
Esse é Dado, tentando virar “professor”.
Não nego a simpatia por Dado. É um gesto generoso de minha parte. Fiquei tão ranzinza no futebol, até por causa de nossas desgraças, que quase estranho meu sentimento caloroso. Tento entendê-lo, inclusive porque é um bem raro nesse mundo velho e enfadado. Fico pensando se não foi por desespero meu apoio a Dado; afinal, qualquer centelha de esperança vira um fogaréu na minha alma. Não sei se foi por isso, enfim. Mas, pensando bem, tinha e tenho algumas razões:
- Dado é jovem, não parecendo ainda contaminado pelo vírus do técnico “professor”, esse mal que assola o fut nacional;
- Dado é coerente e faz o óbvio. Lembro que a obviedade, admitindo a atual pobreza cognitiva de nosso futebol, beira a genialidade.
- Dado não inventa; assim, não tem aquela criatividade, aquela exuberância experimental que têm os técnicos tupiniquins.
Porém, depois da insistência com o “3-5-2″, minha empatia começou a se transmutar em antipatia. Vejam, no Brasil, a defesa do “3-5-2″ pode ser vista como o rito de passagem do jovem técnico para o estágio do “professor”. Os técnicos brasileiros valorizam muito a docência. É o topo da carreira profissional. Pesquisas, inclusive, demonstram o quanto o rito é pesado, com perda de substância cerebral – em neurologia, o nome técnico dessa perda de miolo é “dunguização”. O jovem técnico passa a repetir, então, como um mantra a numerologia sagrada, “3-5-2”, e pumba!, vira um “professor”. O efeito é imediato:
- as justificações táticas ficam incompreensíveis. O jovem técnico torna-se “professor” e ninguém — muito menos os jogadores — entende mais o que diz;
- a incoerência converte-se em virtude. Quanto mais incoerente, mais “professor” é o técnico;
- a capacidade inventiva do “professor” é ilimitada. Cada “professor” procura ter sua invenção diferente. Sua invenção é sua grife. Curiosamente, todos armam seus times da mesma forma, mas todos têm palavras diferentes para falar sobre… retranca.
- o gol passa a ser um mero detalhe. Na verdade, o “professor” detesta gol e tem uma neurose por volantes. Parreira, o fundador da docência no futebol, foi o inventor do gol-detalhe. Seu pupilo fundamentalista, Dunga, radicalizou a proposta e indagou, num momento de relfexão: _pra que gol, afinal de contas?!
- todo “professor” é antipático por definição. É um chato de galocha. E confunde toda crítica com perseguição.
Dado virou um “professor”? Não sei. Só sei que, com o “3-5-2”, está em pleno rito de passagem.
Vejamos o “3-5-2”.
Essa sequência de números escatológicos foi uma invenção europeia. Foi uma invenção inteligente: ao contrário do futebol brasileiro, os europeus não têm uma escola de bons laterais. O “3-5-2” supria a falta de laterais decentes com a invenção do “ala”. No fundo, o “ala” é mais um meio-campista, que organiza as jogadas pelos flancos. A versão tupiniquim do “3-5-2” é sua deformação numa retranca – senão vejamos:
- No Brasil, o ala é um “lateral que sobe ou apoia” ou um volante, deslocado para o lado do campo – Dado fez isso com Dedé. Numa versão mais ofensiva do “3-5-2”, o ala seria um armador ou um meia. Na versão brasileira, com laterais ou volantes pelos lados, o meio-campo perde criatividade. Inclusive, no meio, o esquema tem dois volantes e apenas um meia — é um espaço oco, sem criação. Sem armação no meio-campo, as jogadas pelos lados ficam prejudicadas. Por incrível que pareça, no esquema brasileiro, os laterais findam apoiando menos do que num tradicional 4-4-2.
- temos três zagueiros, um na sobra. Um bom “3-5-2” tem um líbero e não apenas um zagueiro na sobra. É uma diferença. Como o fut brasileiro não tem uma tradição de líberos, o jeito é manter a “sobra”.
-na frente dos três zagueiros, repito, temos mais dois volantes. Um “professor” teria a tentação de armar seu time com três zagueiros, dois volantes, centralizados no meio, dois laterais ou dois volantes, jogando pelos lados – o resultado mais comum é uma baita retranca, com sete jogadores na defesa. O time fica esperando o outro jogar. E, quando retoma a bola, está a anos-luz da meta adversária. E tome toquinho de lado.
