Os “paraíbas” não torcem pelos paraibanos…

Rio, capital paraibana do futebol

Amigos tricolores,
Há algum tempo, venho cultivando o desejo de diversificar e aumentar o número de colunistas do Torcedor Coral. Ou seja, sair da turma do eu sozinho e oferecer aos leitores outros pontos de vista. Acredito sinceramente na pluralidade de opiniões, pois isto só enriquece o pensamento e o debate na comunidade tricolor.
A tarefa não é das mais fáceis, afinal fora do mundo virtual – e mesmo dentro dele – temos nossas ocupações e tempo livre, nos dias de hoje, é produto raro. Mas, mesmo sabendo das dificuldades, convidei alguns tricolores para participar mais ativamente da edição do blog.
Hoje, apresento um texto de Artur Perrusi, fruto desta diversificação. Nosso amigo Artur, o qual tive o prazer de conhecer pessoalmente, é tricolor fervoroso e um participativo comentarista deste e do Blog do Santinha . Artur é cronista de rara habilidade e talento e suas crônicas podem ser conferidas no Blog dos Perrusi, onde ele e outros membros do clã Perrusi tratam com muito humor o mundo político contemporâneo e revolucionam o universo literário da psicanálise. Que Sigmund Freud, aquele invejoso, não nos ouça.
Esperamos que outros tricolores se juntem a nós. E que esse seja o primeiro de uma séria série de textos do nosso novo colunista.
Artur, seja bem-vindo!
Saudações tricolores,

Dimas Lins

Artur Perrusi

_Qual é seu time, professor?

Perguntou-me o aluno, curiosíssimo para saber sobre esse tema vital do reconhecimento humano. Diga seu clube, e pronto — não precisa de CPF, apenas o cite e saberão de sua identidade e mesmo de sua personalidade. É um signo mais poderoso do que qualquer outro da vã astrologia. Muitas vezes, pode ser uma questão de vida ou de morte.

_ O Santinha… — respondi.
_ O Santinha? Certo… mas, nacionalmente?

Fiquei um momento em silêncio. Não entendera a pergunta.

_Como nacionalmente?
_ No Brasil, professor, não falo de Pernambuco. No Brasil…
_No Brasil?! Sou Santinha no Brasil, no Japão, até no Congo Belga!

Desta vez, foi o aluno que ficou silencioso. Olhava-me de um jeito meio estranho, como se eu fosse um ET.

_No Brasil, eu torço pelo Flamengo, professor.

O aluno deu um tom professoral na voz, do tipo: _será que tenho que explicar o óbvio para esse cara?

Pensem numa coisa curiosa: foi assim que descobri que estava diante de um típico jovem paraibano da gema, torcedor do Flamengo, mais fanático do que o mais genuíno carioca. Certo, mantém nosso inconfundível sotaque, nossa abertura vigorosa das vogais pretônicas, nossa cadência. Mas… e a alma? Sim, a alma desse pobre coitado?

Fiquei pensando sobre o fenômeno. Por que isso acontece? Lá no Paraná, por exemplo, existem muitos torcedores de clubes gaúchos, mas a explicação possível para esse fato passa, provavelmente, pela imigração recente de gaúchos no sul do estado! Ora, imigrantes levam seu modo de vida, seus costumes e… seus clubes do coração! Mas, aqui, qual é a explicação? Não são imigrantes cariocas ou seus descendentes que torcem de forma apaixonada pelo Flamengo ou pelo Vasco, mas sim paraibanos de Tambaú. E o domínio de tais clubes, na maioria dos estados nordestinos, chega a ser surpreendente: o flamenguista piauiense, no afã de demonstrar a legitimidade de sua paixão, seria mais apaixonado até do que o flamenguista carioca!

Todavia, lembro que o Nordeste possui duas exceções notáveis em relação a essa “colonização” dos clubes do eixo: Pernambuco e Bahia (em particular nas suas capitais, porque no interior…). E, de fato, nesses dois estados, os clubes locais possuem uma popularidade que se assemelha àquela que têm os clubes cariocas e paulistanos nas suas respectivas regiões. Por que os clubes pernambucanos e baianos conservam essa primazia, se compararmos com a pífia popularidade dos outros clubes nordestinos? Bem, essa pergunta não tem uma resposta evidente, por isso farei o que se mais faz nas rodas de futebol: especular! Quem sabe não ajude a esclarecer o atual domínio dos clubes do eixo, principalmente os cariocas, nos outros estados do Nordeste.

