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Home » Artigos » A política externa tricolor

A política externa tricolor

Autor: Artur Perrusi | 10 de novembro de 2008 | 16:20h | Artigos | 35 comentários


Nossos dirigentes precisam jogar War…

Como estamos, enfim, num momento bom, nada como utilizar analogias grandiloqüentes…

Somos uma nação que amargou uma série de governos desastrosos. Por pouco, não fomos uma nação errante, um povo eleito sem clube, vivendo quiçá num campo de refugiados. Quase viramos resistentes cercados de coisas por todos os lados. O desastre foi tão grande que éramos uma nação sem Estado. Éramos um caos institucional. Não éramos uma república, nem mesmo independentes. Somos, agora, uma nação em reconstrução, com um governo que tem como meta essencial a re-institucionalização do clube – enfim, seremos uma nação com governo e Estado. E, sendo Estado, não precisaremos temer tantos os nossos governos, pois as eleições servirão para mudá-los. Democracia é um processo eterno de autocrítica e de retificações. É a possibilidade de corrigir caminhos – vide Obama.

Continuando a analogia, somos uma nação com um governo que reconstrói um Estado. E todo Estado tem sua política interna (que vai bem, por sinal) e uma política externa. Quero discutir a política externa do Santinha. Sim, como seria uma política externa do Mais Querido? Neste momento, temos que reconhecer o terreno no qual a política tricolor será aplicada e desdobrada. Ora, o futebol brasileiro, em particular o pernambucano, é um campo hobbesiano, isto é, o lugar do pega-pra-capar, onde os cartolas são lobos devoradores de poder e dinheiro, um lugar nada agradável para se fazer política democrática. Nesse tipo de espaço, a política é a mais básica possível, aquela que faz a diferença prosaica entre amigos e inimigos. Assim, o problema inicial é justamente este: “quem são nossos amigos e nossos inimigos no futebol?”.

Agora, dou uma paradinha. Preciso explicar que dividir a política em amigos e inimigos tem algumas conseqüências. Ora, fazer tal divisão implica em conhecer a correlação de forças entre os diversos atores no campo futebolístico. As perguntas norteadoras seriam: quem tem o poder? Inimigo ou amigo? A meta ou a estratégia, aqui, seria mudar a correlação de forças a nosso favor. Botar pra foder, em suma. Contudo, sairei dessa solução convencional e direi que a meta é outra, pois não desejo que nosso clube vire uma Coisa, e faça de sua política uma terra-arrasada do futebol, uma espécie de homero-lacerdismo tricolor (lacerdismo = a aplicação dos métodos de eurico miranda na terra dos altos coqueiros). Não quero que a nossa política externa tenha apenas como estratégia a mudança de dono no futebol pernambucano. O que quero mesmo é que a meta de nossa política seja a democratização do campo futebolístico; em suma, superar esse espaço político que implica amigos e inimigos (transformar os inimigos em adversários, por exemplo). Desejo que o futebol seja um espaço público democrático e participativo.

O leitor dirá que estou sendo angelical. Pode ser. Mas essa meta seria apenas a estratégia da nossa política externa. A tática – ou seja, a política que aborda a conjuntura ou a atualidade -, dada as circunstâncias, seria baseada na correlação de forças, na velha divisão entre amigos e inimigos. Pronto, a paradinha acabou, mas dou o último aviso: tratarei aqui de nossos inimigos (logo, de um pouco de tática); depois, noutro texto, abordo quem são nossos amigos e o que chamo, de fato, de “democratização das instâncias decisórias do futebol”.

Bem, quem são nossos inimigos? O primeiro e o mais evidente é a… Coisa. Claro, estou sendo óbvio e até prosaico, apontando tal fato. Mas será que estou sendo sectário, tratando um “co-irmão” como inimigo? Sinceramente, “co-irmãos e co-irmãs” são meus grandes amig@s burro-negr@s (tenho vári@s amig@s que compactuaram com o demônio); já a Coisa e sua política lacerdista é outro papo – sinceramente, uma política que já tem uns 20 anos de duração deixou de ser conjuntural ou algo transitório faz tempo; na verdade, é uma política que se confunde com a própria existência atual da Coisa; logo, é a Coisa personificada. Irei direto ao ponto: a Coisa é a cabeça de ponte do Clube dos 13 no futebol pernambucano. Sabem o que significa politicamente esse truste no futebol brasileiro? Ora, a destruição do futebol nordestino.

Desde a sua origem, o Clube dos 13 conspira para obter esse objetivo: o domínio supremo e eterno dos clubes do eixo (São Paulo e Rio, particularmente). Lembro-me ainda, logo na sua fundação, da economista Elena Landau (ex-mulher de Pérsio Arida, chefão do BNDES do governo FHC, apologista da privataria tucana, e ex-consultora do Opportunity, de Daniel Dantas, que faliu o Bahia – belo pedigree, hein?!) defendendo o fim do rebaixamento e uma tese muito cara à Coisa: economicamente, as capitais do país comportam um número limitado de grandes clubes, o que pode parecer óbvio, mas significa, traduzido para o pernambucanês, o seguinte troço: a gloriosa Veneza Brasileira só comporta, do ponto de vista econômico, um clube grande! Quem, quem?! A Coisa, é claro. A tese virou dogma na cabeça dos dirigentes da Ilha do Mangue. Nesse sentido, o que significa a existência do Santinha? Um empecilho econômico gigantesco – logo, esportivo – ao crescimento da Coisa! É do interesse da Coisa e, portanto, do Clube dos 13, que o Nordeste tenha pouquíssimos clubes (na verdade, somente três: Coisa, Vitória e Bahia) ou, mais particularmente, que Pernambuco só tenha um clube grande.

