
Em plena Copa do Mundo, vários torcedores viajaram mais de 100 km para assistir o jogo do Santa Cruz contra o Botafogo-PB, depois das fortes chuvas que caíram no Recife. Será que todo este esforço foi por um simples jogo, que não decidia nada, válido por um Campeonato que ainda não empolgou? – Com certeza não. Será que todo este esforço foi ‘apenas’ para ver o Santa Cruz jogar? – Com certeza não! Acredito que essa dedicação dos torcedores corais pode ser traduzido no sentimento de carência, da vontade de ter um time pra chamar de seu. Da necessidade de mostrar apoio e receber de volta a confiança de que tudo dará certo; de que o pesadelo terá fim.
Mas, após os últimos jogos do Campeonato Pernambucano e de três vergonhosos jogos da Copa do Nordeste, a confiança não chegou. Após 20 meses para se formar um time, a direção do Santa Cruz não foi capaz de montar um time que amenizasse a carência da torcida. É inadmissível não termos, depois de tanto tempo, um time confiável para disputar a série… D! Digo, confiável, não invencível. Pois, como o futebol é um jogo, sabemos que podemos perder ou ganhar. Mas, disputar uma série D, com a sensação que corremos sérios riscos de permanecer nela, é muito humilhante. Entretanto, apesar do pouco tempo, ainda podemos mudar o curso desta história.
Depois do frustrante jogo do último sábado, surpreendeu-me a declaração do nosso treinador: “o time rendeu nas duas primeiras partidas … essa era a vitória que o time precisava”. Francamente!. Frase típica de um “professor” que tenta evitar as críticas, não do Dado Cavalcante que me surpreendeu como treinador. Frase de quem não viu o jogo, de quem parece não ter detectado os problemas do time que tem em mãos.
Os três jogos da Copa do Nordeste foram dignos da nossa realidade, da situação onde nos encontramos, de uma série D. Foram uma vergonha! Todos os torcedores que viajaram para lá e os que assistiram a(s) partida(s) podem afirmar se estou faltando com a verdade. E olhe que eu não vi o último jogo, apenas escutei. Mas, pelo jeito, consegui enxergar com os ouvidos bem mais do que o treinador e os jogadores entrevistados após o jogo.
O que mais me preocupa é que o time é o mesmo que disputou o Campeonato Pernambucano deste ano. Ou seja, ninguém poderá reclamar de falta de entrosamento. As falhas vistas no Pernambucano não foram (pasmem!) observadas pela Comissão Técnica e Diretoria. Se já tínhamos uma base (de qualidade mediana) do Campeonato Pernambucano, deveríamos ter feito um grande esforço para contratar jogadores que qualificassem a equipe. Ainda é cedo para julgar a capacidade dos que foram contratados, mas depois de ver o Santa Cruz dispensar o jogador que foi eleito o melhor lateral direito do Campeonato Pernambucano e, em seu lugar, contratar um lateral direito que, depois de duas semanas treinando no Arruda, foi dispensado por não apresentar qualidade técnica, não tem como ficar na dúvida nas indicações feitas. Vamos confiar em quem? Em quem trouxe o jogador que já foi dispensado antes de estrear?. Some-se, ainda, a zaga fraca que nós já tínhamos e que continuamos a ter. Desta zaga saíram dois zagueiros (que não fazem falta!), um dos quais titular, e contratamos apenas um (só 1!). Isso sem falar no tal 3-5-2 com os alas que temos e com o jovem jogador de criação do meio-de-campo Jackson.
Prefiro não me deter a esquemas e a qualidade dos jogadores, pois, sinceramente, para subirmos desta divisão não é preciso muito. Basta ver os times que conseguiram o feito no ano passado. É preciso um mínimo de organização e muita vontade! Com os jogadores que já temos, podemos conseguir. Todos já sabem a fórmula de disputa da Série D. Todos já sabem os times que iremos enfrentar. São similares aos times do Porto e Central, os mesmos que nos venceram nos últimos dois campeonatos pernambucanos se considerarmos apenas o confronto mata-mata. Por isso, é preciso mais!
