2 mai

Digo logo: este é um texto utópico. Fora do lugar, embora o público seja concreto. Escrevo para uma instituição absolutamente abstrata, que só existe no nosso coração, e não para aquelas ruínas da avenida Beberibe - não escrevo de forma alguma para os destruidores do meu clube. Como escrever um texto, que discute o departamento de futebol e que faz algumas propostas, para os atuais dirigentes do Santinha?
A Revolução do Arruda pariu um rato, um bem pequeno, um ratinho, um diminutivo. Geralmente, as revoluções devoram seus filhos. São gloriosas e trágicas, ávidas de heróis e mártires. Nunca dão certo, apenas anunciam o futuro, através de um presente ensangüentado. Nossa revolução não teve sangue - cadê a auditoria? Nem anuncia futuro algum, apenas o velho, enfadado e eterno presente dos mesmos, dos mesmos, dos mesmos… E os filhos da Revolução do Arruda? Bem, não são nem dignos de serem devorados, exceto por uma Esfinge banguela. São, na verdade, filhos de Cândido e conseguiram fazer a proeza de desarrumar um grupo que se anunciava interessante: a Confraria Coral. Amigos, os cabras foram seduzidos pelo diminutivo?! É preciso ser muito carente para cair numa tal sedução - nem tomando Pitu!
Bem, destilei meu ressentimento (é bom e só faz bem) e passo, agora, a discutir algumas propostas para um departamento de futebol, com o enfoque dirigido às divisões de base. Inspiro-me de alguns artigos do Lorde Leo, principalmente daquele no qual ele fala sobre o Sevilha. Serei apenas esquemático, formulando pontos para a discussão e o aprofundamento da questão:
- sou contra a figura do técnico-manager, isto é, de um profissional que assuma, ao mesmo tempo, a direção do time e do departamento de futebol. Não temos um Alex Ferguson do Manchester United no Brasil, que junta as duas funções, muito menos no Nordeste. O técnico seria apenas um funcionário do departamento de futebol, que tem autonomia na gestão do time, é verdade, mas que segue as determinações do DF, inclusive na formação da equipe;
- o gestor do DF é o coordenador de uma equipe de profissionais, com um projeto definido de gestão esportiva. É um gestor que entende de futebol, e não um intermediário de jogadores como Ricardo Rocha.
- a prioridade do DF é a divisão de bases. Por diversos motivos, alguns óbvios - ofereço dois:
- o elenco deve ser composto de, no mínimo, 50% de jogadores oriundos das divisões de base.
- deve ser instituída a noção de carreira entre os jogadores da base. O jogador segue uma trajetória no clube, que vai do amadorismo ao profissionalismo. Sou a favor de, para cada estágio, um teto salarial. O Santinha é uma “escola” e um “trabalho”. No clube, os jogadores aprendem sua profissão, inclusive a sua deontologia, e a amar seu clube (sua camisa, sua história, seu presente e futuro…). Não só isso: no clube, os jogadores aprendem a ser cidadãos brasileiros. A divisão de base forma jogador e caráter. O Santinha é uma Paidéia…
- o clube dará cursos de “empreendedorismo esportivo” para os pais ou os responsáveis dos jogadores, evitando os abutres, os famosos “empresários de jogadores”.
- haverá uma filosofia de jogo comum a todas as divisões de base. Não falo de jogar do mesmo modo, mas de respeitar as tradições futebolística do Santinha: jogo bonito, de muita raça e ofensivo. Quando o jogador chegar ao time titular, saberá como se portar em campo e, assim, não haverá a necessidade de adaptação, pois o time profissional jogará também de forma semelhante aos times de base. É o que fazia o Ajax da Holanda, sob o reinado de Cruyff.
- haverá um investimento considerável na formação de uma rede de olheiros com a atuação no Norte-Nordeste. O Santinha é o terror do Nordeste pelo fato óbvio de ser um clube nordestino que abriga jogadores da região.
- haverá um considerável esforço para a implementação de parcerias de todo tipo (prefeitura, ongs, clubes estrangeiros, etc e tal) para as divisões de base. O Santinha é o clube do povo de Pernambuco. Devem-se estimular todos os vínculos possíveis com a massa, principalmente com os setores mais pobres da população. O clube deve ter um trabalho social através de suas escolinhas de futebol.