A minha primeira hipótese tem o crivo da evidência: os clubes pernambucanos e baianos possuem uma considerável inserção social nas suas respectivas comunidades. Vejam, tricolores, quando falo de “inserção social” não me refiro apenas à tradição dos clubes em questão, mas também à forma como eles realçam as identidades coletivas e os antagonismos locais ou regionais, tanto dos pernambucanos como dos baianos. “Inserção social” significa que tais agremiações têm a capacidade de vincular “emoções” e “sentimentos” às comunidades — pernambucana e baiana. Assim, os clubes fazem parte do cotidiano das pessoas e de suas preocupações diárias. São categorias de valor e referências importantes para a constituição da identidade de milhões de pernambucanos e baianos. Em suma: o Bahia e o Santa, entre outros, fazem parte da história — produtos e produtores dessa história — de nosso mundo.

Posto isto, e se tal hipótese é correta, posso aventar que os clubes da Paraíba, Alagoas, Sergipe e Piauí, por exemplo, não possuem a dita “inserção social” nas suas respectivas comunidades. Botafogo da Paraíba, Confiança do Sergipe e River do Piauí, por exemplo, não conseguiram (ainda), por diversos motivos esportivos e históricos, “convencer” suas respectivas comunidades de que poderiam “representá-las” de alguma forma. E, tricolores, não falo aqui de sucesso esportivo; na verdade, a questão é mais profunda. O Santinha, por exemplo… Bem, deixa pra lá. O fato é que um clube pode passar por um período desastroso, e nem por isso perder sua torcida ou sua “inserção social” — inclusive, sua torcida pode ficar ainda mais fiel.

Não saberia dizer as causas do fracasso esportivo e social dos vários clubes desses estados nordestinos; provavelmente, são várias. Mas o caso do Ceará é elucidativo: recentemente, os clubes cearenses tinham uma projeção e uma importância tão grande quanto os clubes da Bahia e de Pernambuco; atualmente, já vemos milhares de torcedores bandeando para os clubes do eixo. O que aconteceu? Descalabro financeiro e esportivo de um Ceará ou de um Fortaleza? Ora, este último parece ser bem organizado e estava, no último brasileiro, na primeirona.

Então, quais são as causas desse fenômeno?

Ainda me lembro do tempo em que o paraibano de João Pessoa torcia pelo Botafogo-PB ou pelo AutoEsporte, e tinha como segundo clube algum time do Rio. O costume do segundo time era comum em Pernambuco e em vários cantos do Brasil. Eu mesmo tive vários segundos times. Mas o problema é saber por que o paraibano foi, aos poucos, transformando o seu segundo time no seu time principal, relegando o time local ao segundo posto de sua preferência esportiva. Quando aconteceu essa transformação?

Acredito que o final da década de 80 e os anos 90 foram um verdadeiro desastre para a maioria dos clubes nordestinos, com as notáveis exceções do Vitória e do Sport. Tempo de intensa crise econômica e esportiva. As novas gerações simplesmente não se identificaram mais com os times nordestinos. Mas, se a crise atingiu a maioria dos clubes do Nordeste, inclusive os clubes pernambucanos como o Náutico e o Santa, por que aqui não aconteceu a debandada geral para os clubes do eixo?

Não sei a resposta, mas farei a seguinte especulação: quem protegeu os clubes locais da “colonização” do eixo foi o intenso bairrismo existente na Bahia e em Pernambucano. Ora, quem bate no peito e vai defender, com unhas e dentes, o “orgulho de ser nordestino”? O pernambucano… Será que há uma música baiana que não contenha na sua letra uma apologia da Bahia? Difícil… O mito da “pernambucanidade”, bem lubrificado por Gilberto Freyre, protegeu os clubes pernambucanos e preservou a sua “inserção social” — o que é a “pernambucanidade” senão um bairrismo, isto é, a valorização apologética de valores locais, embelezado pela intelectualidade recifense? Idem para a baianidade. Por isso, na terrinha, chega a ser esdrúxulo um torcedor, por exemplo, diante da crise de seu clube, passar a torcer por um clube do “sul”. Imagino que o mesmo fato aconteça em Salvador.

Será que o bairrismo cearense ou paraibano repercutiu na defesa dos clubes locais? Acho que não…

Como estou trabalhando na bela João Pessoa (Frederikstaad para os holandeses — blog é cultura!), decidi fazer uma pequena pesquisa informal sobre o assunto, realizando uma “observação participante” num dos terrenos privilegiados do futebol: a mesa de bar! Se a Academia quiser saber alguma coisa sobre o ludopédio, não precisa se avexar tanto, pois só é necessário um bar e algumas cervejas para conhecer o tema — a mesa de bar é o terreno maior da sociologia do futebol!

Pois bem, no bar, fiz uma série de perguntas aos meus amigos paraibanos. A primeira questão foi a seguinte: certo, os clubes paraibanos não convencem ninguém, mas por que escolher os clubes do eixo, se temos grandes clubes na Bahia e em Pernambuco? A resposta foi lógica, embora tenha me surpreendido: a rivalidade, principalmente com os pernambucanos, impede que os paraibanos escolham os clubes baianos e pernambucanos. Fiquei ruminando a resposta, e fiz outra pergunta: por que os clubes do Rio e não os de São Paulo? Desta vez, a resposta realmente me surpreendeu: os paulistanos estigmatizam os nordestinos!

