Escola Santa Cruz

Tenho a opinião de que o investimento na base é fundamental. Claro, minha afirmação é um tanto banal e óbvia, mas queria aprofundá-la nesse texto. Quando digo que é fundamental, refiro-me, inclusive, ao soerguimento do clube. Não seria, assim, um investimento visando o futuro, mas também um que vise imediatamente o presente. Sei que é mais fácil montar um time recrutando jogadores da região; inclusive, nada impede que o recrutamento possa ser de qualidade. Acho até que a combinação de um recrutamento de qualidade com um investimento sério na base não é incompatível. Aliás, de certa maneira, isso está sendo feito por Raimundão e Dado.

Vejam já o resultado: revelamos Leo, um baita jogador. E, claro, não deixamos de “revelar” jogadores como Elvis e Joelson; afinal, podemos até ganhar algum dinheiro com suas transferências ao Vitória – confesso que, até pouco tempo, achava uma impossibilidade lógica ganhar alguma grana com Elvis, por exemplo. Teria outros exemplos, mas só quero ressaltar que os resultados foram rápidos em se tratando de apenas uma temporada. Contudo, não quero discutir a base do ponto de vista do retorno financeiro, pois creio que, aqui, temos algum consenso.

Com efeito, a base gera retorno financeiro, pois a venda de jogadores é a sobrevida dos clubes brasileiros, o que mostra, inclusive, como nosso modelo de gestão de futebol está falido. Viramos uma fábrica de uma mercadoria humana bem especial: o jogador de futebol. Como nossa produção é espelho do capitalismo selvagem brasileiro, vendemos a mercadoria ainda pré-formada, e a preço de banana. Assim, nossos times viraram vitrine de um supermercado suburbano. É raro que um clube, como o nosso, forme uma equipe, pois só temos times que duram um campeonato ou alguns meses. É por isso, inclusive, que não gravo mais os nomes de nossos jogadores. Passam tão rápido e são tão ruins, que meu cérebro, talvez como um mecanismo de defesa, não memoriza sua passagem.

Mas não quero discutir a relação entre finanças e  investimento na base. Quero discutir outro assunto relacionado com a questão. Quero defender, isto sim, que a base é ou deve ser uma escola de formação de jogadores; melhor dizendo: uma escola profissional de formação de jogadores. Tal posição inclui, evidentemente, a procura profissionalizada de bons jogadores pela região e pelo Brasil — a constituição de uma rede de olheiros, por exemplo. Nada contra, mas a prioridade é na formação propriamente dita.

Tentarei explicar melhor.

Quando defendo uma formação profissional, não esqueço que minha proposta inclui, também, uma formação moral. O Santinha é um clube popular, logo, tem uma responsabilidade social com seu povo. Seus jogadores devem aprender que são cidadãos. A base tricolor seria uma escola que ensinaria a seus alunos ética cidadã e profissional. Nesse quesito, inclusive, defendo que nossos jogadores e seus familiares tenham uma mínima formação em gestão de carreira profissional no futebol. Que se protejam dos ditos empresários, que sejam seus familiares, os gestores de sua profissão. Em suma, na escola, haverá uma relação próxima entre formação moral e profissional.

Mas insistirei aqui, especificamente, na formação profissional. Digo agora uma platitude: uma boa formação profissional produz bons jogadores, assim como uma boa formação profissional na medicina, por exemplo, produz bons médicos. Contudo, há uma ilusão no futebol que faz os torcedores e os dirigentes não acreditarem nessa platitude. Acredita-se piamente que os jogadores são artistas, o que não deixam de ser, até admito, e que, como tais, são formados pelo dom, essa capacidade inata de poder fazer uma atividade. Embora os artistas não sejam apenas determinados pelo dom, pois seu sucesso é também determinado por anos de aprendizado ou, para utilizar um mote conhecido, por anos de transpiração, não nego que a prática artística seja adquirida de uma forma mais ou menos padronizada, como acontece nas profissões. Minha tese, destarte, é a seguinte: pode-se aprender futebol de uma forma mais ou menos padronizada, como ocorre em qualquer profissão.

