Quarenta anos de saudade
Autor : Paulo Aguiar | 25 de setembro de 2009 | 9:13h | Artigo | 37 comentários
É possível ter algum sentimento por algo que você nunca presenciou? – É, com certeza!
É possível entender este sentimento com “saudade”? – Não sei…
É possível definir o tamanho da saudade? – Difícil…
Quem sabe o mais correto seria a palavra “falta”? – Pouco importa… Tem pessoas que conseguem sentir saudade e falta ao mesmo tempo…
Não seria o caso de uma pessoa Ilusionista? – Não! Pois eu conheço outras pessoas que presenciaram, ouviram falar, que contaram e que sentem falta!
Pessoas que presenciaram, há 40 anos, no mês de setembro, uma “mudança de Governo”. Mudança entre aspas. Pessoas que presenciaram Costa e Silva sofrer uma embolia cerebral e deixar a presidência do Brasil.

Pessoas que ouviram falar que, neste mesmo dia, no mesmo jornal, saiu uma matéria mais importantes do que a da “morte”de Costa e Silva.
Matéria esta que se referia ao título do Santa Cruz, ao Campeonato Pernambucano de 1969. Matéria que enfatizava a raça do time do inglês James Thorp.- O time do“inglês” que mudou a trajetória do Clube; da escassez de títulos à era da abundância de títulos; da importação de jogadores mercenários à valorização da prata-da-casa; do alçapão ao hoje Estádio do Arruda.

Pessoas que me contaram que neste ano surgiu um dos maiores craques do Santa Cruz Futebol Clube. Ninguém vestiu a camisa do Santa Cruz de forma mais vitoriosa do que ele; ninguém foi capaz de jogar 126 jogos de um total de 131. Nenhum outro jogador gostou tanto de derrotar o “co-irmão” quanto ele: Luciano! A maravilha do Arruda, que ao cobrar falta com maestria, garantiu o primeiro título do tão saudoso penta-campeonato.

Pessoas, como o meu pai, fã de um esquadrão.
Fã do time Campeão Pernambucano de 1969.
Fã de Pedrinho, Noberto, Zé Júlio, Zito, Birunga, Ary, Fernando Santana, Facó, Mirobaldo, Luciano e Nivaldo.

Pessoas que nos fazem tanta falta…
Dedico este artigo a todos os jogadores e torcedores de 1969; às pessoas que presenciaram, que contaram, que ouviram histórias… do Santa Cruz. Às pessoas que nos fazem falta!
37 comentários
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E eu, sem dúvidas, estava lá: foi na casa das barbies. E o 1º de uma série de 4 jogos, foi uma lapada na Coisa, em plena Casa de Jacutinga, por 3 X 0.
É isso aí.
Seria interessante chamar os campeões de 1969 e homenageá-los de alguma forma, tem como organizar isso?
Vejam a tabela de preços de Palmeiras x Atlético Paranaense:
Estádio: Palestra Itália, amanhã, às 18h30
Carga: 27.135 ingressos, 11 mil vendidos até ontem.
Preços: Arquibancada (Geral do Arruda): R$40; Numerada descoberta (Sociais – Arquibancada – sic): R$80; Nunerada coberta (Cadeiras): R$120; Visa: $100 (além de uma taxa do cartão) (Trecho coberto da Arquibancada); e Camarote Premium: R$180 (Camarotes).
.
Há meia-entrada para todos os setores (para gestantes, idosos e estudantes).
.
Os ingressos do setor Visa são adquiridos pelo site:
w ww. futebolcard.com.br (juntem os espaços)
A setorização entre parÊntesis, é como seria a setorização no Arruda de hoje.
Nós, sócios do Santa Cruz, só temos direito a um setor descoberto do Estádio, quando deveríamos ter aquele setor coberto.
Palmeiras amplia receita e renegocia dívida com bancos
Daniele Madureira, de São Paulo
25/09/2009
O tapete verde na soleira da porta, os porta-retratos na sala de estar
com a família vestida de verde, e as charges de Paulo Caruso expostas na
parede, nas quais se destaca o brasão com o indefectível “P”, não deixam
dúvidas de que ali, no terceiro andar do prédio à rua Joaquim Antunes,
zona oeste de São Paulo, mora um palmeirense convicto. É certo, no
entanto, que oito meses depois de vencer a apertada eleição para a
presidência do Palmeiras (por 145 votos a 123), Luiz Gonzaga Belluzzo
sinta saudades da época em que a sua relação com o “Verdão” era pautada
apenas pela paixão.