Não é porque o time venceu o último jogo que não podemos reclamar. Afinal, vencer é uma palavra fora do dicionário do torcedor do Santa Cruz há anos. Quem acha que vencer se resume apenas a vencer uns jogos isolados é porque nunca viu um Santa Cruz vencedor.
Prefiro acreditar que se a Copa do Nordeste ainda não empolgou os torcedores, também não deve ter empolgado os jogadores e o treinador.
Vamos esperar que a Copa do Mundo chame menos atenção e que os jogadores se concentrem nos jogos da Copa do Nordeste e depois na Série D. É necessário que o time ganhe autoconfiança! É necessário que o time transmita confiança para a torcida! É preciso que o time incorpore o espírito de um time vencedor! Não tenho dúvidas de que apoio não faltará, mas precisamos de uma demonstração de força, de uma atitude positiva do time do Santa Cruz. Pois, 40 mil pessoas desconfiadas em um estádio é algo que não queremos e dificilmente os jogadores suportarão. Agora, se estas 40 mil pessoas virem um Santa Cruz com a alma de um time aguerrido em campo, Tuti se transformará em um Birigui, Luiz Eduardo incorporará o espírito de Amarildo, Leandro Cardoso terá a técnica de Alfredo Santos, Goiano será uma cópia de Zé do Carmo, Jackson lembrará Henágio e Brasão será o novo Ramón do Arruda.
Pois, até agora, de uma coisa ninguém pode reclamar: o time está à altura da divisão que irá disputar! O que pode ser uma alegria para alguns. Para mim, não.
Então, que venha o Espírito vencedor, Santa!









A obviedade do lugar comum é a característica maior dos ingênuos, dos que gostam de Escobar e criticam Dunga, dos que sonharam com Neymar no lugar de Luis Fabiano, dos que pensam que pensam, dos que pensam que sabem, dos que são levados como areia pelo vento.
Eu mesmo não sei de nada, mas como Dunga, tinha uma vontade arretada de mandar a rede Globo pra`quele lugar.
p.s. E Dado, coitado, será nosso novo Dunga? E quem será o Escober?
Até hoje ñ entendo(nem engulo) a postura adotada pela equipe do santa cruz naquele jogo das semifinais contra o nautico ! Recuado,acuado,entregue …
Como pode o time que desclassificou o botafogo do Rio e goleou o próprio Nautico ,jogar um futebol medíocre daquele?
Sinceramente,ñ vejo luz no fim do túnel.
Caro Paulo Aguiar,creio que foi seu texto mais lúcido, mas, infelizmente, para o nosso Santa, também demonstrando o cansaço em cada sujeito, verbo e predicado. Cansaço de quem, hoje, apenas “teima” em acreditar. Pois, o “otimismo da vontade” não pode superar, a todo e qualquer instante, o “pessimismo da razão”. O otimismo da vontade nos faz crer que podemos ganhar a final do campeonato contra uma equipe superior (1983, 1987, 1993), mas o pessimismo da razão nos mostra que uma equipe ruim não ganha um campeonato que exige regularidade E alto desempenho (60-70% de aproveitamento de pontos). Sou conhecido pelos amigos como “sempre otimista”, especialmente quanto ao santinha, mas a gestão atual conseguiu me tornar um realista resignado. Se esta é a melhor gestão do santa nos últimos 20 anos (não se fala em roubalheira, em violência física e verbal, em trapaça eleitoral, etc.) e o desempenho é o de um time mediano da série D. Já comentei no blogdosantinha que a diretoria tem que arriscar (financeiramente) e contratar 4 bons jogadores (de série B): 2 zagueiros, 1 de criação e 1 atacante.Não adianta ser conservador com os recursos e achar que “no longo prazo” o santa vai crescendo aos poucos. Futebol é um grande negócio.O simples fato de sair da série D criará uma “onda” tricolor de “volta da cobra coral, renascimento do terror do nordeste, etc” que mobiliza torcida e patrocinadores e paga a dívida contraída.Gerir conservadoramente é administrar uma morte anunciada.
