além do mais, o medo superestima o poder de fogo de um mero blog de opinião. As palavras causam, sim, tempestades, mas de… papel – aliás, nem papel, pois tudo é virtual. O que uma tempestade virtual pode causar? Não somos nem mesmo responsáveis pela matança de árvores, as coitadinhas; logo, não estimulamos o aquecimento global (o TC defende os ursos polares e as raríssimas tartarugas de Intermares). Assim, calma com o andor.
Digo isso, porque me impressionou a reação de baixo ventre de várias pessoas contra um texto crítico de Inácio, lá no Blog do Santinha. Foi um alerta: existem trolls nos blogs tricolores. Explico a natureza dessa criatura da internet, via Wikipédia:
“Um Troll , na gíria da internet, designa uma pessoa cujo comportamento tende sistematicamente a desestabilizar uma discussão, provocar e enfurecer as pessoas envolvidas nelas. O termo surgiu na Usenet, derivado da expressão trolling for suckers (lançando a isca para os trouxas), identificado e atribuído ao(s) causador(es) das sistemáticas flamewars.
O comportamento do troll pode ser encarado como um teste de ruptura da etiqueta, uma mais-valia das sociedades civilizadas. Perante as provocações insistentes, as vítimas podem (ou não) perder a conduta civilizada e envolver-se em agressões pessoais”
Pela definição, percebe-se que toda Coisa é um troll, mas isso é outro papo… Pois bem, apesar dessas medonhas criaturas, a crítica continuará, simplesmente porque somos responsáveis – seria uma irresponsabilidade, depois de todas as desgraças que já aconteceram no clube, ficarmos ufanistas diante de qualquer gestão, mesmo diante dessa que, até agora, fez um bocado pelo clube.
Parodiando um irlandês, o Santinha não é questão de vida ou de morte. É muito mais importante do que isso! Ora, gerir o Clube do Santo Nome implica uma responsabilidade pública. Por isso, debater publicamente os atos e as conseqüências de tal responsabilidade torna-se fundamental, inclusive, para a sobrevivência do clube. As decisões tomadas ou as políticas planejadas devem ser abertas ao escrutínio público. Tal abertura implica uma tolerância imensa à crítica. Não dá para abrir o debate e, ao mesmo tempo, ficar feito uma mocinha irritadiça a qualquer opinião divergente. Tal tolerância é fundamental, inclusive, para legitimar a nova gestão. Como?! Sim, no fundo, como se conquista uma legitimidade? Ora, conquistando a confiança do tricolor, já que ela, a confiança, origina-se da responsabilidade e da transparência – a confiança protege esses dois atributos da democracia. É uma espécie de laço que deveria atravessar toda gestão tricolor.
É justamente porque tenho confiança na gestão de FBC que posso criticá-la. Se não tivesse confiança, não faria críticas e sim oposição à gestão. Entendeu troll ou preciso desenhar, carai?
Balanço provisório II: do planejamento ao risco?
Bem, como dizia, a crítica amadureceu, vem amadurecendo. Depois dos textos e dos comentários, posso nuançar minha avaliação da gestão FBC.
Primeira questão: a saída de Capella significa que não houve planejamento? Respondo que houve e há planejamento. O problema a discutir é se o planejamento deu certo ou não. E se as mudanças atuais significam que o planejamento continuará profissional. Pelo que entendi de Capella, aqui mesmo no TC, sua saída do clube deveu-se a problemas de grana (não vejo razão de duvidar de sua palavra). O motivo, assim, não foi por causa de uma mudança de mentalidade, do tipo “a-direção-do-clube-decidiu-voltar-ao-amadorismo”. Não, a causa da defenestração de Capella foi financeira, isto é, foi pelo motivo mais objetivo e prosaico do mundo: falta de mufunfa.
Considero, do ponto de vista de um planejamento profissional, a saída de um diretor de futebol mais grave do que a de um técnico. Simplesmente, porque o diretor encarna as diretrizes do clube, mantendo e reproduzindo o planejamento. Uma mudança de técnico, em tese, não implica uma mudança nos planos. Assim, a segunda pergunta é a seguinte: o sucessor de Capella seguirá o plano traçado? Será um profissional? Aqui, a situação complica-se um pouco: por um lado, pode-se imaginar que o novo diretor de futebol mantenha o planejamento; por outro, pelo que sei, o novo diretor não é um profissional do futebol. Por isso, faço mais duas perguntas relacionadas ao tema: o novo diretor é temporário, isto é, está tampando um buraco, enquanto não se contrata um profissional? Ou a contenção de despesas está sendo tão grande que impossibilita a contratação de um especialista no assunto?