O Santinha é um clube poderoso, e todo grande poder envolve uma grande responsabilidade, como já alertou o Homem-Aranha (hehe).
"A minha primeira paixão é o Santa Cruz, mas a minha primeira obrigação é com o Tribunal de Justiça."
Bartolomeu Bueno, em pronunciamento de renúncia ao cargo de presidente do Conselho Deliberativo, após consulta ao Conselho Nacional de Justiça - CNJ.




28 Comentários para "Nosso futuro"
É de suma vitalidae a discussão em cima de textos propositivos, oxigena as idéias e permite o confronto de pensamentos em prol de um objetivo comum: o ressurgimento do terror do Nordeste o Glorioso Santa Cruz Futebol Clube.
Propostas de como tornar o Santa Cruz moderno e competitivo não faltam, todavia um problema crônico nos persegue: o amadorismo na gestão e corrupção profissional. Preocupo-me em encontrar cura para esse câncer que esta corroendo o santa Cruz há 20 anos.
Uma reformulação no estatuto torna-se necessário redefinindo o clube no seu todo, criando mecânismos de controle social afim de impedir abusos e desmandos, uma questão simples por exemplo seria: a proibição de contratação de parentes por parte dos dirigentes, já que na gestão pública o nepotismo é proibido, assim deveria ser no santa Cruz.
As sugestões propostas no texto são do senso comum a qualquer um que se disponha a pensar o clube, porém esbarramos nas pessoas que tornaram as idéias ações, infelizmente não vejo nomes ou grupos capaz de levar adiante idéias tão relevantes. Não sou de me apegar a salvadores da pátria, até porque esse é um processo coletivo, porém sabemos que a influencia política e econômica predomina e para toda execução de projetos necessitam-se de pessoas, são essas pessoas que não consigo enxergar.
Concordo totalmente contigo, Fábio. Devemos voltar nossa atenção para o estatuto. Pessoalmente, achei insuficiente as modificações — na verdade, o nosso único ganho foi a reformulação das regras que regem as eleições. Por exemplo: a eleição do conselho deliberativo não devia estar acoplada à chapa do candidato ao executivo — dessa forma, cria-se vinculações espúrias entre conselho e presidente do clube, isto é, forma-se sempre um conselho subserviente e apático. Deveria existir uma eleição separada, somente com os candidatos ao conselho. Somente assim ele será o nosso “parlamento”.
Demais oportuno o texto. Oue o ressurgimento há que ser feito pela base parece ser a opinião de dez entre dez tricolores com quem tenho conversado. A mudança do estatuto é outro ponto consensual para se dar uma estabilidade política e dinamizar administrativamente o clube.
Voltasse cabra!!!!
que bom, mais uma vez concordo contigo. Alías, vários destes pontos já falamos em mesas de bar e o pior é que alguns deles sao fáceis de por em prática. Só um pouquinho de vontade e já estaríamos bem. Deveriamos fundar um Santa Cruz Futebol e Cultura (to copiando a idéia de Reinaldo, que criou o BH futebol e cultura)
Abraçao
Artur voltou com tudo! E misturou o seu estilo ao do Lorde Léo.
A reconstrução do clube é tão complicada, que fica no ar aquela sensação de utopia no texto. Mas é só impressão. A proposta é factual, como são as propostas de Léo. Falta apenas vontade, interesse e colocar o clube acima de interesses pessoais.
Saudações corais,
Dimas Lins
Grande idéia, Artur, agora, com o diminutivo lá dentro….
Senhores. Gosto muito de textos propositivos como este. Acho que o caminho tem que começar a ser traçado desta forma, com idéias novas sendo discutidas e, passo a passo, sendo construída uma nova proposta de gestão do clube. Ao mesmo tempo, permanecer na luta para levarmos ao comando do clube, pessoas verdadeiramente comprometidas com mudanças.
Gostaria apenas de sugerir que parássemos de chamar o Santa Cruz de “Santinha”. Não sei onde isso começou, mas não me soa muito bem. Afinal, “chega de diminutivo”. Não conheço grandes clubes ou grandes instituições chamadas pelo diminutivo. O que vocês acham?
Grande “Artur”,
É claro que o texto não é ‘utópico’, as boas idéias sempre surgem, basta apenas vontade para torná-las realidade. E como é as pessoas que dão vida aos sonhos, é preciso apenas colocar as pessoas certas dentro do SANTA CRUZ e marcar a data e a hora para e nosso RENASCIMENTO!