Sinceramente, se temos laterais, pra que o “3-5-2”? Se não temos, pra que improvisar laterais como alas? Osmar, convenhamos, é um lateral que apoia e não um ala. Por que não, assim, um “3-5-2” mais ofensivo, com dois meias nas alas e um volante de contenção, centralizado no meio-campo? Os meias, jogando como alas, participariam da marcação e da armação de jogadas. Marcaríamos, sob pressão, a partir do meio-campo. Nesse esquema, ainda acho mais interessante escalar volantes armadores do que laterais apoiadores, pois garante marcação e, principalmente, mais armação no meio-campo.
O “3-5-2” de Dado deixa Jackson sozinho – o resultado: o meio-campo vira um deserto sem criação. E não temos alas, e sim laterais que sobem (uso um eufemismo; na verdade, nossos laterais não existem). E a pitada de horror: temos mais dois volantes na frente da zaga. Em suma, o time marca mal e não cria nada. E cria um paradoxo: temos uma retranca que não se defende de forma eficiente.
Pois é…
Nesse instante, bate o desespero, ajoelho-me e suplico:
Dado, rapaz, não envelheça. Não se torne um “professor”. Arme seu time com os jogadores disponíveis. Esqueça a numerologia. Por que não testa os meias como alas? Ou melhor: por que não volta ao feijão com arroz do 4-4-2? Essa tática é o melhor ponto de partida.
Tenho medo de que essas experiências sejam uma perda de tempo. E tempo é um bem precioso no Arruda para ser assim desperdiçado.
Dado, rapaz, não encha nosso saco, por favor, pois já está abarrotado.
Faça o óbvio; faça o simples. O simples já é produto do complexo. Não torne o complexo uma complicação.
Vai, rapaz, deixa de frescura…
PS: talvez, a solução seja a contratação de Raymond Domenech, da França. É um entrega-camisas, sim, mas é místico e, nesse sentido, bate com o Clube do Santo Nome, mais ainda nessa fase amaldiçoada. Além do mais, ele jamais escalaria jogadores do signo de Virgem ou de Escorpião — há teses astrológicas de que jogadores desses signos dão… azar.
PS2: Ufa, enfim, nessa quinta, o futebol começou na Copa. Só tinha tido joguinho. Algumas vezes, penso que a evolução do futebol está matando o… futebol. Cadê a inteligência em campo? Só reflexos. Com 22 superatletas, não há mais espaço, pois todo o campo está ocupado pela correria.
PS3: defendi durante muito tempo o relativismo cultural, a autodeterminação cultural de todos os povos do planeta, etc e tal. Com a vuvuzela, esse costume insuportável, defendo a perseguição implacável de todo vuvuzeleiro. Aquele zumbido intolerável lembra-me o tempo todo da estupidez humana.









Artur, muito bom. O título já diz tudo.
A frase de Osmar depois do jogo foi esclarecedora:
“No segundo tempo o esquema mudou, Dado corrigiu. Voltamos no 4-4-2, joguei mais avançado. Fiz a função que foi determinada. No 3-5-2 o jogador da armação, o Jackson, fica muito sozinho e os alas têm que chegar pelo meio para ajudar o Jackson”.
Pronto, será que Dado ouviu?
Nessa série D não podemos entrar com dúvida sobre o potencial do time. Não faz sentido, depois de 20 meses nesta divisão, não termos tido a capacidade de montar um time confiável.
Acho q a intenção de Dado é “forçar a barra” pra que o time aprenda a jogar no 3-5-2. Nesse caso ele ficaria com a opção de jogar com o esquema propício ao adversário: 4-4-2 ou 3-5-2.
Em outras palavras, ele está usando a copa do NE como laboratório. Mais um laboratório… qualquer dia vamos virar um time de cientistas…
Enquantos o maior compromisso dos Técnicos de |Futebol, for o de segurar o seu emprego, iremos ter que conviver com esquemas defensivos, times covardes,e goleqadas de 1 a 0, cuja as maiores estrelas serão o cabeça de área e a prancheta do professor.
