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Arte: Dimas Lins |
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Artur Perrusi
Esperei
(Aos
a) Edinho e
b) a
c) o
Vamos analisá-las:
a) Edinho
Vejam o
Ah, Edinho e seu pessoal entendem de
Além do mais, sinceramente, não vejo profissionalismo na relação com os jogadores. O que vejo, na realidade: paternalismos, apadrinhamentos, afetividades… O
b) Na
c)
Esqueçamos, por enquanto, nossas esperanças. Sejamos agora absolutamente desesperados. Que o desespero, diante do inferno da Terceirona, una-nos, mobilize-nos e nos tire desse atoleiro.










Contino dizendo que hoje ganharemos do Avaí por uns 3 x 0. Ainda que não ganhe, mas jogue bem, continuarei com esperanças !
É bom lembrar que o caso do Santa, para esse ano, não de planejamento normal, mas de administração de crises. Profissionalismo não é só fazer um belo planejamento e agir de acordo com ele, mas essencialmente conviver com a crise, apagar incêndios.
Esse, digo e repito, é um ano perdido. É preciso ter a consciência disso.
Nem sempre se faz o que se quer, muitas vezes se faz o que se pode. Não se contrata jogador porque se quer, mas porque se precisa. E se há erro, o erro faz parte do proceso. Não vem ao caso, agora, quantificá-los. E isso não significa, necessariamente, falta de profissionalismo. Muito menos o contrário.
E concordo inteiramente que precisamos nos manter na série B. É fundamental para mantermos o trabalho, pois o ano que vem será um ano melhor.
Mas precisamos nós, aqui do blog, darmos nossa contribuição efetiva, trancender o discursso, atingir a praxis transformadora. Precisamos ir até Edinho, conversar com ele, ouví-lo. Precisamos fazer alguma coisa para que nossas idéias se transformem em ação. O Santa Cruz somos nós, sejamos o Santa Cruz, então.
Enfim um comentário forte, mas que consegue retratar a maioria das opiniões aqui postadas nos últimos dias.
Acredito aínda que o Santa Cruz não cairá para a terceira, simplesmente pela força e reação da sua torcida.
Edinho precisa urgentemente começar a ouvir, refletir e agir com mais rapidez. O departamento de futebol precisa urgentemente mostrar que existe, e pelo menos assegurar: afinal, qual é a escalação do Santa Cruz mesmo?
Geraldo, a torcida do Bahia também achava que não caía. Caiu. Depois pensou que subiria logo no ano seguinte. Não subiu. Não tem torcida que salve quando a incompetência (do Todo Poderoso, no caso) e a ruindade (dois jogadores) é muita. Já estou pensando em fazer promessa pra ficar na Série B ano que vem.
Milton, você é um otimista. Pra mim, já solto fogos com um empate.
Saudações Corais
Grande Fabiano, precisamos esmiuçar o que significa “ano perdido”. Como você, nunca tive muitas ilusões a respeito da performance do Santinha nesse ano. Mas nunca pensei que lutaríamos contra o rebaixamento. O “ano perdido” seria o ano do acúmulo de forças, da restruturação do nosso futebol, do planejamento estratégico, da campanha maciça de sócios, da democratização do clube, da elaboração de um estatuto modernizador, e por aí. Esse ano serviria para construir o próximo ano, 2008.
O que vejo, agora? Muita honestidade combinada com amadorismo, abnegação, confusão e centralismo. Nós ficamos tão traumatizados com a gestão passada que entronizamos a honestidade como nossa Panacéia. Não é. Repito o que escrevi: é condição necessária, mas não suficiente.
A pergunta fundamental: estamos de fato construindo uma base para o futuro, seja no futebol (pratas da casa, jogadores com potencial de crescimento, departamento organizado, profissional e com planejamento, técnico com potencial de amadurecimento profissional…), seja na parte administrativa (talvez, aqui, estejamos melhores, mas gostaria de mais dados: gestão profissional, completa informatização, planejamento estratégico, campanha agressiva de sócios, negociação agressiva das dívidas, procura de patrocinadores, , reformulação modernizadora do estatuto, democratização interna, ouvidoria…)?