Destruir clubes tradicionais exige tempo e paciência, mas é inegável que a política de extermínio teve resultados extraordinários – não preciso alongar-me nesse ponto, pois é só olhar a Paraíba, o Piauí, Alagoas, Ceará, Rio Grande do Norte, Pará, o interior de Pernambuco, e por aí vai. Porém, se o truste não conseguiu realizar de todo esse objetivo, pelo menos obteve uma grande conquista: tornou o rebaixamento uma farsa. Ora, é impossível competir esportivamente com um clube do cartel dos 13. O fator econômico dita completamente as regras do jogo (afora a máfia do apito, evidentemente). O Coríntias, por exemplo, não foi rebaixado, e sim passou um ano fora da primeira divisão. Foi um passeio, um deforete, uma forma de dar mais charme ao clube do povo de São Paulo. O abismo econômico é um abismo esportivo — a economia ditará a competição esportiva, eis o brasão do Clube dos 13 (se possível com a ajuda da Globo e da CBF).

A luta contra a Coisa e o Clube dos 13 implicará uma articulação estadual, regional e nacional dos clubes que não estão no cartel e, ao mesmo tempo, tentará levar aos limites as tensões internas (existem muitas!) dentro do cartel, para detoná-lo e mudar, gradualmente, o futebol nacional. Mas não tenho tempo, agora, para detalhar como seria essa articulação – ainda volto a esse assunto. Pois mal começou o jogo e ainda preciso lançar os dados…

E quem seria o outro inimigo? Esse é fácil de saber: a federação pernambucana de futebol. Seu presidente é o último representante de uma dinastia que domina, há anos, o futebol pernambucano. Corre sangue de faraó nas veias da família das oleáceas. É uma fórmula que se resume numa única palavra, e não preciso me alongar muito: cartola x cartola  = gigantesco sombreiro! Além do mais, o presidente tem uma paixão visível pela Coisa, embora tenha lá suas birras. É fundamental, para os interesses do Santinha, a mudança de comando na FPF. Nesse ambiente de gentis-homens, devemos utilizar uma política de confronto (uso um eufemismo) como tática política. Se possível, obter alguma democratização na federação; caso negativo, a luta pura e simples pela defenestração do presidente .

E a CBF? Aqui, tenho uma dúvida tática. Defendo que seja nosso último inimigo, o último combate no campo do Armagedon. Por enquanto, fiquemos na luta regional e, no máximo, nacional, questionando e tensionando o Cartel dos 13, inclusive contra a própria CBF. Ricardo Teixeira, depois de escapar ileso da CPI do Futebol, está muito poderoso; além do mais, é um aliado privilegiado de Lula (ave esquerda, morituri te salutant!). A correlação de forças exige prudência, cá entre nós.

Enfim, temos uma vantagem: nosso presidente é um político. Era viciado em War lá em Petrolina. Pela sua experiência, deve saber que a política é uma arte sinuosa, que transforma a possibilidade numa probabilidade, para fazer desta última uma realidade. Meu desejo é que bote pra foder e, depois, assopre as feridas dos inimigos; quebre as pernas da cachorra de peruca (aí, grande Insatisfeito!) e, depois, estenda a mão como bom amigo da onça; enfim, detone o membro da família das oleáceas e lhe ofereça, como gesto de solidarieadade, a Liga Metropolitana de Futebol de Botão (a liga amadora, é claro). Tudo metaforicamente, é evidente, porque somos, afinal de contas, todos democratas.

Fazendo isso, acho que já é um bom começo…

DimasLins

35 comentários

  1. Arnildo Ananias de Oliveira
    10/11/2008 | 17:07h
    1

    Perrusi,

    Já falei, repetidas vezes que, fosse eu o Presidente do SCFC, minha 1ª providência seria chamar o VILA NOVA de GO (com vaga tb para o Atlético e o GOiânia FC) , o CEARÁ e o FORTALEZA (com vaga tb para o Ferroviário), o REMO e o PAYSSANDÚ (e, quiçá, a Tuna Luso) e outros Clubes de grande apelo popular desse Brasil afora, que estejam excluídos do “Banquete” do C13 pra se tomar uma atitude CONJUNTA contra essa MÁFIA e a REDE DO PLIM-PLIM.

    Não vou me alongar pois já cansei desse papo.

    QUE DEUS NOS AJUDE.

    Responder
  2. ducaldo
    10/11/2008 | 21:23h
    2

    Artur, vou lhe enviar um vidro de óleo de peroba para lustrar a cara-de-pau.

    Depois altas elucubrações teóricas, dignas de cientista político USPIANO (será que aqueles empolados também jogam War?), você me aparece com algo que está mais para solução final do que solução democrática.

    Gostei muito! Não quebraria as pernas da cachorra de peruca, e sim o pescoço.

    Ao membro da família das oleáceas ofereceria uma prensa e dele faria azeite para servir aos nossos inimigos.

    Eu tive um sonho! e não foi aquele de Martin Luther King. Nele eu era um potentado Árabe (mafioso russo também serve) e botava pra foder em qualquer um que tivesse a ousadia de desafiar o Santa Cruz.