Repito: não nego o dom no futebol, muito pelo contrário. Faço apenas uma divisão, sugerida pelo grande Tostão, entre habilidade e técnica:

“A técnica é o conjunto de fundamentos básicos (drible, passe, desarme, finalização). A habilidade é a intimidade com a bola e o uso da técnica diante de um obstáculo. A criatividade é a capacidade de antever, improvisar e surpreender. A criatividade não se ensina, mas pode se aprender a usá-la. A habilidade também não se aprende, mas pode se aprimorá-la. A técnica pode ser aprimorada, desenvolvida e até aprendida”

Qual seria, assim, o objetivo de uma formação profissional no futebol? Ora, seria aprimorar a habilidade e aprimorar, desenvolver e aperfeiçoar a técnica. A habilidade seria o inato e a técnica, o adquirido. A junção dos dois seria, justamente, o talento, para citar ainda Tostão, “a síntese, a união da criatividade, da habilidade, da técnica e das qualidades físicas e emocionais”. Pois bem, a formação profissional produziria bons profissionais, isto é, jogadores talentosos – no mínimo, teríamos jogadores apresentando bons fundamentos técnicos. O ideal seria fazer, coletivamente, o que Telê Santana fez, individualmente, com Cafu. Treinou, treinou, treinou o lateral; fez com que aprendesse os fundamentos técnicos de um bom lateral, tornando-o digno de uma seleção brasileira.

O que garantiria uma formação profissional ao clube? A formação, no mínimo, de jogadores bons tecnicamente e outros talentosos, que poderiam ser vendidos, trazendo recursos ao clube. Não só isso: o time teria sempre peças de reposição. Teríamos banco, alguns jogadores efetivos ou, algumas vezes, uma base de titulares. Sinceramente, acho isso factível. Porém, temos alguns problemas:

a)      Para tal, precisamos de algum investimento. Uma boa escola precisa de recursos;

b)      Quem formará os jogadores? Não precisamos de profissionais que foram ex-jogadores, pois isso, por si só, não é garantia de qualidade; na verdade, precisamos de bons professores, como em qualquer escola ou universidade. Onde achá-los, eis uma questão.

c)       Precisamos de um PPP – projeto político-pedagógico, isto é, um programa que trace as metas da escola e a filosofia de ensino; em suma, nossa concepção de futebol, baseada na nossa história e na nossa tradição.

Pois é…

Enfim, em relação a esse ponto, já tenho uma opinião formada: quero uma escola que priorize  a formação de meio-campistas e atacantes, ou seja, que tenha como espelho nosso clube das décadas de 70 e 80. Ou ainda, que seja como o Santos…

11 Comentários

  1. uma questão:
    é melhor investir na base ou em jogadores já formados? tipo assim, na faixa dos 18 a 20 anos.
    por exemplo, Leo e joelson já vieram formados. eles não foram formados no santa cruz.

    outra questão:
    o recurso financeiro é pouco. botamos dinheiro no profissional para sair da série D ou investimos na base?
    tipo assim, eu tenho pouco dinheiro. compro o leite do pirralho ou invisto na base da minha moradia?

  2. Artur Perrusi
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    Nesse exato momento, a prioridade é sair do inferno. Não há como fugir desse objetivo. Mas prioridade não significa descaso com a base. É uma questão de planejamento, mas não sei qual é o plano de Raimundão e Dado.

    Leo não veio da base, ao contrário de Joelson? De todo modo, dadas as circunstâncias foram duas boas aquisições, principalmente Leo. Mas acho interessante o recrutamento de jogadores de 18-20 anos para a base. Muitos desses jogadores não estão tão formados assim: têm habilidade, mas pouca técnica. A base continuaria a formar tais jogadores.

    Em suma, por enquanto, daria o leite do pirralho e faria algumas gambiarras na minha moradia.

  3. Edmilson Filho (Salvador)
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    Muito importante seu texto Perrusi, faço minhas suas palavras, dentro deste investimento que você fala, acho que deveríamos começar restaurando nosso atual CT, mesmo que seja pequeno mas já é um início, num futuro próximo poderíamos adquirir outro terreno, o CT atual ficaria para a base e o novo para o profissional, muitos clubes trabalham dessa forma, até porque, como estou fora de Recife já algum tempo, um terreno único para compor os trabalhos de base e profissional ficaria muito caro para o Santa.