Caso seja a segunda hipótese, a situação ficaria difícil. Claro, o novo diretor pode ser a mais nova revelação do planejamento esportivo, mas isso é uma aposta. E, convenhamos, é muito mais fácil ter fé do que discutir apostas. Discutir aposta é discutir, o tempo todo, no condicional. É discutir adivinhando, ficar no “se, se, se”. Bem diferente do que debater um planejamento, justamente uma forma de atividade criada pelos humanos para controlar os acasos e as intempéries da vida. De todo modo, se o novo diretor possui experiência administrativa, a situação melhora, mas ainda não é suficiente. Em suma, se a segunda hipótese é a mais verossímil, o problema seria a falta de grana, novamente. Como estamos voltando sempre à questão de recurso, quero discuti-la um pouco mais.
A gestão FBC tinha criado uma idéia de empreendimento muito original: o Santa S/A. Contudo, como nosso clube é amaldiçoado, os deuses inventaram essa crise geral do capitalismo (nunca detestei tanto Marx por isso…). Com a crise, cadê os recursos? Ora, FBC não tem culpa da crise – é praga de burro-negro fela-da-mãe, esses vendidos ao Clube dos 13, prostitutas de porcos, ops!, eu me empolguei, foi mal aí… Sim, como dizia, FBC não tem culpa da crise. Deflagrada a crise, ele poderia adivinhar suas conseqüências? Creio que não. Se mesmo os economistas, os novos feiticeiros da modernidade, só tinham, e ainda têm, especulação a respeito, seria exagero cobrar do nosso presidente uma clarividência sobre-humana (afinal, ele não é Lula, nosso Guia Genial, que já sabia que a crise era uma marolinha).
Mas aí é que tá: FBC tinha um plano B! Aliás, tinha duas opções: ou centrar fogo na campanha de sócios ou tirar um coelho da cartola: a Coral Investimentos. FBC apostou suas fichas no coelho e na cartola. Entendo sua posição, sei que não é fácil, embora preferisse a campanha de sócios; contudo, reconheço que a campanha depende da associação dos tricolores, o que não é tão garantido assim.
Pessoalmente, ainda acho, pela falta de informações, a Coral Investimentos uma caixa-preta. Deduzo apenas que FBC deve ter muita confiança nos responsáveis desse empreendimento. Deduzo também que Fernando Silva, o representante da CI no clube, não é o manda-chuva da empresa (é empresa?). Espero que apareçam esclarecimentos e informações a respeito, principalmente no fórum adequado, que é o Conselho Deliberativo. E, claro, espero que esse empreendimento dê certo.
No entanto, parece-me que a captação de recursos pela CI tem seus limites. Se não tivesse, teríamos contratado um diretor de futebol profissional e, provavelmente, um técnico mais tarimbado do que Sérgio China. De todo modo, continuam os investimentos nas outras áreas, principalmente no nosso templo, que se prepara para receber a seleção (considero fundamental essa empreitada; portanto, todo apoio nessa questão), mas não sei, nesse caso, se está envolvida a CI. Assim, no futebol, estamos na seguinte situação: estamos com um diretor de futebol amador e um técnico inexperiente.
Vejam, como não conheço o novo diretor de futebol, não tenho como criticá-lo, embora o próprio fato de ser um desconhecido no meio futebolístico já signifique uma crítica. Seria interessante que o novo diretor apresente-se à torcida. Fale de seus planos. Tome uma cervejinha com o TC – inclusive, que pague a conta e, com isso, coopte o Editor-Mor, uma alma fraca, em se tratando de cerveja. Só assim saberemos se estamos diante de um diretor que, apesar de não ser da área, pretende continuar a profissionalização do nosso futebol.
Já quanto a Sérgio China, é o seguinte: confesso minha simpatia pelo rapaz, mas é um risco muito grande sua contratação. Não sei se era hora de arriscar. Há muito em jogo. É a sobrevivência do Santinha que está no horizonte. Mas, pelo menos, com China, tenho a certeza de que será aproveitada a base do clube, e isso é uma reivindicação antiga do TC. É imprescindível que a direção de futebol, incluindo o diretor da base, trabalhe em conjunto com Sérgio China, seja para apoiá-lo, seja para orientá-lo em relação ao novo planejamento. Deixar China sozinho é temerário, pois sua inexperiência pode levá-lo a tomar decisões precipitadas.