“Antes eu assistia ao jogo e, se o time não ganhasse, conseguia dormir
tranquilamente, ao contrário de alguns amigos palmeirenses”, diz.
“Agora, sinto um peso nas costas”. Não por acaso, esse economista,
advogado e sociólogo pôs de escanteio as suas principais atividades (a
diretoria da Faculdades de Campinas – Facamp e a consultoria editorial à
revista Carta Capital, da qual é sócio) para se dedicar quase
integralmente ao Palmeiras. O esforço tem sido recompensado pelos
números, sua especialidade.
Desde que assumiu a diretoria de planejamento, no início de 2007, a
receita anual com licenciamento e patrocínio cresceu dez vezes, de R$ 4
milhões para R$ 40 milhões este ano. As pesadas dívidas de curto prazo
com os bancos, que passaram de R$ 23 milhões para R$ 37,6 milhões no
período, estão sendo renegociadas para pagamento parcelado em cinco anos.
Novas fontes de receita, como o e-commerce, e o título de
sócio-torcedor, a ser lançado em 28 de outubro, foram criadas.
A torcida tem ajudado. “Nunca vendemos tanto material esportivo do
Palmeiras como agora”, comemora Belluzzo, referindo-se às 600 mil peças
que devem ser comercializadas este ano pela Adidas. Em 2007, foram 157
mil. O time vem fazendo a sua parte: lidera o Campeonato Brasileiro. Na
noite de quarta, venceu o Cruzeiro de 2 a 1, em pleno estádio do Mineirão.
“Fizemos apenas o feijão com o arroz”, diz o presidente do Palmeiras. A
receita foi negociar bem os patrocínios, que precisavam ser firmados no
final de 2008, bem em meio à crise mundial. A Fiat, antiga
patrocinadora, que bancava R$ 8,5 milhões, titubeou ao ver os pátios
cheios de carros. A Samsung fechou por quase o dobro, R$ 15 milhões,
levando junto a parceira, a rede de varejo Fast Shop. Com a Adidas, a
renovação também deu saltos: de R$ 3 milhões para R$ 9 milhões, fora os
royalties com a venda de produtos, que deve completar receita de R$ 14
milhões. “Provamos que a exposição da marca no clube traz uma
visibilidade valiosíssima”, diz.
As fabricantes de bebidas AmBev e Femsa estão certas disso. Tanto que as
últimas semanas foram de “leilão” para ver quem vai patrocinar o G4 – o
grupo dos quatro maiores times paulistas, formado por Palmeiras,
Corinthians, Santos e São Paulo. A parceria, que envolve lançamento de
cervejas com o nome do clube e ações de merchandising em campo, estava
praticamente fechada com a AmBev, por R$ 1,5 milhão para cada time, mas
a Femsa fez questão de brigar e agora o valor dobrou. Nos próximos dias,
será dado o veredito sobre a cervejaria.
O projeto do título de sócio-torcedor, que será lançado no final de
outubro, já tem novos parceiros. A companhia Azul estuda conceder até
15% de desconto no valor das passagens aéreas para os torcedores, que
vão escolher pagar R$ 25, R$ 50 ou R$ 100 de mensalidade ao clube. Os
palmeirenses associados terão direito ainda a descontos na compra de
produtos de patrocinadores, como Samsung e Adidas.
“Vamos lançar mais produtos licenciados, como roupas de bebês e de
pets”, diz o diretor de marketing do Palmeiras, Rogério Dezembro, que é
diretor de atendimento da agência Talent. Uma série de DVDs intitulada
“As Academias”, com a história dos principais atletas do clube, deve ser
lançada no início de 2010, em parceria com a Fox.
Hoje, sexta-feira, Belluzzo se reúne com a Prefeitura de São Paulo para
tentar um acordo sobre o valor do IPTU – uma dívida que se arrasta desde
a década de 90. A Prefeitura diz que está em torno de R$ 32 milhões. O
Palmeiras, R$ 6 milhões. Talvez se a conversa fosse no Palácio dos
Bandeirantes, onde o palmeirense José Serra dá expediente, não haveria
impasse.