Dado Cavalcanti não fugirá a esta regra, vê-se pelas suas entrevistas, cheias de colóquios científicos,preocupado em mostrar um conhecimento que talvez nem possua, desfilando frasesinhas de manual prático do Treinador moderno, onde as palavras Assistências, Atleta Versátil, variação, Dupla Função e outras bobagens do Futebol de prancheta.
Seguramente os gurus de Dado Cavalcanti são Carlos Alberto Parreira, Bernardinho, Lair Ribeiro, e alguns treinadores Europeus que não podem ficar de fora, para não parecer que ele não tem conhecimento global.
O perigoso é que pessoas com este perfil, tem prazo de validade longiquo, tá aí Emerson Leão, Tite, Lazaroni, Vadão, Lazaroni, Celso Roth, Lori Sandri,… que ainda encontram quem lhe deem atenção e o idolatrem.
Isso aí que eu não sei o que é. 3-5-2, 5-3-2…é uma aposta no próprio erro e não no erro do adversário, única virtude possível das retrancas. Foi vexaminoso (com perdão da horrível palavra) ver o time no primeiro tempo com o Fortaleza. O rebote na intermediária era sempre, sempre, sempre do adversário e a cobertura pelo lado esquerdo muito fraca. As jogadas de ataque se sucediam, chegando todo tempo na nossa área. Nem os times mais inocentes hoje dão tanta moleza assim, mas assim vem acontecendo com o Santa em campo.
Artur, mais uma vez correto. Eu particularmente não tenho mais saco pra essas frescuras de treinador, não sei vocês mas minha paciência já se foi há muitos anos. Mauro Fernandes, Bagé, Sérgio China, Lori Sandri, Dado Cavalcanti… Sim! Dado, sim! Se continuar com essa merda toda. Nunca fui de ir a campo para tesourar jogador e técnico, mas agora vou fazer questão de fazê-lo se esse treinador continuar com essa burrice. “Gostava” de Dado é um termo certo, não gosto mais.
Desculpem fugir do tema, mas….
SAMARONE E SARAMAGO (NÃO PODERIA DEIXAR DE REGISTRAR ESSA..)
Vinha eu pela estrada, quando o telefone toca. É meu cunhado, sempre antenado nas notícias, mas nem tanto no mundo literário:
- Bicho, Saramago num é aquele teu colega tricolor, que escreve e é jornalista?
- Não porra, o tricolor jornalista e escritor é Samarone.
- E Saramago?
- Ah, queria eu ter um colega como Saramago e que ele fôsse tricolor. Saramago é um dos maiores escritores e poetas do mundo…
E ele, no seu jeitão:
- Era, véi, tô lendo aqui que ele morreu.
-Porra….
(parafraseando o “estranhamente bom” de Samarone, eu digo que, se não fosse tão triste, seria estranhamente cômico)
O grande mérito de Dado Cavalcanti foi dito por Gilberto Matuto, tão logo ele assumiu como técnico do Santa Cruz: a diferença é que agora nós jogamos para ganhar.
A montagem do time por Dado tinha essa característica sem se despreocupar com a defesa. A mudança de postura de Dado ocorreu, pelo que pude notar, depois no jogo contra o Atlético-GO no Arruda, pois, mesmo com o time coral jogando um esquema ofensivo, os goianos foram superiores.
Por causa disso, creio eu, Dado concluiu que não dá para ser sempre ofensivo e mudou a forma de jogar. Uma situação de jogo virou a forma de jogar do time agravado que perdemos a objetividade ofensiva.
Aliado a isso, um time de operário passou a ter estrelismo e então lascou tudo.
O texto é pertinente. Chega de professores! Voltemos ao bom e velho futebol.
A frase de João Tiago foi parar na seção Cobra Venenosa.
Saudações corais,
Dimas Lins
E a vuvuzela?! Vocês gostam da vuvuzela?!
Embora concorde com texto, acho que devemos dar um creditozinho ao Dado, afinal, ele vem testando os dois sistemas tanto nos treinos quanto nos jogos.
Tá certo que tem sempre começado com essa porcaria de 3-5-2 paraguaio, mas, espero que ele opte pelo 4-4-2… sem Luiz Eduardo.
Até por que, por razões óbvias, aumentar o número de zagueiros ruis em campo não vai diminuir a quantidade de erros defesa – vai aumentar.
“zagueiros ruins”. Teclado FDP.