Enfim, nossa discordância: eu estou bem mais pessimista do que você. E, claro, gostaria imensamente que você estivesse certo.
Conversar com Edinho? Nós? Não sei… Uma conversa e a apresentação de uma carta-manifesto com uma série de reivindicações e propostas efetivas? Pode ser…
Mas, sinceramente, não vejo muita eficácia política. Por que não os conselheiros, solicitando reuniões extraordinárias, com uma pauta definida pela crise? Aliás, cadê os conselheiros? O Conselho Deliberativo deveria ser o Grande Fórum do clube, seu pulmão democrático e político. Ou ainda: por que não Fred Arruda e outros dirigentes tentarem pressionar politicamente Edinho a mudar? Acho isso mais factível; além do mais, por definição, os dirigentes e os conselheiros conhecem a correlação politica interna, o que está, de fato, acontecendo no clube; em suma, têm mais informações e, tendo mais dados, sabem quais são os caminhos das pedras — quais mudanças são factíveis de serem feitas agora.
Artur,
Seu texto está perfeito. E acrescento: seu último comentário também deveria ser um texto do blog. O “ano perdido”, para mim, tem o mesmo significado que você deu em seu comentário. A questão não é apenas estar lutando contra o rebaixamento. O problema é mais sério: praticamente não está acontecendo nada além disso. Posso estar enganado, mas o único que tentar pensar no Santa de forma planejada é Fred Arruda. Esta causa deveria ser de toda a diretoria e não apenas dele.
Achar que não conseguiremos nada este ano, mas no ano que será recuperado me faz querer fazer a pergunta básica: por que no ano que vem será diferente? O ano que vem seria diferente se aproveitássemos este para promover as mudanças, o que não está acontecendo.
Quando chegar no ano que vem, quero ver o argumento que usaremos.
Saudações corais,
Dimas Lins
Artur, eu ia até fazer um comentário sobre o significado de “ano perdido”, depois do seu, velhinho, me calo. Perfeito!
Concordo com Dimas, esse camentário deveria ser um texto.
Quanto ao jogo de hoje, estou otimista. Nem vou sair pra cerveja de sábado só para escutar.
Muito bom seu texto “Artur Perrusi” resume de forma fiel o que vem acontecendo com nosso clube: O MAIS QUERIDO !!! E todos já estão convictos que o foco principal é a permanência na SEGUNDONA, para que, como vc bem disse, as mudanças sejam de fato concretizadas. E como o futebol também é cheio de surpresas, quem sabe uma recupareção seja tão fenomenal quanto nossas esperanças !!!!
UM GRANDE ABRAÇO A TODOS TRICOLORES CORAIS DE VERDADE
Gostei do texto. Realmente nada parece ter mudado. A questão que urge é: quando mudanças reais acontecerão?
Ainda acho que, falando de quem está no poder hoje, temos um avanço em relação àquilo que vimos no biênio que se encerrou em dezembro último.
Cair para a série C é solução? Não, absolutamente. Só que cabe um adendo aqui: depende de como se encara a coisa. O Bahia caiu e se afundou mais. O Criciúma caiu e emergiu com muita força. Se vai se manter é outra estória, mas aí só depende deles. O que aconteceruia com o Santa Cruz? Provavelmente o mesmo que o Tricolor da Boa Terra, por que é o modelo de gestão que está errado. Ultrapassado e falido.
Artur, excelente. Um dos melhores textos e mais realistas que li aqui.
Só acrescento uma informação: Fred não quer ser representante, já demonstrou várias vezes que não quer essa missão. Ele é mais um, sendo que importantíssimo para compor uma gestão promissora, mais atualizada. Mas, não é um líder, infelizmente.
O santa carece de NOMES!!! Não existe diretor/tricolor capacitado para assumir cargos de qualquer depto ligado ao FUTEBOL.