Não acompanhei este ultimo jogo. Mas fui ao penúltimo. E vi o Santa Cruz necessitando urgente das presenças de Leo, Elvis e Matuto. Não gostei de Osmar. Por outro lado não vi, veja que absurdo, um time motivado. Um time vibrante. Deu a impressão de estarem jogando por jogar. Não vi alegria. Eles não sabem, não tem a noção de que todo mes tem que receber salario… Eles querem ganhar bicho para jogar o nordestão? Sinceramente… E vejo que será uma vergonha perder ou empatar com o time infantil do Nautico.
Mas não interessa que ele3 ganhe do time infantil do Náutico, importa que ele jogue “bonito”, né?
Tinha gente antes dizendo que o time seria goleado em JP.
O pessimismo da razão [sic] é na verdade o calo do coração, endurecido pelos anos de frustração, de revolta e tristeza.
Um dia isso vai acabar (ou isso ou o nosso tricolor, só não sabemos quem primeiro). Mas é bom lembrrar que na série D os superiores somos nós, e os “otimistas da vontade” são os torcedores dos Campineneses e Centrais da vida que ano a ano têm triunfado sobre nosso “realismo resignado” que pode ser também chamado de derrotismo crônico e antecipado.
Confessei-me, aqui no TC, tanto em alguns textos, quanto nos comentários, como um torcedor desconfiado quanto ao sucesso de Dado Cavalcanti, tão logo ele assumiu a equipe coral com a saída de Lori Sandri. Aliás, disse – e mantenho – que o Santa tem uma mania impressionante de contratar dois tipos de técnico de futebol: os absolutamente ultrapassados e os absurdamente inexperientes. Basta dar uma olhada rápida nos últimos anos para ver que em 90% dos casos, aconteceu exatamente assim. Porém, em relação a Dado Cavalcanti, mudei de idéia e dei a mão à palmatória. Mudei, porque contra os fatos não havia argumentos. O time cresceu sob o seu comando e chegou mesmo a jogar um futebol de gente grande, mesmo com um elenco reconhecidamente limitado.
Tenho esperanças em Dado Cavalcanti. Minhas esperanças não se baseiam em otimismo ou pessimismo, mas em algo mais concreto, qual seja, o crescimento da equipe a que me referi no parágrafo anterior. Se ele foi capaz uma vez, pode ser capaz novamente. Entretanto, espero que os fatos não me deixem novamente sem argumentos.
Hoje, o futebol apresentado pelo Santa, na minha visão, não se justifica – aliás, só se justifica no reconhecimento de que houve queda na qualidade e na impossibilidade de reversão desta tendência, que começou depois do jogo contra o Botafogo, até o momento – já que o time é praticamente o mesmo das finais do pernambucano, pois mantivemos a base do primeiro trimestre do ano. As exceções são as saídas de alguns jogadores de qualidade duvidosa e de Gilberto Matuto, que jogou bem até se machucar, mas, ao retornar da contusão, também atirou pedra em santo. Mesmo assim, não vi razão para a sua saída, exceto se houve algum problema no extra-campo, já que não enxergo explicação lógica em sacá-lo do elenco para trazer Osmar – depois de dispensar um jogador recém-contratado para a mesma posição – que já jogou muita bola pelo próprio Santa, mas que, infelizmente, não é o mesmo desde a campanha vitoriosa de 2005. Assim, retomando o raciocínio do início do parágrafo, não vale aqui a justificativa de começo de trabalho. Definitivamente, não. Nem para o treinador, nem para o elenco. E os fatos hoje mostram que o rendimento da equipe não é o mesmo de tempos atrás e que o próprio técnico mudou a formar do time jogar e que essa mudança foi para pior. Não se trata de exigir que o time jogue um futebol bonito. Aliás, posso estar enganado, mas não vi ninguém exigindo isso. Trata-se de querer que o time apresente um futebol confiável, eficiente e competitivo capaz de convencer a torcida de que poderemos, enfim, sair da Série D. Nada disso por hora se apresenta – o que não significa, é claro, que não possa vir a acontecer, pois é para isso que torcemos. Entretanto, o Santa, para não correr riscos de outro fracasso, deveria estar para a Série D como Palmeiras, Corinthians e Vasco estiveram para a Série B. Pelo cenário de hoje, na melhor das hipóteses, ele estará nivelado por baixo aos demais, o que o coloca em condições e em chances também iguais de subir ou permanecer onde está. Convenhamos, isso é muito pouco.
