Volante e que mais…
Autor : Artur Perrusi | 1 de julho de 2009 | 1:47h | Artigo | 19 comentários

Um volante?
Os leitores vão me desculpar, mas estou nitidamente obsessivo com a questão dos volantes. É por causa de China, meu Deus do Céu… Ele adora volantes. Diz que pode ter duzentos volantes, mas o time pode continuar ofensivo. Como, meu rapaz? Como…
O cabra quer jogar justamente com os nossos volantes, que são caceteiros, inábeis, covardes no ataque e frágeis na defesa, e por aí vai. _Mas são jogadores funcionais e guardam várias posições, diz o nosso técnico. Pois é… eu só vejo uma posição ocupada, até agora, pelos nossos volantes: a mediocridade. Vai ver que sou sectário, sei lá.
O volante devia ser o que as definições no Aurélio exigem: “que voa ou pode voar; voante; flutuante, ondulante; que se pode mudar facilmente; móvel”. E sua função só apareceria durante o ataque do adversário, cumprindo um papel “passageiro, transitório e efêmero”. Uma ecologia radical do fut baniria o volante como agente poluidor do meio do campo, sendo tolerado apenas através de um rodízio: durante cada ataque do adversário, vários jogadores assumiriam a função de volante.
Nossos volantes são fixos. Não os vejo com muita mobilidade. E, convenhamos, volante “fixo’” é um atentado à sensibilidade da língua portuguesa. Fixa-se o que é móvel; faz-se permanente o passageiro. Na verdade, sua legitimidade baseia-se num pragmatismo ululante: como a defesa tricolor é um buraco, vamos acrescentar um quinto, um sexto e um sétimo defensor. Sim, um defensor, volante fixo é isso: mais um jogador na defesa. Ou vocês pensam que Alexandre está jogando no meio do campo? Ele é um defensor que sai com a bola, aventura-se no meio do campo e… passa mal a bola.
Ah, saudade de Givanildo, um verdadeiro volante tricolor: o anti-volante, por natureza. Os volantes eram jogadores habilidosos, antes de tudo, do meio do campo, que sabiam, durante o ataque inimigo, marcar e, aliviado o perigo, criar. Todo volante era um armador, antigamente.
Com a atual volantomania, fico pensando sobre quando surgiu todo esse problema. Como não tenho nada mesmo a escrever — além do mais, não quero tocar no assunto 13, pois dá azar – permitir-me-ei uns devaneios…
Certo, China tem razão em enfatizar a função, mas devia colocar no trono de suas argumentações o meio do campo. Deveria ter, por ele, uma obsessão – uma fixação patológica. Inclusive, foi a obsessão por essa parte do campo que surgiu o jogador multifuncional. Dou o exemplo: o “carrossel holandês” revelou ao mundo o futebol total, a importância de jogadores multifuncionais, jogadores marcando e atacando, etc. Afora todas essas questões, Rinus Mitchels, técnico do “carrossel”, provavelmente a partir do exemplo do Brasil de 70, compreendeu a importância fundamental do meio do campo no jogo moderno de futebol — assim como, o jogador de xadrez que sabe do papel estratégico da dominação do centro do tabuleiro. O meio do campo é o lugar por excelência da criação, e seria dali que saem as jogadas do ataque. Dominou esse pedaço do terreno, domina a partida e aumenta as chances de vitória.
Certo, a Holanda perdeu a copa… (a Alemanha é responsável, sem necessariamente ter culpa no cartório, pela fragilidade de duas grandes revoluções no mundo do fut: a Hungria de 54 e a Holanda de 74. Se a “laranja mecânica” tivesse ganho a copa, o mundo seria diferente….)