PS: “Artur” como vai seu criadouro de ‘baratossauro’ ???
Felicidades amigo !!!!
Grande Milton, chamem um tricolor de cinco anos e ele dirá que o caminho mais óbvio é o das divisões de base. Acredito que nossos dirigentes atuais têm uma idade mental abaixo do Complexo de Édipo.
Bosquímano, foi vc que não voltou… ainda (hehe). Bem, de fato, as propostas são de “bar”. Afinal, as melhores idéias surgem etilicamente, quando o cérebro borbulha álcool.
Insatisfeito, meu velho, com o diminutivo lá dentro qualquer proposta factível, por mais óbvia que seja, transforma-se numa utopia. O diminutivo tem o poder mutante de transformar toda idéia óbvia numa impossibilidade.
José Carlos — sinceramente, eu gosto do termo “Santinha”. É carinhoso… Fico enternecido quando digo “Santinha”. Acho que todo tricolor é carente (hehe).
Andrezinho, os baratossauros escafederam-se do meu criadouro. As feministas foram lá e as mataram com baygon. Pena.
Ótimo texto, Artur. E nada tem de utópico, pois depende da vontade e mudanças na mentalidade tacanha dos dirigentes do que de investimentos vultosos. Nunca é demais lembrar que os nossos melhores times foram formados com jogadores da “casa”+ revelações da região + alguns profissionais experientes para equilibrar.
Basta constatar que o pessoal da base, solenemente ignorado até o fracasso quase total dos contratados pela “parceria” RR/diminutivo, nos salvou do rebaixamento no torneio bode-rouco 2008.
A chave para as mudanças no clube está na formação de um conselho forte, independente e atuante - exatamente o contrário do que temos atualmente.
O problema, como bem falou Fábio Belmino, é encontrar gente qualificada.
Ah! Eu também não gosto dessa história de “santinha” e nunca usei em nenhum comentário até hoje. Isso começou, salvo engano, justamente quando iniciamos a descida da ladeira. Aceitaria de bom grado se fosse usado apenas por nós; o problema é que os adversários e a mídia esportiva usam sempre em tom pejorativo.
E cá entre nós, quais são os times que usam diminutivo? Lusinha, Ameriquinha…… times inofensivos, segundo time de todo mundo, simpáticos……
Os outros são Fogão, Vascão, Flusão, Timão…..
Até o final dos anos setenta/início dos oitenta éramos o Santa Cruz, o terror do Nordeste. Eu quero isso de volta.
Lembra de um comentário que fiz por aqui a respeito da condescendência dos rivais em relação a nós? Pois é. Eu quero torcer por um time odiado e temido de novo. Sem os diminutivos, na presidência e no nome.
Grande texto Artur. Sempre pensei nessa formação dos atletas, formação que incluísse a história do clube, um processo integrador.
Fora do Clube dos Treze, hoje, só resta a um clube tornar-se um produtor de talentos. Afora a questão lógica da proposta - que extrapola o contexto -, o momento atual nos impele ainda mais a ela. É isso, ou desaparecer como um clube grande.
Por fim, quanto ao “santinha”, acho que não seja o nome que impõe respeito. Quando voltarmos a ser ganhadores, não me importo de nos chamarmos por diminutivo, aumentativo, gerúndio, particípio…
Abraços!
Depois de muita pressão, principalmente das invectivas de Ducaldo, mestre dos mestres, convenci-me (não consigo manter uma opinião…) : meu clube é o Santão! Quem aparecer falando em Santinha leva porrada. Escreverei uma carta de indignação ao “blog do…”, pedindo a mudança de nome para “blog do Santão”.
Só continuo achando que meu texto é utópico, pior do que o Manifesto do velho Marx. Ele tinha proletários de vanguarda para escutá-lo em 1848. Nós temos uma oposição especializada em escutar seu próprio umbigo.
Pois eu continuo na mesma mão. Gosto de Santinha, pois demonstra carinho, afetividade. Se a relação da torcida com o clube é de amor, por que não chamá-lo amorosamente?