    Já pensou? alguns bilhões de dólares à inteira disposição do clube do santo nome?

    Esnobar a máfia dos 13 e a Globo, mandar o genro da múmia tomar na jaca, vender jogador só quando encher o saco, tirar atletas de clubes europeus, acrescentar um pequeno artigo no estatuto – ex-presidente que rebaixou o clube não pode mais ocupar cargo de porra nenhuma até o fim dos tempos – e, claro, ganhar até campeonato de cuspe à distância.

    Aí apareceu um puto lembrando que vamos disputar a série D e eu acordei.

    Responder
  3. Torcedor Coral Distante
    10/11/2008 | 21:52h
    3

    Boa noite, Torcida Tricolor Coral Santacruzense

    Boa noite, Artur Perrusi
    Boa noite, Arnildo Ananias

    A realidade, de fato, se apresenta como um terrível campo de batalha!!!
    O danado é que são muitos os inimigos. Mas, ainda acredito que os piores inimigos do Santa Cruz (logo, inimigos do povo) são os que se mascaram sob o codinome de repórteres/jornalistas esportivos. É impressionante como não sentem mais qualquer sentimento de vergonha por agirem contra uma atividade tão democrática quanto o futebol. Todos nós sabemos que o futebol é a alegria do povo e é tão democrática que quem quiser pode fundar um clube de futebol e arregimentar para ele um punhado de torcedores.
    Essa sub-imprensa pernambucana ao se insurgir contra o Santa Cruz Futebol Clube torna pequenos todos os clubes de Pernambuco, em proveito dos outrora grandes clubes do Sul do Brasil.
    Outrora, sim, pois, hoje, em dia, não há mais grandes clubes de futebol no Brasil. Vejamos, a coisa carioca e o timinho paulista, cantados em prosa e verso como grandes clubes mundiais, não passam disso:coisa e timinho. E, asim mesmo, por que a imprensa fedida de lá, do Rio e de Sampa, os elegeram como maiorais.
    A coisa é tão feia e fedorenta que o timinho paulista sagrou-se campeão da série B, com quatro rodadas de antecedência. Não porque os outros times sejam ruins, mas porque a diferença mafiosa é feia e fedorenta. Comemoraram o título como se fosse algo quase impossível de acontecer ou como se não ganhassem com tamanha diferença sobre os demais não seriam considerados grandes pela imprensa paulista.
    Tratam os clubes da série B, C e, agora, D como se fossem clubes leprosos que não deveriam sequer existir. São ridículos esses vermes.
    Concordo com o Arnildo Ananias quando ele diz que clubes de grande apelo popular deveriam se reunir e dar um troco bem dado nesses vermes que comandam o ex-futebol nacional.
    Esses dois clubes, coisa carioca e timinho paulista, não têm torcida, têm telespectadores. Ej á não tomaram conta do país, porque há clubes de grandes torcidas como o glorioso Santa Cruz Futebol Clube.
    Sem dúvida, há muito por fazer.
    Às armas, companheiros!
    Saudações Corais.
    Torcedor Coral Distante, mas sempre presente.

    Responder
  4. Artur
    10/11/2008 | 22:09h
    4

    Hehe… Atrás de todo esquerdista, mesmo democrático, esconde-se um José Dir… ops!, um leninista emperdigado. Estando na série D, a política tem que botar pra lascar, até como defesa, como resistência. Quando comecei a falar de “espaço público democrático e participativo”, achei que estava “mocinha” demais!

    Responder
  5. Artur
    10/11/2008 | 22:13h
    5

    Eita, Torcedor Coral Distante, esqueci-me da mídia, braço direito da Coisa, do Cartel dos 13, o escambau! Ainda sonho com uma reportagem, daquelas de denúncia, do verdadeiro papel da Globo no futebol brasileiro (outro monopólio — como ter competição esportiva, se só temos monopólios no futebol)

    Responder
  6. Hilton Azevedo Barbosa
    10/11/2008 | 22:22h
    6

    Ótimo texto, Artur, nossa briga tem que ter uma cara forte como FBC no front. No campo, com uma equipe competitiva, porque futebol sem time razoável não existe. E nós, torcedores, apoiando. No campo político nacional é preciso união, coisa que não vejo possiblidade de acontecer até o próximo século, enquanto isso, vamos competir com adversários com muitos milhões a mais do que nós. Enquanto isso, sobrevivemos, às duras penas, a pão e água, quase. Mas firmes, porque o futebol é uma paixão que independe das grandes redes – embora seja um de seus principais e mais lucrativos produtos. Vamos apoiar esta gestão e montar um time competitivo, que possa ascender à elite. Com as armas que nos restaram: uma torcida enlouquecida, saudosa de ver seu esquadrão, e um gestor com fome de bom serviço. Se esta combinação funcionar as cadelas emperucadas podem começar a rezar. Ela e a cambada que quer ver o Santa na lama. O Santa seria um túmulo, já, se não tivesse uma torcida tão grande e apaixonada, e agora que conseguiu um polítco em ascensão e trabalhador, que não é bobo nem peão de ninguém, a luta promete ser boa. A CBF, Ricardo Teixeira, e outras aberrações da natureza esportiva brasileira a gente deixa pra depois, na seqüência. Primeiro, vamos arrumar nossa casa e enfrentar de igual para desigual nossos inimigos caseiros. Cobra não tem medo de cadela.

    Responder
  7. ducaldo
    10/11/2008 | 22:42h
    7

    Mas, falando sério, o fundo do poço não privilégio nosso.