A revolução de 74, como toda novidade, virou banalidade, sendo absorvida, digerida, deglutida e interpretada de várias formas. Uma de suas variantes sobrevive na escola holandesa do…Barça, em que o meio do campo é peça constitutiva da criação de jogadas. Seria lá que a posse de bola seria administrada, até a ocasião propícia do gol. Os jogadores seriam, sim, multifuncionais; na verdade, sua função seria basicamente “ocupar todo o meio do campo”. As posições do meio do campo não seriam encarnadas no jogador (esse é meio-de-campo, esse outro é volante, etc) — não haveria uma identidade quase carnal entre posição e jogador — e sim entendidas como funções: o jogador deveria jogar e ocupar todas as posições do meio do campo, dependendo da situação tática da partida.
Contudo, existe outra variante de jogo, talvez anti-holandesa, que reconhece a importância do meio do campo, mas de uma maneira diferente: a orientação seria principalmente para o papel fundamental da destruição da jogada inimiga. Destrói-se a jogada do adversário, obtém-se a bola e, para evitar a perda da mesma, visto que o adversário pretende obtê-la de volta, sai-se rapidamente em contra-ataque. Defende-se para atacar. Acho que é essa a tática de Dunga, por exemplo. A criação fica subordinada à lógica da marcação. A multifuncionalidade do jogador moderno fica restrita às múltiplas funções da marcação. A criação, dessa forma, não seria responsabilidade coletiva do meio do campo e sim de um ou dois jogadores, normalmente excepcionais na técnica. Tal esquema de jogo tem como característica a extrema eficiência, o realismo e a ênfase no resultado. Ele seria dominante na atual conjuntura do futebol moderno e já teve como representante maior Parreira. É, no sentido “político” da palavra, uma interpretação “conservadora” do fut moderno.
Ao mesmo tempo, independentemente das variantes, o fut moderno “inchou” o meio do campo e opacificou as suas posições tradicionais. Os laterais viraram alas ou mesmo meio-campistas; meias ofensivos, atacantes, nublando o antigo papel do ponta-de-lança; atacantes, meias ofensivos (caso de Rivaldo, por exemplo) ou podendo jogar como meias. Por isso, a numerologia do fut (essa mania de saber se um time joga num 4-4-2 ou 4-5-1, por exemplo) tem dificuldade de ilustrar o esquema de jogo, pois se baseia numa idéia defasada, a saber: posições fixas no futebol. Dois times podem jogar num 4-4-2 e serem completamente diferentes em termos de jogo.
No Brasil, após o fracasso retumbante da copa de 74 (fracasso não propriamente pelo quarto lugar e sim pelo mau futebol), decidiu-se abandonar uma “modernidade” que já se vinha desenhando a partir da seleção de 70 (acho que a “revolução de 74″ não deixa de ter uma continuidade lógica com 70); assim, pregou-se a imitação pura e simples do fut europeu. Contudo, ao invés de se imitar, por exemplo, o “carrossel holandês”, reproduziu-se uma cópia “conservadora”: a ênfase recaiu na força física do jogador, na disciplina tática (desse ponto de vista, não existiu jogador mais “indisciplinado” do que Cruyff) e na marcação.
Arrisco a dizer que o grande protagonista dessa “modernização conservadora” foi Minelli e o Inter de 74. Essa equipe exuberante jogada praticamente com três volantes: Caçapava, Batista e Falcão. Evidentemente, tais jogadores são bem melhores do que os atuais volantes, mas na sua exuberância já se esboçava o definhamento da mobilidade da função; em suma, a partir de Minelli, o volante se tornou uma peça fundamental do fut brasileiro. Felipão, por exemplo, é uma continuidade lógica de Minelli.
Tal “modernização conservadora” teve suas derrotas: o Fla de 81 e o quadrado mágico de Telê (Cerezo, Falcão, Sócrates e Zico), embora este último tenha sido, na forma, mais conservador do que o primeiro. Na atualidade, quem tenta sair das garras desse imperativo tático é a Espanha e o Barça.