A nossa única saída é a profissionalização!!! Ou seja, buscar FORA daqui. Nòs não temos ¨O tricolor¨ para assumir tal função.
Abraços!
Artur apontou alguns caminhos interessantes. Porque não fazer uma reunião de tricolores frequentadores desse blog para fazer uma carta com reinvindicações/sugestões sobre a gestão do Santa Cruz? Aí marcaríamos a tal reunião com Edinho.
Não dá pra ficar pensando se vai adiantar alguma coisa ou não. Façamos, então. Se não adiantar, piorar não vai.
Dimas: Usa tua liderança para mobilizar essa reunião.
Parabéns, apenas isto. O texto está perfeito, diz tudo. Ufa! tem gente que pensa!
Paulo,
você colocou duas questões fundamentais:
a) Fred não quer ser representante. Tudo bem, mas é o vice-presidente, o que não é pouca coisa. Enquanto durar sua gestão, ele poderia, em tese, criar uma articulação política dentro do clube (com conhecimento e referendado por Edinho, é claro, pois não é oposição) visando a formação e a cooptação de tricolores interessados em participar da gestão do dia-a-dia do clube. Acho que o núcleo de planejamento pode ser o embrião disso. Fred não precisa ser o líder, mas sim o “facilitador” do grupo; afinal, sua posição dentro do clube, queira ele ou não, é estratégica;
b) a saída é essa mesma: procurar um profissional ou profissionais para gerirem o futebol. Não é uma procura fácil. Lembro-me de Zanata, no tempo de Alvarenga, e foi um malogro. Tem que ter perfil. Mas creio que, procurando, acha-se; ora, a gente nem começou ainda a procurar…
Grande Fabiano, você é o cara mais otimista das hostes tricolores. Mas você tem razão: pelo menos, devemos ter a dignidade de tentar. Bem, a bola está com o Editor-Mor. De todo modo, seria necessário um contato com os editores do Blog do Santinha, pois eles têm muita força de pressão (sem eles, não há como). Pode até ser uma coisa mista; afinal, Inácio, Gerrá, Joãozinho (irmão de Dimas) e muitos outros são conselheiros do clube. Mas isso requer tempo, várias reuniões, a formulação de propostas efetivas… Temos tempo e fôlego para isso?
Pifou a minha previsão ! Não foi 3 x 0. Mas o empate valeu. Já ví que não sou profeta. Desisto disso (de ser profeta). Mas espero que venha algum ou alguns 3 x 0 (a nosso favor).
Amigo Paulo,
Você teve precisão cirúrgica no diagnóstico do departamento de futebol: não há tricolor qualificado para o cargo, temos que buscar fora. Restam apenas os cuidados recomendados por Perrusi de não contratar outro Zanata da vida.
Quanto a Fred Arruda, concordo em parte contigo. Fred é executivo de uma empresa de informática e já deixou claro que não pode assumir nenhum cargo na próxima gestão, por exigência do patrão. Tanto assim, que existe uma cláusula em seu contrato prevendo isso. Entretanto, discordo que ele não seja uma liderança. Acho que ele é sim, embora não tenha a habilidade política de Edinho. Poucos, aliás, tem. Afinal, o forte de Fred é o profissionalismo, não a política. Na composição da chapa vencedora nas últimas eleições, Fred representou a Confraria Ninho da Cobra, que a esta altura (posso estar enganado, mas é isso que eu vejo) parece desarticulada. Agora é que eles deveriam se reunir mais do que nunca, pois se esta administração não der certo, eles são co-responsáveis.
Fabiano, embora ache a idéia interessante, tenho receio de uma reunião com Edinho levando uma carta de reivindicação. Sugestões até vá lá. Mas pelo que ouço falar de Edinho, ele vai lhe dar um cargo no Arruda, na mesma hora, para você implantar as sugestões. As condições para tanto é que você vai ter que correr atrás.
