Um passo de gigante

Um passo de gigante

O que era esperança virou realidade. O time cresceu na hora certa e está desmoronando tabus com passos de gigante. Um time que ganha fora de casa de Bahia e Botafogo e, ambos os jogos com autoridade, merece subir.

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De pouquinho em pouquinho

De pouquinho em pouquinho

Devagarinho, comendo pelas beiradas e cercando o Lourenço estamos vendo um novo Santa Cruz. Vou aproveitar esse espaço pra tocar em alguns pontos nos quais sempre fui um crítico ferrenho e admitir que de pouquinho em pouquinho vou me rendendo e elogiando.

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O XIS da Questão

O XIS da Questão

É incrível a pobreza e a falta de criatividade que assolam a imprensa pernambucana. Já faz 2 semanas que escuto que o Santa vai dar o “X” na barbie. E só se fala nesse “X”. Parece que estamos escutando o Xou da Xuxa na hora da resenha.

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Que alívio, Moraes!

Que alívio, Moraes!

Eu lembro que em outras épocas era um martírio olhar a rigorosa escala de publicações do Torcedor Coral. Eu ficava contando quantos dias faltavam para minha vez de publicar por um simples motivo: Eu não tinha nada pra falar. A escassez de ideias e temas para falar sobre o Santa Cruz era enorme.

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Pra lavar a alma

Pra lavar a alma

Vou começar botando logo pra torar: Que vitória do caralho! Foi pra lavar a alma. Merecia ser vista por 25 mil pessoas num sábado à tarde. Há muito tempo não vejo tanta raça no nosso time. E, ainda no clima de ontem, um grito está preso na minha garganta: “Ei, Ricardinho, VTNC!” Não é implicância, gente, mas vamos olhar direitinho pra ontem. Ontem teve volante de lateral, lateral de volante, volante de zagueiro, meia de atacante, ou seja, um samba do crioulo doido que um time sem peças para uso nem reposição demonstra. E tivemos algo que não tínhamos antes mesmo com as peças postadas em seus devidos lugares: Raça. Tinha algo estranho naquele time de Ricardinho, afinal, como explicar que o capitão-homem-de-confiança-mor-supremo, Edson Sitta, nem relacionado é há 4 partidas? Realmente, tinha algo estranho no ar. Quanto ao jogo, o time está muitíssimo longe de ser bom, mas mostrou raça e mostrou que, com alguns reforços pontuais, vai dar muito trabalho nessa série B, que tem nível técnico tão ruim que Aquino é um dos artilheiros. Apesar da limitação do time, sinto coisas boas, sinto o clima ficando bom, principalmente entre torcida e clube. De onde olhamos, notícias ou peruas boas começam a aparecer. Nike, Carlinhos Paraíba, Patrocinador Master e Grafite. A grande jogada da contratação de Grafite não foi apenas o bom jogador em si. Grafite não vem pra somar, veio pra resolver uma integral trigonométrica complexa. Será a referencia do time, o entrevistado, o foco e será pra onde as lentes e microfones estarão apontados sempre. Perfeito isso, porém, tem uma coisa que precisa ser dita: Quando Grafite estrear, já teremos metade do campeonato disputado, sendo assim talvez já tarde demais para qualquer reação na tabela, mesmo com o craque em campo. Cabe a esses caras de ontem, que suaram e correram até os músculos não aguentarem, nos manter vivos pra receber o Grafite. Aí, vem o outro lado, cabe ao torcedor ir a campo, se associar, pagar, apoiar e compreender a ruindade de alguns. Cabe a diretoria, com o aumento dos sócios, patrocinador master, verba liberada pela CBF e qualquer outra merreca que entrar, pagar em dia esses caras. Repito, Grafite chegar com o time motivado e em quinto lugar é uma coisa, chegar em décimo quinto é outra completamente diferente. Assim, é aproveitar o momento, o crescimento e a tabela. Temos um difícil jogo...

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