Detesto vuvuzelas. E não sei por que todo mundo está tratando esse troço como novidade. Se eu não bebi em excesso nos últimos 20 anos de carnavais e jogos de futebol,essas porcarias são iguais a uns cornetões encontráveis em qualquer loja do bairro de são José.
Em tempo: Não assisti a nenhum jogo da copa, pois continuo sem assinatura de TV. Vi alguns trechos de partidas enquanto almoçava no Paço da Alfândega.
Mesmo assim já foi suficiente para ficar odiando os cornetões.
Continuo apoiando Dado, mas esperava que o time estivesse mais entrosado. Bora ver.
Eu não acredito que novamente teremos que esperar o pior acontecer pra poder mudar, estou muito cansado disso. Com Mauro Fernandes foi assim, insistia com um tal de Josemar, o Bagé também tinha esse vício horrível de 3-5-2, com Sérgio China todos os jogadores em campo eram volantes, o Lori não vou nem comentar…
Agora Dado. Isso só pode ser alguma maldição…
Até quando teremos que aturar esse tipo de coisa? Não estou falando em vencer, e sim em fazer o que é óbvio. Ele fazia o que era óbvio e nós gostávamos disso, pois há muito desejávamos um técnico com essa atitude.
Se o adversário é superior ou não, isso já é outra história. O fato é que o Santa Cruz está no rumo de mais um time medíocre.
Quanto às vuvuzelas, sigo a linha de pensamento de que cada cultura deve ser respeitada e tolerada, porém, esse negócio de ficar tocando uma bexiga de uma corneta o tempo todo num jogo de futebol não é nada bom para a saúde. Se nós, que estamos apenas assistindo pela TV nos incomodamos, imaginem os jogadores em campo? É complicado…
O time está treinando e jogando junto a bastante tempo, faz intertemporada para se aprimorar e ninguem marca ninguem, os jogadores não combatem e erram passes de um metro, não tem um padrão de jogo definido, coeso e compacto, parecendo que os jogadores se comheceram ontem e o treinador treinando dois esquemas ao mesmo tempo, na primeira parte 3-5-2, e na outra parte do treinamento o 4-4-2. Dado deveria treinar um time base com um esquema de jogo definido e aos poucos fazendo as provaveis variações que poderiam ocorrer durante a partida de acordo com os adversários, tornando um time compacto na defesa e perigoso no ataque. O tempo tá passando e ele não tem nada definido e os jogadores perdidos em campo sem saber as suas reais funçoes em campo.
Saudações Corais.
Por que um time entra em campo com três zagueiros? (a) qunado tem laterais que apoiam muito bem, e quer liberá-los para fazer isso; (b) quando tem pelo menos três zagueiros muito bons e não quer desperdiçar um deles no banco; (c) quando enfrenta uma equipe superior tecnicamente e arma uma retranca; isso pode ser feito também com três volantes.
Nenhum dos casos acima foi o do Santa Cruz contra o Fluminense-BA. Dificilmente será durante a série D. Domingo passado, houve o agravante de que, por estarmos em desvantagem no placar a maior parte do tempo, fomos pra cima na base do abafa, e o que se viu em campo foi Luís Eduardo tentando jogar de volante e Dedé tentando jogar de meia. Ou seja, um desarranjo, uma grande desordem.
Será que a escolha de Dado como melhor técnico do pernambucano – a meu ver, injustificada, caía-lhe melhor a de revelação – subiu à cabeça? Não estamos em momento de poder nos dar ao luxo de invenções. Nosso bom e jovem técnico continua sendo, entretanto, uma aposta. E o que está em jogo é muito alto. Não suportaremos mais um ano nessa malfadada divisão.
Que volte logo o bom senso. Por falar nisso, disseram que Vitor Hugo destacou-se contra o Fortaleza. Por que então nem viajou para João Pessoa? Dizia o velho Gentil Cardoso: quem desloca recebe, quem pede tem preferência. Assim, quem joga bem não deveria continuar no time, pelo menos entrando no segundo tempo?
Sei que dar palpite é fácil, mas certas observações não conseguem calar.
Além da chuva, há outra maldição no Arruda: quando a gente começa a elogiar ou apoiar, dá tudo errado!
Por isso, nesse momento, como uma estratégia antimaldição, não apoio mais ninguém. Tenho dito.
A maldição deve ser de Givanildo, que revoltado por não ter sido eleito o melhor tecnico do campeonato, lançou uma praga contra Dado, olha aí o resultado !