Ruminei de novo a resposta e fiquei pensando… Ora, pessoalmente não sei distinguir qual o pior preconceito contra o nordestino, o carioca ou o paulistano. Preconceito é preconceito em qualquer parte do mundo, tolerâncias é que são diferentes. Entre a gozação escrachada do carioca e o desprezo cameliforme paulistano, prefiro outras praias. Mas não deixa de ser notável que os meus amigos paraibanos escolham os cariocas, em detrimento dos paulistanos, por causa do preconceito contra os nordestinos — não é uma suprema ironia que o nome pejorativo dos nordestinos no Rio seja justamente o de … paraíba?!

Discordo dos meus amigos paraibanos. Tenho outras interpretações. O poder dos cariocas é o poder do Flamengo. O clube rubro-negro foi o único clube universal do Brasil, talvez porque “miticamente” tenha condensado a nossa “brasilidade” — um bom exemplo: o Flamengo é muito conhecido no exterior e o termo carioca é sinônimo de brasileiro: a canarinha é, até hoje, chamada de “seleção carioca” na França. Ora, esse “mito” foi construído quando o Rio era, de fato, a “representação” do Brasil, já que capital brasileira. O Flamengo era universal, porque o Rio era de todos os brasileiros. Hoje, o clube carioca tornou-se “apenas” o clube mais popular do nosso país. Mas foi a mística do Flamengo que abriu as portas do Nordeste para os clubes do Rio, inclusive para o próprio Vasco…

Porém, a mística do Flamengo teve uma bela ajuda, a partir da década de 70, da mídia do Rio, em particular da Rede Globo — o modelo global de “integração nacional” passou também pela valorização nacional dos clubes cariocas. Não só ajudou a mística do rubro-negro, mas a de todos os grandes clubes do Rio. Em compensação, a partir da década de 80, os clubes paulistas tiveram a grande ajuda da ultrapaulistana Band — lembro-me da pavorosa figura do antigo repórter Elias Júnior que assustava as noites dos mais barristas dos pernambucanos.

Não estou exagerando: são 20 anos ou mais de Flamengo x Madureira ou Palmeiras x União-não-sei-das-quantas na telinha! 30 ou 20 anos de programas esportivos ditos “nacionais” com notícias “nacionais” dos clubes locais do Rio e de São Paulo! É um martelar constante nas nossas mentes. Nem Goebbels pensaria numa lavagem cerebral tão espetacular! É mais aditivo do que Coca-Cola!

Não há nada mais nojento, por exemplo, do que assistir a um Santa Cruz x Flamengo pela Sportv! Prefiro desligar o som, escutando o rádio, do que ouvir aquela babação explícita! Para a mídia “nacional”, só há dois campeonatos: o carioca e o paulista. Se isso não influencia, se isso não “constrói” simpatias e adesões, não sei mais o que significa “influência”. Nada contra, é claro, assistir aos clássicos cariocas e paulistas, mas gostaria também de assistir a um grenal, a um bavi, a um atletiba, a um clássico mineiro… Por que diabos a mídia acha que vou me interessar por um retumbante Corinthians x Matonense ou um espetacular Vasco x Cabo Frio?! Sinceramente, prefiro ver um Sport x Belo Jardim, não só pra secar a leoa, mas também porque é um jogo que me interessa enquanto tricolor.

Um dia, chego ao poder e obrigo cariocas, paulistas e… paraibanos! a assistirem, durante 20 anos, a um espetacular … Santa Cruz x Cabense! Bem… heh… talvez, tenhamos a maior onda de suicídios jamais registrada no Brasil; talvez, não seja tão bom assim para a imagem do Santinha…

É melhor deixar pra lá…


36 Comentários

  1. Leonardo Jr.
    1

    Artur,

    Belo texto. Mas desde que me entendo por gente, nunca vi essa fese dos “Paraibanos torcendo pelos Paraibanos). Sempre vi o pessoal de João Pessoa torcendo por clubes do Rio de Janeiro, inclusive vários membros da minha família que são de lá.

    Pra mim, uma causa bem clara é a influência da TV. Por muito tempo, a Paraíba assistia a programação direto do RJ, inclusive Jornais Locais do Rio. Não tinha uma retransmissora em JP, então a programação era toda carioca. Me lembro de na minha infância, assistir vários jogos do Flamengo do Zico por lá. Várias rádios do Rio de Janeiro também eram sintonizadas por lá(ou eram rádios locais que retransmitiam a programação, não sei ao certo).

    E pior é a desculpa que muitos deles se utilizam. A de que é melhor torcer por um clube do Rio que conquiste títulos do que para um clube do Nordeste que não ganhe nada.