Ora, armar um time como o Barça exige talento, ou seja, a contração de craques e dinheiro pra danar. Com a sangria do fut brasileiro (hemorragia de talentos ocasionada pela venda dos nossos craques ao exterior), os técnicos de futebol não têm outra escolha: diante da mediocridade, adere-se pragmaticamente à “modernização conservadora”, porque armar um time ofensivo com cabeças-de-bagres é um suicídio. Por isso, é muito mais fácil aderir à volantomania do que a um modelo de fut mais ofensivo. A “modernização conservadora”, apesar da produção, muitas vezes, de excelentes times (vide os times italianos), tem uma cumplicidade maior com a mediocridade.
O Santinha não pode ser o Barça, claro; talvez, o Barça da série D, quem sabe. Mas eu só queria que China priorizasse o meio do campo e não uma formação de volantes. Queria um espaço de criação com alguns armadores. Só alguns, rapaz. É possível? Não sei. As contratações visaram outro objetivo. Pelo menos, que China adiante a marcação, para recuperar a bola e servi-la logo ao meia ou aos atacantes. Se fizer isso, ficarei satisfeito. Não será um meio do campo multifuncional, com copiadora e scanner, mas um com certa eficiência. Sim, encontrei a fórmula: meio de campo na série D só precisa ser eficiente, o resto é conseqüência.
E aviso: jogar na retranca, nessa série D, será um fracasso. Eu avisei…
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O dia hoje já começou com uma ótima leitura, o que é um bom sinal
Que saudades do mestre Telê, que inclusive teve a habilidade de tornar por um período, o Junior Baiano em um grande jogador. Hoje sobra aos nossos treinadores muita empáfia, muito dinheiro no bolso e pouca criatividade.
Sérgio China está começando, e como Dunga, por cima (sem segunda interpretações). É uma enorme chance e o novo treinador tem duas opções: seguir o caminho de Ricardo Rocha e Zé do Carmo, ou o do próprio Dunga.
A nós resta agora torcer para iniciarmos bem, o que trará já na segunda partida uma boa contribuição financeira ao clube.
Concordo com o texto, o que me impressiona é o fato de Sérgio China ter sido um dos melhores meias direitas que vi jogar na de´cada de 80 pelo Santa Cruz ,junto com ele em 87 formou base sólida com Zé o Carmo e Ataíde quem não lembra??? Na minha opinião a grande seleção que fez o mal ao futebol foi a de 1982, onde tinhamos um meio campo com Toninho Cerezo , Falcão e Socrates e ainda joga com Zico no ataque. Parafraseando um conhecido da crônica esportiva , que por motivos de força maior prefiro não citar seu nome , o Santa Cruz não tem que dar-se ao luxo de jogar com 02 volantes caceiteiros, com 03 zagueiros e até com um atacante improvisado. O santa cruz tem que jogar pra ganhar e ser campeão. Essas derrotas de 82 do brasil de 74 da holanda não podem significar algo que resuma: Futebol bonito é o futebol vencedor, pra mim temos que ser Campeões com com volantes ou sem volantes….e não me chamem para comemorar o acesso a série C em quarto colocado , pois eu não vou!! quero ser Campeão!
Caco
Lembrando que em 4 partidas da Copa de 82 (URSS, Escócia, Nova Zelândia e Itália) Telê Santana colocou durante o jogo Paulo Isidoro 3 vezes no lugar de Serginho (contra URSS saiu Dirceu), adiantando Zico para o ataque. O Brasil ficava com Cerezo, Sócrates e Paulo Isidoro como volantes.
Errata: O Brasil ficava com Cerezo, Falcão e Paulo Isidoro como volantes.
Acho que apostamso nos nomes errados para a posição de meia ofensivo: Juninho, Tiago Laranjeira, Leandro Bravim, Gobato. Já falei aqui que deveríamos ter trazido Júnior Xuxa e Guego. Outra opção seria Lúcio Curió, que tentamos trazer ano passado e que foi para o Sport, mas que acabou sendo dispensado de lá.