Escalação Alviverde
Os parceiros do clube e seus respectivos investimentos
Empresa Projeto
Valor
Samsung Patrocínio de camisa
R$ 15 milhões
Adidas Exclusividade em uniformes e royalties
na venda de material esportivo R$ 14 milhões (+ R$ 5 milhões em
material esportivo)
Seguros Unimed* Apoio e publicidade em campo
R$ 4 milhões
Fabricante de bebidas* Patrocínio dos jogos do G4
R$ 3 milhões
Licenciamentos diversos Receita com royalties
R$ 2 milhões
Outras fontes de receita
Empresa Valor
Rede Globo R$ 41 milhões
Bilheteria R$ 21 milhões
Site R$ 3 milhões
Principais dívidas em negiciação
Credores Valor
Bancos R$ 37,6 milhões
Prefeitura R$ 32 milhões
Fiscais e previdenciárias R$ 30 milhões
Fonte: Palmeiras
* A definir
Dimas, perdoe o megacomentário, mas é o que eu quero que o Santa Cruz imite
EX-PRESIDENTE pode ser novo representante Coral na FPF – 24/9/2009
Fonte: Jamil Gomes
[23h58] O ex-presidente Romerito Jatobá poderá ser o novo representante do Santa Cruz, junto à Federação Pernambucana de Futebol (FPF). Embora não se trate de uma decisão oficial da diretoria, o próprio Romerito já adiantou que vai falar com FBC sobre o assunto.
Fred Arruda foi o escolhido por FBC, mas precisou sair por questões particulares profissionais. No seu lugar, assumiu, Fabiano Pinheiro, mas também não foi possível continuar na função por muito tempo, por assumir à coordenação do programa Todos com a Nota.
Já na última reunião da FPF, realizada para tratar preliminarmente da agenda do Campeonato Pernambucano 2009, em julho, Felipe Rego Barros foi quem representou o Santa Cruz na entidade máxima do futebol pernambucano.
Comentava-se que Rego Barros poderia ser efetivado no cargo, mas até o momento, nada foi confirmado.
Agora, o ex-presidente Romerito Jatobá vai conversar com FBC para pleitear a representatividade Coral na casa presidida por Carlos Alberto Oliveira.
que acham?
Paulo, tô no trabalho e prometo ler seu texto depois. Vim de baixo para cima e só deu tempo de ler a crônica de Perruci. Não queria deixar de falar… Deixei um comentário lá, mas talvez ele não leia mais, já o texto desceu… Então lá vai.
Para Perruci,
Antes tarde do que nunca, passei por aqui e vi essa pérola. Muito legal seu texto. É um daqueles que dá uma sensação esquesita no peito, algo que nunca ninguém vai poder descrever exatamente. Dizem que é como borboletas voando no estômago, chamam de frio na barriga, mas eu não chamo de nada, porque essa coisa esquisita não pode ser descrita.
Aline Moura
Grande texto, Paulo.
Acho a saudade uma forma de lirismo; falta é de lascar, é visceral, é bile. Diante da saudade, viro até poeta; na falta, eu me calo.
Tenho muita saudade de meu clube. Tenho medo de, futuramente, sentir apenas falta.
Aline, grande visita, li e respondi teu comentário. Valeu!
Eu também sinto saudade do que não vivi, Paulo. Saudade do que não tive e não vi. Um dia conheci Luciano Maravilha, em Pesqueira. Faz um tempo danado isso, acho que ele nem lembra de mim. Tem olhos verdes, bonitos. Não dei muita importância, estava cansada. Tinha acabado de concluir uma matéria e queria distância das palavras, não queria pensar, não queria nada além de comer e descansar. Mas, lendo esse texto, agora, sinto até saudade de tudo. Saudade do que não conversei, falta por ter nascido na época errada.
Insatisfeito,
Isso é um comentário ou um testamento? Caramba.
Paulo, sei que já tô enchendo o saco, mas como tô “em concentração”, por ordens de Bia, fico aparriando os outros. Não poderia deixar essa passar em branco. É de Caio Fernando Abreu. Escrevaram para mim, hoje, no meu orkut. É Maaaaaaaaaara.
“Sempre há alguma coisa que falta. Guarde isso sem dor, embora, em segredo, doa”
Boa noite, Torcida Tricolor Coral Santacruzense
Boa noite, Paulo Aguiar
Nessa época, estava com 7 anos! Mas, lembro-me muito bem da alegria que contagiou meus pais e meus irmãos velhos! Não sabia ao certo o que estava acontecendo, mas sentia que aquela alegria iria me contagiar para o resto da minha vida!!