    É relamente lamentável, porque não se cria nenhum laço com o futebol local, que não deixa de ser um pedaço da cultura que também se perde.

  2. Edward Oliveira
    2

    É a mais pura das verdades, quando se pergunta a um Pessoense qual o time que voce torce?? Flamengo/Fluminense/Vasco!! se nao for eu mudo de nome… mas tambem tem o Botafogo que nao sei o porque de nao ter torcida como os outros…acho que por conta do Botafogo de Campina Grande, sei la!! talvez tenham preconceito contra os matutos…kkk

    Artur, mais uma vez um texto agradabilissimo de ler…

    Parabens ao blog pela aquisição

    • É pq a torcida do Botafogo é minúscula até no Rio que dirá em outros estados! Deve ser por isso!

  3. Robson/Piauí
    3

    Arthur,

    Saí do Recife em 86 quando fui morar em Campina Grande, depois já formado, em 90 vim aqui para o Piauí. Aprendi com o meu pai, alagoano de nascimento, a torcer pelo Mais Querido. Uma coisa que sempre me intrigou, era o fato de Painho torcer pelo Vasco da Gama. Um dia ele explicou: Vim para o Recife com 18 anos, lá em Santana do Ipanema eu torcia pelo Vasco. O Vasco foi meu primeiro clube até eu conhecer o Santa Cruz. Segundo ele, sua simpatia inicial pelo Mais Querido foi porque o Santa possuia alguns alagoanos no seu elenco. E por quê no interior de alagoas se torcia pelo Vasco e não pelo Santos, o grande time do mundo naquele tempo? É que a rádio Nacional do Rio pegava muito bem em todo o interior nordestino. Eis o mistério da fé. Lá no sertão alagoano nos idos da década de 50 era mais fácil ouvir uma rádio do Rio de Janeiro do que uma rádio de Maceió.

    No tempo que morei em Campina descobri que eles não simpatizam com a gente, nos acham ” bestas”. Embora na cidade de Santa Rita, exista ou existia um Santa Cruz, tricolor e tudo mais. Lá em Campina ainda existe alguma rivalidade entre treze e Campinense. Agora, aqui no Piauí, a coisa é mais séria, a começar pelos nomes dos times, temos um flamengo, um fluminense, já tivemos um botafogo (botafogo do Pato preto) e temos o River (que não é o portenho). Aqui a importação não tem limites. Vejo aqui acolá uma camisa do River, um caneca do River ou uma bandeira Riverina, mas do Flamengo local, apesar de se dizer a maior torcida do estado, simplesmente vc não encontra nada.

    Mas no fundo no fundo, torcer por clubes de fora é muito artificial, é totalmente diferente da gréia que nós tiramos com nossos adversários quando ganhamos. Você não vê o seu ídolo no supermercado, no shoping, na praia (aqui não tem). É diferente, eu garanto, é como trepar de camisinha (embora seja necessário trepar de camisinha, mas convenhamos, não é a mesma coisa)

  4. Leonardo Jr.
    4

    Robson,

    Não tem nenhum jogador disputando o campeonato aí di Piauí capaz de jogar no Santinha não? Nenhuma revelação? Nenhum destaque?

    Saudações Tricolores!

  5. Leonardo Jr.
    5

    É claro que eu quis dizer: “Aí do Piauí”. Mas os dedos se entrelaçaram por aqui…

    Artur,

    E aí no Paraibano? Algum destaque?

  6. É Artur, são os famosos “paraibacas”… eu acho que a explicação mais plausível é a do poder da mídia televisiva.

    Aliás, tem coisa mais escrota do que só ter como opção as “mesas redondas” da imprensa paulista, domingo de noite, quando tô doido pra ver os gols do santinha? Foda…

  7. Belo texto Artur.

    Vejam bem, eu acho que toda essa influência do eixo no Nordeste é culpa nossa, dos nossos representantes futebolístico, político etc…
    Como disse Anízio, não tem nada pior que ligar uma televisão no domingo a noite e ver programas esportivos falando de clubes paulistas e cariocas.

    Até 2001 tínhamos a copa Nordeste, torneio que priorizava os clubes nordestinos, gerava renda e trazia patrocínio para os clubes. Misteriosamente esse importante torneio acabou, não sei por que. Será que esses torneios regionais estariam levando os “pseudos” torcedores “paraibanos” a dar valor aos clubes locais e não aos “framengos” da vida? Será que um dia esses torneios levariam as outras regiões a esquecer o eixo?

    Por que as principais federações de futebol nordestinas (Bahia, Pernambuco e Ceará) não se reunem e trazem novamente a copa NE? Seria uma boa para o nosso Santinha, pois tínhamos a chance de um dia ganharmos um título fora do estado. Teríamos finalmente uma estrela de campeão de um torneio nacional.

    É bom pensar nisso.