Para terminar, enfim decolou a campanha de sócios. Repito: ela é fundamental. Uma campanha bem feita recupera, inclusive, a auto-estima do torcedor. Tal fato aconteceu na gestão Alvarenga, e olhe que a campanha foi apenas razoável e um tanto confusa. Nesse momento, é essencial resgatar a esperança do torcedor. Vivemos de luz, caros amigos. Estou com sede de esperança. Com a dita-cuja, a confiança solidifica-se e a torcida chega junto. Lembrem-se todos: estamos indo a uma guerra. Temos que estar preparados. Utilizando o vernáculo e uma linguagem erudita: temos que botar pra foder!









Grande “Artur”
Muito bom seu texto, e nunca estuvemos tão na LUZ como agora … Uma pergunta:
Um rico quando vai jogar em um campo de areia, sem grama alguma, ele vai ao jogo de sapato social bico fino, uma chuteira colorida desenvolvida especialmente pra seus pezinhos, ou vai descalço mesmo, pra mostrar que ‘bacana’ sabe pisar em qualquer ‘área’ ????
Abraços a Todos !!!! Felicidades meu amigo “Perrusi”
>>> VIVA SANTINHA !!!!
* estivemos ( no lugar de estuvemos )
“Artur”
Tenho uma ligeira impressão, que “FBC” já previa em seu Planejamento, essa mudança de plano no que diz respeito as adequações financeiras. No início do ano, era necessário ‘gastar’ o possível para garantirmos a vaga a Série D ( mocréia, by “Ducaldo” ).
É claro que, de nada vai adiantar se ficarmos na ‘Quarta Divisão’, porém, acho prudente ter um orçamento que conduz com o tipo de competição que vamos participar, que ao meu ver, é um “Bodão” melhorado !!!!
Abraços !!!!
Ps. “Dimas”, que bom que vc resolveu a questão lá no texto “A Mensagem de Capella” !!!
* condiz ( tá phoda )
Artur coloca o nível do debate no seu devido lugar,há uns 3 mil metros acima do nível da lama(ou da histeria niilista), mas ultimamente a anisedade me roubou o gosto pelo debate. Só penso que o Santa tem que dar certo já neste torneio da série d. Não dá para ficar para depois. Acho que com Bittencourt e Capella teríamos mais chances, mas me impressionava os “apagões” do time, acho que faltava liderança dentro das 4 linhas. Penso que agora mais do que nunca deva haver um “envolvimento espiritual” dos jogadores com o Clube e a torcida. Acho que a presença de um líder dentro de campo, estilo Rodrigo cospe escudo Pontes, ajudaria, mas ainda mais importante é o espírito de solidariedade e a motivação dos jogadores. Formado o grupo, isso tem que ser monitorado dia e noite. Dentro de campo, não me incomodaria de ver futebol ruim (aliás, se fosse por isso…bem…deixa para lá), mas não dá para tolerar falta de garra. Todo mundo marcando, todo mundo fazendo as faltas necessárias, acreditando sempre. É isso que tem que ser mentalizado pelos jogadores que vierem. Isso tudo dosado com a experiência de jogadores mais rodados e de boa forma física para compensar a ansiedade dos mais jovens. Penso que é não é o fim do mundo trazer 3 jogadores com essas características. No mais, só me interessarei mais pelo debate quando alcançarmos no mínimo a serie B, até lá viverei à base de ansiolíticos, potencializados com uns bons copos de cerveja.
“Milton” ,
… Até a Série B espero devo fazer uma ‘viagem galáxia’, já que, ando bebendo tão pouco, que não consigo menosprezar a ansiedade … Era bom que já existisse um remedinho pro cara acordar só lá pra 2013 !!!!
Abraços meu amigo!
Estou planejando agora em fazer um salto de pára quedas.
Já reservei o valor do aluguel do avião, comprei os equipamentos necessários, demarquei os possíveis pontos de aterrisagem, Aluguei pára quedas reserva que aciona automaticamente com um simples comando de voz, realizei todos os exames médicos necessários, estou precisando perder 4 quilos em 15 dias, para o equipamento que irei utilizar de duas alças de carbono , desenvolva uma planagem diâmetral, também adquiri um programa que equacionando a velocidade do vento, a temperatura, e a altitude, informa com precisão o tempo do salto e o local exato da aterrisagem.