Hoje, distante do Arruda, sinto saudade e falta!!
Mas, sei que vamos chegar a ser aquele time respeitado dessa época e que me contagiou eternamente!!!
Mais cedo do que imaginamos!!
Saudações corais.
Torcedor Coral Distante, mas sempre presente.
Sim, Insatisfeito. Devemos, sempre, homenagear aqueles que merecem. Um Luciano, um Ramon…. Não consigo entender como eles estão fora do Arruda!!!!
Artur, Aline complementou o seu pensamento através da frase de Caio Fernando Abreu que ela citou… “Sempre há alguma coisa que falta. Guarde isso sem dor, embora, em segredo, doa”.
Ano passado, 25 anos do histórico tri-supercampeonato;
Este ano, 40 anos do histório primeiro título do penta;
…
Cada dia, as datas se distanciam mais… se não tiver outras histórias para substituí-las.
Ai que saudade me dá…
Ou será que começa a ser falta?
Conheci e me apaixonei pelo Tricolor no rastro dessa época, em 1972.
Mas como já dizia a Vovó; Não há mal que nunca se acabe, nem bem que pra sempre dure.
O Sentimento que nos alimenta é a esperança. Essa esperaça nos faz poetas, romanticos, saudosistas, apaixonados, etc. A esperança no faz acreditar que ainda vamos sorrir.
Insatisfeito, é interessante a transparencia de um clube como o parmera que movimenta milhões e estão aí estampadas para quem quiser saber.
Aqui ha verdadeiras caixas pretas de negócios que foram feitos mas até hoje estão amufumbados e nós não sabemos como. Existem quotas adiantadas (isto é em vez de saldo positivo; negativo)
e nós torcedores ficamos querendo ajudar mas cadê a transparencia???
As vezes bate uma tristeza e me pergunto: Em 2010 vamos ser 3º lugar? Mas que glória tem 3º,2º lugar? Nós queremos ser campeões. Essa torcida sofrida merece o titulo. Essa torcida merece respeito. Resgate da auto-estima.
Somando-se a administrações desastrosas passadas temos ainda
a midia nos difamando, fazendo firula e desmoralizando.
Creio que a melhor forma no momento de ajudar o Santa é ir para o Mundão apoiar o time. Não podemos dar as costas para o clube mesmo na copa PE.
Tendo dinheiro em caixa poderemos exigir um tecnico melhor e não uma aposta.
Tendo dinheiro poderemos exigir jogadores de qualidade. Mas liso???? Liso dorme. Como diz o ditado.
Fiquei invocado quando soube que a prefeitura esta dando aos dois que estão na A R$ 50.000,00 por mes. Já nçao bastam o dinheiro que eles ganham????
Se fosse o Santa que ganhasse esse dinheiro? coitado de FBC e da direção, iam inventar meio mundo de calúnias para denegrir a imagem do ckube e das pessoas que o fazem.
Meninos, eu vi! havia um craque chamado Fernando Santana, que acabou com o primeiro jogo: 3×0 na ilha. Havia um maestro chamado Luciano que, reza a lenda, jamais perdeu um pênalte, e fez de falta o gol do título: 2×1 nos aflitos. Havia um matador chamado Facó, que fez o primeiro desse jogo decisivo. O resto foi raça. Entre a goleada e a final, um 0×0 no Arruda ainda em construção, e um 0×2 na ilha, seguida de uma sinistra prorrogação com um heróico 0×0. Foi meu primeiro alumbramento, e a festa foi na sede velha, onde hoje é estacionamento.
Agora o presente: o que não gosto nos blogues é uma certa tendência à lamúria, que considero incompatível com a alma SantaCruzense. Há que pelear, companheiros, e PQP com chororô. Vejamos: Prefeitura tá dando 50 mil? O Santa também quer, ou então o Ministério Público deve se pronunciar sobre a legalidade de transferir dinheiro público – dos nossos impostos – para entidades privadas.
O Palmeiras fatura bem com patrocínio porque está na série A, porque é paulista e porque faz parte da camarilha dos treze. Vamos imitá-lo? Série A, em 2013; paulistas não seremos nunca; e de onde vem a dinheirama desses “dos 13″? de um monopólio estranhíssimo, o da transmissão de futebol pela tevê, que é preciso discutir, tanto do ponto de vista jurídico, quanto político. O que está faltando para esse debate acontecer? O futebol profissional no Nordeste acabar?