    SAUDAÇÕES TRICOLORES!!!

  8. Edmilson Filho
    8

    Artur, parabéns. Sua crônica sintetisa todo o meu sentimo de nordestino e cada vez mais torcer pelo nosso Santa. Morando em Salvador, fica um pouco difícil converter meu filho a ser torcedor do Santa, mas não é que ele gosta da coral, a mãe que é Vitória nãó aprova a idéia. Mas como um teimoso que sou, continuarei na conversão de meu filho. Abraços.

  9. Marcos-Garanhuns
    9

    Excelente crônica, porém, discordo do trecho seguinte:
    “Todavia, lembro que o Nordeste possui duas exceções notáveis em relação a essa “colonização” dos clubes do eixo: Pernambuco e Bahia (em particular nas suas capitais, porque no interior…).”

    Morei em praticamente todas as regiões do interior de Pernambuco e não notei essa tendência idiota de se torcer para times do Rio/São Paulo. Hoje moro em Garanhuns e posso afirmar que aqui não existe isso não, muito pelo contrário, na nossa ascenção pra 1ª divisão houve até carreata com carros de boi, isso mesmo, carreatas com carro de boi na cidade de São João, distante 15 km de Garanhuns. Alguém já viu isso?
    Trabalho em Alagoas, é simplesmente vergonhosa a atitude da maioria dos torcedores de lá, se fizerem uma pesquisa a torcida do Flamengo é maior que a do CSA e do CRB juntas.

  10. Marco - direto de Natal/RN
    10

    Excelente texto! Gostei demais.
    E eu, morando em Natal, tenho contato constante com “paraibacas”. Um ótimo exemplo foi o jogo do ABC contra o time cor de macumba da “cidade maravilhosa”. Uma lástima ver um monte de gente com camisa do time de fora contra um local. Realmente triste.

    E no Pará, onde passei um bom tempo, os nativos se dizem torcedores, por exemplo, “do Paysandu

  11. Marco - direto de Natal/RN
    11

    Excelente texto! Gostei demais.
    E eu, morando em Natal, tenho contato constante com “paraibacas”. Um ótimo exemplo foi o jogo do ABC contra o time cor de macumba da “cidade maravilhosa”. Uma lástima ver um monte de gente com camisa do time de fora contra um local. Realmente triste.

    E no Pará, onde passei um bom tempo, os nativos se dizem torcedores, por exemplo, “do Paysandu

  12. Marco - direto de Natal/RN
    12

    Excelente texto! Gostei demais.
    E eu, morando em Natal, tenho contato constante com “paraibacas”. Um ótimo exemplo foi o jogo do ABC contra o time cor de macumba da “cidade maravilhosa”. Uma lástima ver um monte de gente com camisa do time de fora contra um local. Realmente triste.

    E no Pará, onde passei um bom tempo, os nativos se dizem torcedores, por exemplo, “do Paysandu E do Vasco”. Por aí se tira que essa cultura, infelizmente, está disseminada.

    Eu torço pelo Santa Cruz no Brasil professor! 🙂

  13. Marco - direto de Natal/RN
    13

    Desculpem pela repetição das postagens; Deu um bug aqui… :-\

  14. Mais um texto certeiro de Artur Perrusi. O domínio dos nossos clubes no interior de Pernambuco andou ameaçado, de leve, com a proliferação das parabólicas.

    Mas depois que “O grande irmão” passou a transmitir os jogos dos pernambucano e a qualidade dos clubes interioranos deu uma melhorada, creio que a tendência é continuarmos com os clubes daqui muito na frente em relação à quantidade de torcedores.

    Na Bahia, segundo uma pesquisa que vi na revista Placar, a torcida do Bahia é a primeira, a do Flamengo em segundo,e Vitória em terceiro. Não sei se procede.

    Nos demais estados, a melhor explicação para o domínio dos clubes do Sul-maravilha é a influência da Globo, aliada à decadência ou pouca expressão dos clubes locais.

  15. CAMPEÕES MORAIS!

    Homero vai fincar a bandeira dele na PQP, ou no fiofó da leoa!

  16. Amigos,

    Acabei de chegar do Arruda. Vou fantástico! Merecemos ganhar e com um placar até melhor. Foi muito bom ver a torcida do timinho com riso amarelo no final.

    Amanhã, no primeiro momento possível, estarei colocando um texto com detalhes do jogo.

    Saudações tricolores,

    Dimas Lins

  17. Fabiano Pinheiro
    17

    Que tal assistir um Santa 1×0 Coisa em pleno arrudão, quando era esperado uma goleada, mas terminou com um cabacinho voando? Ver a cara de tabaco dos arrogantes da ilha da fantasia? Ver a comemoração mais xoxa que já vi do campeão 1 de abril? Imaginar a cara de Homeda Luciferda???????
    Não tem preço!