Falando em juniores, meus caros, por isso que há muito o Santa não revela jogadores, não se trata apenas do amadorismo ou descaso do clube, mas também pela não intervenção do treinador, vejamos:
- o tal Vitor Hugo fez uma ótima partida diante do Fortaleza, porque não viajou?
- se bem me lembro, durante a série C, Miller foi um dos poucos destaques, talvez o único, parece que ninguém viu.
- até hoje não sei porque dispensaram Thiago Almeida que na minha opinião, se tivesse sido bem trabalhado, tinha tudo pra dar certo.
É uma grande interrogação, meus amigos. Não entendo de jeito nenhum porque estas coisas acontecem com o nosso Santinha, tenho a sensação de que é só conosco.
Porra, velho! Acho que, se tem uma hora boa para revelar juniores, a hora é essa. Ínicio de campeonato, jogo contra o Botafogo/PB (com todo o respeito aos nosso vizinhos) em crise; não vejo hora melhor. O garoto ao lado de Jackson podia ter arrebentado hoje, mas não, o cara faz uma grande partida e nem parte da equipe faz. É difícil demais de entender, não entra na minha cabeça de jumento de jeito nenhum, devo ser muito burro mesmo.
Gustavo, também não entendi por que Vítor Hugo não foi relacionado. Especialmente se considerarmos que Élvis ainda está meia-boca.
Sobre vuvuzelas, pesquei lá no Kibeloco:
http://kibeloco.com.br/files/104/2010/06/vuvuzela-punheta.jpg
Não sou adepto do importante é ganhar mesmo jogando mau, para mim tanto na vitoria como na derrota o time tem que jogar bem, tem que apresentar um padrão de jogo definido, forte na marcação e perigoso no ataque. Bem postado e cada jogador sabendo sua função dentro de campo, o resultado é uma consequencia. Espero que essa vitoria contra o Botafogo-PB não iluda o torcedor e nem a direção. O time não apresentou nenhuma evolução ainda. O risco é pensar que esta tudo bem, que vai melhorar e houver acomodação não reforçando o time para a serie “D” e nem cobrança aos jogadores.
Saudações Corais
Concordo Ducaldo. Acho que Élvis ainda tá naquela história ridícula de ciumeira, só no Santinha mesmo acontece essas coisas, 4ª divisão e ainda tem nego um com ciúme do outro. Não é pouca coisa não o que agente tem que aturar.
Foi só o time ganhar pra ninguém mais comentar aqui. KKKK
Dizer que gosta de ver o time jogar bonito mesmo que perca é uma grande mentira. Se o time perder, e não se classificar na série D, ninguém vai achar isso bonito.
Para todo mundo aqui não tinha coisa melhor do que ter Dado. Agora fazem beicinho dizendo que não mais querer ter Dado. Ter Dado é melhor do que achar que seu Kuki é foda.
Mas, grande Fabiano, ninguém até aqui exclamou: fora Dado! Acho as críticas mais ou menos óbvias, mais ou menos prosaicas. Quer uma obviedade? O time deveria estar mais entrosado. E esse 3-5-2 não foi uma boa solução.
Como Dado parece ser inteligente, espero que mude e deixe de inventar. Se continuar desse jeito, e, mesmo assim, passar pela série D, estarei feliz feito pinto na merda. Vendo a alma para passar pela serie D, essa maldição, esse inferno.
Texto perfeito!!!
Mais uma vez, espero que Dado leia o que foi escrito com maestria por Perrussi.
Só acho que reclamar de vuvuzela é coisa de barbie, hein….ehehehehhehe.
Abraço a todos!
Erick Ramo
Quem foi que parou de comentar? Fabiano, bebesse o quê?
Erick, é exatamente o contrário. Barbie e Suzie adoram vuvuzela.
Mas o uso que lhes dão é outro…
Danou-se Fabiano, bebesse chá de dunga, foi?
No momento só tenho bebido chá de ojas de coca.
Acho que eu esqueci de comentar sobre a grandiosidade do Botafogo/PB, time extremamente difícil de se ganhar mesmo…
Acho que eu esqueci de comentar também que passarei a vida inteira comentando esse texto, pois parece que para alguns tem que ser assim.
E SE DADO CONTINUAR COM ESSA MERDA, TEM QUE SAIR MESMO!