  4. Milton Santos Jr.
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    Falar no assunto sempre será oportuno. Pelo menos até o momento em que tomarmos um rumo. Acho sempre muito boas as intervenções de Artur. Até pedi ao meu irmão para mandar umas cervejas frevo aqui para Cuiabá. Só pode ser esse o segredo da sua genialidade. Mas, apenas para enriquecer o debate e quiçá encurtar o caminho do Santa Cruz para atingir o estágio de desenvolvimento futebolístico proposto, olho para os exemplos do Vitória, Atlético-GO e Grêmio Barueri. Não falarei do Goiás, porque em estágio diferente.
    Os times em campo, formados por jogadores desconhecidos, jogam para frente e a consequência são anos seguidos de bons resultados. Interessante é que o Vitória tem um time renovado a cada 2 anos, assim também o Barueri. Dizem que o Atlético aposta mais na continuidade, mas tenho impressão de que os profissionais que fazem o futebol desses Clubes detêm a tecnologia de formar permanentemente bons times a baixo custo. Acho que compreendem exatamente o que está no texto. O domíno da técnica determina o resultado. Com a vantagem de ter aqui no país gente de sobra com habilidade de sobra. Vc pode formar muitos deles com uma boa base e outros tantos temos no Brasil quase prontos para ir testando com grande chance de sucesso. A essa altura, já devem até feito um “Manual de Contratação de Jogadores Desconhecidos”. Espero que RQ tenha um desses e o esteja lendo. Fiquei meio desconfiado com essas recentes contratações vindas de Minas Gerais.

  5. Grande Milton, cuidado com o abuso da cerveja Frevo. Uma vez, assistindo a um jogo do Barcelona, cheio de Frevo na cabeça, gritei: _óia o Santinha!

    Concordo contigo, há vários exemplos para examinarmos, compararmos e adaptarmos ao Santa. Precisamos, incialmente, de Vontade política e de Planejamento — duas ações que precisam de recursos humanos, logo, podem ser feitas mesmo numa situação de baixo investimento.

  6. Walter Moura
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    Todos os caminhos viáveis conduzem, em última análise, à profissionalização da gestão.
    Na década de 30 do século passado houve uma revolução no futebol brasileiro: tornou-se oficial o profissionalismo dos jogadores. Alguns grandes clubes de então fecharam, por não concordar com a mudança. Outros continuaram mas, inadaptados, com o tempo foram transformados em times de menor expressão, a exemplo do recifense América. Por outro lado, alguns novos surgiram, no espaço livre que se criou. São desse período o Bahia, o Vasco da Gama (até então era um clube só de remo), o São Paulo.
    Pois bem, nesta década inicial do século XXI vemos consolidar-se uma outra revolução, começada ainda nos anos 90 e tão importante quanto aquela de setenta anos atrás: a profissionalização dos dirigentes de futebol.
    As cifras envolvidas, enormemente inflacionadas a partir da entrada da televisão no campo de jogo, que em trinta anos evoluiu de simples coadjuvante a agente econômico principal, não permitem mais a gestão de amadores. Estes, quando bem intencionados, são engolidos pela concorrência ou tropeçam nas próprias pernas. E quando não o são, instalam em pouco tempo o caos.
    Um departamento de futebol profissional tem de ser administrado por gente competente e do ramo, ou é empurrado ladeira abaixo para o semi-profissionalismo imposto hoje à grande maioria dos clubes brasileiros. Sabemos por experiência o que é isso.
    Sendo parte integrante e dependente do clube, para poder funcionar bem requer que este tenha gestão administrativa e financeira correta e moderna.
    A boa notícia é que a atual gestão do Santa Cruz percebeu de que lado sopra o vento e estamos finalmente, a pau e pedra, começando a ir no rumo da sobrevivência nesse ambiente cada vez mais hostil que é o futebol profissional.
    Essa mudança não tem volta no mundo lá fora, nem pode ter volta entre nós. Assim que retornarmos pelo menos à série B, a prioridade precisa ser um centro de treinamento à altura da grandeza do Santa.
    Os recursos para isso não são necessariamente os mesmos das despesas correntes do clube, mas esse já é um detalhe que alonga demais o comentário.

  7. Luis Célio
    7

    Dimas, obrigado pela satisfação, mais o problema não é que eu caio na Moderação, o assunto é que vc retirou um comentário meu onde eu criticava este jurídico péssimo do santa.
    O meu email cadastrado é o do yahoo que não utilizo mais , o que uso é o lcelioac@hotmail.com

  8. Caro Luis Celio,

    Um problema está relacionado com o outro. Seu comentário foi retirado do blog, não pela crítica ao Departamento Jurídico do clube, mas pelos editores do blog entenderem que ele contém uma acusação sem prova. Aliás, pelo que vi, esse mesmo comentário foi retirado do Blog do Santinha pela mesma razão. Estaremos enviando um e-mail com as devidas explicações.