A visão do torcedor em relação ao time depende muito mais do comportamento deste mesmo time do que do próprio torcedor. Os aplausos ou as vaias que surgem das arquibancadas – descontando os exageros de um lado e de outro – são reflexo do que o time faz em campo. Por isso, acho um tanto inútil tentar regular o otimismo ou pessimismo do torcedor. Cada um sabe de si e tem o direito a achar isso ou aquilo. Além do mais, torcedor não ganha jogo. Se ganhasse, a gente já tinha saído da Série D no ano passado.
Por isso, prefiro ficar com a visão de Paulo Aguiar sobre o Santa e acrescentar a ela o realismo resignado do seu xará, Paulo Cavalcanti, que teme pelo futuro coral, ao reconhecer que a melhor gestão do santa nos últimos 20 anos só é capaz de montar times medianos. Queremos – querer é pouco – precisamos, e merecemos, de um time capaz de nos tirar da Série D, de preferência com os pés nas costas, como fizeram Palmeiras, Corinthians e Vasco na Série B. Não acho que isso seja querer demais.
Saudações corais,
Dimas Lins
Até pretendia comentar o ótimo texto de Paulo. Mas, depois dos posts de Paulo Cavalcanti e Dimas, acho desnecessário.
Nem otimista,nem pessimista. Com os pés no chão e a lembrança de já ter visto esse recomeço com outras variáveis.
Gostaria de ver Vitor Hugo, Gilberto e Éverton Sena em campo, com mais frequência e por um tempo maior. Tem muito neguinho que me passa a impressão de que está tudo garantido.
O time manteve seu principal defeito – a defesa – e meio que quardou em algum recanto dos vestiários as qualidades, poucas, que vimos em algumas ocasiões no bodão e na Copa do Brasil.
Até pretendia comentar o ótimo texto de Paulo. Mas, depois dos posts de Paulo Cavalcanti, Dimas e Ducaldo, acho desnecessário.
Só uma coisa (vai tomar no cu, coisa!), o único time ou seleção do mundo que tem a permissão divina para ganhar jogando feio ou no roubo é o Santinha, isso enquanto ele não se tornar um Barcelona (tá vendo, Fabiano, eu também sou otimista hahahaha) pois, quando isso ocorrer, vou exigir vitória e jogo bonito juntos, como faço com o time do anão.
Até pretendia comentar o ótimo texto de Paulo. Mas, depois dos posts de Paulo Cavalcanti, Dimas, Ducaldo e Bosquímano acho desnecessário.
O importante nesse momento é conseguir um equilíbrio, podermos jogar bem mesmo com um time limitado, e assim, sermos competitivos ao ponto de vencer a COPA DO NE e SÉRIE D, e isso será muito importante para pensarmos MAIOR o ano de 2011! Pois, alguns precisam saber que jogador BOM só quer competir Série B e Série A! O resto é ‘varziano’ ou ‘aposentado’ ou ‘benefiário do INSS’ !!!!
*OBS 1 : Caros amigos, vocês sabem por que o “Kaká” não está 100% ??? Porque ele doa 10% para a Igreja! E quando ele ficava sumido no jogo era porque ele sacava o pente e ajeitava os cabelos! (aff) !!!
O que passou, passou. Passaremos a jogar bem…não…digo…algo mais parecido com futebol profissional a partir de agora. Não importa se é a terceira vez que digo isso para mim mesmo, mas preciso acreditar nisso, o que está aí é mais que suficiente para gente subir, ou morrer do coração na arquibancada, ou as duas coisas. Nesse último caso, peço clemência aos céus a me permitir pelo menos ver o Santa a sair do inferno(hoje vivo sonhando com o paraíso que é a série c), pode me levar aos 49 do segundo tempo do 3º mata-mata, mas desde que com a certeza de termos escapado.