    Depois de ver a série “o buraco negro do futebol”, feita pela ESPN Brasil, a conclusão mais óbvia é que, salvo as exceções que apenas confirmam a regra, o futebol brasileiro está descendo pelo ralo. A série, textos e vídeos, estão disponíveis no site. Recomendo que leiam e assistam aos vídeos.

    Se o futebol fora do eixo sul-sudeste vive de exceções, o de dentro também. Mas parece que ainda não caiu a ficha.

    Exceto São paulo, Grêmio, Inter e Cruzeiro, está todo mundo com a corda no pescoço e dívidas que fazem a do Santa parecer conta de quitanda.

    O nosso azar foi exacerbar nossas mazelas colocando aquele filhote de cuco “rebaixador” dentro do nosso clube. Não fosse isso eu diria que o Santa é mais viável do que a maioria das chamadas “grandes” agremiações do sul-maravilha.

    Bem mesmo estão as federações e seus dirigentes perpétuos. O caso de Pernambuco é exemplar – de 1955 até a presente data, a FPF teve apenas três presidentes. Rubem Moreira (1955-1982) e os irmãos Oliveira. 27 anos de mandato para o primeiro e 26 divididos entre os dois últimos.

    A associação entre as federações regionais, os dirigentes de clube comprometidos com elas, a CBF e a Globo, está matando o nosso futebol.

    Como o assunto é vasto o suficiente para render um livro – ou vários – paro por aqui.

    Responder
  8. ducaldo
    10/11/2008 | 22:58h
    8

    A Globo paga pelos direitos de transmissão de todo o campeonato Brasileiro menos do que apenas um dos grandes clubes Europeus recebe em uma temporada.

    E essa exclusividade se estende até o inimaginável. A última da “grande irmã” foi proibir o acesso do pessoal da ESPN e outras emissoras aos vestiários dos jogos mais importantes ( aconteceu no jogo Flamengo e botafogo, por exemplo).

    Isso sem contar que ela compra os outros esportes para exibir apenas nos canais por assinatura, impedindo a sua popularização. Tudo fica submetido à sua zumbeificante grade de programação.

    Responder
  9. ducaldo
    10/11/2008 | 23:04h
    9

    Se a política é a lixeira da idéias, o futebol e a mídia habitualmente são a lixeira da política.

    Coisa para muitos caminhões com prensa hidráulica.

    Hai que endurecer sem ternura nenhuma. Com esse povinho não dá para amaciar – é tamanco sem couro (pau puro).

    Responder
  10. Gilberto Chaves
    11/11/2008 | 0:04h
    10

    Amigos e Tricolores . boa noite.

    Para termos uma grupo que possa lutar comtra a imprensa Permenbucana , Brasileira , CBF , grupo dos 13 , FPF , coisa entre outros , temos que ter um comandante de pulso forte como FBC entretanto como pode ler temos que ter dinheiro para ter um time forte e esse momento esta chegando junto que FBC que esta arrecadando dionheiro com empresarios de todo Permenbuco e até de outos paises.
    Entretanto temos que contribuir jogando na Timemania e pedinfdo aos dirigentes do Santa que ponha o preço de ingresso digino do estadio que temos . já tive a oportunidade de comentar neste espaço que em outras locais do pois o preço do ingresso e bem mais alto que os R$ 3,00 ou R$ 5,00 reais que varias veses poi cobrado no Arruda .
    Hoje temos o Santa S/A que pretende passar todo mês um valor de R$ 900.000,00 reais ao Santa Cruz F C , veja a conta que proponho para cada jogo no Arruda se o Santa Cruz colocar 20.000 pessoas no Arruda em média por jogo e se for cobrado um preço médio de R$ 30,00 reais teremos 30,00 x 20.000 que é igual 600.000 reais livres para ser investido no Santa Cruz se o Santa tiver a mesma média que teve na serie C de 25.000 pessoas por jogo logo teremos uma média de 750.000,00 reais por jogo e se o Santa joga em média 2 vezes por mês no Arruda temos um total de R$ 1.500.000,00 por mês .
    Desta forma teremso um Santa Cruz forte e com poder de fogo para contratar jogadores , Tec. e realizar o sonho de ter uma boa divissão de basa.
    Sei amigos que essa conversa de ampliar custo não muito social mais essa é a forma que temos de fazer o Arruda trabalahr a nosso favor pois poderemos ter uma quantidade menor de pessoas que o Arruda suporta mais teremso menos desgaste e mais dinheiro.
    Agora veja bem em dia de classico com 65.000 pessoas já fizeram as contas de quanto dinheiro teremos e disto que tem medo os nosso adiversários , os oujtros dois clubs de Pernambuco nunca p;oderam ter uma renda destas e em pouco tempo seremos o clube mais rico do Norteste e ai sim ver o nosso sonho de ser campeão Brasileiro tronar-se realidade .
    Sei que o que pesso é díficil mais vamos levantar essa bandeira hoje para poder formar um bom time um time vitirioso como o de 1969 a 1973 .
    Obrigado a todos .
    Tri Tri Tricolar e do Santa Cruz , hoje e sempre.

    Responder
  11. MARCELO BARBOSA
    11/11/2008 | 0:45h
    11

    ARTUR. MAGNÍFICO.

    Responder
  12. Anizio Silva
    11/11/2008 | 1:06h
    12

    Artur, concordo com quase tudo.