Observemos bem o timão, já que ele foi citado pelo amigo Ducaldo. Quem o chama assim é uma das torcidas mais violentas do país. Não digo, é óbvio, que seja por isso, mas os gritos de guerras, como o próprio nome diz, incentivam a guerra, não a paz. E vejo o nome timão como uma tentativa de demonstrar força. Força mostra o time em campo e a torcida na arquibancada.
Portanto, não vejo incompatibilidade entre ser o Santinha para a sua própria torcida e o Terror do Nordeste para as outras. Sem contar que chamo o clube de Santinha, desde que me entendo por gente. Se as outras torcidas não sabem demonstrar afeto aos seus clubes, que façam análise então. hehehe
Aliás, vou além. Há um negócio de renegar o nome pelo qual a própria torcida do Santa Cruz sempre foi conhecida, só porque outras também são chamadas assim.
Vejamos, por exemplo, o ora substantivo, ora adjetivo tricolor. Agora somos santacruzenses, o que acho pouco criativo e sem charme. Sou tricolor sim, e como muito orgulho de sê-lo, pois sempre fui assim desde que nasci. Para mim, e por favor, não levem para o lado pessoal, isso parece coisa de complexo de inferioridade, de um torcida que está por baixo e procura uma fresta de sol desesperadamente, dada as circunstâncias obscuras pelas quais o clube atravessa. Não mudo de nome, nem abro mão de ser chamado de tricolor. Pois no fim, é isso que sou.
Pessoalmente, e posso estar enganado, a questão é uma só: enquanto não voltarmos a ganhar alguma coisa dentro de campo e recuperarmos um pouco do orgulho de ser tricolor, a camisa branca dará azar, porque lembra a do são paulo e ser tricolor será comum demais, porque outras torcidas também são.
Saudações tricolores e corais,
Dimas Lins
Amigos, não tive a intenção de criticar ninguém pela forma como chama o nosso Santa, muito menos criar polêmica e divergências. Inclusive, concordo com quem disse que numa hora como essa, crise braba, aparece tudo quanto é receita: troca camisa, troca nome, etc. Sei que o que vale mesmo são as mudanças estruturais e de gestão que precisam ser implantadas.
Como costuma dizer um amigo poeta, “carece de nos unir”. Portanto, sócios e torcedores do Santa Cruz, do Santinha, do Santa ou do Tricolor, uni-vos contra aquele diminutivo que nos faz tanto mal.
Abraços
Saudações Tricolores
Como diria Joelmir Betting, com essa conceituação de Conselho Deliberativo INTEIRAMENTE VINCULADO ao EXECUTIVO, o “RABO É QUEM ABANARÁ” o cachorro, eternamente. Temos q modificar, urgentemente, O ESTATUTO DO CLUBE, NESSE ASPECTO.
Tb prefiro o AUMENTATIVO e, de certa feita, ao encontrar um colega burro-negro que me arguiu: “Como vai o Santinha” ?, disse-lhe:
“Vá logo a PQP pois “Santinha”é uma maneira carinhosa reservada EXCLUSIVAMENTE a nós, tricolores Santacruzenses, de nos reportar ao NOSSO “Mais Querido”.
Portanto, prefiro o aumentativo do q dá liberdade a um Roberto Nascimento da vida dizer: a seguir, o Noticiário do “Santinha”.
Tenho dito.
Mudei de idéia novamente, afinal o Editor-Mor é a favor do nome “Santinha” - vou onde está meu salário, caros amigos.
Amigo José Carlos — a polêmica é boa. Não se preocupe.
Enfim, fico com a proposta de consenso de Arnildo Ananias (cabra mais experiente e que entende tudo do Mais Querido): “Santinha”, somente entre tricolores (hehe).
Artur e Dimas, o meu ponto de vista foi exatamente este - que ficasse restrito aos torcedores do Santa. Como não fica e ainda é utilizado pejorativamente pelos outros, prefiro Santa Cruz mesmo, sem aumentativo ou diminutivo. Até por que, convenhamos, “Santão” ficaria feio pra carai.
Seu texto, repito, não tem nada de utópico, pois não trata de mega-mudanças. O problema é que a partir da entrada no clube de um certo “presidente arretado”, aí por volta de 85/86, as coisas mudaram para pior e estagnaram, engessaram de tal modo que só algo muito radical colocará o Santa Cruz nos trilhos de novo.
No mínimo o que aconteceu na nossa co-inimiga barbie,que passou por situação semelhante e se safou.