Some-se a isso o fato de China não usar a prata de casa. Por que não Miler no lugar de um terceiro volante (como Marcos Mendes)?
ps: Dizem que Gilberto está arrebentando nos treinos. Na única chance que teve de fato meteu dois gols contra o 13. Por que não colocá-lo? Há momentos em que Roger é de desesperar…
3-5-2
Com os laterias que temos Marcos Tamandare e Marquinhos, acho que o esquema 3-5-2 fosse a melhor opção. Alias, todos nós somos treinadores.kkk
Bom, não existe tem pra mais nada, a nao ser rezar, rezar, rezar, como disse Prof. Sylvio Ferreira.
abraços a todos.
Sabe Artur, como citou Fabio Melo somos todos treinadores,
assim como discordamos de Sergio China outros discordam de
nós, e vira um círculo vicioso, tem sempre alguém que não
concorda. À distancia e tendo como fonte de informação as
opiniões dos amigos dos blogs corais, a conclusão a que se
chega é que este time é mediocre e o tecnico um aprendiz,
volto a dizer sou realista e estou com a barba de molho.
Teria um prazer imenso em parafrasear a torcida do Guarani
e gritar; vamos subir Santa!!! mas…
Saudações corais.
Com tantos volantes e o time desgorvernado!
Como Bosco, voltei para dizer: É tanto volante e o time sem direção!
Aqui só tem gênio!
Vão entender de futebol assim lá na China. Um dia eu ainda aprendo.
Geó, como sempre, conseguiu fazer a frase melhor que a minha.
Fabiano, obrigado pela parte que me toca…
E se, sem direção, o time atropelar?!
Desculpa-me Fabiano, mais vai ter que aprender mesmo, pois
nestes três anos em que acesso ao blog, você é o otimismo em
pessoa e o Santa descendo a ladeira, quem sabe você sendo
realista e enxergando o obvio o Santa comece a subir.
Saudações corais.
Ótimo texto, pedagógico, inclusive.
Fiquei muitíssimo peocupado depois do jogo do 24-11, pois ficaram nítidas (para falar o mínimo) estas deficiências de armação.
Gostei de alguém que falou aí por cima de Miller. Fui assistir a um jogo treino completo esta semana e, mais uma vez gostei muito da atuação do garoto. Armador ofensivo e habilidoso. Com a posse da bola, tem-se uam impressão de segurança, de quem não vai perdê-la de bobeira, nem rifá-la para frente.
Cadê Miller, que eu não vejo nem a discurssão sobre o cara?
Depois do que vi sábado, desconfio que perdi 1 caixa do puro malte escocês preto. Para minimizar o desconforto das gozações alagoanas, para minha sorte estarei viajando até meados de julho.
Nosso time está sem padrão de jogo, não tem defesa, o meio campo inexiste, Roger tem que ficar umas 8 horas diárias treinando finalização, e o goleiro… bem, melhor não comentar sobre a atuação desse infeliz ex burro-negro. Aliás um dos gols que tomamos até me fez lembrar um que o Americano fez da nossa intermediária no já longínquo ano de 1991, em cima de outro ex-goleiro burro-negro que tinha sido trocado por Ataíde, o que valeu a nossa desclassificação para a fase seguinte da segundona.
Quanto ao tema dos volantes, o último que me fez lembrar os volantes bons de bola que o Nobre Artur mencionou, guardadas as devidas proporções, foi o Juliano em 2002, marcava, passava bem a bola e ainda fazia gol.
Saudações Tricolores!
A frase de Bosco aperfeiçoada por Geó está ótima. Impagável também a tabelinha entre Fabiano Pinheiro e José Edson-Coral do ABC-SP.
É difícil avaliar o time por apenas um amistoso, mas o que assusta é que este amistoso ocorreu uma semana antes da estréia do Santinha e depois de dois meses de preparação.
O efeito disso é que estamos começando uma competição cheios de desconfianças e incertezas. O Santa deveria entrar na Série D atropelando, mas já que falamos em volantes, pode ser ele mesmo atropelado.
Saudações corais,
Dimas Lins
Meus amigos tricolores, não quero ofender ninguém. Realmente questiono minha capacidade de avaliar futebol.