O único probleminha é que eu nunca saltei de pára quedas na minha vida.
MORAL DA HISTÓRIA – O PLANEJAMENTO ESTÁ ÓTIMO, MAS É ARRISCADO PRA CACETE.
Milton lembrou muito bem uma questão mais do que importante. Sem dúvidas tínhamos um time forte no pernambucano. Todavia, quando se trata de mata-mata, mais do que isso é necessário. É importante equilíbrio e compromisso.
Talvez estejamos escrevendo certo por linhas tortas.
E o risco? Infelizmente, por mais que a gente queira, e principalmente sendo tricolor coral, não se vive sem risco (muito menos numa série D com mata-mata).
Companheiros Milton Santos Jr. e Fabiano Pinheiro, não podemos esquecer tambem o EXTRACAMPO que é um fator determinante para esse tipo de campeonato, onde nos bastidores muitas vezes se decide um jogo no mata-mata, portanto, é bom incluir tambem no panejamento pessoas “espertas” e que conheça o sub-mundo do futebol e seus porões, que possa influir nos resultados, porque técnica, raça, e qualidade de jogadores somente não define uma partida, é preciso sorte e principalmente EXTRACAMPO.
Saudações Corais.
SÉRIE D, ESCORIA DO FUTEBOL BRASILEIRO, ESTÁGIO DEPOIS DO INFERNO, ESSAS SÃO QUALIFICAÇÕES PARA A COMPETIÇÃO QUE VAMOS DISPUTAR.NÃO TEMOS TRADIÇÃO NENHUMA EM MATA MATA ESTAMOS PERDENDO PRA AMERICANO E OUTRAS COISAS ULTIMAMENTE COM ESTE TIME QUE ESTA AÍ, TA MUITO DÍFICIL E MAIS UMA VEZ COLOCAMOS UM TREINADOR SEM EXPERIêNCIA ALGUMA PELO AMOR DE DEUS VOLTAMOS AOS MESMOS ERROS DE OUTRORA.
JA VI ESTE FILME INFELIZMENTE, CUIDADO AQUI NO PARÁ O REMO JA SUCUBIU E SO JOGA AGORA UMA COMPETIÇÃO OFICIAL EM 2010.
UM ABRAÇO
Olá camaradas tricolores.
Escrevo daqui do Rio de Janeiro, onde resido, mas não deixo de acompanhar no Santa. Inclusive já fiz o meu papel de me associar pela internet.
Minha impressão é que muitas águas vão rolar até o início da série D. Primeiro, decolando a sistema de sócios, como acho que vai acontecer, a base financeira passa a ser outra, dando condições ao clube de reforçar o elenco.
Outro aspecto é que os campeonatos da séria A e B acabaram de começar e até Julho, muitos jogadores estarão disponíveis, por não terem se adaptados aos seus respectivos times. Nesse contexto, incluo, por exemplo, o Marcelo Ramos. Por fim, teremos dois meses de trabalho intensos com o grupo fechado, seja ele qual for, vantagem que talvez nenhum dos outros participantes terá, pois com certeza, não possuem a mesma capacidade do nosso clube de agendar amistosos e de estrutura. Vários times não sabem nem se vão disputar a série D.
Por isso, afirmo que não temos temer. Temos que agir como caçador não como caça!!!
Um forte abraço a todos tricolores e parabéns pelo site TC.
Deixo uma dica para o Site TC levar à diretoria, dica essa já comentada em outros fóruns:
Colocar um contador de novos sócios no site oficial, de forma que todos possam acompanhar as novas adesões on-line. Além disso, o contador poderia estar acompanhado de metas a alcançar, como por exemplo, “Acabamos de atingir 10.000 novos sócios!! a próxima meta é chegar nos 20.000!!!
Isso acabaria por potencializar e estimular as novas adesões, virando quase que uma competição.
Fica o recado.
Júlio,
Achei essa idéia do contador muito boa. Talvez não seja possível colocar isso, porque, com sistema, cada nova funcionalidade precisa ser desenvolvida. Mas a idéia é válida, mesmo para um contador manual, que se atualize uma vez por dia, por semana ou por mês. Isto pode incentivar novos sócios.
Falarei com o pessoal do marketing sobre o assunto. Se for possível, também colocarei isso no TC.
Saudações corais,
Dimas Lins
Artur,,este texto comunga com o pensamento de muitos corais,
quando houver erro da direção temos que nos manifestar com
críticas sim, para que não descambe outra vez, como diz o
velho “deitado”: por falta de um grito se perde uma boiada.