  18. Robson/Piauí
    18

    Ontem tinha bicho? Vitória épica, maior dos que a dos 300!

    Respondendo a Leonardo Jr: Meu filho me falou que no River tem um meia esquerda bom debola, Maurício, seria interessante um olheiro do Santa Cruz para analisar seu jogo. A tuna Luso quando jogou aqui ano passado pela terceira divisão tinha um meia muito bom, mas esse não gravei o nome.

  19. Futebol é bom demais. Chego tarde da noite. Tava dando aula. Penso no jogo, olho o computador e morro de medo. Viajo na internet, não procuro o resultado. Enfim, vou bem devagarinho, e vejo o resultado. Carai, não é que ganhamos! Ex-porte VTNC!!! Espero que essa vitória seja simbólica o suficiente para darmos a nossa tão esperada volta por cima.

    O Paraibano está uma desgraça só, mas tem o lateral do Treze, que o Santa quis, mas ele não veio, e tem um volante pegador que podia ser uma boa…

    Carai, ganhamos!

  20. Leonardo Jr.
    20

    É hora de capitalizar esse bom resultado e levar os torcedores para o Arruda. Precisamos começar a trabalhar imediatamente para soerguermos nosso clube. Vamos ao Arruda. Vou entrar em contato com o Fred Arruda para “doar” pelo menos uma noite de expediente no Arruda. Todas as Segundas-Feiras à noite vou me colocar à disposição.

    Com relação a reforços: Vi Edinho falando ontem num acordo com o Porfírio para aquisição de 2 ou 3 jogadores do Porto. Muito bom. Ele falou também de reforços vindos do interior da PB e do interior do CE.

    Dimas, te mandei um e-mail com os meus contatos. Você recebeu?

    EU CONTINUO ACREDITANDO!!!
    SANTA CRUZ FUTEBOL CLUBE SEMPRE!!!!!!

  21. Leonardo,

    Recebi sim, mas ainda não tive tempo. À tarde, estarei em casa para fazer o texto da edição de hoje do blog. Aproveitarei para adicionar você no Skype e no orkut.

    Jogão de bola e arrancamos o cabacinho da leoa.

    Saudações tricolores,

    Dimas Lins

  22. Um torcedor do Sport vai invadir, sim isso mesmo que vocês leram, um torcedor do Sport, mas asseguro que se trata de uma invasão pacífica. Até porque, com mais de 20 anos vivendo em São Paulo, estou longe das rivalidades que eram ferozes na adolescência recifense. Certo, mas o que é que esse cretino quer aqui?, perguntarão alguns já com gosto de sangue na boca. Contribuir, – respondo me protegendo dos objetos virtuais que começam a voar na minha direção -, contribuir para esse raciocínio apresentado por Artur.
    Quando vim morar em São Paulo fiquei órfão. Sim, não tinha mais o meu time para acompanhar. É praticamente impossível acompanhar um clube pernambucano de São Paulo. Sai quase nada no jornal, nada na TV e nada no rádio. Me senti desnorteado. Resolvi suprir a necessidade humana fundamental de torcer por um time de futebol e adotei o Santos. Mas na época o time era uma merda e quando me dei conta que o grande ídolo era um goleiro (o fabuloso Rodolfo Rodriguez), desisti. Aí veio o São Paulo de Telê e Raí. Bons tempos. Estive presente nas finais da Libertadores em que o time foi Bi. Mas faltava algo. Torcia, me empolgava, mas nada que pegasse tanto na raiz quando se tratava do meu time de verdade. Concluí o seguinte: torcer por um time de futebol é uma coisa tão irracional que só a infância justifica. Mas que é bom, é bom sim.

  23. Luiz Carlos
    23

    belo textoprofessor. sou paraibano vindo de campina grandecom os meus 17 anos pra tentar avida na cidade maravilhosa ( isso antes da violencia de hoje). quando vivia na paraibaespecificamente em campina grande eu torcia pelo campinensa, tinha muitos amigos no trze mas meu time de coração era o campinense, em recife tinha uma admiração pelo santa cruz. chegando no rio o flamengo me encheu os olhos , e até hoje com os meus 54 anosgosto desta time, mas nunca deixei de ladoos time dai do nordeste, quando algum deles vem jogar aqui ,façoquestão de ir ao estádio e mostrar que sou de lá, seja campinense treze, santa cruz etc. sinto muito orgulho de ser paraibano e gostaria que como eu ninguem esquecesse estas raizesmesmo que seja futebolisticas

  24. Olá,sou carlos do Rio de Janeiro,carioca de 18 anos.É lamentável ver o que está acontecendo com os clubes nordestinos.Sou do verdadeiro torcedor do mais querido do Brasil,Club Regatas Vasco da Gama.Seria muito bom ver os times do nordeste superando os times do “EIXO” pelo menos nas capitais,mas a realidade é que hoje nós estamos vendo uma disputa entre emissoras.De um lado a Rede Globo força o nordestino a ver o campeonato carioca,do outro lado vemos a fragilizada Band tentando impor os times paulistas para os nordestinos.E fica nessa guerra e no meio do fogo cruzado fica o pobre garoto de 11 anos sem saber para quem torcer.Uma saudação vascaína para os amigos tricolores de Recife.Abraço.