WALTER MOURA
Quem tb fez uma exemplar partida nesses 3 X 0 foi o grande Rubens Salim (acho q, inclusive, marcando gol).
Quanto ao C13, o SS Koff e os irmãos siameses Globo e CBF, não estão se contentando em exterminar só os Clubes Nordestinos não. Bastou ao organizadíssimo Paraná Clube um único ano sem ter um jogador pra vender e “fazer caixa” para o ano subseqüente, no fim de um Nacional, pra cair pra segundona no ano seguinte e nunca mais voltar. Quiçá não caia pra terceirona este ano. Perigo idêntico ameaça o outrora popularíssimo Vila Nova de Goiás que, guardadas as devidas proporções, viu na pele o arquiinimigo Goiás “disparar em títulos, torcida e ascender no cenário Nacional” tal qual nós aqui em PE em relação à Coisa. Que dizer da Ponte de Campinas, outro deserdado, que até os anos 70, detinha cerca de 80% da torcida campineira e hj em dia só faz “patinar” na segundona? Não vou falar mais nem de um Botafogo e de um Comercial de Ribeirão Preto (a outrora famosa dupla COME-FOGO), dum finado América do RJ, etc.
Aqui no N/NE nós somos a aberração-mor. Mas existe outros deserdados “de peso” a exemplo da própria Barbie, do Ceará, do Fortaleza (tb com um pé na terceirona), do Clube do Remo, do Paissandu e por aí afora. Sem falar na 3ª força desses estados, Clubes tb tradicionais a exemplo do Ferrim de Fortaleza, da Tuna-Luso-Brasileira de Belém do PA, etc.
Repito o q já cansei de falar: ou forjamos uma Liga desses “grandes deserdados” e peitamos pra valer essa TRÍADE NEFASTA ou tamos é phu_ _ _ _ _ e mal pagos.
Pra se ter uma idéia da m_ _ _ _ em q nos encontramos, gastou-se 4 a 5 milhões na melhoria de nosso patrimônio (estádio do Arruda). A Coisa, recebeu este ano, sem maiores esforços, de mão beijada, do C13, mais que o dobro disto.
Como pode um pangaré ganhar um páreo prum puro-sangue inglês que já larga com vários corpos à frente?
É isso aí. CANSEI DESSE ASSUNTO.
Paulo, esse texto me fez chorar.
Estava lá em 1969. em 1970, 71. Conheci Zé Júlio, Zito, Birunga, Ary, Fernando Santana, Facó, Miró (Mirobaldo). Conheci DETINHO.
Estava em 1984. O Mais Querido levantando mais um supercampeonato.
Estou aqui, hoje, ao lado de vocês.
Uma espécie de torpor invade a alma.
É a saudade, e a tristeza de pressentir que estamos muito longe desse passado heróico e glorioso.
Às vezes penso que o Santa Cruz perdeu o bonde da história.
Errata: em 1983, o supercampeonato.
Walter Moura,
Com esse “CONSELHO CONSULTIVO”, prepare-se para o pior. Esqueça Corja dos 13, Série A e etc.
Assinado: Cláudio Guimarães.
Amigo Walter quanto postei essa informação sobre esse valor dado pela prefeitura, sinceramente não quiz fazer lamúria mas sim ressaltar esse fato absurdo, e quanto ao parmera quiz apenas frizar a administração transparente lá de sampa, coisa que não vemos aqui em nosso estado.
Acredito muito no trabalho que o Sr. Raimundo Queiroz fará aqui no Santa Cruz. Ninguem atira pedra em fruta podre ou verde. Certamente ele trará resultados. Os rivais estão se cagando de medo
O que dizer do texto de Paulo? Belíssimo. A falta é o fato de não estar num lugar onde se poderia ou deveria estar. Já a saudade é o sentimento melancólico de incompletude ligado pela memória ou, por exemplo, à ausência de determinados prazeres já vividos.
Visto assim, a falta talvez venha da não aceitação da realidade atual, do inconformismo de quem poderia ter sido e não foi. A saudade talvez venha do vazio, do abismo entre o passado e o presente, da certeza que, por muito tempo, tomamos o caminho errado.
Às vezes, o passado e o presente se encontram, mas não andam juntos necessariamente o melhor dos dois mundos. Tal como hoje acontece.