Gostei da linguagem erudita.(kkkkkkk)
Saudações corais.
Caríssimo, discordo apenas de um ponto: não odei Marx pela crise do capitalismo. Logo ele que tanto combateu o capitalismo!!!!!!!
Foi uma ironia. Com a crise, o velho Marx está dando risadas no seu túmulo. Mas a crise chegar justamente agora, na hora do Santa S/A, foi de lascar.
Uma nota importante:
Temos observado que está existindo um esforço descomunal da diretoria para dar um salto de qualidade na estrutura do clube. Isso é fato. Mas alguns detalhes que passam desapercebidos mostra que pensamos pequeno.
Ontem, entrei em ctt com com uma funcionária do clube para tratar sobre minha adesão no santa fidelidade, pois não estava conseguindo logar no site. Fui muito bem atendido, contudo, descobri que esse sistema de atendimento aos novos sócios estava funcionando com duas telefonistas e uma pessoa que lia os e-mails e os respondia. Considero uma equipe muito pequena para dar vazão aos milhares de tricolores que devem ter entrado em contato.
Como o Presidente mesmo falou, estamos vivendo um momento histórico, que se der certo, dará uma autonomia muito grande ao clube. Portanto, todos os esforços devem ser envidados para que o sistema funcione a contento, para não perder as oportunidades.
Sobre o texto, nada a acrescentar. Perfeito.
Hoje escutei uma mini-entervista de Sérgio China em uma dessas emissoras que fazem pouco caso do nosso clube.
Me passou a impressão de ser um cara mais bem articulado e sem a empáfia de M. Bittencourt. Parece ter consciência da sua condição de “aposta” e da grande oportunidade que lhe foi oferecida.
Aguardemos.
Oi, ducaldo! Antes de dormir, quero deixar a minha opinião. Na Série D, quem vence são os menos fracos. Tem que ter garra e não inventar. Márcio Bittencourt inventava muito e perdeu jogos por causa disso, inclusive no último jogo contra a coisa.
Precisamos contratar 2 ou 3 jogadores diferenciados. Para serem a diferença juntamente com a torcida.
Falam muito desse Leozinho, do Icasa. Penso que deva ser uma boa para o Santa Cruz.
Milton, manda e-mail para eduardopramos@uol.com.br Preciso falar com vc.
Boa noite a todos.
Não aparecerá troll algum?! Cadê os trolls?! Dei o nome e, agora, desaparecem? Um troll, antes de tudo, é um anônimo. Não aguenta o peso de seu próprio nome.
Acho que devemos nos perguntar (e falo em pergunta, pois não tenho de fato uma resposta) sobre do que temos mais necessidade nesse momento: mais experiência (Capella-Bitencourt) ou mais comprometimento com o clube (Nevton-China)?
Penso que a série D é dente pra fora, sangue nos olhos e paixão pelo que se faz. Gosto da “aposta” Sérgio China. E, por outro lado, torço que apareça algum clube que leve Márcio Barros, por exemplo. Esse não é jogador para o momento. No caso dele, quem sentirá falta será o familiar Scandinavia….
“Dudu Ramos”
‘Parece’ que o Santa contratou o atacante “Aleandro” que jogou no Vitória!
“Geó”
Concordo com vc também, espero que apareça um clube que tenha dinheiro para pagar a multa e levar o ‘márcio barros’ !!! O cara não quer jogar pelo Santa na Série D! E sobre, “China” também concordo, e alguns mais otimistas, dizem até que foi a melhor contratação do ano pelo SANTA CRUZ !!!
* (amigos, vou me ausentar por alguns dias, pois estou com um problema sério particular para resolver, favor, rezem que tudo dê certo)
Abraços, boa sorte a todos e ao Clube Mais Querido das Multidões !!!
Artur, se seu texto tivesse sido postado em outro blog,você
seria trollpelado com toda certeza.
Saudações corais.
Júlio, me desculpe mas quanto a Marcelo Ramos não quero mais vê-lo vestindo a Sanra camisa Coral nunca mais na vida!!!!!
Hehe, gostei do termo “trollpelado”, José Edson. Grande sacada!
Sr. Artur Perrusi
Parabéns pelo artigo “Posturas e circunstâncias”. Ele é tão bom, que não merecia as duas passagens com frases vulgares.
Saudações Tricolores.
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