    Bem, eu sou leninista né… Já já chego em Jampa, mode a gente debater melhor esse tabuleiro de WAR.

    Responder
  13. Hilton Azevedo Barbosa
    11/11/2008 | 1:12h
    13

    Gilberto (post 10), concordo que devemos aumentar o valor do ingresso. Proponho o preço mínimo de R$10,00. Sei que é difícil a aceitação da galera, o time numa divisão C ou D (sabe-se lá), mas cobrando R$5 e R$3,00 vamos demorar muito nossa recuperação. E dinheiro de renda entra automaticamente, mesmo com o desconto que a Justiça do Trabalho nos impõe. Temos que acelerar nosso retorno à primeira divisão. Chega de sofrer.

    Responder
  14. milton pereira
    11/11/2008 | 3:13h
    14

    Que “bela” tabela , hein ? Dirigida para a Coisa se beneficiar, como sempre. Vejo o Santa jogando duas partidas fora e uma em casa até o meio, mais ou menos, do primeiro turno. E a COISA ? Joga a primeira em casa e a última em casa! ????!!! Só vai faltar , no segundo turno, deixarem de jogar a primeira fora e a última fora. E o pior, ninguem reclama contra essas tabelas inventadas peló José Joaquim P de Azevedo, orcedor da coisa, macomunado com o presidente da FPF!

    Responder
  15. Dimas Lins
    11/11/2008 | 5:08h
    15

    Artur está cada vez mais genial. Primeiro, propõe uma guerra estratégica e depois chuta o pau da barraca.

    Mas eu vou pelo mesmo caminho. E se não proponho o fim dos outros clube só de pirraça é porque de que adiantaria o Santa sem ninguém para aplicar uma goleada.

    Mas o mais importante é que já estávamos com saudades dos textos de Perrusi. Volto em alto estilo e botando pra quebrar.

    Saudações corais,

    Dimas Lins

    Responder
  16. Artur
    11/11/2008 | 8:11h
    16

    Anízio, meu caro, Lênin diria que vc é um cozinheiro que serve pratos picantes (hehe). Prepare-se, pois sou bom no War!

    Bem, vejo que temos um consenso: o negócio não é apenas quebrar os ovos e fazer uma omelete, e sim quebrar todos os ovos, queimar todas as omeletes, os pratos, a cozinha, a casa — só sobraria a cozinheira, caso fosse tricolor e gostosa, é claro.

    Responder
  17. Fabiano Costa
    11/11/2008 | 8:51h
    17

    Caro Artur, esse texto lembrou a época em que você escrevia na coluna “Fora do Eixo”, aquele site(que não lembro o nome no momento) faz muita falta ao futebol brasileiro…

    Responder
  18. Bosquímano
    11/11/2008 | 10:10h
    18

    Artur, na verdade a tentativa de asilo político do filho “pacifista” de Bin Ladem na Espanha era uma farsa. Tínhamos um encontro marcado aqui em granada (nome sugestivo) para realizar algumas açoes no futebol pernambucano.

    Responder
  19. Fabiano Pinheiro
    11/11/2008 | 10:54h
    19

    Boa idéia, Bosquímano! Poderíamos propor ao filho de Bin Laden se exilar no arruda. Depois das reformas de FBC, as acomodações aqui serão dignas de um príncipe.
    Artur: És um arrombado! Meu sonho é ser como tu.

    Responder
  20. Milton Santos Jr.
    11/11/2008 | 11:42h
    20

    O que Artur escreveu, tirando o sarcasmo de praxe, não é brincadeira. O assunto é sério. O diagnóstico pode ser aperfeiçoado(como o próprio autor reconhece no esquecimento da imprensa), mas o núcleo da questão foi bilhantemente apontado. Sinceramente, acho que se FBC ler o artigo de Artur, o convidará a assumir a Diretoria de Assuntos Táticos e Estratégicos do Santa.

    Responder
  21. Dimas Lins
    11/11/2008 | 12:31h
    21

    Artur para Ministro das Relações Exteriores do Santinha! Se não der, que seja da Ministro da Guerra.

    Vou ligar para Fred Arruda e fazer a proposta.

    Saudações corais,

    Dimas Lins

    Responder
  22. ducaldo
    11/11/2008 | 13:00h
    22

    No nosso futebol o “nive” é “horrive”. Indigno de qualquer refinamento estratégico.

    Artur para o Ministério da Perseguição. “Big stick” neles.

    Responder
  23. Fábio Belmino
    11/11/2008 | 16:18h
    23

    Simplesmente fantástico o texto, não ouso nem comentar, pois posso estragar brilhante obra.

    como diria o poeta: BOTOU PRA FODER!

    Responder
  24. Artur
    11/11/2008 | 16:41h
    24

    Aceito o Ministério da Guerra Tricolor. “Guerra é paz” e “amor é ódio” serão meus lemas. No novo CT, construirei a Nova Guantánamo, sob a responsabilidade de Ducaldo, entusiasta da doutrina “delenda Coisa”. Lá, o nosso Catão tricolor fará toda sorte de experiência com as coisetes; inclusive, testará o “waterboarding”, a técnica de afogamento tão defendida por Bush. _Não é tortura, rapazes! Dirá aos jornalistas, jocosamente, enquanto estão sendo afogados.

    Por falar em Bush, contratarei seus neocons (coitadinhos, estão desempregados) como assessores — antes da Veja, é claro. Imporemos a democracia na base da porrada. O futebol pernambucano será nosso Iraque.