  25. ZeAugusto
    25

    Esse espaço para os tricolores é uma marrravilha, o seu texto professor é primoroso. Moro em João Pessoa e vejo esta lastimável falta de identidade do paraibano. Meu filho de onze anos é paraibano, por isto adoro a Paraíba, mas torce pelo santinha, não sei porquê, acho que são os bons ares pernambucanos que ele respira de vez em quando. Agradeço a sua aula de Sociologia, que tanto me deixou com saudades dessa terra. Um abraço a todos os tricolores que amam essa terra e tem essa paixão que é o santinha.
    Professor até quando vai durar o calvário do santinha?, até quando estes incompetentes dirigentes continuarão tomando conta do santinha?????

  26. EU NAO SEI DE ONDE VEM TANTO BAIRRISMO SEM FUNDAMENTO. ANDEI PELO INTERIOR DO PERNAMBUCO, E NAO ENCONTREI ESSA PAIXAO QUE ENCONTRA-SE NA CAPITAL. O POVO DO INERIOR DO PE TORCE PARA OS TIMES DO EIXO RIO SAMPA. PORTANTO ESSA IMPOSIÇAO CONTRA OS PARAIBANOS É SEM FUNDAMENTO, POIS O INTERIOR DO PERNAMBUCO NAO TORCE PROS TIMES DA CAPITAL.

  27. Elson Pedrosa
    27

    Sou Paraibano (Graças a Deus) e BOTAFOGUENSE DA PARAÍBA!

    E concordo fielmente nesse texto, o “povo”, não só paraibano, mais nordestino, sofre uma “espetacular lavagem cerebral” … uma pena isto … mais quero lembrar também, que pela nossa historia, somos tão bairristas quanto vocês pernambucanos!

    Acho um dos fatores não citados no texo de “Pessoenses” não dar valor a seus times, é que, 65% de sua população são formados de imigrantes … dai mais uma especulação …
    O que não aceito é que pessoas generalizarem a Paraíba, já que nem todos que moram lá são paraibanos de verdade …

    Sobre os mistos que torcem pra times de fora, o que eu sempre digo é isso … “babaca” é quem não possui coragem suficiente para apostar em algo que é da sua terra pura e simplesmente porque não possui todas as condições que os grandes possuem. “Babaca” é não ser autêntico. “Babaca” é ser maria-vai-com-as-outras. “Babaca” é se esconder atrás de uma convenção fútil e fácil. “Babaca” é se sentir seguro apenas quando se está com a maioria e apostar no que já está garantido pra esconder a falta de vontade própria. “Babaca” é quem sofre lavagem cerebral. Ou seja, “BABACA” é NORDESTINO que torce pra times do sul …

    Abraços a todos e viva os nossos estados!

  28. Marco Azevedo
    28

    Falam muito de Paraibanos que torcem para os times do Rio de Janeiro. Realmente essa sua pesquisa é muito interessante e gostaria até de lhe dar um sugestão. Porque você também não estende a pesquisa para times de Basquete? Acho que a resposta será facil né ? Todos que gostam de Basquete irão lhe dizer que torcem pra times do EUA tipo; Los Angeles Lakers
    Chicago Bulls
    San Antonio Spurs
    Cleveland Cavaliers
    Boston Celtics
    Miami Heat
    Dallas Mavericks
    Phoenix Suns
    New York Knicks
    Washington Wizards.
    Hora porque então não torcer pra um time de Basquete local ou melhor nacional?
    Posso lhe dizer a mesma coisa para algum morador de qualquer estado do Brasil porque sua esposa não é do mesmo estado que o dele? Se for nessa logíca também teria que ser da Paraiba ou baiana ou então de Pernambuco. Acho que gosto não se descute nunca. Quando o coração escolhe não a argumentos que possam dizer o contrario. Então se os Paraibanos torcem para o Flamengo, se gostam de um time de basquete dos EUA e se sua esposa não é de seu estado que ele seje feliz pois como o sol nasce para todos a alegria e a felicidade também.

  29. NÃO SÓ AQUI NA PARAÍBA COMO EM TODO LUGAR TEM TORCEDORES VAS FLA FLU BOT SEUS BURRO. POR QUE ISSO É QUE TIME NÃO É BOSTA DE SANTA CRUZ ESPORTE É NAUTICO QUE NAO TEM TORCIDA ALGUMA ..E NEM TODOS PARAIBANOS TOCEM PARATIME DO RIO E A PROGRAMAÇAO DA QUE PASSA TODO ANO O CAMPEONADO PARAIBANO ..NAO PASSA PROGRAMA DO RIO NAO.AQUE NA PARAIBA É UM PARAISO.