Só não consigo vislumbrar um panorama favorável às mudanças político/administrativas necessárias, pelo menos até agora.
Concordo com Dimes em relaçao ao santacruzense, e, sobretudo, no que diz respaito ao comploxo de inferioridade, inclusive o oficial. A primeira coisa que faria tirar tudo quanto é estrela do escudo. Isso também é complexo de inferioridade, basta lembrar que essa mudança no escudo foi aprovada, salvo engano, há 10 anos, quando quase caimos para a terceira. Vou mais além, munca tive tanto apego ao tal do penta, se falava em exclusividade do penta, isso me apurrinhava as idéias basicamenta porque as barbies foram hexa antes, ou seja, foram penta antes tb. As únicas estrelas com algum sentido sao as do tri-super. Mas as tiraria tb… outra coisa que nunca me chamou atençao é o tal de Fita Azul. Voltaria ao escudo anterior, com o bordado da sigla (que parecia mais artesanal) amarelo. Era mais bonito, alem de ser da época em que éramos o terror do nordeste… Eita, acho que comecei a procurar uma frestinha de sol tb…
Dimas, eu disse DIMAS!!!!
Complexo, eu disse COMPLEXO!
José Carlos, não se preocupe. Aqui todo mundo se conhece e a discussão é absolutamente democrática e desprovida de qualquer ressentimento, exceto quanto aos invasores burronegros e barbies que pintam de vez em quando.
José Carlos, não estamos discutindo, apenas conversando apaixonadamente sobre o Santa, Santinha ou Santão, como queiram. Além do quê, a sua intervenção ampliou o debate sobre o tema proposto por Artur.
Ducaldo, conheço bem sua opinião sobre muitos aspectos do Santa Cruz e até hoje não encontrei nenhuma divergência entre nós.
Falar nisso: Artur, te decide!
Bosco, concordo com você, o que parece redundante, já que você concordou comigo. hehehe. Mas minha concordância vai do que não escrevi no comentário, que é sobre o escudo do Santa Cruz. Há um tempo atrás, escrevi um artigo chamado Chão de estrelas, que fala exatamente sobre isso.
Vamos que vamos.
Saudações corais,
Dimas Lins
Torcedor da Coisa fulminado pela moderação. Apareceu no número conveniente. É a prova da adequação entre forma e conteúdo.
Santinha, Santão, Santa Cruz…
Fiquei na dúvida, novamente.
Talvez, devêssemos mudar de vez o nome de nosso clube. Inclusive, continuar na mesma lógica. Que tal Via-Crúcis Futebol Clube?
Estaria, no próprio nome, justificado o nosso sofrimento. Estariam, também, justificadas a existência e a necessidade do diminutivo. Somente um cabra dessa espécie seria capaz de dirigir um clube com tal nome.
Dimas, lembrei do texto. Eu sabia que já tinha lido algo muito bom sobre o tema… Lá no blog do Rubens, Santa Cruz desde 1914, tem um histórico dos escudos. Gosto do segundo.
Abraçao
ARTUR PARA PRESIDENTE DO SANTA
(aliás, do Santinha, como sempre chamei e sempre chamarei, mesmo correndo o risco de levar porrada de Artur!)
De imediato parabenizo pelo texto o autor está dentro da realidade mas como tricolor de algumas décadas lembro que por situações piores nós passamos e
sobrevivemos, tem algo que não tem explicação a única que encontro é o amor pela nossa instituição, que de repente surge das cinzas pessoas que realmente tem carater e força que impulsiona novamente o cube para cima cito ex. sr. James Thorpp , hoje esquecido pelos os abutres do Arruda.
Hoje não podemos esperar pelas nossas verdadeiras lideranças temos que correr ao encontro e buscar uma solução de imediato, não vejo outra sem a retirada de todos os diretores de futebol e o presidente. Com outras cabeças vamos realmente abrir espaço para todos tricolores em todos os sectores, vamos procurar estar presente na assembleia e dar apoio total irrestrito a nova diretoria,dentrdo nosso quadro temos nomes que logo logo afastará a má fase que estamos passando.
Avante tricolores, vamos a mais uma vitoria esse é o nosso lema, dia 13 é dia D . abraço a todos tricolores dessa grande nação.Santa, Santinha, Santão de qualquer jeito no meu coração
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