O fato é que amo demais o Santa Cruz e estou de saco excessivamente cheio com esse desfile (não só aqui, mas pricipalmente no blog do santinha) de opiniões tão cheias de certeza, de segurança como se tratasse de uma conversa de Paulo Roberto Falcão com Galvão Bueno.
Após a derrota pro time da usina, antes de se iniciar o pernambucano, observava o mesmo.
Isso não quer dizer que vai acontecer o mesmo, pois nem sempre a história se repete. Assim como essa máxima também vale quando a gente, imerso em nosso latente trauma de descessos seguidos, repete a frase “essa história eu já conheço”, como se tudo no mundo obrigatoriamente fosse se repetir.
Sobre volantes, não queria nem entrar no tema, mas abro mão de que meu Santa venha a resgatar o futebol arte (ao menos nesse momento). Prefiro com paixão um time de volantes como a coisa de Nelsinho e outros bem sucedidos muito bem citados por Artur.
Essa realmente não é minha preocupação.
Minha preocupação está de fato relacionado com os meus cabelos e meus testículos. Não sei como eles voltarão de Maceió. Só sei que estou com um medo arretado e essa discurssão só faz aumentar o “meu nervoso”.
Me desculpem o desabafo, mas a coisa (coisa, eu coisa VTNC) está realmente nebulosa. Não tem como avaliar porra nenhuma ainda, e não adianta fazer campanha, como alguns fazem no outro blog nosso, para detonar China.
China não vai sair. Talvez depois de umas duas lapadas… Mas alguém sinceramente vai querer isso?
Então, meus amigos, Viva a China, Viva Deng, Viva Mao e Viva FBC!!!!!
Que China tenha sucesso, seja tudo que a gente quer e não o que muitos temem (e outros tem a mais absoluta certeza).
No mais, ainda gostaria de entender a obssessão de Eduardo Ramos por mim. Realmente não o consigo entender de jeito nenhum. Vejam o que escrevi num post onde fiz uma crítica contundente a China: “…acho que a diretoria abriu os olhos para o que estamos comentando aqui (nisso, o amistoso de sábado acabou sendo muito bom pra gente. Pior seria se iludir) e estas reuniões de hoje são pra definir premiação e exigir compromisso com o clube, além de dar respaldo ao treinador para que ele não perca o comando do grupo.”
Ou seja, eu reconhecia a possibilidade de China ter perdido o comando do grupo. Mas vejam o que meu amigo Eduardo Ramos escreveu:”…Fabiano, se você não quis enxergar a falta de comando, eu não discuto com você.”
Eu aguento? São por essas e outras que esse vício de ler os blogs está me acabando. Mas mesmo assim eu continuo lendo, pelo masoquista que sou.
O pior de tudo é que eu gosto!
Desculpem o desabafo e o tamanho do post, mas ando nervoso que só a gota. A mulher tá pensando que eu tô tendo problema no trabalho, ou que o dinheiro não tá dando. Até que isso é um pouco verdade, mas não deixa de ser fichinha diante da preocupação que tenho com meu santinha.
Por isso rezemos, oremos, meditemos e tentemos atrair tosdas as energias do universo, e o que mais for, mas temos que vencer domingo.
Fabiano Pinheiro não te conheço mas. tô contigo.
Santa Sempreeeeeee!!
Há um porém nessa história da derrota para a seleção de Ipojuca: Embora estivesse próximo da estréia, o time estava junto há apenas uma semana.
Esse de agora já tem mês de treinamentos. É suficiente para deixar um time tinindo? Não.
Mas já deveria apresentar algum sinal de que o trabalho está bem encaminhado. Eu não consegui ver sinal algum – e não foi por falta de tentativa ou má vontade.
Mas, aguardemos…
Fabiano, você que é conhecedor do mundo da arbitragem, comece a se preocupar ainda mais – os bandeirinhas serão da federação alagoana.
Parece que o CSA, rebaixado para a segundona de lá, está “cuidando” do extra-campo, e entrará com 13 em campo.