    Milton será o Rasputin do Arruda. Conselheiro apologista da democracia. Sempre pedirá calma a Dulcado. _Take it easy, Ducaldo! A coisete já está sem dentes, e pode conversar, agora.

    Bosquímano, sempre com seu foulard, será o homem bomba do Arruda. O inventor do “Coquetel FBC”.

    Fabiano, cabra calmo e tranquilo, entrevistará as coisetes, antes de enviá-las à Nova Guantánamo. _Seja otimista. A vida é bela. No CT, o trabalho liberta!

    Realmente, será um tempo de intensa felicidade.

    Deixando de lado esse papo ameno, acho que precisamos de um “Observatório da crônica esportiva pernambucana”. Quem podia começar a fazer isso é Inácio!

    Fabiano Costa, o nome do site era “Futiba”.

    Responder
  25. Francis Costa
    11/11/2008 | 17:35h
    25

    Que texto……bicho…….., espetacular…..!

    Deixa ler novamente..r.s.rs.r.sr.s….pra escolher o que mais gostei…rs.r.sr.s

    Rapá, queria ver Ducaldo quebrando o pescoço da cachorra de peruca, ….dizem que pra chegar no pescoço propriamente dito, tem que ter luva de aço, …pois reza a lenda, que a cachorra de peruca vulgo Suzie, inimigas mortalis das barbies, numa terrível guerra de vaidades exageraram nos produtos de beleza, como laquês, alizantes, vaselinas, gomas, banha zezé, …etc…etc… criou uma peruca mais dura que a de Little Richard…..kkkkkkkk

    saudações corais do arruda…rsrs.

    Dimas, manda o teu fone para meu e-mail….!

    Responder
  26. Gilberto Chaves
    12/11/2008 | 0:51h
    26

    Hilton ( post 13 )
    Fico feliz em ver que encontro eco nas propostas , sei que o valor sugerido e acima do que esta de costume , mais entendo que o valor de C$10,00 reais já vai ajudar muito sendo que esse espeço tem que ficar entre 5.000 e 10.000 pessoas.
    Ao visitar uma amiga em São Paulo tive a oportunidade de ver jogos da série A e B e em todos os estadios a VISA tem um espaço no estadio onde tudo simplismente tudo é paga com o cartão VISA de uma pipoca a uma cerveja.
    Como funciona a VISA fazendo uma estrategia de MKT aluga um espaço nos estadios e cobra um preço alto para a spessoas que vão ao local onde tem mais conforto dese as cadeiras a serviço prestados onde de tudo e vendido com lucro para os clubs pois a VISA uma só para MKT, acredite vi famílias enteiras lá e todos com quem conversei muito satisfeitos , logo pude ver que no Arruda temos espaço para isso mais não procuramos esse tipo de parceria que pode almentar o preço médio do ingresso entende?
    Por isso proponho que vc passe esse tipo de informação ao nosso diretor de MKT e vamox mudar a forma de nosso sócio ver o Santa , antes que nosos concorrentes façam isso primeiro, vamos ser pioneiros com alternetivas para o nosso sócio e desta forma teremos preço médio alto com o dinheiro de quem pode .

    Um abraço e saudaçãoes Tricolores.

    Responder
  27. ........
    11/04/2010 | 10:00h
    27

    Meu amigo, de fato o pensamento na ilha do retiro é esse mesmo, basta ver quando FBC assumiu o SCFC, o clube totalmente fudido, fizeram campanha até contra o parcelamento com a CELPE, depois inventaram que FBC estaria impedido de assumir o clube, e por ai vai.. E OLHE QUE ELE ESTAVAM DISPUTANDO A LIBERTADORES DA AMERICA, mas nao esqueciam o SCFC, na QUARTA DIVISAO.

    De fato, caro colega tricolor, uma mentira nos fodeu. Sabe que menira foi essa? 1987, titulo brasileiro. Foi assim que o C13 cairam no colo dos rubro-negros, e estes com o uso do dinheiro dispararam em número de títulos, participações na primeira divisao, hoje sao mais conhecidos que nos, ganharam muita torcida (nossa), etc… e sabedores disso, imediram nossa etrada no clube dos 13…

    Não se iluda amigo, achar que o Santa Cruz está sendo recontruído, sem dinheiro (e seu principal rival cheio de dinheiro) a gente vai sempre se fuder..

    Se nao arrumamo um jeito de entrar nessa máfia, mais cedo ou mais tarde ssa boa fase volta, e volataremos a estaca zero, ou seja, leia-se, a coisa ganhando titulo e o SCFC sendo humilhado.

    SAD BUT TRUE.

    Responder
  28. Pedro
    11/04/2010 | 11:17h
    28

    Artur,

    Muito lucida e precisa sua analise. A politica da CBF vem se mostrando cada vez mais centralizadora. Desde quando o campeonato brasileiro foi encurtado para 20 clubes, estava clara a intençao de se criar uma elite, clubes com apelo midiatico na A (caracteristica decisiva devido ao financiador dessa politica que, sabemos, é a globo), clubes medios na B, o “resto que se vire” na C e na D. A “elite”, claro, sao os times do eixo Sul-Sudeste unidos à “pequena burguesia” nordestina (coisa e vitoria), alem do Goiais.

