Foto: Arruda
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Há um ano atrás, pelas mãos de Lulinha, nascia a Quinta Santa. Lulinha, ex-diretor social do clube, tinha como objetivo fazer com que os tricolores voltassem a freqüentar a sede do Santa Cruz. E conseguiu.

O encontro, na verdade, começou às sextas-feiras, mas teve o seu dia alterado para a quinta. É que era muito difícil explicar para as esposas e namoradas que o tricolor, ao invés de estar com elas, curtindo a balada ou roncando no sofá, tinha um encontro cívico com o seu clube do coração. Além do mais, o bafo de cerveja, caldinho de feijão e vinagrete do arrumadinho do bar da piscina levavam a conclusões precipitadas.

Na última quinta, a festa foi animada. Vieram novos e antigos freqüentadores do encontro e até mesmo a lendária Sanfona Coral deu o ar de sua graça para delírio da torcida. Teve sorteio de brindes e um bolo com um escudo do Mais Querido para comemorar o aniversário de um ano. E, como não podia deixar de ser, também não faltaram conversas sobre o Santa Cruz. Mas nada de tristeza, que o dia era de alegria.

Falar em tristeza, a nota triste ficou - como sempre - por conta da diretoria do clube que desligou o gerador às 19:30h e deixou todo mundo no escuro. Os organizadores do encontro propuseram custear as despesas com o óleo diesel do gerador, mas a proposta não foi aceita. Pena, pois os gestores do clube não perdem a mania de contrariar a torcida.

Mesmo assim, o encontro seguiu à base de velas e candeeiros improvisados e foi um sucesso absoluto (veja no álbum de Diego Galdino todas as fotos da festa).

Parabéns aos organizadores da Quinta Santa e a Lulinha pela idéia do encontro semanal. Graças a eles e a torcida coral, ainda há vida no clube, apesar dos pesares.