Tentei com Inácio, Sama e Perrusi a construção de um pool de blogs para uma entrevista ou um bate-papo informal com Edinho, para levantar questões do clube e ouvir o que o presidente tem a dizer. Afinal, nesse processo de críticas, é importante dar voz ao presidente para que ele possa se defender. Entretanto, a falta de disponibilidade de tempo dos colegas (Artur, inclusive, mora e trabalha em Jampa) tem dificultado a entrevista. Mas não desisti da idéia.
No mais, não assisti ao jogo de ontem, pois tinha o casamento do nosso cronista Manequinha para ir. Um motivo justificado. Espero que o time tenha demonstrado alguma evolução.
Saudações corais,
Dimas Lins
Dimas,
Você entendeu tudo o que escrevi, perfeito.
Artur, concordo mais uma vez contigo.
Só acrescento mais uma observação. Muitos falam da autoridade, do ¨individualismo¨ de Edinho…. Eu discordo, em grande parte. Já entrei várias vezes na sua sala para fazer críticas, dar sugestões, ajudar do meu jeito. (Na última estava Mauro Fernandes lá e eu falei diretamente ao treinador ¨observe Carlinhos Paraiba como segundo volante – isso antes do jogo contra o Remo).
Em todas as vezes, edinho estava isolado, sem ninguém pra conversar. Em uma das vezes ele me perguntou sobre o ¨carlinhos do nacional de patos¨.
Ele delega poderes sim, mas o problema é que não temos no quadro de dirigente nenhum com o este perfil, de competência! Ele mesmo me falou ¨eu deleguei poderes para o quarteto da diretoria de futebol, e o que eles fizeram?¨.
Não adianta chegar e falar, sem apontar soluções. Não adianta ficar só ao ¨pé do rádio¨. Tem que ir lá. Essa tal ¨força¨ de pressão, é fraca.
O santa cruz é imenso e quem o comanda fica meio ¨perdido¨ na imensidão.
Resta sim, fazermos um levantamento de um profissional competente que possa assumir esta função, sugerir nomes, microempresários que possam ajudar… enfim chegar com algo mais ¨concreto¨.
abraços!!
Grande Paulo,
tuas observações e teu testemunho são fundamentais porque amenizam consideralmente minha crítica ao centralismo de Edinho. Ao mesmo tempo, dão esperança de que Edinho possui, de fato, uma mentalidade de colegiado. Bem, pelo que vejo, a solução não passa apenas pela maior mobilização e participação dos sócios no clube, mas também pela procura de quadros efetivos para a gestão — quadros profissionais, logo, pagos, que podem ser de fora do Estado e não-tricolores. Por que não?
Baseado nisso que nosso amigo Paulo escreveu, reforço minha coclusão: não há interesse, por parte de quem pode ajudar, em fazer o Santa cRuz sair do mar de lama onde se encontra. E sabem por que? Por que a esmagadora maioria das pessoas que passaram pela presidência (especialmente vcs sabem quem) mantém interesses pessoais acima dos interesses do Santa Cruz.
O Sr. Edson Nogueira sozinho na sala durante a maior parte do tempo é o exemplo cabal disso. Onde estão aqueles que poderiam ajudá-lo? Já fiz essa pergunta várias vezes e ela persiste.
Quanto ao fato de não haver um Tricolor que possa assumir o futebol do Clube, eu já havia tecido comentários à respeito aqui e no Blog do Santinha. Na minha ótica o Presidente deve cuidar do Clube em si e tem que colocar alguém de frente no Futebol. Um cara sério e profundo conhecedor do riscado, remunerado e com condições e liberdade de trabalho. Gente gabaritada por aí é o que não falta. E que deixem o cidadão trabalhar para que possamos colher os frutos a médio prazo (coisa inexistente no Santa Cruz).
Fa
hj o santa cruz vai quebrar o tabu faz 22 anos que ele nao ganha da Ponte Preta hj vamos quebraro tabu vai ser de 3×0 os 3 de kuki ele é o cará