Até pretendia comentar o ótimo texto de Paulo. Mas, depois dos posts de Paulo Cavalcanti, Dimas, Ducaldo, Bosquímano, Andrezinho e Milton acho desnecessário.
Pra Frente Brasillllllllllllllll!
Nossos zagueiros
esperando…esperando…esperando…
que o adversário pegue a bola pra correr atrás dele
Nosso meio de campo
esperando…esperando…esperando…
que os atacantes se desloquem pra receber
Nossos atacantes
esperando…esperando…esperando…
a bola chegar nos pés
Nosso treinador
esperando…esperando…esperando…
que um dia isso vai dar certo
O torcedor otimista
esperando…esperando…esperando…
acreditando no que os olhos não vêem.
O torcedor pessimista
esperando…esperando…esperando…
não acreditando nos que seus olhos estão vendo.
E a direção
esperando…esperando…esperando…
O quê?
Não questiono da diretoria mudanças de valores, numa série D é exigir muito mesmo.
Mas mudança de postura do time dentro de campo não é mais nem questionamento, tem que ser uma exigência constante.
Tutti; Osmar, Leandro Cardoso, Menezes e Paulo César; Goiano, Dedé, Elvis e Jackson; Brasão e Gilberto.
Esse time, para uma série D, é ruim?
Eu não pretendia comentar o meu próprio texto, mas depois da insistência de Fabiano não me contive.
))
R. Se esse foi o time que jogou contra o Botafogo-PB, com certeza é insuficiente para a Série D.
Se esse foi o time que jogou contra o Botafogo-RJ, com certeza é suficiente para a Série D.
Abstraindo-se da realidade (visto que o time não foi esse), este é o meu pensamento.
Marcelo, muito bom!
Paulo Cavalcanti concordo contigo. O ‘cansaço’ é fruto desses trinta anos de briga com as vitórias.
Dimas, concordo contigo em 100%.
Jogo às 21:15, numa quinta-feira, no feriado de S. João…
Quem foi o jegue que fez essa tabela?
Acho que trouxeram o Nordestão de volta em ano de copa para acabar com ele de uma vez por todas.
É… um jegue fazendo a tabela e as cavalgaduras do Arruda aceitando uma coisa dessas.
É, Cristiano. Parece que dividem o mesmo cercado.
E bote jegue nisso, é um tal de espinho e ferradura!
Vocês são sectários. Quem fez a tabela tem um genial senso de humor.
Putz, até o CSA jogará com o time reserva…
Companheiro Marcelo Almeida (post 12).
PERFEITO!
Dia 20 de junho postei no blogdosantinha “Para se classificar à 2a fase do nordestão, precisaremos de, no mínimo, alcançar uns 25 pontos (60% de aproveitamento). Faltando 11 jogos, precisamos de mais 20 pontos. Jogaremos 6 vezes no arruda e mais uma na casa da barbie. Destes 7 jogos no Recife precisaremos fazer, no mínimo, 17 pontos (5 vitórias e dois empates) e beliscar uma vitória fora de casa.Não precisa ganhar o campeonato, basta chegar embalado na série D”. Com a vitória de hoje nos faltam, agora, 17 pontos no total (em 10 jogos) e 14 pontos a conquistar no Recife (em 6 jogos: 4 vitórias e 2 empates). Contra o “mequinha” de Natal é de se esperar um empate, o mesmo resultado ocorrendo no jogo seguinte, quando enfrentaremos o Vitória no Arruda (algo mais que isso e começarei a deixar meu “otimismo da vontade” sair do cárcere privado). A esta altura, estarão faltando 15 pontos no total a serem conquistados(em 8 jogos restantes), dos quais 13 no Recife (4 vitórias – confiança, abc, ceará e barbie – e 1 empate – treze).