    Que democracia é essa? A de Mosca? Eu, rousseauniano que sou, nao a aceito. A luta que voce convocou é pela democratizaçao do futebol brasileiro, pelo reavivamento do futebol nordestino. Aquela politica, incentivada pela Globo (que tem a CBF assim como a elite agraria tinha o Estado brasileiro na velha republica), está DESTRUINDO o futebol nordestino. Não é conicidencia que tantas forças do nosso futebol estejam agonizando. Acho que a grande contribuiçao desse seu artigo foi mostrar o papel de alguns clubes nordestino nesse desmonte (Coisa e Vitoria).

    No entanto, discordando de vc, me permita, acho que a politica externa do Santa, nesse primeiro momento, não é de confronto aberto, mas sim de arregimentar forças, buscar aliados. Na Politica, voce bem sabe, nao adianta está com a causa justa, é preciso ser forte. Entao, busquemos aliados! Se a causa for so nossa, está perdida. Se o objetivo for apenas tornar o Santa maior, nao temos chances. Ao inves de um justo só, sejamos um forte lider da justa causa !!

    Artur … o que vc acha de reunirmos tricolores que queiram discorrer sobre esse tema e reunirmos os artigos escritos em um livro ?? “A politica externa tricolor” , ou “Santa e a politica do futebol brasileiro”. Nao sei, o titulo seria secundario. Poderiamos contar com a participaçao de outros tricolores ou ate do clube com os custos de uma publicaçao. Nao adianta ficar so na net, vamos tornar ainda mais publico os importantes assuntos taratados aqui.O que acha?

    abraço

    Responder
  29. Pedro
    11/04/2010 | 11:47h
    29

    Artur …

    so tive acesso a parte do texto, mas agora lendo ele todo, certifiquei-me que voce tambem considera importante a articulaçao com outros “excluidos”. A critica que fiz entao ao seu texto nesse aspecto, nao tem fundamento. Concordo com voce.

    A boa estrategia é tentar demoli-lo por dentro. No entanto, me vem uma questao: O Clube dos 13 e a CBF sao instrumentos da ‘toda poderosa’ globo. Como desarticular esse cartel sem se tornar inimigo da Globo? ou, como se tornar adversario dos interesses da empresa carioca e ainda assim ser vitorioso? Acho, sinceramente, que o garnde adversario é a globo. CBF e C13 dependem dela, atendem a ela. Como acabar o cartel indo contra o poderio economico desa empresa?

    Responder
  30. Santa Cruz Sempre
    11/04/2010 | 12:44h
    30

    Muito bem, Perrusi! É preciso aproveitar a força da internet para iniciar/ampliar uma discussão sobre o extra-campo econômico do futebol brasileiro, do qual depende, logicamente, o que se passa dentro das quatro linhas. Todo mundo consciente sabe que a TV que tem o virtual monopólio da transmissão tem interesse em reduzir o futebol profissional no Brasil aos doze clubes mais badalados, de SP, RJ, RS e MG, admitindo-se quando muito, como coadjuvantes, um ou dois representantes de estados periféricos como PR, BA, GO e PE. Quanto aos demais clubes do País, melhor para a emissora se deixarem de existir, ou pelo menos de ter expressão, e seus torcedores transformarem-se em apenas telespectadores de futebol, o que já acontece amplamente Brasil a fora.
    O tal do C13 é apenas o instrumento, ou o laranja, uma vez que não gera um centavo, apenas repassa e distribui. Isso tudo precisa sair da sombra, deve ser dito ao público com transparência, discutido e, é claro, combatido.
    As duas sugestões abaixo, entre outras e em uma versão mais completa, foram encaminhadas, tempos atrás, à Ouvidoria do Santa Cruz que, não sei por que, deixou de reunir-se. A Liga do Nordeste, que está de volta, pode ser um bom foro para debater o assunto.
    A versão aqui apresentada está resumida, porque entendo não ser este o local para entrar em mais detalhes sobre elas.

    1.Promover e organizar um Seminário sobre “Futebol Profissional no Brasil: Perspectivas Financeiras dos Clubes Tradicionais Marginalizados”. Convidar todos os grandes clubes brasileiros que não façam parte do Clube dos Treze.
    Objetivo: Reverter ou minimizar a disparidade de receitas entre os integrantes e os não-integrantes dessa associação. Seriam discutidas e analisadas a conjuntura econômica atual e as perspectivas futuras, sob todos os aspectos implicados, com vistas à indicação e escolha de alternativas que atendam os interesses dos participantes convidados, e garantam sua sobrevivência como grandes clubes, em pé de igualdade com os demais.

    2.Prospectar e estabelecer parceria com clube estrangeiro.
    Objetivo: Aumentar a receita do clube e fortalecer as divisões de base, por meio de prospecção de clube estrangeiro, sediado em país de moeda forte, com vistas ao estabelecimento de parceria.

    Responder
  31. José Carlos Zarzar
    11/04/2010 | 14:17h
    31

    Perrusi, perfeito o texto.

    Só gostaria de acrescentar uma coisa: acho que existem dois tipos de inimigos, você falou no externo. O interno é tão maléfico e destruidor quanto o externo. Não vou citar nomes pois todos sabem de quem falo, mas, também, precisaremos separá-los e excluí-los do clube. Sabemos que será uma luta tão difícil quanto as com a CBF, FPF, C13 e Globo, uma vez que esses sugadores de poder têm o apoio dos inimigos externos, também.