    Aproveito para solicitar que, ao comentar no blog, utilize um e-mail válido, pois os comentários que contiverem e-mails inexistentes e forem identificados pelo TC serão excluídos automaticamente. Esse procedimento procura inibir o surgimento de fakes comentando no blog, que geralmente costumam exercer críticas e até mesmo ofensas pessoais escondidos atrás de nomes e e-mails falsos. Claro que não considero esse o seu caso, pois do contrário não estaria aqui lhe dando explicações.

    Saudações corais,

    Dimas Lins

  9. Luis Célio
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    Prezado Dimas,
    Gosto muito de participar de ambos os blogs, principalmente do TC que é de uma linha mais de debates.
    Mas te confesso que estou surpreso com a questão de ter acusado alguém.Pois não é de minha educação. Se fiz foi involuntário, mas pode também ter sido só uma questão de interpretação.
    Recdastrei meu novo endereço, DEsculpe qq coisa. Obrigado pela atenção.

  10. O debate é importante, mas tenho uma dúvida que não me deixa dormir:

    EXISTE ALGUMA RECEITA DE FUMO COM CHOCOLATE?
    DISSERAM QUE LÁ EM ARAPIRACA TEM.

    (não gosto de gozar com p. dos outros, mas não dá pra deixar passar) Desculpa aí, Moderação.

  11. FORUM PERMANENTE DE DEBATES
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    FÓRUM PERMANENTE DE DEBATES

    RELATÓRIO DA REUNIÃO DO DIA 20/05/2010

    A reunião do Fórum Permanente de Debates desta quinta, 20 de maio, não pôde contar com a presença do Diretor de Futebol, Raimundo Queiroz, com desembarque previsto no Aeroporto no mesmo horário da reunião. Seguiram-se, então, os demais pontos de pauta.

    Inicialmente, o Professor Sylvio Ferreira expôs a forma como o Fórum se iniciou e a expectativa que todos têm com a continuidade deste trabalho, agregando o sócio coral, viabilizando formas de contribuir com o Santa Cruz. Citou, também, as deficiências administrativas do clube; exemplificou essas deficiência com a ausência de portarias que indicassem as funções de Diretores e também dos voluntários que se propõem a ajudar o Santa Cruz, mas que não têm suas funções formalizadas.

    Foi levantada, ainda, a necessidade de criar mecanismos de prevenção, a fim de que se evitasse oportunismos e futuras ações trabalhistas impetradas por inescrupulosos, onerando injustamente o Clube.

    O Sócio Torcedor Geraldo Mesquita retomou a discussão da necessidade de criar grupos temáticos dentro do Fórum (Administrativos, Jurídico, social, Esportivo, etc.), e recrutar sócios voluntários que pudessem contribuir nessas áreas.
    Por fim, a Coordenadora Ana Maria Tenório exibiu um Data-Show, com imagens da trajetória do Fórum, com as suas primeiras reuniões registradas, os eventos patrocinados pelo Fórum (a reunião com Dado Cavalcanti, com o Diretor de Futebol Raimundo Queiroz, com o técnico Lori Sandri, a discussão do Estatuto com o conselheiro Nevton Borba, e a última reunião com o presidente do Santa Cruz, Fernando Bezerra Coelho).

    Outro ponto alto da exposição foi a lembrança do evento que homenageou os atletas do penta, nos 40 anos do título de 1969, iniciando a Era de Ouro do santa Cruz, com a presença dos ídolos Ramon, Luciano Veloso, Fernando Santana, o Olímpico, Zito, entres outros craques-ídolos corais; esse evento contou com a emoção de 70 torcedores presentes, onde foi entregue aos craques uma placa comemorativa, e assim os 40 anos da conquista não passaram despercebidos pela apaixonada torcida coral.

    Por fim, os presentes deliberaram que as reuniões do Fórum passariam a ser quinzenais, com previsão para a próxima reunião na quinta-feira 03 de junho, mantendo a pretensão de que sejam trazidos à reunião o Diretor de Futebol Raimundo Queiroz e o técnico Dado Cavalcanti, a fim de que o sócio torcedor, através do Fórum, conheça os planejamentos do Santa Cruz para o Nordestão e a Série D, e não dependa de informações da imprensa local, que nem sempre ajuda na informações.

    A Coordenação

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