Saudações corais,
Dimas Lins
Paulo, eu estava com omeu saudoso pai nas sociais que foi cedida aos sócios do Santa Cruz. Após a vitória, fui com o velho amigo Aprígio na passeata até à antiga sede que não mais existe. A velha sede não existe mas nào se destroi memoráveis vitórias. De 1969 até hoje, só estive ausente da conquista de 1976 porque estava fazendo estágio em São Paulo, no ano da minha formatura. Como esquecer o gol de Luciano Maravilhana barra da rua Angustura? E do artilheiro Facó, na meta do lado do Country.
Tenho orgulho de dizer: “Eu estava lá!”.
Parabéns pelo texto.
DIMAS,
Sobre o tema saudade, você disse tudo. Foi certeiro. Como Facó. Ou Luciano.
Oia a Cobra, Deus te ouça, mas sinceramente, acho que há um bom tempo nossos advsersário não se cagam de medo.
A realidade é outra.
Não perdoo e não me conformo com a criação desse Conselho Consultivo.
E tenho dito.
Hoje, saíram os classificados para a Série C: Alecrim (Rio Grande do Norte), Chapecoense (Santa Catarina), Macaé (Rio de Janeiro) e São Raimundo (Pará).
Prezado Óia a Cobra, não quis me referir especificamente a você quando reclamei de lamúrias nos blogues. Apenas gostaria de ver a força da internet ser mais usada para focar em resultados práticos. Por exemplo, meu caro Arnildo, a quem peço que não canse do assunto dos 13: há que fazer reuniões específicas sobre o tema, discutir e analisar os aspectos jurídicos (a fonte do dinheiro é um monopólio, de uma concessão pública), arregimentar apoio político, estudar as melhores alternativas, enfim recorrer a todas as medidas cabíveis, o que não pode é persistir a situação atual em que uns lucram e outros minguam, está na hora de haver equidade ou de chutar o balde.
Prezado Cláudio Guimarães, respeito sua opinião, mas não me assusta nenhum Conselho, consultivo ou não. Um dos grandes problemas do Santa é estar excessivamente dividido em facções. Até pelada vira motivo de divisão em duas bandeiras. É preciso conviver com todos, sem demonizar ninguém, mas sem dar espaço a mais nem um milímetro de patifaria. Combater as idéias, mas não necessariamente as pessoas (ainda que de algumas pensemos, com razão, que quem não as conhece que as compre). Foi por se afastarem os homens de bem, em certa época, que desandamos. Lições são para serem aprendidas. O caminho é fortalecer o Conselho mais legítimo, que é o Deliberativo. Isso passa pela mudança do regimento do clube.
Ainda sobre 1969: havia também um técnico experiente, que estava no clube desde o ano anterior, e era a cara do Santa Cruz, humilde e autoconfiante: o “moço” Gradim; e havia um diretor de futebol arretado de verdade, sem esparro, honesto e competente: Negib Correia Lima. Esses dois estão agora, com certeza, articulando lá em cima a volta do Santa Cruz aos bons tempos que merece.
Deus te ouça, Walter. E MUITO BEM LEMBRADO: Correia Lima, GRANDE DIRETOR DE FUTEBOL, QUE DEUS O TENHA.
Meu medo, Walter, são as patifarias.
Mas você analisou com maestria. Com firmeza e serenidade.
Embora eu permaneça temeroso em relação às patifarias.
o Clube do Santo Nome precisa ressuscitar.
Abraços
Dimas,
Olha eu me metendo de novo no seu blog. rsss. Mas, como vc é tricolor, creio que já somos amigos. Faço logo um pedido aqui. Cadê a foto dos colaboradores, Dimas? De repente, eu esbarro com um dos meninos que escrevem aqui e nem sei quem é. rssss. Prometo que, assim que vc colocar, deixo na sala para espantar muriçoca. rsss
Outra coisa. Acho que, segundo a psicologia, falta está mais para o vazio daquilo que não temos, daquilo que queremos, daquilo que não podemos ter e que nos faz uma falta danada. rsss. Já estamos, realmente, no ponto da saudade e da falta. rssss
Fui…
Belo texto, Paulinho.
Aline,
Faz tempo que tento mudar a página “Sobre o autor” para “Sobre os autores”. Já, inclusive, editei as imagens dos cronistas em forma de cartoon. Mas sua boa lembrança certamente me fará retomar a idéia.
E fique à vontade para dar mais do que pitacos. Será um prazer receber um texto seu para publicação no TC.
Saudações corais,
Dimas Lins