    De imediato voto na reeleição de FBC (precisaremos convencê-lo a ficar mais dois anos no Santa – acho que se ele indicar alguém,agora, facilmente será derrubado pelos abutres), pois proporcionará mais tempo para que haja uma vassourada dentro do Arruda e possa trazer, definitivamente, a estabilidade para o clube. Aí, é bem provável, que a massa santacruzense (o povão) que, devido a própria condição, se permita deixar influenciar pelos inimigos (internos e externos) venha a perceber quais as boas obras e quais as más obras, e seus respectivos autores. Dessa forma, num futuro não tão distante, possam, com mais consciência e correção, votar no seu representante (o Estatuto do Clube precisa urgentemente dar essa condição). Ai adeus aves de rapina.

    Esse é o meu maior desejo!

    Responder
  32. Jade Amorim
    11/04/2010 | 14:28h
    32

    Precisamos urgentemente de uma Liga, não só do NE mas de todo o Brasil, que reúna os clubes que ainda detém a força de sua tradição, com vistas à aglutinação de forças para sobreviver diante do massacre político-econômico arquitetado pela “União dos Grandes Clubes do Brasil”, o famigerado Covil dos 13 Assassinos.

    Lembremos definitivamente que a união faz a força, e deixemos de pensar pequeno. Temos força, muitos clubes ditos médios ou até pequenos tem uma força extraordinária, que é a grandeza de suas torcidas e de suas tradições. Uma entidade que os represente é uma grande estratégia para confrontar o eixo-do-mal, que hoje não detém adversário algum, é dono de uma terra-sem-lei. Eis a razão de fazerem o que querem.

    Sempre disse isso aqui, SEMPRE, somente uma união desses clubes poderá salvá-los; é vital, é fundamental que se costure esse entendimento entre os demais clubes. E seria lindo ver isso partir do Santa Cruz.

    Responder
  33. Jade Amorim
    11/04/2010 | 14:29h
    33

    VEJAM A FORÇA POLÍTICA E DE LOGÍSTICA DE PARTIDA QUE TERIA UMA UNIÃO DESSE PORTE:

    TODO O ESTADO DO CEARÁ
    Fortaleza
    Ceará
    Ferroviário

    O INTERIOR DE SP
    Ponte-Preta
    Botafogo-SP
    Bragantino
    Paulista
    Grêmio Prudente (Barueri)
    São Caetano
    Juventus
    XV de Piracicaba
    União São João
    Marília
    Inter de Limeira
    Mogi Mirim
    Ituano
    São José

    TODO O ESTADO DO PARÁ
    Paysandu
    Remo
    Tuna Luso

    TODO O ESTADO DE SERGIPE
    Sergipe
    Confiança

    TODO O ESTADO DA PARAÍBA
    Treze
    Botafogo
    Campinense

    PARANÁ
    Paraná
    Londrina
    Maringá

    TODO O ESTADO DO ACRE
    Rio Branco

    TODO O ESTADO DE SANTA CATARINA
    Criciúma
    Figueirense
    Avaí
    Joinville

    TODO O ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL
    Operário-MS

    TODO O ESTADO DE MATO GROSO
    Mixto

    TODO O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO
    Desportiva-ES

    INTERIOR DO RS
    Brasil de Pelotas
    Juventude
    Caxias

    PERNAMBUCO
    Santa Cruz
    Náutico
    Central
    Porto

    TODO O ESTADO DE ALAGOAS
    CSA
    CRB
    Corinthians

    TOFO O ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
    América-RN
    ABC

    RIO DE JANEIRO
    Americano
    América-RJ
    Bangu
    Volta Redonda

    INTERIOR DE MG
    América-MG
    Uberlândia
    Ipatinga
    Uberaba

    INTERIOR DA BAHIA
    Catuense
    Fluminense de Feira

    TODO O DISTRITO FEDERAL
    Gama
    Brasiliense

    GOIÁS
    Vila Nova-GO
    Anapolina
    Atlético-GO

    TODO O ESTADO DO AMAZONAS
    Nacional
    São Raimundo
    Rio Negro

    TODO O ESTADO DO MARANHÃO
    Moto-Clube
    Sampaio Correia
    Maranhão

    TODO O ESTADO DO PIAUÍ
    River
    Tiradentes

    São 69 clubes contra 20. 69 instituições, dotadas de inúmeros funcionários e estrutura, contra 20.
    Numa guerra, um contingente desses faria estrago. pode ser que não vencesse, mas teria posições de exigir melhores condições. E diante do estrago que poderia causar, ter força para negociar, e conquistar avanços. Assim foi com G20, a união dos países rejeitados pelo G8. No fim das contas, venceu o bom-senso, e o G20 agora é o canal de decisão no mundo contemporâneo.

    Essa tem de ser a nossa bandeira número um: a União dos Clubes do Brasil.

    Responder
  34. Luis Felipe Borba
    12/04/2010 | 21:17h
    34

    Preço médio dos ingressos no Arruda = R$ 7,00

    dividindo Renda Bruta por publico total.

    Responder
  35. Glaucemberg Neves
    12/04/2010 | 22:44h
    35

    CHEGOA HORA DE BOTARMOS A BOCA NO TROMBONE E REINVIDICAR O QUE É NOSSO!

    NOSSA DIRETORIA TEM QUE PROCURAR O CLUBE DOS 20 E FAZER BARULHO!

    NÃO É JUSTO O CLUBE COM MAIOR MÉDIA NACIONAL DE PUBLICO FICAR MENDIGANDO EM UMA SÉRIE D.

    Responder

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