  30. VCS NAO PODE FALARR NADA POR QUE SANTA CRUZ ESTA NA SERIE D E AINDA VAI PERDEU PRO TREZE AÍ NO ARUDA …

  31. João Henrique '
    31

    – Beloo Texto ‘
    Moroo em Campina Grande PB e sou torcedoor do Campinense com muiito orgulho, que inclusive rebaixoou o Santa pra D . Ashoo que esses Paraibacas são visíveis principalmente em João Pessoa, fuii passar um feriado lá, eu msm fiiz uma pequeena pesquisa, perguntandoo pra que tiime torciaam, a resposta da maioria era o Flamengoo, que inclusive é meu timee também, nasci em Campina Grande PB, mas logoo cedoo fuii moraar em Cuiabá MT, lá aprendíi a seer Flamenguistaa, ashoo que isso num é babaquiisse como o de cima faloou –‘ Quando o coração bate maiis forte por um time, é irracional não torcer, voltei a Campina Grande, e o Campinense me encheu os olhoos, feiito uma paixão fulminante, não perco um jogo se quer, no Amigão ( estádio ) virou rotina, e fora assisto na SportTv, ou rádio, e a rivaliidade aqui é muito grande, em Campina quase todos torcem pro Campinense ou Treze, e tem sim um segundo time, mas em João Pessoa é que é muiito difícil torcerem para o Botafogo ou Auto Sport, ‘

  32. olá,

    Sou de Salvador e torço para o Vitória, alias meu time do coração desde pequena, também acho latismável essa escolha da maioria de cidadãos da Paraíba e de outros estados do Nordeste pelo time do flamengo, acho que isso não é seguir o coração e sim a mais pura demonstração de comodismo e baixa estima por ser nordestino um povo sofirod e super discriminado no eixo rio-sp-sul, a gente tem em determinadas situaçãoes puxar o saco deles e querer se igaular a eles consumindo seus produtos. há duas semanas atrás sair de ferias e queria viajar com cinco amigas, so faltava o destino, todas queriam ir p o rio , pq diziam, q la so tinham gente bonita e era bala, acabei convencendo elas a irem p recife, e sinceramnete amei sua cidade, fui a porto de galinhas um paraiso, muita gente bonita e educada..nordestino tem preconceito contra nordestino, nordeste tem gente bonita sim e lugares maravilhosos, temos que mudar essa imagem, de estados pobres, con gente feia, mal educada a escória do brasil, se não fizermos isso não eh a globo..minha proxima viagem será para natal e pretendo voltar p recife..

  33. oiiii, adoreii o comentário acima concordo plenamente, acho que nós nordestinos temos que mudar essas história, alavancar a nossa economia, melhorar a nossa estima, time de futebol tb traz uma tremenda renda para a cidade e que renda o flamengo ta trazendo para vcs??? vcs sestao sustentando os times cariocas, que vergonhaa..esse times tb tiram crianças das ruas, do trafico, contratam pessoal , medicos, entre outroo..vamos para com esse puxa- saquismo cariocaa, o rio eh maravilhosoo eu amo aquelaa cidade, mas vamos dar mais valor a nossa casa tb, paraiba eh linda , estive ai na linda região de cabedelo, estive em pipa- RN, estive em porto de galinha – pe, eu amo viajar pelo nordeste, eh uam região muitaa atrativo, mas que sofre com a falta de atençao de politicos e e a própria negação local, negação ao que é de dentro ao que ajuda a melhorar, o brasil..a porposito sou baiana de vitoria da conquista e Bahia de coraçãoooo;…

  34. Mais uma influencia da mídia fascista-sulista que tem no Brasil , sou sergipano e aqui as pessoas preferm assistir o campeonato fluminense(não carioca) do que o local , sobre a alegação que nosso futebol é ruim. Vamos mudar a nossa mentalidade e valorizar a prata da casa. Como se não bastasse a cartelização do futebol brasileiro pelo maldito clube dos treze , temos que tolerar a falta de auto-estima do futebol local.

  35. Marcos - RJ
    35

    Mas não é só aí no Nordeste não. Teve um jogo do Vascão em Santa Catarina e o comentarista da Globo disse que a torcida do Vasco era maior em Florianópolis que a do Havai e Figueirense. Eu também acho um absurdo. A família da minha esposa é de Recife e uma vez uns primos dela me perguntaram qual o meu time fora do Rio. Eu disse que era Vasco até em Júpiter e eles estranharam. E convenhamos: o pessoal daí foi escolher logo a mulambada para torcer? O time com o maior número de marginais e analfabetos do Brasil? Abraços!

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